[Resposta da Sinopse e Crticos Dianteiros] 
[Trecho de Prxima Livro Imitao na Morte] 
[Notas da Histria de Verso e Scanner]  
[Note em Srie Numerando e Lista de Srie]
          Edio de Berkley / maro de 2003
      Copyright  2003 por Nora Roberts
      ISBN 0-425-18903-1
      
Nora Roberts - J. D.Robb
Retrato Na Morte
Srie Mortal 18
      
      
      
A luz do corpo est no olho
Novo Testamento

Uma me  uma me quieta,
A coisa mais santa viva.
Samuel Coleridge
      
      
      





      
      Prlogo
            Ns comeamos a morrer com nossa primeira respirao. A morte  dentro de ns, conferindo mais ntimo, mais ntima, com toda batida de nosso corao.  o fim que nenhum homem pode escapar. Ainda ns agarramos para vida, ns adoramos isto apesar de sua transio. Ou talvez, por causa disto.
      Mas o tempo todo, ns perguntamos-nos da morte. Ns construmos monumentos para isto, venera isto com nossas cerimnias. O que nossa morte ser? Ns pedimos a ns mesmos. Ser sbito e rpido, longo e prolongado? Existir dor? Vir depois de uma vida longa, cheia, ou ns seremos violentamente cortados, inexplicavelmenteem nossos principais?
      Quando  nosso tempo? Para a morte  para todo o tempo.
      Ns criamos uma vida aps a morte porque ns no podemos apressar por nossos dias perseguidos pelo espectro de um fim. Ns fazemos deuses que nos guiam, que nos saudaremos em portas dourado para nos levar em uma terra eterna de leite e mel.
      Ns somos crianas, mo e p saltados pelas cadeias de boa com sua recompensa eterna, e do mal com seu castigo eterno. E ento, mais nunca verdadeiramente viva, no livremente.
      Eu estudei vida e morte.
      Existe s um propsito. Para viver. Para viver livre. Para se tornar. Para saber, com cada respirao, voc  mais que as sombras. Voc  a luz, e a luz deve ser alimentada, absorvida de qualquer e todas as fontes. Ento, o fim no  morte. No fim ns nos tornamos a luz.
      Eles diro que eu estou louco, mas eu achei sanidade. Eu achei Verdade e Salvao. Quando eu me tornei, o que eu sou, o que eu fao, o que eu tenho criado ser magnfico.
      E todos ns viveremos para sempre.
      
      
      Captulo 1
      
      A vida no teve muito melhor. Eve bateu de volta sua primeira xcara de caf como ela agarrou uma camisa fora do armrio. Ela foi para fina e sem manga que o vero de 2059 atualmente estava sufocando Nova York, e o resto do litoral leste, em um aperto apertado, suado.
      Mas eh, ela prefere ser quente que frio.
      Nada iria deteriorar seu dia. Absolutamente nada.
      Ela puxou na camisa, ento com um olhar rpido na porta para certificar-se ela estava s, fez um rpido, quadril-agitando boogie para o AutoChef para outro golpe de caf. Um olhar em sua unidade de pulso disse a ela que ela tinha bastante tempo se ela quisesse caf da manh, ento que diabo, ela programou ele para uma espcie de panquecas mirtilo.
      Ela voltou para o armrio para suas botas. Ela era umas calas de cqui de mulher alta, magra, atualmente cansativa-colorida e um tanque azul. Seu cabelo era pequeno, agitado em estilo, e marrom, com raias mais leves arreliadas fora por que significa e brilhante sol. Ele vestia seu rosto angular, com seus olhos marrons largos e boca generosa. Existia um entalhe raso em seu queixouma caracterstica que seu marido, Roarke, gostava de localizar com uma ponta do dedo.
      Apesar do calor que ela enfrentaria quando ela andou do lado de fora do grande, com felicidade esfrie quarto, fora da grande, com felicidade esfrie casa, ela retirou-se uma jaqueta de peso leve. E lanou isto acima do equipamento de arma que ela drapejou acima da parte de trs do sof no sentar rea.
      Seu distintivo j estava em seu bolso.
      A Tenente Eve Dallas agarrou seu caf e panquecas fora do AutoChef, estatelado abaixo no sof, e se preparou para apreciar um caf da manh luxuoso antes de registrar o tempo em por um dia como uma policial de homicdio.
      Com sensao psquica do felino quando comida era envolvida, o gato gordo Galahad apareceu fora de nenhuma parte para saltar no sof ao lado dela e olhar fixo em seu prato com seus olhos coloridos duais.
      "Meu." Ela bifurcada em cima panquecas, e olhadas fixamente atrs no gato. "Roarke pode ser uma marca fcil, camarada, mas eu no sou. Provavelmente j sido alimentado, tambm," ela adicionou como ela escorou seus ps na mesa e continuada a arado por seu caf da manh. "A aposta voc descia na cozinha em amanhecer movendo para o lado ao redor Summerset."
      Ela se debruou abaixo at que eles eram nariz para nariz. "Bem, no existir qualquer daquele po trs bonita, maravilhosa, mag-traseiro semanas. E voc sabe por que? Voc sabe por que?"
      Supereda com alegria, ela escavou e deu o gato uma mordida de panqueca. "Porque a fraca, apertado traseiro filho de uma cadela est indo de frias! Longe, longe." Ela quase cantou isto, montando na felicidade de saber que mordomo do Roarke, seu nemesis pessoal, no estaria l irritar ela aquela noite, ou para muitas noites para vir.
      "Eu tenho vinte e um dias livres de Summerset  frente de mim, e eu regozijo."
      "Eu no estou certo as aes de gato sua jubilao." Roarke falou da entrada onde ele estava apoiando-se no umbral assistindo sua esposa.
      "Certo ele faz." Ela escavou em cima mais das panquecas na frente de Galahad poder nariz seu modo sobre o prato. "Ele est s tocando isto fresco. Eu pensei que voc teve alguma interstelar honcho transmisso para cuidar desta manh."
      "Feito."
      Ele passeou dentro, e Eve adicionada a seu prazer considervel assistindo ele movimento. Liso, longo-provido de pernas, gracioso de um modo que era macho puro e perigoso.
      Ele podia dar as lies de gato, ela meditou. Sorrindo abertamente nele, ela decidiu no existia uma mulher viva que no seria emocionada para ter aquele rosto prximo a ela acima do caf da manh.
      Como rostos foram, era uma obra-prima, esculpidos em um de dias mais generoso do Deus. Magro, com mas do rosto de irritado, com uma firme, boca cheia que podia fazer sua prpria gua. Tudo isso era emoldurado por um juba de cabelo preto brilhante, e destacado por olhos azuis Clticos.
      O resto dele no era ruim qualquer um, ela pensou. Todo longo e rangy e duro.
      "Venha aqui, bonito menino." Ela agarrou um punhado de sua camisa, deu a ele um puxo. Ento afundou seus dentes, com algum entusiasmo, em seu lbio inferior. Ela deu isto um estalido preguioso de sua lngua antes de povoar de volta novamente. "Voc  melhor que panquecas qualquer dia."
      "Voc  certamente animada esta manh."
      "Condene diretamente. Animada  meu segundo nome. Eu estou saindo para espalhar alegria e riso para toda a humanidade."
      "Que mudana boa de passo." Existia diverso montando junto com os irlandeses em sua voz. "Talvez voc comear agora afundando comigo despedir-se de Summerset."
      Ela fez careta. "Isso poderia deteriorar meu apetite." Testando, ela terminou rapidamente as panquecas. "No, no, no faz. Eu posso fazer isto. Eu posso afundar e acenar adeus."
      Sobrancelha erguida, ele deu seu cabelo um puxo rpido. "Bem."
      "Eu no farei a dana feliz at que ele esteja longe da vista. Trs semanas." Depois de um tremor jovial, ela se ergueu e anulou o gato apagando o prato de alcanar. "Eu no verei seu rosto feio ou ouvirei o som rechinante de sua voz para trs orgsmicas semanas."
      "Por que eu penso que ele est provavelmente pensando algo bem parecido sobre voc?" Suspirando, Roarke empurrou para seus ps. "Eu sou como certo sobre aquele como eu sou que voc dois sentiro falta de atirar de lugar escondido em um ao outro."
      "No queira." Ela levantou seu equipamento, amarrada com correia em sua arma. "Hoje  noite, celebrare no cometa nenhum engano, eu vou celebrar queeu vou vadiar em torno da sala de estar e comer pizza. Desnuda."
      Sobrancelhas aladas do Roarke em cima. "Eu certamente apreciarei isto."
      "Consiga sua prpria pizza." Ela encolheu os ombros em sua jaqueta. "Eu tenho que acenar adeus agora. Eu sou esperado em Central."
      "Pratique este primeiro." Ele deitou suas mos em seus ombros. "Tenha uma boa viagem. Aprecie suas frias."
      "Voc no disse que eu tive que falar com ele." Ela estourou uma respirao em olhar fixo tranqilo do Roarke. "Certo, certo, vale a pena. Tenha uma boa viagem." Ela estirou seus lbios em um sorriso. "Aprecie suas frias. Otrio. Eu pararei para o otrio, eu acabei de querer dizer isto agora."
      "Compreendido." Ele correu seu passar para baixo seus braos, ento tomaram sua mo. O gato arremessado fora do quarto  frente deles. "Ele est esperando ansiosamente isto. Ele no tomou muito tempo por ele mesmo no ltimo par de anos."
      "No quis tomar seus olhos pequenos fora de mim longo suficiente. Mas isto  certo, isso est certo," ela disse em uma voz alegre. "Porque ele est indo, e  disso que  importante."
      Ela ouviu o grito alto de gato, a maldio to seguida, ento uma srie de pancadas. A Eve era rpida em seus ps, mas Roarke a bate para os degraus, e j estava correndo abaixo l para onde o Summerset prov um monto junto com pilhas dispersas de linho.
      Ela levou olha se para a cena na parte inferior dos degraus e disse, "Oh, merda."
      "No mova. No tente mover," Roarke murmurou como ele verificou Summerset para danos.
      Alcanando a parte inferior dos degraus, Eve abaixou. Summerset sempre empalidece rosto era osso-branco e j indo frio e mido. Ela l choque em seus olhos, junto com dor considervel.
      " minha perna," ele administrou em uma voz ido cheia de junco. "Eu tenho medo que est quebrado."
      Ela podia ver aquele para ela mesma pelo ngulo desajeitado que levou abaixo do joelho. "V conseguir um cobertor," ela disse a Roarke como ela retirou-se seu bolso-vnculo. "Ele est em choque. Eu conseguirei o MTs."
      "Mantenha ele quieto." Movendo rpido, Roarke chicoteou uma do emarenhados folhas acima de Summerset, ento tirou de cima. "Ele podia ter outros danos."
      " s minha perna. E meu ombro." Ele fechou seus olhos como Eve pediu ajuda mdica. "Eu tropecei acima do gato sangrento." Friccionando seus dentes, ele abriu seus olhos e fez seu melhor para sorriso em Eve entretanto o calor da queda rapidamente estava girando para um resfriado que fez seus dentes tagarelarem. "Eu imagino que voc pensa que  uma pena que eu no quebrei meu pescoo."
      "Pensamento cruzou por mente." Lcido, ela pensou com algum alvio. No perdeu conscincia. Olhos um pouco vtreos. Ela olhou de relance acima de como Roarke voltou com um cobertor. "Eles esto a caminho. Ele  coerente, e irritvel. Eu no penso que existe qualquer dano de cabea. Tome mais que uns degraus abaixo de derramamento para rachar que apedrejam de qualquer maneira. Tropeado acima do gato."
      "Para causa do Cristo."
      A Eve assistiu Roarke tomar mo do Summerset, segura isto. Porm ela e o babuno fraco negociaram um com o outro, ela entendeu que o homem era mais pai do Roarke que seu prprio sangue tinha sido.
      "Eu conseguirei o porto, claro o MTs por."
      Ela encabeou para o painel de segurana para abrir o porto que fechava fora da casa, os gramados expansivos, o mundo pessoal que Roarke construiu, a cidade. De Galahad no existia nenhum sinal, nem Eve pensou acidamente, provvel existiria durante algum tempo.
      O gato de maldio provavelmente fez isto de propsito para deteriorar seu bom tempo porque ela no deu a ele suficiente panquecas.
      Ento eles ouviriam as sirenas, ela abriu a porta da frente, e quase cambaleou contra a parede de calor. Apenas oito, e quente suficiente para fritar crebros. O cu era a cor de leite azedo, o ar a consistncia do xarope ela iria muito alegremente consumir quando existia alegria em seu corao e uma fonte em seu passo.
      Tenha uma viagem boa, ela pensou. Filho de uma cadela.
      Seu 'vnculo buzinou da mesma maneira que ela ouviu as sirenas. "Aqui eles vm," ela chamou para Roarke, ento andado de lado para tomar a transmisso. "Dallas. Merda, Nadine," ela disse que o minuto que ela viu a imagem de Canal 75  reprter de topo em tela. "Isto no  um bom tempo."
      "Eu consegui uma ponta. Parea como uma ponta sria. Encontre-me em Delancey e Avenida D. Eu estou saindo agora."
      "Espere, espere, eu no estou afundando para o Lado do Leste Mais baixo porque voc"
      "Eu penso algum est morto." Ela trocou to Eve podia ver as imagens nas impresses que ela espalhou acima de sua escrivaninha. "Eu penso que ela est morta."
      Era uma morena jovem em vrias poses, alguns sinceros dos olhares deles, outros executados.
      "Por que voc pensa que ela est morta?"
      "Eu preencherei voc quando eu vir voc. Ns estamos desperdiando tempo."
      Eve motioned no MTs como ela fez carranca no 'vnculo. "Eu enviarei um branco e preto"
      "Eu no desisti a voc umas cabeas- assim voc podia posto a bordo este, e me, fora em uniformes. Eu tenho algo aqui, Dallas, e  quente. Encontre-me, ou eu verifico isto fora s. Ento eu vou no ar com que eu tenho, e o que eu acho."
      "Fucking Um, que dia isto est transformando em. Certo. Insista no canto, consiga um bagel ou algo. No faa nada at que eu chegue l. Eu tenho uma baguna para limpar aqui primeiro." Estourando uma respirao que ela examinou onde o MTs examinou Summerset. "Ento eu estou a caminho."
      Ela clicou fora, emperrou o 'vnculo de volta em seu bolso. Ela caminhou de volta para Roarke, e no podia pensar sobre qualquer coisa fazer mas bater levemente seu brao enquanto ele assistiu o medicals. "Eu tenho uma coisa que eu preciso verificar."
      "Eu no posso lembrar que idade ele tem. Eu no posso lembrar bastante."
      "Eh." Este tempo ela deu seu um apertar de brao. "Ele  muito quer entrar em longo. Olhe, eu lego fosso esta coisa se voc quiser eu ficar ao redor."
      "No, voc continua." Ele agitou ele mesmo. "Tropeado acima do goddamn gato. Podia ter mortado ele mesmo." Ele girou, apertado seus lbios para sua fronte. " vida Cheia de surpresas srdidas. Cuide-se, Tenente, eu iria como logo no tenho um outro hoje." 
      ***
      O trfico era mau, mas aquela vestido da runa de seu humor. Um maxibus desarranjo em Lex teve tudo snarled de 75, to longe sul quanto ela podia ver. Buzinas explodiram. Acima de trfico, copters cortou e zumbiu entre o trfico areo para afastar o rubberneckers de emperrar o cu tambm. Cansado de se sentar no mar de comutadores, ela sacudiu sua sirena, ento esmurrada em uma rpida vertical. Ela corta leste, ento ido para o sul novamente quando ela achou alguma estrada clara.
      Ela chamou Despacho e informou eles que ela esteva tomando uma hora pessoal. Nenhum ponto em reportar naquele ela estava seguindo o dedo entortado de um em-reprter de ar, sem autorizao ou qualquer razo clara.
      Mas ela confiou nos instintos do Nadineo nariz da mulher para uma histria era como um bigle  para um coelhoe teve etiquetado Peabody, seu ajudante, com ordens para desviar para Delancey.
      Existia bastante negcios sendo feito na rua. A rea era uma colmia de delis, lojas de caf, e lojas de especialidade que lotado junto em nvel de calada e serviu os habitantes dos apartamentos acima deles. A padaria vendeu para o sujeito que correu o consertar-isto loja da casa ao lado, e ele vacilaria com o AutoChef para a mulher que correu a loja de roupas no outro lado, enquanto ela encontrou casualmente a rua para comprar fruta da tribuna.
      Era um sistema limpo, Eve imaginada. Velha e estabelecida, e entretanto ainda chateia algumas cicatrizes das Guerras Urbanas, reconstruiu propriamente.
      No era um setor onde voc quereria tomar um passeio tarde de noite, e uns quarteires sul ou oeste voc acharia as comunidades no-to-limpas de dormentes de calada e chemi-cabeas, mas em um vero sufocante de manh, esta fatia de Delancey era todos os negcios.
      Ela parou atrs de um caminho de entrega estacionada em fila dupla, sacudida em cima sua A trabalho luz.
      Com alguma relutncia, ela deixou o casulo fresco de seu veculo e andado na parede quente, molhado do vero. Os cheiros bateram ela primeirosalmoura e caf e suor. A sugesto mais atraente de melo do vendedor de fruta era dominada pela pressa do vapor esguichando fora de um carro de deslizamento. Levou o distinto odor de substituto de ovo e cebolas.
      Ela fez seu melhor no respirar isto emque comeu que cagacomo ela insistiu no canto esquadrinhando.
      Ela no localizou Nadine, ou Peabody, mas ela viu um trio do que ela tomou ser lojistas e um zango de Manuteno da Cidade tendo um argumento na frente de um verde reciclador
      Ela vigiou eles enquanto ela considerou chamar Roarke verificar em Summerset. Talvez existe um milagre e o mdico techs colaram seu osso atrs junto e ele era, at agora, a caminho do transporte. Como resultado do trauma matutino, ele no esteve levando frias de trs semanas. Mas quatro.
      E enquanto ele se foi, ele cairia loucamente apaixonado por um companheiro licenciadoquem faria sexo com aquela monstruosidade a menos que ela seja paga por elee decidio acomodar-se com ela na Europa.
      No, no a Europa. No estava longe suficiente. Eles se mudariam na Colnia de Alfa em Taurus eu, e nunca mais retornaram a este planeta chamado Terra.
      Desde que ela no chamasse, ela podia esperar pelas linhas de prata daquela pequena fantasia.
      Mas ela lembrou da dor em olhos do Summerset e o modo como Roarke segurava sua mo.
      Com um suspiro poderoso, ela retirou-se seu bolso-vnculo. Antes dela poder usar isto um dos lojistas empurrou Manuteno da Cidade. Manuteno empurrou de volta. Eve viu o primeiro soco vindo ainda que Manuteno no fez, e ele acabou em seu traseiro. Ela empurrou o 'vnculo de volta em seu bolso e encabeou calada abaixo para quebrar isto.
      Ela estava quieta trs ps longe quando ela cheirou isto. Ela caminhou com a morte muitos tempos para entender mal isto.
      O vivo era atualmente rodante ao redor na calada, sendo alegrado em ou repreendido pelas pessoas que estalaram fora das fachadas ou pararam sua caminhada para trabalhar assistir o show.
      A Eve no aborreceu com seu distintivo, mas simplesmente arrastou o sujeito em cima por sua camisa, e plantou seu p no trax do quieto no cho.
      "Bata isto."
      O lojista estava um pouco sujeito, e metlico com isto. Ele empurrou longe, deixando Eve com um punhado de camisa suada. O sangue em seu olho era de temperamento, mas seu lbio era esportivo a coisa real. "Isto  nenhum de seus negcios, senhora, ento s mova antes de voc ser machucado."
      "Isto  Senhora Tenente." O sujeito no cho pareceu contedo para ficar l. Ele era paunchy, ele perdia o flego, e seu olho deixado j estava inchando fechado. Mas como ela no teve qualquer amor para ningum em qualquer setor de manuteno, ela manteve sua bota pesada em seu trax como ela sacudiu fora seu distintivo.
      O sorriso ela enviou ao lojista mostrou muitos dentes. "Voc quer tomar aposta em quem vai ser machucado aqui? Agora atrs fora de, e feche isto."
      "Um policial. Bom. Voc devia lanar seu traseiro arrependido em uma gaiola. Eu pago a meus impostos." O lojista vomitou suas mos, girando para a multido para suporte como um pugilista circulando o anel entre crculos. "Ns pagamos o wazoo, e dickheads como este parafuso ns acima de."
      "Ele me assaltou. Eu quero arquivar cargas."
      A Eve lutou um olhar no homem debaixo de seu p. "Feche. Nome," ela exigiu, apontando no lojista.
      "Remke. Waldo Remke." Ele fechou suas mos contundidas em seus quadris estreitos. "Eu quero arquivar cargas."
      "Sim, sim. Este seu lugar?" Ela gesticulou em direo ao deli atrs dela.
      "Sido meus por dezoito anos, e lugar do meu pai antes disto. Ns pagamos impostos"
      "Eu ouvi aquela parte. Esta sua caixa?"
      "Ns pagamos por aquelas caixa vinte vezes. Eu, Costello, e Mintz." Enquanto suor parou seu rosto, ele empurrou um dedo polegar em direo a dois homens de p atrs dele. "E metade do tempo est quebrado. Voc cheira isto? Voc fucking cheira isto? Quem  ir entrar nossos lugares para fazer negcios com que fede fora aqui? Isto  a terceira vez uma de ns pediu conserto nas ltimas seis semanas. Eles nunca cagam."
      Existiam murmrios e murmrios de acordo da multido, e um pouco de brincalho gritado: Morte para fascistas!
      Com o calor, o fedor, e o sangue j derramado, Eve soube que a multido de bairro inocente podia se transformar em uma turba em uma moeda de dez centavos.
      "Sr. Remke, eu quero voc, Sr. Costello, e Sr. Mintz andar de volta. O resto de voc pessoas, fiquem ocupado em outro lugar."
      Ela ouviu o rpido clop atrs dela que s podia ser calado policial em pavimento. "Peabody," ela disse sem girar, "mova esta multido junto antes deles acharem uma corda e linchar este sujeito."
      Um pouco ofegante, Peabody correu em cima ao lado de Eve. "Sim, senhor. Ns precisamos de vocs pessoas para dispersar. Por favor v sobre seus negcios."
      A viso do uniforme, embora ele j estava murchando no calor, teve a maior parte da multido movendo para o lado longe. Peabody ajustou seus guarda-sis e seu chapu, ambos de qual tinham inclinado durante sua corrida em cima a calada.
      Seu rosto de praa era um pouco brilhante com transpirao, mas atrs do coloridas lentes, seus olhos escuros eram fixos. Ela trocou eles para a caixa, ento para Eve. "Tenente?"
      "Sim. Nome," ela disse e bateu sua bota no trax do trabalhador da cidade.
      "Larry Poole. Olhe, Tenente, eu estou s fazendo meu trabalho. Eu termino aqui em resposta para um telefonema de conserto, e este sujeito est em cima meu do traseiro."
      "Quando voc chegou aqui?"
      "Eu no tenho estado aqui dez minutos. O filho de uma cadela at no deu a mim uma chance de olhar para a caixa antes dele estar em meu rosto."
      "Voc vai olhar para isto agora. Eu no quero qualquer dificuldade de voc," ela disse para Remke.
      "Eu quero arquivar uma reclamao." Ele dobrou seus braos, e enrolou seu lbio quando Eve ajudou Poole.
      "Eles esvaziam todo kinda merda aqui," Poole comeou. "Isto  o problema, veja? Eles no usam as fendas adequadas. Se voc esvaziar orgnico no nonorganic lado, fede em cima os negcios inteiros."
      Ele mancou para a caixa, ento tomou seu tempo robusto em sua mscara de filtro. "Tudo que eles precisam  seguir direes, mas no, eles preferem reclamar todo cinco fudidos minutos."
      "Como o trabalho da fechadura?"
      "Conseguiu um cdigo. Vejam que eles alugaram isto da cidade, e a cidade mantm os cdigos. Meu scanner l o cdigo, ento . . . Merda, este aqui rompeu."
      "Eu disse a voc que era rompeu."
      Com alguma dignidade, Poole endireitou, e olhou fixamente para Remke com seus olhos enegrecidos. "Rompeu a fechadura e o selo. As crianas fazem isto s vezes. No  minha culpa de maldio. Quem o inferno sabe por que brinca o cagar que eles fazem? Provavelmente rompeu isto ontem  noite, esvaziado algum gato morto dentro do cheiro disto."
      "Eu no estou pagando porque suas fechaduras so defeituosas," Remke comeou.
      "Sr. Remke," Eve advertiu. "Salve isto.  destrancado, no lacrado?" Ela pediu a Poole.
      "Sim. Agora eu vou ir ter que repreender severamente uma tripulao aqui por cleanup. Condene crianas." Ele comeou a inquirir em cima a tampa, mas Eve slapped um passar para baixo em seu.
      "Iria voc andar de volta, por favor. Peabody?"
      O cheiro j estava fazendo ela nauseadoa, mas Peabody soube que estava para ficar pior. "Deseje que eu no tivesse aquele bolso de ovo a caminho aqui."
      A Eve conseguiu um aperto na tampa, agitou sua cabea em seu ajudante. "Voc come que defeca? O que est errado com voc?"
      "Eles so satisfatrios, realmente. E ele  uma dificuldade rpida." Ela chupou em uma respirao, segurou isto. Movimentou a cabea. Juntos eles empurraram em cima a tampa pesada.
      O fedor da morte despejada fora.
      Ela foi cheia no lado orgnico da caixa. S metade seu rosto mostrou. A Eve podia ver seus olhos tinham sido verdesum afiado, engarrafe verde. E ela tem sido jovem, provavelmente bonita.
      Morte, esporeado em pelo calor, inchou ela obscenamente.
      "Que diabo eles puseram l?" Poole empurrou em cima, olhado do lado de dentro. Ento imediatamente tropeado longe para vomitar.
      "Chame isto, Peabody. Nadine est a caminho. Ela foi suspenso em trfico, ou ela estaria aqui at agora. Eu quero que voc a mantenha e sua cmera atrs. Ela dar a voc lbio, mas voc mantm este quarteiro claro."
      "Algum est l." Toda a raiva drenou de rosto do Remke. Ele simplesmente olhou fixamente para Eve com olhos horrorizados. "Uma pessoa."
      "Eu vou precisar de voc para ir do lado de dentro, Sr. Remke. Todos vocs. Eu estarei falando com voc brevemente."
      "Eu parecerei." Ele teve que passar sem tocar sua garganta. "Eu poderiase for algum do bairro, eu poderia saber . . . Se ajudar, eu parecerei."
      " duro," ela disse a ele, mas o gesticulou.
      Seu rosto era plido, mas ele aumentou. Ele manteve seus olhos fechados para um momento, ento deixe seus dentes, abriu eles. At a sugesto de lnguido de cor drenada fora de suas bochechas.
      "Rachel." Ele lutou no amordaar, e tropeou de volta. "Oh Deus. Oh Deus.  Rachel queeu no sei seu ltimo nome. Ela, Jesus, Jesus, ela trabalhou no 24/7 do outro lado da rua. Ela era uma criana." As lgrimas comearam a perseguir seu rosto branco, e ele se virou cobrir isto. "Vinte, vinte e um, maximo. Aluna de academia. Ela estava sempre estudando."
      "V do lado de dentro, Sr. Remke. Eu cuidarei dela agora."
      "Ela era s uma criana." Ele bateu em seu rosto. "Que tipo de um animal que para uma criana?"
      Ela podia ter dito a ele existiam todos os tipos de animais, animais mais malignos, mais mortais que qualquer coisa em natureza. Mas ela no disse nada como ele caminhou para Poole.
      "Aparea do lado de dentro." Ele deitou uma mo em ombro do Poole. "Venha dentro de onde est fresco. Eu conseguirei para voc alguma gua."
      "Peabody, kit de campo est no carro."
      Voltando para o corpo, ela cortou o registrador sobre sua lapela. "Certo, Rachel," ela murmurou. "Vamos chegar a trabalhar. Registre em. A vtima  fmea, Caucasiana, aproximadamente vinte anos de idade."
      ***
      Ela teve as barricadas, e os uniformes que responderam mantendo os curiosos atrs deles. Uma vez que ela teve o corpo, a caixa, o arredor em registro, ela lacrou em cima e se preparou para subir na caixa.
      Ela manchada o Canal 75 furgo no fim do quarteiro. Nadine estaria emitindo fumaa, Pensou Eve, de mais que a umidade. Ela s teria que esperar sua vez.
      Os prximos vinte minutos eram horrveis.
      "Senhor." Peabody ofereceu uma garrafa da gua como Eve subida fora.
      "Obrigado." Ela engoliu abaixo dez onas antes de tomar uma respirao, mas no podia lavar bastante o gosto fora de sua boca. Ela usou uma segunda garrafa em suas mos. "Mantenha aqueles sujeitos em gelo." Ela movimentou a cabea em direo ao deli. "Eu vou lidar com Nadine primeiro."
      "Voc conseguiu um ID?"
      "Ela imprime estalado. Rachel Howard, aluna de meio perodo em Columbia." Ela bateu no suor em seu rosto. "Remke era direito na idade. Vinte. Bolsa e etiqueta," ela adicionou. "Eu no posso conseguir causa da morte, inferno eu no posso conseguir uma medida na hora certa da morte o modo que ela tem estado assando l."
      Ela olhou de volta na caixa. "Ns veremos o que os varredores acham, ento deixem o ME a ter."
      "Voc quer comear o golpe-em-portas?"
      "Tarde at que eu converse com Nadine." Lanando a garrafa vazia de volta para Peabody, ela encabeou calada abaixo. Um do gawkers comeou a gritar para ela, ento atrs no assistir seu rosto.
      Nadine saiu do furgo, olhando cmera fresca e louca como um gato. "Maldio voc, Dallas, s quanto tempo voc pensa que voc pode me manter bloqueado?"
      "Desde que ele leva. Eu preciso ver aquelas impresses. Ento eu preciso de voc abaixo em Central para interrogatrio."
      "Voc precisa? Voc pensa que eu dou traseiro do rato sobre que voc precisa?"
      Tinha sido uma manh feia. Ela era viciously quente, ela fedeu, e o caf da manh ela muito consumiria no era mais ajuste bem. O vapor do carro de deslizamento onde o operador estava fazendo dobro seus negcios habituais graas s pessoas que pairaram, pulando conseguir um mais ntimo olhar para a morte de outra pessoa, adicionada outra camada gordurosa para o ar pesado.
      At no aconteceu para ela reinar em seu temperamento como ela olhou fixamente para Nadine, olhando fresca como uma manh de fonte, com uma xcara de caf gelado em sua mo bonita, cuidada.
      "Bom. Voc tem o direito de permanecer calada"
      "Que diabo  isto?"
      "Isto  sua advero do Miranda Revisado. Voc  uma testemunha material em um homicdio. Voc." Ela picou seu dedo em um uniforme. "Leia Sra. Furst seu direitos, e a escolte para Central. Ela  para ser segura para interrogatrio."
      "Por que voc apedreja cadela."
      "Conseguiu isto em um." A Eve ligou seu salto de sapato e caminhou de volta para conferir com o ME.
      
      
      Captulo 2
      
      Dentro do deli, o ar era fresco e cheirado de caf, de lox, de po morno. Ela bebeu a gua que Remke ofereceu a ela. Ele no mais pareceu com o foguete humano sobre lanar. Ele pareceu esvaziado.
      As pessoas freqentemente fizeram, em sua experincia, depois de violncia.
      "Quando foi a ltima vez que voc usou a caixa?" Ela perguntou a ele.
      "Mais ou menos sete ontem  noite, logo depois de eu fechei. Meu sobrinho normalmente fecha, mas ele est de frias esta semana. Tomou a esposa e crianas para Planeta DisneyCristo sabe por que."
      Com seus cotovelos no contador, ele descansou sua cabea em suas mos, apertados seus dedos para suas tmporas. "Eu no posso conseguir aquele rosto da menina fora de minha cabea."
      E voc nunca vontade, Pensou Eve. No completamente. "Que hora voc entrou esta manh?"
      "Seis." Ele alarga um suspiro longo, soltas suas mos. "Eu notei o cheiro imediatamente. Eu chutei a caixa. Deus Todo Poderoso, eu chutei isto, e ela estava l."
      "Voc no podia ter a ajudado, mas voc pode a ajudar agora. O que voc fez?"
      "Eu chamei isto. Espremi o operador. Costello e Mintz, eles chegaram aqui, eu no sei, mais ou menos seis e trinta, e ns tivemos uma sesso de cadela acima disto. Eu chamei de volta mais ou menos sete porque que ningum apareceu. Chamou eu no sei quantas vezes, trabalharam eu mesmo em cima bom, tambm, at Poole chegou aqui. Isso era mais ou menos dez minutos, eu acho, antes de eu o esmurrar."
      "Voc vive de cima?"
      "Sim. Eu e minha esposa, nossa filha mais jovem. Ela tem dezesseis anos." Sua respirao encurtada. "Podia ter a sido l. Ela estava fora ontem  noite at dez. Isto  toque de recolher. Ela estava fora com um par de seus amigos. Eu no sei o que eu faria se . . . eu no souber o que eu faria." Sua voz rachada. "O que algum faz?"
      "Eu sei que isto  duro. Voc lembra de ouvir qualquer coisa, vendo qualquer um, ontem  noite? Qualquer coisa que venha para se importar?"
      "Shelley entrou direito na hora certa. Ns somos rgidos sobre toque de recolher, ento ela entrou s dez. Eu estava assistindo o jogo na telaesperando principalmente acordado para ela, entretanto. Ns ramos todos na cama por onze. Eu tive que aberto, ento eu girei em cedo. Eu nunca ouvi uma coisa de maldio."
      "Certo, diga a mim sobre Rachel. O que voc sabe sobre ela?"
      "No muito. Ela tem estado trabalhando no 24/7 para mais ou menos um ano, eu acho. Principalmente dias. Algumas noites, mas principalmente dias. Voc entraria, e se ela no estivesse ocupada, ela estaria estudando. Ela iria ser uma professora. Ela teve o sorriso mais doce." Sua voz rachada novamente. "Acabou de fazer que voc se sente bom para olhar para ela. Eu no sei como algum podia a tratar assim."
      Ele olhou de volta fora de, para a caixa. "Eu no sei como algum podia fazer aquele para ela."
      Com Peabody em seu lado, Eve caminhada atravs da 24/7. "Eu preciso de voc para conseguir em contato com Roarke, descubra como Summerset est fazendo."
      "Ele foi de frias hoje. Voc teve isto fixado em seu calendrio, com uma fanfarra de trompete e estrelas cadentes."
      "Ele quebrou sua perna."
      "O que? Quando? Como? Jeez."
      "Caiu da maldita escada esta manh. Eu penso que ele fez ele para me ofender. Eu realmente fao. S cheque. Diga a Roarke que eu estarei em toque assim que eu classifico por algum deste."
      "E envie sua preocupao e suporte." Peabody manteve seu rosto admiravelmente sbrio quando Eve trocou seus olhos e a alfinetou. "Ele saber que  falso, mas  o que as pessoas fazem."
      "Qualquer."
      Ela andou do lado de dentro. Alguma pessoa sensata matou o chirpy msica que tocou em todo 24/7, dentro ou fora de planeta. O lugar era uma tumba, cheia com agarra-isto-e-vai comida, demasiado caros grampos de todo dia vivos, e uma parede de AutoChefs. Um uniforme vadiado na exibio de disco de entretenimento enquanto uma balconista jovem sentado atrs do contador. Seus olhos estavam vermelhos e crus.
      Outro jovem, Pensou Eve. Os balconistas s 24/7  tendido a ser crianas ou seniors que trabalhariam ridculas horas para pagamento parcimonioso.
      Este aqui era fraco e preto, com um choque de cabelo laranja estando diretamente para cima fora de sua cabea. Ele brincava um anel de lbio de prata, e um barato knockoff de uma das unidades de pulso mais popular.
      Ele levou olha se para Eve e comeou a chorar novamente, caladamente.
      "Eles disseram que eu no podia chamar qualquer um. Eles disseram que eu tive que ficar aqui. Eu no quero ficar aqui."
      "Voc pode ir logo." Ela empurrou sua cabea para enviar o uniforme.
      "Eles disseram morto do Rachel."
      "Sim, ela . Voc era amigos com ela?"
      "Eu penso que existir um engano. Eu penso que existir sido um engano." Ele bateu uma mo debaixo de seu nariz. "Se voc deixasse-me a chamar, voc veria existe sido um engano."
      "Eu sinto muito. O que  seu nome?"
      "Sorcery. Sorcery Jones."
      "No existe nenhum engano, Sorcery, e eu sinto muito porque eu posso ver voc era amigos. Quanto tempo voc a soube?"
      "Eu s no penso que isto  certo. Eu s no penso que isto  real." Ele esfregou em seu rosto. "Ela veio para trabalhar aqui ltimo vero, no incio do vero passado. Ela est indo para academia, ela precisou do trabalho. Ns rondamos s vezes."
      "Voc foi fechou. Voc era envolvido, pessoalmente envolvido?"
      "Ns ramos brotos, isto  todo. Eu consegui uma menina. Ns iramos sair  noite s vezes talvez, ou peguemos um novo vid."
      "Ela teve um menino?"
      "No especialmente. Ela manteve isto solto, porque ela precisou estudar. Ela cavou na escola."
      "Ela j mencionou que algum estava a discutindo? Talvez algum que no quis manter isto solto?"
      "Eu no fao . . . bem, existia este sujeito que ns nos encontramos em um clube, e ela saiu com ele uma vez depois, gostar de um pouco de restaurante que ele possui ou algo. Mas ela disse que ele era muito avanadinho, e ela escapou o de. Ele no gostou disto muito, e mantidos depois dela durante algum tempo. Mas isso era como meses atrs. Antes de Natal."
      "Conseguiu um nome?"
      "Diego." Ele encolheu os ombros. "Eu no sei o resto. Liso olhando, imagine linhas. Dita ela ele era um cruzador, mas ele podia danar, e ela gostou de danar."
      "O clube?"
      "Faa A Cena. Em cima por Praa de Unio em Dcima quarta. Eleele fez baguna com ela antes dele a pr l?"
      "Eu no posso dizer a voc."
      "Ela era um virgem." Seus lbios tremido. "Ela disse como ela no quis s para fazer ele para fazer isto. Eu costumava a trapo nela sobre isto, s por diverso, sabe, porque ns ramos brotos. Se ele bagunou com ela." As lgrimas secadas completamente, e seus olhos foram mrmore duro. "Voc precisa o machucar. Voc precisa o machucar o modo que ele a machuca."
      Fora de, Eve arrastou uma mo por seu cabelo e desejou para seus guarda-sis. Onde quer que o inferno eles eram.
      "Perna quebrada," Peabody informada ela. "Ombro emperrado e algum dano para o rotator punho de manga."
      "O que?"
      "Summerset. Roarke disse que eles vo o manter durante a noite, e ele est fazendo acordos para em-casa se importa assim que ele pode ser lanado. Ele tensionou o joelho da perna irrompvel, ento ele ser um enquanto antes dele estar em seus ps."
      "Merda."
      "Oh, e Roarke diz que ele aprecia sua preocupao, e comunicar mesmo para o paciente."
      "Merda," ela repetiu.
      "E s para adicionar a sua alegria, uma comunicao foi bem sucedida, de representante do Nadine. Voc tem uma hora para solicitar e completar uma entrevista, ou uma reclamao formal ser arquivada por Canal 75 em nome de Sra. Furst."
      "Ela ter que cosinhar." A Eve arrancou sombras do Peabody fora de seu bolso uniforme, e coloque eles. "Ns precisamos notificar prximo de famlia de Rachel Howard."
      ***
      A nica coisa que Eve quis quando ela alcanou Central era um chuveiro. Era s mais uma coisa que teria que esperar. Ela encabeou diretamente para o que o Polis chamou O vadiar, uma rea de espera para entrevistas, membros de famlia, testemunhas potenciais que no eram suspeitos ativos em uma investigao.
      Existiam cadeiras, mesas, mquinas de venda automticas, umas telas manter aqueles que esperaram ocupado. Nadine, sua tripulao, e uma afiada-olhando Eve de terno assumiu era o rep era os nicos residentes atuais.
      Nadine surgiu para seus ps imediatamente. "Oh, ns vamos ir um redondo."
      O terno, alto, esbelto, macho, com uma massa ondulante de cabelo marrom e esfria olhos azuis, batido seu brao. "Nadine. Deixe-me lidar com isto. Tenente Dallas, eu sou Cisne de Carter, advogado para Canal 75, e aqui que representante para Sra. Furst e seus associados. Deixe-me comear dizendo que seu tratamento de meu cliente, um membro respeitado da mdia,  inaceitvel. Uma reclamao ser feita para seus superiores."
      "Sim." Eve virada para uma das mquinas de venda automticas. O caf aqui era defecar, mas ela precisou de algo. "Sra. Furst," ela comeou como ela codificou nela ID, ento amaldioada debaixo de sua respirao quando ela era informada seu crdito estava s zero. "Sra. Furst  uma testemunha material em uma investigao criminoso. Ela era pedida para vir voluntariamente para interrogatrio, e no era cooperativo."
      Ela entrincheirou-se seus bolsos para moedas ou fichas, surgiu para vazia. "Eu era dentro de meu direitos, e minha autoridade, ter seu cliente trazido para dentro, da mesma maneira que era dentro de seu direitos para trazer para dentro seu traseiro de fantasia aqui para me incomodar. Eu preciso das impresses, Nadine."
      Nadine se sentou novamente, cruzadas suas pernas longas. Ela afofou seu listrado blonde cabelo, sorriu finamente. "Voc ter que mostrar a sua autorizao para meu representante, e quando ele for verificado sua autenticidade, ns discutiremos as impresses."
      "Voc no quer tocar hardball comigo neste."
      Olhos do Nadine, um felino verde, faiscado com temperamento. "Oh, no ?"
      "Debaixo do estado e lei federais," Carter comeou, "Sra. Furst est sob nenhuma obrigao para virar qualquer propriedade, pessoal ou profissional, sem uma ordem de tribunal."
      "Eu chamei voc." Nadine falou em uma voz quieta. "Eu no tive que. Eu podia ter diretamente ido para Delancey, arquivada minha histria. Mas eu chamei voc, por respeito, fora de amizade. E porque voc chegou l primeiro . . ." Ela pausou longo suficiente para apontar um claro quente  uma de sua tripulao. Ele pareceu encolher debaixo disto. "Voc me fecha fora. Isto  minha histria."
      "Voc conseguir seu goddamn histria. Eu acabei de gastar a ltima metade hora em uma bonita pequena casa de fila em Brooklyn com os pais de uma menina de vinte anos de idade, pais eu assisti quebrar em pedaos, pouco a pouco quando eu disse a eles que sua filha estava morta, quando eu tive que dizer a eles onde ela tem estado toda fudida noite."
      Nadine conseguiu devagar atrs para seus ps como Eve andou a passos largos atravs do quarto. Eles estiveram agora, dedo do p para dedo do p.
      "Voc no a teria achado se no fosse para mim."
      "Voc est errado. Poderia no ter me sido, mas algum teria a achado. Cinco, seis horas em caixa de um reciclador, noventa graus de temperatura, uma boa dentro daquela caixa, algum teria achado seu bonito rpido."
      "Olhe, Dallas," Nadine comeou, mas Eve estava em um pozinho.
      "Ele provavelmente pensamento daquele quando ele a empurrou l, quando ele mandou a voc as imagens. Talvez ele conseguiu um excluir de pensar sobre o filho pobre de uma cadela que a achou, sobre o policial que teria que vadear ao redor l com ela. Voc sabe o que acontece para um corpo depois de algumas horas naquele tipo de calor, Nadine?"
      "Isto no  o ponto."
      "No? Bem, deixe-me mostrar a voc o que o ponto ." Ela arrancou o registrador fora de seu bolso, ento marchado acima de tampar isto na unidade. Segundos mais tarde, a imagem de Rachel Howard, como Eve a achou, atirou na tela.
      "Ela tinha vinte anos de idade, estudar ser um professor, trabalhando em um 24/7. Ela gostou de danar e colecionou ursos. Ursinhos." A voz da Eve cortou como se fosse uma navalha como ela olhou fixamente para que se tornou de Rachel Howard. "Ela tem uma irm mais jovem chamado Melissa. Sua famlia pensou que ela estava no dorm onde ela teve amigos, puxando um todo-mais perto como ela fez algumas vezes uma semana, ento eles no estavam preocupados. At que eu bati em sua porta."
      Ela se virou, olhado para Nadine agora. "Sua me foi completamente em seus joelhos, desmoronados como todo o ar saiu de seu corpo. Voc ter que correr ali com sua tripulao quando ns formos feitos. Eu estou certo que voc ter alguma boa imagem para sua histria. Aquele tipo de coisa, tudo que sofrendo, ele realmente bombas as avaliaes."
      "Isto  uncalled." Carter estalou as palavras. "Isto  intolervel. Meu cliente"
      "Fique quieto, Carter." Nadine passou para sua bolsa de carteira de couro. "Eu quero falar com voc em particular, Tenente."
      "Nadine, eu fortemente aconselho"
      "Feche, Carter. Em particular, Dallas."
      "Certo." Ela desligou seu registrador. "Meu escritrio."
      Ela no falou como eles saram, no disse nada como eles moveram para o deslizamento que comearia a estudar eles para sua diviso.
      Eles moveram no bullpen, e os telefonemas iniciais de saudao gotejada em silncio como ambas as mulheres movidas diretas.
      O escritrio da Eve era pequeno e sobressalente, com uma janela estreita nica. Ela fecha a porta, tomou a cadeira em sua escrivaninha, e deixou o outro, cadeira mal pulada, para Nadine.
      Mas Nadine no se sentou. O que ela viu, o que ela sentiu estava claramente impressa em seu rosto. "Voc me conhece melhor. Voc me conhece melhor, e eu no mereci ser tratada deste modo, no mereceu as coisas que voc disse l."
      "Talvez no, mas voc  a pessoa que prendeu um rep, voc  a pessoa que saltada abaixo minha garganta porque eu bloqueei voc de uma histria."
      "Foda-se isto, Dallas, voc me prendeu."
      "Eu no prendi voc. Eu recoloquei voc em custdia para interrogatrio. Voc no tem nenhuma folha fora deste."
      "Eu no dou uma maldio sobre a folha." Doente e furiosa, ela empurrou na cadeira. Era uma Eve de gesto entendeu e respeitou, at como a cadeira voadora a pegou na canela.
      "Eu chamei voc," Nadine cuspiu fora. "Eu notifiquei voc quando eu estava sob nenhuma obrigao para fazer isso. Ento voc me corta fora, voc me arrasta em, e voc trata-me gostar de um ghoul."
      "Eu no cortei voc, eu fiz meu trabalho. Eu arrastei voc em porque voc tem informaes que eu preciso, e voc estava sendo pissy."
      "Eu estava sendo pissy?"
      "Sim, voc era. Cristo, eu preciso de caf." Ela empurrou em cima e bateu Nadine passado para seu AutoChef. "E eu estava sentindo pissy, ento eu no levei tempo para nossa dana habitual. Mas para tratar que voc como um ghoul, eu me desculparei, porque eu sei melhor. Voc quer um golpe deste?"
      Nadine abriu sua boca, fechou isto novamente. Ento alargue um bolo folhado de vapor. "Sim. Se voc me respeitasse"
      "Nadine." Caf na mo, Eve girou. "Se eu no respeitasse voc, eu teria tido uma autorizao na mo quando eu entrei No vadiar." Ela esperou uma batida. "Voc est fazendo isto com aquele terno?"
      Nadine sorveu caf. "De fato. Eu fiz cpias das impresses para voc antes de eu encabear para Delanceyonde eu teria estado consideravelmente mais cedo se Vermelho no belisquei a proteo de outro carro." Ela tirou eles de sua bolsa.
      "EDD vai precisar de seu 'vnculo."
      "Sim. Eu figurei." A batalha estava terminada, e eles permaneceram enfrentando um ao outro. Duas mulheres desprezadas cru pelo trabalho.
      "Ela era uma bonita menina," Nadine comentou. "Grande sorriso."
      "Ento todo mundo diz. Isto foi tomado enquanto ela estava no trabalho. Voc pode s ver a exibio de doce. Este aqui . . . metr, talvez. E este, eu no sei. Um parque em algum lugar. Eles no so posados. Da mesma maneira que provvel ela no soube que eles estiveram sendo tomados."
      "Ele seguiu ela."
      "Podia ser. Agora este. Isto  posado."
      Ela levantou a ltima impresso. Rachel estava em uma cadeira fixar contra uma parede branca. Suas pernas eram cruzadas, suas mos nitidamente dobraram s acima do joelho. A iluminao era suave, lisonjeando. Ela vestiu a camisa e cala jeans azul ela foi achada em. Seu rosto era jovem e bonito, lbios e bochechas rosados. E seus olhos, aquele forte verde, estavam vazios.
      "Ela est morta, no ? Neste retrato, ela j est morta."
      "Provavelmente." A Eve trocou a imagem de lado, e leia o texto da transmisso.
      
      ELA FOI O PRIMEIRO, E SUA LUZ ERA PURA. BRILHAR EM PARA SEMPRE. VIVE EM MIM AGORA. ELA VIVE EM MIM. PARA RECUPERAR O RECEPTCULO, V PARA DELANCEY E AVENIDA D. DIGA O MUNDO, ISTO  S O INCIO. Um INCIO PARA TODO.
      
      "Eu estou indo para etiqueta Feeney, tenha ele enviar algum de EDD levantar seu 'vnculo. Desde que ns estamos to cheios de respeito aqui, eu no tenho que dizer a voc aqueles certos detalhes, como o contedo desta transmisso, precise ser ficado fora da histria completamente ou menosprezei durante a investigao."
      "Voc no faz. E inchando com aquele respeito, eu no tenho que perguntar a voc para me manter no lao, ou para a srie de um-em-uns ns conduziremos ao longo desta investigao,"
      "No ache. No pergunte a mim por um agora, Nadine. Eu preciso partir isto."
      "Uma declarao ento. Algo que eu posso etiqueta nisso mostrar a espectadores o NYPSD est empurrando adiante."
      "Voc pode dizer que a primria nesta investigao est procurando qualquer e todo possvel levar, e aquele nem ela, nem este departamento aguardar quando uma mulher jovem for tratada como lixo."
      S, ela se sentou de volta abaixo em sua escrivaninha. Ela precisou conseguir mudana, e sua primeiras parada seria o ME. Mas agora mesmo ela teve outro trabalho para apresentar.
      Ela chamou vnculo privado do Roarke, conseguiu a mensagem suave que ele era indisponvel neste local, e era saltado para seu admin antes dela poder cortar a transmisso.
      "Oh. Oi, Caro. Eu acho que ele esteja ocupado."
      "Oi, Tenente." O rosto agradvel sorriu. "Ele estava s terminando uma reunio. Ah, ele devia estar livre agora. S deixe-me transferir voc."
      "Eu no quero aborrecermaldio." Ela estava saltando novamente. Ela trocou inconfortvel como ela ouviu a srie rpida de buzinou. Ento ele era rosto do Roarke na tela. Entretanto ele, tambm, sorriu, ela podia ver ele era distrado.
      "Tenente. Voc acabou me de pegar."
      "Desculpe eu no chamei em mais cedo. Eu no tive muito quarto de respirao. No ele, um, fazendo certo?"
      " uma fratura ruim, e ele  irritvel. O ombro e joelhoe outras sortidas pancadas e contusescomplicam isto. Ele tomou uma queda dura."
      "Sim. Olhe, eu sinto muito. Realmente."
      "Mmm. Eles o mantero at amanh. Se ele for recuperar suficiente para ser lanado, eu estou o trazendo casa. Ele no poder chegar ao redor sozinho inicialmente, ento ele precisar de cuidado. Eu organizei isto."
      "Devia eu, sabe, algo?"
      Este tempo o sorriso parecido mais  vontade. "Como?"
      "Eu tenho absolutamente nenhuma idia. Voc certo?"
      "Mexeu-me, consideravelmente. Eu tendo a super reagir quando algum que eu gostar de ser ferido. Ou ento eu sou informado. Ele  quase como aborrecido comigo para o esvaziar no hospitalcomo ele chamou istocomo voc est debaixo de circunstncias semelhantes."
      "Ele recuperar- isto." Ela quis o tocar, escove aquelas linhas de preocupao longe que estava assombrando seus olhos. "Eu principalmente fao."
      "Ele tem sido o nico constante em minha vida, at que voc. Assustado mim desmiolado para ver ele machucar aquele modo."
      "Ele  muito quer ficar abaixo para longo. Eu preciso ir. Eu no sei quando eu estarei em casa."
      "Isso faz dois de ns. Obrigado por chamar."
      Ela concluiu a transmisso, e depois de mais se passe, carregadas as impresses em sua bolsa. Encabeando fora, ela balanou por cubo do Peabody. "Peabody, ns estamos movendo."
      "Eu consegui o horrio de classe da vtima." Peabody correu para acompanhar cho da passo largo de Eve de comer. "E uma lista de seus instrutores. Tambm os nomes de seus colegas de trabalho nos 24/7. Eu no comecei a correr eles ainda."
      "Faa isto a caminho do morgue. Ligue fotografia e processamento de imagens. Veja se algum deles tem um interesse."
      "Eu posso dizer a voc que imediatamente. Um de seu opcionais era Processamento de imagens. Ela era aci ng isto, tambm. Inferno, ela era acing tudo. Ela era realmente esperto." Ela prolongou seu PPC como eles encabearam at a garagem. "Ela teve o curso de Processamento de imagens tera-feira noites."
      "ltimo  noite."
      "Sim, senhor. Seu instrutor era Leeanne Browning."
      "Corra seu primeiro." Ela cheirou o ar como eles cruzaram a garagem. "O que isto  cheiro?"
      "Como seu ajudante e companheiro de benefcio, eu devo informar voc, aquele cheiro  voc."
      "Oh inferno."
      "Aqui." Entrincheirando-se sua bolsa, Peabody terminou com um pouco garrafa de spray.
      Instintivamente Eve andada atrs. "O que  isto? Mantenha afastado isto me."
      "Dallas, quando ns entrarmos nosso veculo, at com o ar em cheio, vai ser duro para respirar. Voc  grau. Voc provavelmente vai ter que queimar aquela jaqueta, e  muito ruim, porque ele  mag."
      Antes de Eve poder evitar, ela apontou e despediu, e manteve disparo at como sua corajosa tenente ganiu.
      "Cheira como . . . flores podres."
      "A parte podre  voc." Peabody se debruou mais ntimo, cheirou. "Mas  muito melhor. Voc dificilmente notar isto de dez, quinze ps longe. Eles provavelmente tm desinfetante realmente forte no morgue," Peabody disse alegremente. "Voc podia lavar-se, e talvez eles tm algo para suas roupas."
      "S abotoe isto, Peabody."
      "Abotoando, senhor." Peabody fugiu no carro e comeou a seu corrido em Leeanne Browning. "Professor Browning tem cinqenta e seis anos. Afiliada com Columbia por vinte e trs anos. Casou, mesmo-estilo de sexo, para Angela Brightstar, cinqenta e quatro. Oeste superior endereo Lateral. Nenhum antecedente penal. Tambm segunda residncia, o Hamptons. Um sib, irmo, Lado do Leste Superior, tambm casou, uma criana, filho. Vinte e oito anos de idade. Os pais ainda vivendo, se aposentou, com o Lado do Leste de residncias Superiores e Flrida."
      "Corrida criminais em Brightstar e a famlia."
      "Brightstar pegou um pouco estala," Peabody disse depois de um momento. "Possesso de Ilegais doze anos atrs. Pessoais esconda de Extica. Pled culpado, fez servio de comunidade de trs meses. Brightstar  um artista autnomo, com um estdio em residncia. Limpo do irmo, ento so os pais, mas o sobrinho pegou duas etiquetas. Uma ilegais possesso aos vinte e trs, e se assalte ltima fonte. Sua residncia atual  Boston."
      "Ele pode valer a pena conversar com. Bata ele em cima na lista, e ns veremos se ele tiver estado visitando nossa cidade de feira. Consiga horrio de classe do Professor Browning. Eu quero a trabalhar em hoje."
      No morgue, Eve andou a passos largos abaixo o corredor branco. Sim, eles usaram desinfetante forte, ela pensou. Mas voc podia nunca esconder bastante isto. Os negcios do lugar snuck em todas as rachaduras e rastejadas no ar.
      To dirigida, ela achou Rachel Howard j em uma placa, e MIM Morris que trabalha nela. Ele vestiu uma cobertura verde longa acima de seu terno de limo amarelo. Seu cabelo era puxado em um trio de rabos de cavalos que cascateavam, uma acima das outras abaixo suas costas. E de alguma maneira no olhou ridculo que derrama fora de seu bon protetor.
      Eve aumentada para o corpo. Ela podia ver trabalho do Morris, e ela podia ver a causa da morte. A autpsia no teria posto a perfurao minscula, limpa pela pele e no corao.
      "O que voc pode dizer a mim?"
      "Que o brinde sempre cair gelia-lado."
      "Eu porei aquele em meu arquivo. O ferimento de corao faz o truque?"
      "Realmente Fez. Muito rpido, muito limpo. Um estilete, um picador de gelo antiquado ou arma semelhante. Ele no quis nenhum desordem, nenhum rebulio."
      "Ele? Ela era sexualmente assaltada?"
      "Usando ele na sensao geral. Nenhum sexual assalta. Algumas contuses secundrias, que podem ter sido causadas durante o transporte. Nenhum muss, nenhum rebulio," ele repetiu. "Ele colocou bandagem o ferimento. Eu tenho rastros de adesivo ao redor isto. Um crculo bom, limpo. Provavelmente NuSkin, que ele removeu quando ele era feito. E este." Ele girou mo do Rachel, palme em cima. "Abraso redonda pequena. Mais provvel de uma seringa de presso."
      "Ela no parece com o tipo para estalar ilegais, e isso seria um lugar estranho esfolar estala. Ele a injetou com algo. Tranq, talvez."
      "Ns veremos quando ns conseguirmos o tox tela. Nenhuma violncia para o corpo alm da perfurao. Existem, porm, muito aprazvel ligatures nos pulsos,  esquerda joelho,  direita cotovelo. Veja aqui."
      Ele levantou um segundo par de culos de proteo.
      "Restries?" Ela perguntou como ela tomou os culos de proteo. " um caminho engraado para conter algum."
      "Ns discutiremos a diverso e jogos de escravido outro tempo. D uma olhada primeiro."
      Ela ajusta nos culos de proteo, curvado acima do corpo. Ela podia ver eles agora, o lnguido e linhas magras que mostraram a azul pela luz.
      "Arames de algum tipo," Morris disse. "No corda."
      "Posar ela. Ele usou os arames para a posar. Voc pode ver o modo que o arame embrulhado mais de um pulso, debaixo do outro. Ele dobrou suas mos em seu joelho. Sim, cruzadas suas pernas, telegrafada ela para a cadeira. Voc no pode ver eles na fotografia, mas ele tiraria aquele durante o processamento de imagens."
      Ela endireitou, levou uma das impresses de sua bolsa. "Este concorda para voc com aquela teoria?"
      Morris empurrou em cima seus culos de proteo, esquadrinhou a imagem. "Os trabalhos de posicionamento. Ento ele toma retratos dos mortos. Isso era um costume uns sculos atrs, e ele voltou em adaptou cedo este sculo."
      "Que tipo de costume?"
      "Posar o morto em uma atitude de paz, ento tome seu retrato. As pessoas mantiveram eles em livros projetados para o propsito."
      "Nunca falha em me espantar s o quo as pessoas so doentes."
      "Oh, eu no sei. Era querido para confortar e lembrar."
      "Talvez ele quer a lembrar," Eve meditada, "mas eu penso mais, ele quer ser lembrado. Eu quero seu tox tela."
      "Logo, meu bonito. Logo."
      "Ela no lutou, ou no podia lutar. Ento ela o soube e o confiou, ou ela era incapacitada. Ento ele a transportou para onde quer que ele tomou isto." Ela deslizou a imagem de volta em sua bolsa. "Ela estava qualquer um morta j, ou ele a matou l queeu estou apostando que ele fez lcolocou a bandagem assim ela no sangrou pela camisa, ento ele a posou, tomou seus tiros. Ele transporta seu novamente e a esvazia em um reciclador do outro lado da rua de onde ela trabalhou."
      Ela comeou a compassar. "Ento talvez seu assassino  do bairro. Algum que a v todo dia, desenvolve uma obsesso. No sexual, mas uma obsesso. Ele toma retratos dela, segue ela ao redor. Ele entra na loja, e ela no pensa nada disto. Ela  amigvel. Provavelmente o sabe por nome. Ou aquela ou algum de academia. Rosto familiar, rosto confiado. Talvez ele oferece a ela um passeio casa, ou um passeio para a escola. De qualquer modo, ele a pegou.
      "Ela soube seu rosto," ela murmurou, olhando abaixo em Rachel, "da mesma maneira que bem que ele soube sua."
      ***
      Ligeiramente refrescada por um giro no detox tubo no morgue, Eve parou o meio-fio na frente de dlar alto do Professor Browning construindo.
      "Eu pensei professores foram pagos pior que Polis," ela comentou.
      "Eu posso fazer um padro correr em seu financeiro."
      Eve sada do carro, ento armada sua cabea e seu quadril como o porteiro apressado acima de.
      "Eu tenho medo que voc no possa partir para . . . isto aqui."
      "Isto  um veculo oficial. Este," ela adicionou, sacudindo isto, " um distintivo. Desde que eu estou entrando l, em negcios de polcia, aquelas permanncias fora aqui."
      "Existe uma instalao de estacionamento muito perto. Eu teria muito prazer em dirigir voc."
      "O que voc vai fazer est aberto a porta, v dentro de comigo, e informe Professora Browning que Tenente Dallas, NYPSD, est aqui falar com ela. Depois disto, voc pode terminar para pessoas aqui e diretas para o Marrocos para tudo que eu me importo. Claro?"
      Pareceu ser como ele scuttled para a porta, codificada por segurana. "Se Professora Browning estava esperando que voc, eu devia ter sido informado."
      Ele era to afetado e pomposa sobre ele Eve deram a ele um sorriso feroz. "Sabe, eu tenho um s como voc em casa. Voc sujeitos tm um clube?"
      Ele meramente cheirou, e danou seus dedos acima de um teclado. " Monty, Professora. Eu sinto muito perturbar voc, mas existe uma Tenente Dallas na escrivaninha. Ela gostaria de liberao para surgir. Sim, Madame," ele disse em seu receptor do telefone. "Eu vi sua identificao. Ela  acompanhada por um uniformizado oficial. Claro, Professora."
      Ele girou para Eve, lbios to magro eles podiam ter jornal fatiado. "A professora Browning ver voc. Por favor tome o elevador para o dcimo quinto andar. Voc ser encontrado."
      "Obrigado, Monty. Como venha para porteiros sempre me odiar?" Ela pediu a Peabody como eles moveram para o elevador.
      "Eu penso que eles sentem seu desdm, como feromnios. Claro, se voc dissesse a eles que voc era casada com Roarke, eles imediatamente cairiam para seus joelhos e adorariam voc."
      "Eu prefiro ser temida e odiada." Ela andou do lado de dentro. "Dcimo quinto andar," ela ordenou.
      
      
      Captulo 3
      
      O elevador aberto em quinze onde um domstico andride estava esperando. Ele teve cabelo preto alisada de volta acima de uma cabea redonda, e um bigode magro acima de seu lbio superior. Ele era vestido de um terno formal, a Eve amvel viu personagens vestirem em alguns de vdeos velhos do Roarke. Teve uma jaqueta com um rabo pequeno dianteiro e longo atrs, e a camisa em baixo de parecida dura e impossivelmente branca.
      "Tenente Dallas, Oficial," ele disse em uma voz frutuosa, pesado no Brit. "Eu poderia aborrecer voc para identificao?"
      "Certo." A Eve retirou-se seu distintivo, assistiu uma linha vermelha magra atirar nos olhos do andride como ele esquadrinhou isto. "Voc topo- enfileirar segurana?"
      "Eu sou uma unidade multifuncional, Tenente." Com um arco leve, ele ofereceu o distintivo de volta para ela. "Por favor siga-me."
      Ele andou de volta para deixar eles sair o elevador. Existia uma espcie de salo de entrada, ou rea de entrada com azulejos de cho de mrmore branco, antiguidades brilhante topped com urnas que era elegante com flores.
      Existia uma esttua branca alta de uma mulher desnuda, com sua cabea inclinada atrs e suas mos em seu cabelo como se ela estivesse lavando isto. Existiam flores ardilosamente organizadas em seus ps.
      Nas paredes eram imagens emolduradasfotogrficas e mdia mltiplo. Nus adicionais, Eve notara, isso era mais romntico que ertico. As luzes de membranoso draper e difundiram luz.
      Ele abriu outro conjunto de portas e curvou eles no apartamento.
      Apartamento Entretanto, Eve meditada, era uma palavra pobre para isto. A rea viva era enorme, cheia de cor e flores e tecidos suaves, suaves. Mais arte decorou as paredes aqui tambm.
      Ela notou direito de entradas largas e partiu, outro lado abaixo principal do quarto e calculou que Browning e Brightstar no viveram do dcimo quinto andar. Eles foram o dcimo quinto andar.
      "Por favor seja acomodado," o andride disse a eles. "A professora Browning ser direito com voc. E eu poderia oferecer a voc um pouco de refresco?"
      "Ns somos bons, obrigado."
      "Dinheiro de famlia," Peabody disse fora do lado de sua boca quando eles eram deixados s. "Elas duas, mas seriamente carregado do Brightstar. No Roarke carregado, mas ela pode rolar desnudo nele sem preocupante. Angela Brightstar  o Brightstar de Galeria de Brightstar em Madison. Ostentao artsy articulao. Eu fui para uma exibio l uma vez com Charles."
      A Eve aumentada para uma pintura que era golpes de cor, amontoa de textura. "Como venha para pessoas no pintam casas ou algo? Sabe, material que  real?"
      "Realidade  toda percepo."
      Leeanne Browning entrou. Voc no podia dizer que ela entrou, Pensou Eve. Quando uma mulher era uns bons seis ps altos, exubetantemente construda, e drapejada em bata de um brilhar de prata, ela entrou.
      Seu cabelo era uma queda longa de luz solar para sua cintura, seu igualmente de rosto que atinge com sua boca larga e profundamente lbio superior encomendado. Seu nariz longo inclinado no fim, e seus olhos largos eram uma sombra vvida de prpura.
      A Eve a reconheceu como o modelo para a esttua branca na rea de entrada.
      "Desculpe meu aparecimento." Ela sorriu no modo que uma mulher sorriu quando ela soube que ela fez uma impresso. "Eu estava posando para meu companheiro. Por que ns no nos sentamos, tenha algo fresco, e voc pode dizer a mim o que traz a polcia para minha porta."
      "Voc tem um aluno. Rachel Howard?"
      "Eu tenho vrios alunos." Ela se organizou em um poppy sof colorido, como cannily, Pensou Eve, como a arte era organizada na parede. E para o mesmo propsito. Olhe para mim, e admire. "Mas sim," ela continuou, "eu sei Rachel. Ela  o tipo de aluno que est facilmente lembrado. Uma coisa to brilhante jovem, e vida para aprender. Entretanto ela est s tomando meu curso como um enchedor, ela faz bom trabalho."
      Seu sorriso estava preguioso. "Eu espero que ela no esteja em qualquer aborrece entretanto que eu devo admitir, eu penso que  uma pena se meninas jovens no entram alguma dificuldade de vez em quando."
      "Ela est em muita dificuldade, Professora Browning. Ela est morta."
      O sorriso desapareceu como Leeanne diretamente se empurrou. "Morta? Mas como isto aconteceu? Ela  s uma criana. Existia um acidente?"
      "No. Quando voc viu seu ltimo?"
      "Em classe, ontem  noite. Deus, eu no posso pensar bastante." Ela apertou seus dedos para suas tmporas. "Rodney! Rodney, traga ns algo . . . algo frios. Eu sinto muito, eu sou muito muito arrependido para ouvir isto."
      O flerte, a arrogncia satisfeita consigo mesmo era ido agora. Sua mo solta em seu colo, ento ergueu sem ajuda. "Eu no posso acreditar nisto. Eu no honestamente posso acreditar nisto. Voc est certo que  Rachel Howard?"
      "Sim. O que sua relao com a era?"
      "Ela era um aluno. Eu a vi uma vez que uma semana, e ela freqentou um seminrio que eu dou o segundo sbado de todo ms. Eu gostei dela. Ela era, como eu disse, brilhante e vido. Uma coisa jovem bonita com sua vida  frente dela. O tipo voc v em ano de campus aps ano, mas ela era s um pouco mais brilhante, s um pouco mais vido e atraente. Deus, isto  horrvel. Era um assalto? Um namorado?"
      "Ela teve um namorado?"
      "Eu no sei. Eu realmente no soube muito sobre sua vida pessoal. Um homem jovem a escolheu em cima depois de classificar uma vez, eu recordo. Ela estava freqentemente em uma embreagem das pessoas jovensque ela era o tipo que era. Mas eu a notei com outro menino em campus uns temposque me atingiu porque eles pareceram to notveis juntos. A Esperana Americana Jovem. Obrigado, Rodney," ela disse como o andride fixa uma bandeja com trs culos de espumosa rosa lquida na mesa.
      "Existe qualquer outra coisa, senhora?"
      "Sim, iria voc dizer a Sra. Brightstar eu a preciso."
      "Claro."
      "Voc lembra dela mencionando qualquer um chamado Diego?"
      "No. Honestamente, ns no ramos confidentes. Ela era um aluno, um eu notei particularmente por causa de seus olhares e sua vitalidade. Mas eu no sei o que ela fez fora de classe."
      "Professora, voc pode dizer a mim o que voc ontem  noite, depois de classe?"
      Existia uma vacilao, e um suspiro. "Eu suponho isto  o tipo de coisa que voc precisa perguntar." Ela levantou seu vidro. "Eu vim para direto casa, ento eu teria chegado aqui mais ou menos nove e vinte. Angie e eu tivemos uma final da ceia, conversado sobre o trabalho. Eu no tive nenhuma classe hoje, ento ns ficamos acordados quase um. Ns escutamos msica, ns fizemos amor, ns fomos dormir. Ns no levantamos esta manh at depois de dez. Nenhum de ns tenho estado fora hoje.  to sangrento quente, e ela est trabalhando no estdio."
      Ela trocou, resistiu uma mo como Angela Brightstar entrou no quarto. Ela vestiu um avental azul que caiu para meio-bezerro e era uns arco-ris de pintar splotches. Seu cabelo estava massa de um enrolar, a cor de vinho de porto, e atualmente empacotado em cima de seu cabelo e ancorado com cachecol de um arrastar.
      Seu rosto era delicado, bom-boned com um cor-de-rosa, boca e olhos como bonecas cinzas vagos. Seu corpo pareceu muito pequeno e perdido dentro do avental folgado.
      "Angie, um de meus alunos foram mortos."
      "Oh, amado." Angie tomou sua mo, e apesar do pintura splotches, sentada ao lado dela. "Quem era? Como ele aconteceu?"
      "Uma menina jovem, eu estou certo que eu a mencionei para voc. Rachel Howard."
      "Eu no sei. Eu sou to ruim com nomes." Ela trouxe mo do Leeanne para sua bochecha, esfregou isto l. "Voc  a polcia?" Ela perguntou Eve.
      "Sim. Tenente Dallas."
      "Agora veja, eu sei aquele nome. Eu tenho sido enigmtico acima dele desde que Monty telefonou, mas eu no posso pr isto no direito encaixar. Voc pinta?"
      "No. Sra. Brightstar, voc verificaria que hora o Professora Browning chegou em casa ontem  noite?"
      "Eu no sou muito bom com tempo qualquer um. Nove e trinta?" Ela olhou para Leeanne para confirmao. "Em algum lugar ao redor l."
      No existia nenhum motivo aqui, Pensou Eve, nenhum vibepelo menos no ainda. Curiosa, ela abriu sua bolsa, selecionados um dos sinceros tiros de Rachel.
      "O que voc pensa sobre este, Professor Browning?"
      " Rachel."
      "Oh, que bonita menina," Angie disse. "Que sorriso bom. To jovem e fresco."
      "Podia voc dar a mim sua opinio na imagem propriamente. Profissionalmente."
      "Oh." Leeanne respirou fundo, angulada sua cabea. " bastante bom, realmente. Um uso excelente de luz, e cor. ngulos bons. Limpe e organizado. Mostra  mocidade e vitalidade do assunto, centros isto muito o olho  desenhado, como Angie  era, para o sorriso, para o quo fresca ela .  disso que voc quer dizer?"
      "Sim. Voc instalar um poder atirar assim sem o assunto estando ciente?"
      "Claro, se voc tiver bons instintos." Ela abaixou a imagem. "O assassino tomou isto?"
      "Possivelmente."
      "Ela era assassinada?" Angie embrulhou um brao ao redor Leeanne. "Oh, isto  terrvel. Como algum podia machucar uma menina jovem, doce assim?"
      "Doce?" A Eve ecoou.
      "S olhe para seu rostoolhar para seus olhos." Angie agitou sua cabea. "Voc pode dizer. Voc pode olhar para seu rosto e ver a inocncia."
      Como eles montaram de volta abaixo no elevador, Eve trouxe as imagens de Rachel em sua cabea. Como ela tem sido, e como ele a deixou. "Talvez  disso que ele procurado," ela murmurou. "Sua inocncia."
      "Ele no a estuprou."
      "No era sexual. Era . . . espiritual. Sua luz era pura," ela lembrou. "Poderia significar sua alma. L um pouco de negcio no , alguma superstio sobre a cmera roubando a alma?"
      "Eu ouvi isto. Onde ns somos encabeados agora, Tenente?" Peabody perguntou.
      "Ns estamos indo para academia."
      "Glaciais. Muitos sujeitos de academia so totalmente quentes." Ela curvou seus ombros quando Eve mandou a ela um olhar fixo suave. "S porque McNab e eu estamos em uma relao cometidas, madura"
      "Eu no quero ouvir sobre seu cometida, amadurecida qualquer coisa com McNab. D a mim o rastejar."
      "S porque," Peabody continuou, destemido como eles cruzaram o salo de entrada, "no significa que eu no posso olhar para outros sujeitos. Qualquer mulher com olhos olha para outros sujeitos. Certos, talvez voc no faz porque, eh, o que seria o ponto?"
      "Talvez eu devia assinalar que ns estamos investigando um homicdio, no saindo em um homem-cobiando divertimento."
      "Eu gosto de multitarefas sempre que possvel. Falando do qual, talvez ns podamos ter alguma comida real. Aquele modo, ns podamos investigar, alimente o corpo, e cobice."
      "No existir cobiando. Daqui em diante, cobiar  proibido em qualquer e todas as conjunturas das investigaes ativas."
      Peabody enrrugou seus lbios. "Voc  realmente significa hoje."
      "Sim. Sim, eu sou." A Eve tomou um trago fundo de ar horroroso, e sorriu. "Eu me sinto bom sobre isto."
      ***
      O anncio da morte sbita, violenta desenhou muitas reaes. As lgrimas eram s um deles. Quando Eve falou com uma metade dzia de amigos e instrutores do Rachel em Columbia, ela pensou que ela poderia lavar longe no mar de lgrimas.
      Ela se sentou no lado de uma cama em um dorm quarto. O espao era apertado, ela pensou. Um armrio emperrado com duas camas, duas escrivaninhas, duas cmodas. Toda superfcie de apartamento era coberta com que pensou Eve de como menina misteriosa enche. As paredes eram emplastradas com cartazes e desenhos, as escrivaninhas com caixas de disco e brinquedos de menina. As colchas eram cor-de-rosa de doce, a hortel de paredes verdes. De fato, o lugar inteiro cheirou gosta adoar de alguma maneira e fez seu estrondo de estmago.
      Ela devia ter conselho do Peabody tomado na comida.
      Duas meninas sentadas diretamente em frente a ela, bloqueado em um ao outro  braos como amantes que eles lamentaram, abundantemente.
      "No pode ser verdade. No pode ser verdade."
      Ela no podia dizer qual deles estavam lamentando as palavras, mas ela notou que os mais longos eles uivaram, o mais dramtico seu pesar. Ela comeou a pensar que eles estavam apreciando isto.
      "Eu sei que isto  duro, mas eu tenho que perguntar a voc algumas perguntas."
      "Eu no posso. Eu s no posso!"
      A Eve apertou a ponte de seu nariz para aliviar alguma da presso. "Peabody, veja se existe algo para beber no refrigerador ali."
      Obedientemente, Peabody abaixou abaixo na frente do mini-coldbox e achou vrios tubos de Coca-Cola de Dieta. Ela abriu dois, trouxe eles. "Aqui est. Tome um bebida, e algumas respiraes fundas. Se voc quiser ajudar Rachel, voc tem que conversar com o tenente. Rachel faria aquele para voc, no ?"
      "Ela iria." O pequeno blonde no chorou bem. Seu rosto era manchado, seu nariz runny. Ela sorveu no refrigerante. "Rach faria qualquer coisa para um amigo."
      A morena, Randa, estava ainda blubbering, mas ela teve a presena de se importou de ter alguns tecidos e encher eles na mo do seu companheiro de quarto. "Ns a quisemos quarto conosco prximo termo. Ela era economizar para isto. Ela quis o todo, sabe, experincia de academia. E no  to ruim quando voc dividir um triplo."
      "Ela nunca voltar." O blonde enterrou seu rosto no tecido.
      "Certo, Charlene, certo?"
      A menina ergueu ela olhar para Eve. "Charlie. Todo mundo me chama Charlie."
      "Charlie, voc precisa puxar isto junto, ajude ns. Quando voc viu Rachel ltimo?"
      "Ns tivemos um pouco de jantar na lanchonete, antes de seu Processamento de imagens classificar ontem  noite. Eu estou no plano de comida, e voc nunca come suficiente para usar todos os crditos, ento eu a tratei."
      "Que hora era isto?"
      "Mais ou menos seis. Eu tive uma data com este sujeito que eu estou vendo, e ns estvamos enganchando em oito. Ento Rach e eu jantamos, e ela foi classificar. Eu voltei aqui para mudar. E eu lego nunca, nunca a veja novamente."
      "Peabody." Eve movimentada a cabea em direo  porta.
      "Certo, Charlie." Peabody bateu levemente a menina no brao. "Por que ns no damos um passeio? Voc se sentir melhor se voc tiver algum ar."
      "Eu nunca me sentirei melhor novamente. Nunca, nunca."
      Mas ela deixa Peabody guiar seu longe.
      Quando a porta fechada atrs deles, Randa soprou seu nariz. "Ela no pode ajudar isto. Eles eram realmente apertados. E Charlie  um drama importante."
      " disso que ela est estudando, ou  s sua personalidade?"
      Como Eve esperou, Lbios tremido da Randa em um sorriso. "Ambos. Mas, eu no sinto como eu j recuperarei-me este qualquer um. Eu no sinto como eu j pensarei sobre qualquer outra coisa."
      "Voc ir. Voc no esquecer isto, mas voc conseguir por isto. Eu sei voc e Charlie, e muitas as outras pessoas eu conversei com, Rachel Gostado."
      "Voc acabou de ter que." Randa cheirou. "Ela era apenas do tipo de pessoa que ilumina coisas. Sabe?"
      "Sim," Eve concordou. "s vezes pessoas tm cimes de algum assim. Ou eles repugnam eles por causa do que eles esto do lado de dentro. Voc pode pensar sobre qualquer um que sentiu aquele modo sobre Rachel?"
      "Eu realmente no posso. Eu quero dizer, ela s foi aqui de meio peroda, mas ela fez muitos amigos. Ela era esperto. Realmente esperto, mas ela no fez geek."
      "Qualquer um quem quis ser um amigo melhor que ela fez?"
      "Oh, como um sujeito?" Randa desenhou uma respirao agora. As lgrimas estavam secavam completamente como seu se importam de ficaram ocupadas. "Ela datou ao redor. Ela no dormiu ao redor. Ela era realmente firma sobre no acabar isto at que ela era boa e pronta. Se um sujeito empurrado, ela tornaria isto ao redor em uma piada at que eles precisam ser amigos, ou se isso no trabalhou, ela iria embora."
      "Ela j menciona algum chamado Diego?"
      "Oh, ele." Randa enrugou seu nariz. "Presente do deus, Latino digita, enganchada sobre ela no clube. Ela foi para jantar com ele uma vez, um pouco de restaurante de Mex ele disse que ele possuiu. Ele tentou pr o partir ela, no era muito feliz quando ela inclinou. Veio por campus uma vez e conseguiu um pouco quente porque ela o riu fora de. Isso era alguns meses atrs, eu acho."
      "Conseguiu um ltimo nome para ele?"
      "No. Um, sujeito pequeno, cabelo demais, remendo de alma. Sempre vestindo aquelas vaca-kicker botas com pequenos saltos de sapatos. Mas ele podia danar."
      "Qualquer outra pessoa tenta pr o partir ela?"
      "Bem, existia Aro. Jackson Hooper. Ele  um TA, ah professor assistenteingls Iluminado. Um outro daqueles presentes do Deus, mas whitebread estilo. Ele meninas de prateleiras em cima gostam de bolas de charco, e Rachel no tocaria. Ele apareceu bonito forte, seguinte ela ao redor. No stalking ela," Randa qualificada. "S sendo onde ela estava muito, e fazendo jogos. Todos ns figuramos eram porque ela foi a primeira menina para diminuir ele em sua vida, e ele no quis deteriorar sua raia."
      "Ele acabar onde ela estava s em campus, ou ele aconteceu em outro lugar?"
      "Ela disse que ele entrou na loja onde ela trabalha uns tempos do par. S rondando e estando encantando. Ela conseguiu um excluir disto, realmente."
      "Quando voc viu seu ltimo, Randa?"
      "Eu no fiz jantar, tido que estudar. Ela estava conversando sobre bunking aqui depois de classe. Ela fez isto s vezes em suas classes da noite. Ela no  realmente suposta para, mas ningum importado. Todo mundo gostou de a ter ao redor. Mas quando ela no mostrou, ns acabamos de figurar que ela foi para casa. Eu at no pensei sobre isto."
      Duas lgrimas frescas gotejadas abaixo suas bochechas. "Eu no pensei sobre ela mesmo. Charlie estava fora, e eu tive o quarto para eu mesmo. Tudo que eu pensei estava, o quo bom e quieto era assim eu podia estudar. E quando eu estava pensando que isto, algum matou Rachel."
      ***
      Eles perseguir Jackson Hooper em outro dorm. O minuto ele abriu a porta, Eve soube que palavra espalhou. Seu rosto era um pouco plido, e seus lbios tremeu uma vez antes dele firmar eles em uma linha magra.
      "Voc  o Polis."
      "Jackson Hooper? Ns gostaramos de entrar e falar com voc por alguns minutos."
      "Sim." Ele arrastou sua mo por um esfrego amarrotado de sol-cabelo listrado como ele andou de volta.
      Ele era alto, e ele era construdo. O tipo de corpo criado por treinamentos regulares ou por honorrios duros para corpo esculpindo tratamentos. Desde que ele era um assistente de ensino, seus quartos eram muito pequenos que aquelas ela s viria de, e ele estava provavelmente amarrado com correia para dinheiro, ela optou para treinamentos.
      Isso significou que ele era forte, disciplinou, e motivado.
      Ele cinzelou olhao Todo-menino Americanopele clara, olhos azuis, mandbula firme. Era fcil suficiente para ver por que ele iria prateleira em cima disponvel coeds.
      Ele soltou na cadeira delgado em sua escrivaninha, e gesticulada vagamente em direo  cama. "Eu acabei de ouvir mais ou menos dez minutos atrs. que eu estava encabeando classificar e algum disse a mim. Eu no podia ir classificar."
      "Voc datou Rachel."
      "Ns samos uns tempos do par." Ele hesitou, ento esfregado seu rosto como se terminando de um sono longo. "Algum j est dito voc. Algum sempre quente para conversar. Eu quis sair com ela novamente, e sim, eu a quis no saco. Ela no estava tendo algum."
      "Isso deve ter irritado voc," Eve comentou e vagou acima das fotografias emolduradas agrupadas em sua parede. Eles eram todos ele, em vrios posa. Uma boa pequena pilha de vaidade, ela pensou.
      "Sim, fez. Eu no tenho qualquer dificuldade conseguindo meninas na cama. Eu sou bom nisto," ele disse com um encolher os ombros. "Ento eu estava um pouco emitia fumaa quando ela no iria para isto, ento continuado diminuindo-me quando eu perguntei a ela. Mais, eu era, bem, confundiu. Eh." Ele relampejou um branco, sorriso diretamente-dentado como ele gesticulou em direo s fotografias. "Mercadoria principal."
      "Mas Rachel no estava comprando isto."
      "Nope. Ento eu era emitido fumaa, e eu era confundido. Entretanto, sabe, eu estava interessado. Goste, qual era isto ida para tomar. E o que era com esta menina de qualquer maneira? Ento eu fiquei enganchado." Ele abaixou sua cabea em suas mos. "Fuck."
      "Voc seguido ela ao redor."
      "Como um acariciar andride. Eu descobriria que ela estava indo para um clube, ou cabealho para a biblioteca, qualquer, e eu estaria l. Eu trotei acima do lugar que ela trabalhou s para conversar com ela. A vespa obtida emprestado do meu companheiro de quarto assim eu podia a conversar em deixar-me tomar sua casa uns tempos do par. Ela me deixou. Eu no me preocupei seu se condeno pedao."
      "Voc lutou com ela?"
      "Eu atirei em minha boca alguns tempos. Ela risada justo iria, ento o que voc podia fazer? Outra menina teria dito que eu atarraxasse eu mesmo, mas ela s riria. Eu penso talvez que eu era apaixonado por ela." Ele soltou suas mos. "Eu penso talvez que eu era. Como voc sabe?"
      "Onde voc estava ontem  noite, Aro?"
      "Eu iria a pegar depois de sua classe, veja se eu pudesse a conversar em uma xcara de caf, ou um pouco de pizza. Algo. Mas eu fui suspenso. Um par dos sujeitos entraram em partida de um empurrar, e eu tive que quebrar isto. Ela se foi quando eu cheguei ali. Eu o bato para o metr, figurando talvez que eu podia a pegar l, e quando eu eu no assumi o comando disto para seu lugar em Brooklyn. Mas a luz no estava em seu quarto. Ela sempre liga a luz em seu quarto quando ela chegar em casa. Eu rondei talvez uma horaque eu no sei. Foi e teve uma cerveja, caminhou de volta, ainda no viu sua luz. Ento eu disse o que o fuck, e voltou aqui."
      "Que hora voc voltou?"
      "Eu no sei, perto de meia-noite, eu acho."
      "Algum v voc?"
      "Eu no sei. Eu era irritado e lamentando por eu mesmo. Eu no conversei com qualquer um."
      "Que tal seu companheiro de quarto?"
      "Ele est batendo uma menina fora de campus. Ele est l mais que aqui. Ele no estava ao redor quando eu entrei. Eu no machuquei Rachel. Eu no a machuquei."
      "Onde voc teria a cerveja?"
      "Alguns barum par tapa do metr ali." Ele vagamente gesticulou para indicar Brooklyn. "Eu no sei o nome."
      "Estes retratos parecem profissionais," Eve comentada.
      "O que? Oh sim. Eu fao um pouco de modelagem.  bom dinheiro. Eu estou escrevendo um jogo.  disso que eu quero serum dramaturgo. Voc tem que viver bonito magro para fazer isto. Ento eu levanto moeda onde eu posso. TA, dorm monitor, modelagem. Eu fiquei certificado como um LC no ano passado, mas no  o que eu pensei que seria. Eu nunca figurei sexo podia ser trabalhoe perfurao."
      "Conseguiu uma cmera?"
      "Sim, em algum lugar. Por que?"
      "Eu perguntei-me se voc gostasse tomar retratos, tambm."
      "Eu no vejo por que . . . oh Rachel, sua classe de Processamento de imagens." Ele sorriu um pouco. "Eu devia ter pensado sobre aquele. Como TA eu podia ter monitorado aquela classe, rondada com ela." O enfraquecido de sorriso. "Eu teria estado l ontem  noite quando classe terminada. Eu teria sido com ela."
      ***
      "Mantenha ele na lista pequena," Eve disse a Peabody como eles voltaram para o carro. "Ele teve motivo, quer dizer, e oportunidade. Ns o correremos um pouco mais fundo, veja se qualquer coisa estalar."
      "Ele pareceu realmente despedaado sobre isto."
      "Sim, realmente despedaado acima de uma menina que riu dele, que no cairia em sua mendicncia de ps para seu bonito pnis, e que deixe seus amigos sabem que ela diminuiu ele."
      Ela deslizou no carro. "Ele pegou um ego o tamanho de Saturno, e como um conhecimento de modelo potencial de fotografia, e acesso ao equipamento necessrio. Ele soube onde ela viveu, onde ela trabalhou, ele soube seus movimentos e hbitos. Ela o confiou porque ela acreditou em que ela podia o lidar. Ento ns tomaremos um bem, longo olhe para ele."
      Ela voltou para Central para prender pontas soltas. O tox relatrio em Rachel Howard estava esperando por ela. Pelo menos ela no soube o que era feita para ela, Eve pensou como ela esquadrinhou isto. No com todo aqueles opiates em seu sistema. 
      Ento ele iria tranq a iria, ela pensou, debruando de volta em sua cadeira de escrivaninha. Antes de transporte, ou durante? De qualquer modo, ele teve um veculo. Ou ele a atraiu em algum lugar. Um apartamento, um estdio. Tido que ser privado. Ento ele deslizou suas as drogas.
      Se ele fosse o ltimo argumento, ela o soube. Ela era muito esperto para ser atrada por um estranho.
      Ela foi seu primeiro, ele disse. Mas ele tem estado bem preparado. Passo por passo. Selecionando, observando, registrando. Mocidade e vitalidade, ela pensou. Ele quis possuir eles. E sua inocncia.
      Ela saiu de classe s nove. Ele esperou por ela? Ela manchada ele, relampejado aquele sorriso. Talvez ele ofereceu a ela um passeio casa, mas ela diminuiu ele. Indo estudar com camaradas, mas obrigado. Um par de seus colegas verificaram isto. Ela disse a eles que ela iria ficar em campus, estude com alguns amigos.
      Ele no podia ter condies de ser visto, ento como teve que ele a atraiu?
      Executou a corrida-, ela decidiu. Ele era bom em executar. Talvez ele  a p. Fcil para meld e mistura. Mas ele tem que fazer ela tomar um desvio, tem que a conseguir em seu veculo. No pode tomar uma chance em transporte pblico.
      Ele quer seu rosto na mdiasua imagemassim ele sabe que ela podia ser reconhecida depois do assassinato. E ele podia ser descrito. Ento, nenhum metr, nenhum nibus, nenhum txi. Veculo privado.
      Mas por que ela foi com ele?
      Ela comeou a escrever seu relatrio, pulando que alguns dos fatos ela pe em tropea acima de em teoria.
      Seu vnculo de escrivaninha buzinado.
      "Dallas." Hangdog rosto do capito Feeney deslizou sobre a tela. Notando os miolos na esquina de sua boca, ela se debruou mais ntimo para o 'vnculo.
      "Voc levou dinamarqueses l em cima?"
      "No." Ele bateu o de volta de seu dar sua boca. "No mais."
      "Como venha para EDD sempre taxa massas e material? Polis de Homicdio necessidade acar substituto o mesmo que o resto."
      "Ns somos a elite, o que pode eu dizer. Ns estamos acabados com vnculo do Nadine."
      "E?"
      "Nada que vai ajudar muito. Ele transmitiu as imagens e texto de um pblico comp  uma daquela dana, bebida, e articulaes de dados. Transmitiu isto logo aps seiscentas horas, mas ele atirou isto fora mais cedo, com uma ala. Disparou isto mais ou menos dois. O trabalho diretoele no saltou isto ao redor. Qualquer um que ele no saber como, ou ele no deu dois caga. Aqueles lugares esto rastejando aquele tempo da noite. Ningum vai lembrar de um pouco de sujeito que estalou em para uma bebida fermentada e usou um 'vnculo."
      "Ns verificaremos isto fora de qualquer maneira. Local?"
      "Lugar chamou Faz A Cena."
      "Estale."
      "Signifique algo?"
      " um clube que ela freqentou. Obrigado. Trabalho rpido."
      " por isso que ns somos a elite, e consiga dinamarqueses."
      "Morda-me," ela murmurou e o corte fora de.
      Ela balanou no bullpen. No existia nenhum dinamarqus, ela notou. No existiam nem miolos. Ela teria que conformar-se um Bar do Poder de vender ou tomar uma chance na comida no clube de dados.
      Seguramente ele no podia ser pior que um Bar do Poder.
      "Peabody, ns estamos no campo."
      "Eu era quase ter este sanduche." Ela levantou um embrulhado amontoar.
      "Ento voc devia ser emocionado para poder demonstrar aquelas habilidades de multitarefa. Coma e role."
      "Isto  ruim para a digesto," Peabody respondeu, mas ela encheu o sanduche em sua bolsa, agarrado seu tubo de OrangeAde.
      "EDD pegou o local da transmisso para Nadine."
      "Eu sei. McNab disse a mim."
      A Eve forou a multido no elevador e estudou rosto do seu ajudante. "Eu acabei de sair de do 'vnculo com Feeney, seu superiorcomo eu sou seu. Ento por que  meu ajudante e seu detetive esto conversando sobre as informaes em minha investigao?"
      "Acabou de acontecer surgirentre barulhos de beijos." Ela sorriu, contente quando o olho de Eve estremeceu. "E insinuaes sexuais."
      "Assim que este caso  fechado, eu estou concorrendo a um novo ajudanteum que no tem nenhum passeio sexual qualquere transferindo voc para Arquivos."
      "Aw. Agora que voc machucou meu, eu no sou propenso para compartilhar meu sanduche."
      Eve resistida por dez segundos. "Que tipo  isto?"
      "Meu."
      Tambm Era um pouco de tipo de presunto de fraude afogado em fraude maionese. Eve era forada a trocar para auto na viagem, ento agarre tubo do Peabody de OrangeAde tentar lavar abaixo as duas mordidas que ela surripiou. "Cristo, como voc bebe este defecar?"
      "Eu aconteo pensar que est refrescando, e acha vai muito bem com os biscoitos de bolo que eu tenho para sobremesa." Ela tirou o pacote minsculo de sua bolsa e fez uma produo fora de abrir isto.
      "D-me um goddamn biscoito, ou eu machucarei voc. Voc sabe que eu possa."
      "Meu medo  quase to grande quanto meu amor para voc, Tenente."
      A Eve achou uma fenda no segundo nvel, curbside, e fechou a rampa em uma velocidade e ngulo que teve o almoo do Peabody balanando perigosamente em sua barriga.
      Delicadamente, Eve escovou miolos de biscoito fora de sua camisa. "Smartasses sempre paga."
      "Voc nunca faz," Peabody disse debaixo de sua respirao.
      
      
      Captulo 4
      
      Nas horas de luz do dia, a ao em clubes de dados cortados at o geeks e nerds que pensaram que eles estavam vivendo da extremidade por enforcamento em uma articulao que ofereceu um holoband e telas de esportes.
      As estaes eram prata, e to pequena, to cheia junta que at o mais tmido nerd era virtualmente garantido um livre sentir de um alvo vizinho durante o horas de cume.
      O holoband estava em modo jovial, com violes suaves e sussurrando teclado com o vocals que vai para melanclico sussurra. O cantor de menina era vestido de preto combinar sua pele brilhante. O nico lugar de cor era seu stoplight cabelo vermelho que caiu a maior parte de seu rosto enquanto ela murmurou algo sobre coraes e mentes quebradas.
      A clientela era principalmente macho, principalmente solo, e desde que ningum pareceu aflito ou interessado em uniforme do Peabody, Eve figurou um varrer do lugar no iria lquido um Ilegais persegue suficiente de um esconderijo para encher bolso do ano.
      Ela fez seu caminho para o sluggishly circulando bar central.
      Existiam dois servidores, um macho humano e uma andride. A Eve optou para o to respirado.
      Seu vestido era da modaa camisa solta em cores de pr-do-sol, o exrcito pequeno de laos multicores montando em cima a curva de sua orelha deixada, a colheita de espigas na coroa de seu cabelo marrom ordinrio.
      Seus ombros eram largos, seus braos longos. Existia uma fora sobre ele que disse a ela que ele teve alguns anos na clientela da tarde. Seu rosto era branco, afiando em direo a pastoso.
      Ela pegged ele em meio- para finais de anos vinte, provavelmente um grad aluno, um trmulo aumentar de geekdom, ganho sua instruo por manning a vara e conversando em cima os protetores.
      Ele parou de tocar com o computador pequeno fixa no bar e ofereceu a ela um sorriso ausente. "O que eu posso fazer para voc?"
      A Eve deixa seu distintivo e a imagem sorridente de Rachel Howard no bar. "Voc a reconhece?"
      Ele usou uma ponta do dedo para cutucar a imagem mais ntima e deu isto o srio estudar que disse a ela que ele era bastante novo no trabalho. "Bem, certo. Isto , ah, atire. Rebecca, Roseanne, nenhum . . . Rachel? Eu sou satisfatrio com nomes. Eu penso que  Rachel. Ela est aqui a maioria de toda semana. Gostos, ah, whatzit?" Ele fechou seus olhos. "Suco de Toreadors laranja, suco de lima, uma atirada de granadina. Ela em da dificuldade, no ?"
      "Sim, ela est em apuros. Voc lembra dos nomes e os bebidas de todos os protetores aqui?"
      "O regulars, certo. Bem, especialmente a bonito menina regulars. Ela pegou um grande rosto, e ela  amigvel."
      "Quando era a ltima vez que ela estava aqui?"
      "Eu no sei, exatamente. Isto  um de meus trabalhos de meio perodos. Mas a ltima vez eu lembro aqui e estando vendo ela era talvez ltima sexta-feira? Eu trabalho a seis para meia-noite em diante sexta-feira. Eh, olhe, ela nunca causou qualquer dificuldade aqui. Ela s entra de vez em quando com alguns amigos. Eles agarram uma estao, escute melodias, dana, teclado. Ela  uma menina agradvel."
      "Voc j nota algum a discutindo?"
      "No tanto. Como eu disse, ela  uma bonita menina. s vezes sujeitos bateriam nela. s vezes ela bateu de volta, s vezes ela sopraria eles. Mas bons. As coisas conseguem fechando com fecho aqui depois de nove, especialmente fins de semana. Voc consegue os cruzadores, mas este aqui sempre entrou com um amigo, ou um grupo. Ela no estava procurando por um um-mais perto. Voc pode dizer."
      "Uh-huh. Voc conhece um sujeito chamado Diego?"
      "Ah . . ." Ele pareceu em branco para um momento, ento desenhou suas sobrancelhas juntas em concentrao. "Eu penso que eu sei que voc queira dizer. Pequeno sujeito, cruzador. Os gostos escorar ao redor. Conseguido algum bom parte o cho de dana e ele  sempre rubor, ento ele no deixou s muito freqentemente."
      "Ele j partiu com Rachel?"
      "Merda." Ele estremeceu. "Desculpe. No seu tipo. Ela o sacudiu fora de. Danado com ele. Ela danaria com qualquer um, mas ela no era depois daquele tipo de ao. Talvez ele tentou pr o apertar em seus alguns tempos, agora que voc menciona isto, mas ele no era um grande negcio. No mais do que Academia de Joe."
      "Joe?"
      "Sujeito de academia grande, bonita costumava a sombrear aqui s vezes. Todo-Americano olhando sujeito. Conseguido kinda broody quando ela estaria l em cima danando com outra pessoa."
      "Voc tem nome?"
      "Certo." Ele pareceu mais confundido que nervoso. "Steve. Steve Audrey."
      "Voc  um observante tipo, no , Steve?"
      "Bem, sim. Voc trabalha o bar, voc v tudo uma vez. Provavelmente duas vezes.  tipo de gosta de assistir um jogo ou algo todo dia, mas voc  pago por isto."
      Oh sim, ele era novo neste, Pensou Eve. "Voc conseguiu excntricos de segurana?"
      "Certo." Ele olhou de relance em cima. "Quando eles estiverem trabalhando. No que eles mostram a muito uma vez que o lugar consegue saltando. O show de luz bate s nove, quando as mudanas de msica, e tudo comea a relampejar e rodante. Mas ns no temos muita dificuldade aqui de qualquer maneira.  principalmente crianas de academia e monstruosidades de dados. Eles entram pendurar, danar, teclado, faa um pouco de processamento de imagens."
      "Processamento de imagens."
      "Certo ns conseguimos seis barracas de processamento de imagens. Sabe, onde voc pode encher em com seus camaradas e tomar goofy tiros, ento memorizem eles em um comp. Ns no temos uma X licena, ento ele pegou para ser limpo. Nenhum quartos de isolamento qualquer um. O que eu estou dizer , o lugar fica ocupado, mas  ainda baixo-chave. As pontas chupam, mas  trabalho fcil bonito."
      "Eu vou precisar ver os discos pelas ltimas vinte e quatro horas."
      "Nossa. Eu no sei se eu posso fazer isto. Eu quero dizer, eu s trabalho aqui. Eu penso que voc tem que conversar com o gerente ou algo, e ele no est aqui at sete. Oficial de Um"
      "Tenente."
      "Tenente, eu s trabalho o bar, principalmente dias, talvez vinte horas por semana. Eu debater os clientes, d a eles uma mo se eles tiverem dificuldade com as estaes ou barracas. Eu no tenho qualquer autoridade."
      "Eu fao." Ela bateu seu distintivo. "Eu posso conseguir uma autorizao, e ns podemos chamar em seu gerente. Ou voc pode dar a mim os discos, para que eu darei a voc um recibo de NYPSD oficial. Tudo isso levar tempo, e eu no gosto de desperdiar tempo quando eu estiver em uma investigao de assassinato."
      "Assassinato?" Seu rosto branco perdeu at a sugesto de cor. "Algum est morto? Quem? Oh homem, oh homem, no Rachel." Seus dedos inched longe do retrato que permaneceu no bar, e rastejado at sua garganta. "Ela est morta?"
      "Voc sempre qualquer coisa exceto esportes tm na tela aqui?"
      "O que? Ah, msica vids depois de nove."
      "Eu acho que voc no assista muitas notcias."
      "Quase nunca. Est deprimindo."
      "Voc conseguiu aquele direito. O corpo do Rachel era achado cedo esta manh. Ela foi morta ontem  noite." Eve debruada sociavelmente no bar. "Onde voc estava ontem  noite, Steve?"
      "Me? Me?" Terror ondulado atravs de seu rosto. "Eu no estava em qualquer lugar. Eu quero dizer, certo, eu estava em algum lugar. Todo mundo est em algum lugar. Eu estava aqui at mais ou menos nove, e acabou de ir em casaconseguiu uma pizza a caminho, ento assistida um pouco de tela. Eu pus em oito na vara, e acabou de querer cobrir de flocos, sabe? Eu conseguirei voc os discos, voc ver que eu estava aqui."
      Ele dashed fora de.
      "Pizza e tela no fazem libi ele para Rachel Howard," Peabody assinalou.
      "No. Mas ele est me conseguindo os discos."
      ***
      Era s dois fim de horas passado de turno quando Eve dirigiu pelo porto em direo a casa. Ela considerou isto uma realizao importante. Claro, ela calculou que ela teve pelo menos mais duas horas para pr em antes dela chamar isto um dia, mas ela estaria pondo no tempo de seu escritrio de casa.
      A casa olhou sua melhor no vero, ela pensou, ento imediatamente agitou sua cabea. Inferno, olhou seu melhor em toda estao, em qualquer hora do dia ou noite. Mas existia algo para ser dito sobre o modo que vagueando elegncia de pedra mostrou a propriamente fora contra um cu do vero azul. Com o mar rodante da grama verde cercando isto, os salpicos e charcos de cor dos jardins, a sombra luxuriante derramando ao longo do cho das rvores, era um milagre de isolamento e conforto no meio da paisagem urbana.
      Um grito longe de um o centro da cidade recicla caixa.
      Ela estacionou, como era seu hbito, na frente da casa, ento simplesmente se sentou, drumming seus dedos na roda. Summerset no estaria espreitando no vestbulo, pronta com alguma observao sarcstica sobre ela estando tarde. Ela no poderia picar de volta nele, que era s um pouco aborrecedor agora que ela pensou sobre isto.
      E ele no era para existir irritado por ela deixando seu carro na frente em vez de alojar isto na garagem. Quase compeliu ela para colocar no lugar isto ela mesma.
      Mas no havia necessidade de ficar louco.
      Ela deixou isto onde estava, marchado pelo sufocar calor, e no glorioso esfrie de casa.
      Ela quase giraria para o monitor para pedir local do Roarke quando ela pegou o vento de lnguido de msica. Aps isto, ela o achou na sala de estar.
      Ele se sentou em um dos de pelcias cadeiras antigas ele favorecido, uma taa de vinho em sua mo, seu fim de olhos. Era to raro para o ver completamente fecha, ela sentiu um pouco toro debaixo de seu corao. Ento seus olhos abertos, aquele choque de azul, e quando ele sorriu a presso lanou novamente.
      "Oi, Tenente."
      "Como ele est indo?"
      "Melhor que era. Vinho?"
      "Certo. Eu pegarei isto." Ela cruzou acima da garrafa que ele partiu na mesa, despejou um vidro para ela mesma. "Esteve em casa longo?"
      "Eu no tenho, no. Alguns minutos."
      "Voc comeu?"
      Suas sobrancelhas curvadas, os olhos em baixo de aquecimento com humor. "Eu fiz, se se considera o que estou disponvel no comestvel do hospital. E voc?"
      "Eu peguei algo, e seu no podia ter sido pior que o que eu posso chegar em Central. Ento voc foi por ver Sr. Graa e Agilidade?"
      "Ele manda a voc pensamentos de igualmente aficionado." Roarke sorveu seu vinho, assistida ela acima da beira. Esperou.
      "Certa, certa." Ela soltou em uma cadeira. "Como ele est fazendo?"
      "Bem suficiente para algum que caiu um vo de passos esta manh. Que ele no teria feito se ele usaria o elevador inflamado. Estalada seu fucking perna gosta de um ramo, inferno sangrento rasgado fora de seu ombro. Bem."
      Ele fechou seus olhos novamente, batidos seus dedos no brao de sua cadeira. Abertos seus olhos novamente. E fez sua maravilha se ele fosse por aquela mesma rotina quando ele era acomodava-se depois de lidar com que ele gostou de chamar uma sua "snits."
      "Bem. Eles tm a perna em um elenco de pele e cinta, e diga a mim que fundirei gosto de novo. Uma fratura limpa. O ombro  provvel o aborrecer mais longo. Ele tem sessenta e oito anos. Eu no podia lembrar que esta manh. Voc pensaria que ele usaria o elevador quando ele pegou um armload de algo ou outro. E por que ele aborreceria com linhos quando ele devia ter estado conseguindo ele mesmo fora a porta para feriado  outro isto est alm de mim."
      "Porque ele  um teimoso, apertado-assed filho de uma cadela quem tem que fazer tudo ele mesmo, e seu modo?"
      Roarke alarga um metade-risada e bebeu mais vinho. "Bem, ento ele ."
      E voc o ama, Pensou Eve. Ele  seu pai em todos os sentidos que conta.
      "Ento, voc est o trazendo casa amanh."
      "Eu sou. Minhas orelhas esto ainda tocando de seu aborrecimento que ele no est em casa hoje  noite. Voc pensaria que eu tenho bloqueado ele em uma cova de serpente em lugar de ver ele est em um apartamento privado na melhor instalao mdica no goddamn cidade. Fuck me, eu devia ser costumar a aquele tipo de coisa."
      Ela enrrugou seus lbios quando ele empurrou fora da cadeira e voltada para a garrafa de vinho. "Eu acho voc cadela para ele sobre como eu reclamo quando voc me esvaziar em um centro mdico. Talvez os dois de ns podemos organizar para voc ter um pouco de tempo do hospital. Ento Summerset e eu finalmente hipotecaremos."
      "Que dia feliz que ser."
      "Teve um crappy dia, no , s?" Ela economizar seu vidro e rosa.
      "Amanh promessas para ser da mesma maneira que delicioso. Ele no tem muito prazer em com a idia de ter um ajudante mdico interno aqui pelo semana que vem ou ento."
      "No pode o culpar. Ele est se parecendo estpido, desconfortvel, e urinado fora de. Ento ele chuta em voc, porque ele ama voc melhor." Ela tomou o vidro da mo do Roarke, anota isto. " disso que eu fao."
      "Das contuses em meu traseiro, voc dois deve desesperadamente me amar."
      "Eu acho que eu faa." Ela ligou seus braos ao redor seu pescoo, ajuste seu corpo para seu. "Por que eu no mostro a voc?"
      "Voc est tomando minha mente fora de meu humor pobre?"
      "Eu no sei." Ela esfregou seus lbios acima de seu. "No eu?"
      "Bem." Ele agarrou seus quadris, apertados seus mais ntimos. "As coisas esto olhando em cima."
      Ela riu silenciosamente, e o mordeu. "Ns estamos todos s. O que ns devamos fazer primeiro?"
      "Vamos tentar algo que ns no temos antes."
      Ela aliviou de volta para o estudar. "Se ns no fizssemos isto ainda, no deve ser anatomicamente possveis."
      "Voc tem tal mente de canal." Ele beijou o topo de seu nariz. "Eu amo aquele sobre voc." Ele desenhou suas costas para ele. "Eu estava pensando sobre danar na sala de estar."
      "Hmm," ela decidiu como ela balanou com ele. "No  ruim. Para iniciadores. Claro, em minha fantasia antiga, ns ramos desnudos enquanto ns estvamos danando."
      "Ns chegaremos l." Relaxante, fazendo o esforo para relaxar, ele escovou sua bochecha acima de seu cabelo. Isto era o que ele precisou, ele pensou. Ela era o que ele precisou. Para segurar sobre. Para afundar em. "Eu no perguntei sobre seu dia." 
      Ela estava movendo agora, na msica, nos movimentos. "Sobre to crappy quanto seu."
      Ela quis perguntar a ele sobre Browning e Brightstar. Ele provavelmente conheceu eles, ou deles. Eles eram o tipo que ele saberia, e de um modo que poderia dar sua uma extremidade neles. Mas ele podia esperar. Ela s deixaria isto espera at que ela no sentiu tudo isso tenso balled dentro dele.
      "Eu direi a voc mais tarde."
      Ela esfregou sua bochecha para seu, ento lido rapidamente seus lbios l, arreliando seu caminho para sua boca. Com um som longo, baixo de prazer, ela arrastou seus dedos em seu cabelo e usou seus lbios, seus dentes, sua lngua, seduzir.
      As preocupaes do dia deslizaram longe como ela o encheu. O calor com sua promessa de calor, o desejo preguioso que estava certo de girar para urgncia. Enquanto ele guia ela em crculos pequenos, ela o levou nesta dana mais ntimo com beijos que drogaram a mente, com as mos que despertaram o corpo.
      Como sua boca se tornou mais exigente, ela arrastou a jaqueta fora de seus ombros, ento ajuntados seus pequenos prega a de volta de sua camisa.
      Ele podia sentir a msica, uma espcie de subir pulsao dentro dele como ele saboreou a carne de sua garganta. Que batida dentro dele batida para ela, e sempre iria. Seus dedos estavam ocupados agora com os botes de sua camisa at como ele empurrou sua prpria jaqueta abaixo seus braos.
      Ela se agitou livre dele na frente de sujeio seus dentes, pequenos, mordiscando mordidas, em seu ombro nu.
      "Voc est me ultrapassando," ele administrou.
      "Continue." gil e rpida, ela desenganchou sua cala comprida e fechou ela o dar.
      Seu sangue surgiu, roubando sua respirao de forma que ele apalpou com seu equipamento de arma. Entretanto ele bate o lanar, a correia engatou com sua camisa meio aberta. "Inferno sangrento."
      Seu risada era amortizado contra sua boca, e suas mos eram inumanas.
      Ela podia sentir seu corao furioso contra sua agora, da mesma maneira que ela podia sentir sua luta para controle. Mas ela faria ele perder controle este tempo, at que ele pensou sobre nada alm de seu, sentida nada alm daquela queimadura no sangue.
      Ela soube como a necessidade construiria neleem seuajuntamento rpido e quente, to doloroso quanto uma contuso fresca, espalhando at o sistema gritado para lana.
      Isso era o que ele a trouxe, o que eles trouxeram um ao outro.
      Eles arrastaram um ao outro para o cho, rolando acima do tapete como eles puxaram e arrastaram em roupas, como d apressado acima de carne e boca mida buscou boca.
      Ela o quis selvagem, descuidado, furioso, e soube seu corposuas debilidades, sua forabem suficiente para explorar ambos. Ela sacudiu poder contra poder e sentiu um jacto fresco de excitao quando sua respirao compreendeu seu nome.
      Suas mos eram speras, ela quis eles speros, como eles fizeram correr acima dela. Sua boca era quente, voraz quando fechou acima de seu peito.
      Alimentao, ele a alimentou de forma que at que ela voou acima de que primeira whippy extremidade, ela podia almejar mais.
      Quando ele clamped seu der seus pulsos para quietas suas mos, ela no lutou. Ela deixaria ele acreditar em que ele teve o controle, deixe ele tomar e tomar at que ele pensou eles ambos. Ela arqueou, oferecendo a se para aquela boca avara, e absorvida todo quebrando excitao.
      E quando ela o sentiu cinta para mergulhar dentro dela, ela rolourpido como uma serpentee inverteu suas posies. Agora suas mos cuffed seus pulsos, e seu corpo alfinetou seu.
      "O que seu seja pressa?"
      Seus olhos eram loucamente azuis, sua respirao em farrapos. "Cristo, Eve."
      "Voc s ter que esperar at eu sou feito com voc."
      Sua boca esmagada abaixo em sua.
      Seu sistema era um nervo cru, e ela desprezou prazer acima dele sem clemncia. Sua pele era lisa com suor, seu corao um sopro de martelo doloroso contra suas costelas, seu sangue j gritando em suas orelhas. E ainda ela o usou.
      Ele ouviu que ele mesmo diga seu nome novamente, novamente, ento perdidas suas prprias palavras em uma inundao frentica de Gaelic que poderiam ter sido oraes, poderia ter sido maldies.
      Quando ela rosa acima dele, sua pele que cintila nas luzes vermelhas ltimas do sol agonizante, ele estava alm de qualquer fala.
      Agora seus dedos ligados com seus, e ela o levou em.
      Ela curvou de volta, seu corpo um arco esbelto e adorvel de energia, e ele estremeceu, estremeceu, como seu fez. Ento ela trocou ela olhar, fixos seus olhos em seu. E montou.
      Ele perdeu seus sentidos, perdida sua mente como ela o dirigiu. As sensaes o bateram, muito duras, muito rpida para qualquer defesa. Como sua vista escurecida, ele podia ver seu rosto, e aqueles olhos escuros enfocados muito atentamente nele.
      Ento ele cegou como o tiro de prazer por ele, uma bala quente, e ele esvaziou ele mesmo nela.
      Eles estavam ambos quieto quivering quando ela deslizou at desmoronar em um monto suado ao lado dele no cho. Ele podia ouvir, como o rugir em suas orelhas comeou a baixar, suas boqueadas ofegantes para ar.
      Era bom para saber que ele no era o nico que foi batido ofegante.
      "Foi escuro," ele administrou.
      "Seus olhos so fechados."
      Ele piscou, s para ter certeza. "No.  escuro."
      Ela grunhiu, e ainda ofegante, sacudidos para ela atrs. "Oh sim, ."
      "Engraado, com todas as camas nesta casa com que freqncia ns acabamos no cho."
      " mais espontneo, e primitivo." Ela trocou esfregar seu alvo. "E mais duro."
      " todos isto. Eu devia obrigado por fazer seu wifely trabalho?"
      "Eu objeto qualquer para chamar que contm a palavra 'wifely,' mas voc pode me agradecer para fucking seus crebros fora."
      "Sim, realmente." Seu corao estava ainda batendo, mas ele quase teve seu vento atrs. "Obrigado por isto."
      "Nenhum problema." Ela estirou, luxuosamente. "Eu preciso ir agarro um chuveiro, e ponha em algum tempo no caso que eu peguei hoje." Ela esperou duas batidas cheias. "Talvez voc gostaria de dar a mim uma mo."
      Ele no disse nada para um momento, s continuado a contemplar o teto. "Eu devo ter parecido bastante lamentvel quando voc voltou para casa. Eu fico suado, queime totalmente o sexo de tapete, e agora voc voluntariamente decide perguntar a mim por ajuda em um caso. O que seria outra palavra para 'wifely '?"
      "S assista isto, camarada."
      Quando ela se sentou em cima, ele correu uma mo afetuosamente em cima ela atrs. "Querida Eve. Eu teria muito prazer em dar a voc um entregar o chuveiro, entretanto eu tenho algum trabalho de meu prprio para ver para. Este negcios hoje  me posto para trs. Mas talvez voc podia dizer a mim sobre ele antes de ns ir nossos modos separados pelas prximas horas do par."
      "Menina de academia, balconista de meio perodo em um 24/7," ela comeou como ela rosa para juntar roupas dispersas. "Algum a matou com uma punhalada nica para o corao tarde ontem  noite, e encheu seu corpo em caixa de um reciclar em Delancey, em frente a onde ela trabalhou."
      "Frio."
      "Fica mais frio."
      Ela disse a ele das imagens, a ponta para Nadine, como eles foram de cima chover. Ajudou, ela descobriu, examinar os passos e fases de um caso fora alto, particularmente com um pblico que levantou no nuances.
      Roarke nunca faltou um nuance.
      "Algum que ela soube, e confiado," ele disse.
      "Quase tem que ser. Ela no ps em cima uma briga."
      "Algum que mistura na academia," ele adicionou, agarrando uma toalha. "Ento se ele ou ela fosse vista vadiar, nada estaria pensado sobre isto."
      "Eleou ela cuidadosa." Fora de hbito, ela andou no tubo secante e deixou o redemoinho areo morno. "Metdico," ela adicionou, levantando ela verbaliza. "Limpo. Um planejador. Mira vai dizer a mim, quando ela perfilar, que o assassino provavelmente segura um trabalho, contas de pagamentos em uma moda oportuna, no faz dificuldade. Tem um knack com processamento de imagens, ento eu estou apostando  ou um passatempo srio ou uma profisso."
      "Existe algo que voc no disse," ele adicionou como Eve sada do tubo. "Voc no disse que ele j est procurando por seu segundo."
      "Porque ele no ." Ela scooped uma mo por seu cabelo como ela caminhou no quarto. "Ele j est nmero escolhido dois. Ele j conseguiu as primeiras imagens bloqueadas."
      Ela escolheu calas cinzas antigas e um tanque sem manga. "O clube de dados poderia estar lugar de um cantarolar. Eu verei o que eu acho nos discos de segurana e os arquivos de empregado." Ela olhou de relance acima de seus ombros. "Voc no acontece possuir Faz A Cena."
      "No toca," ele disse facilmente como ele coloca uma camisa fresca. "Eu tenho alguns clubes de dados em torno da cidade, mas a maior parte de meu so perto das escolas ou em campus. Mais trfico, isto , mais lucro."
      "Hmm. Voc j foi para academia?"
      "No. A escola e eu tive uma relao pobre."
      "Nem fez eu. eu no posso relacionar.  como outro planeta. Eu estou preocupado que eu faltarei algo l, se existe qualquer coisa l, porque eu no posso relacionar. Eu quero dizer, tome este professor. Por que ela  classes de Processamento de imagens de ensino? Ela no precisa do dinheiro, e se ela quiser trabalhar em Processamento de imagens, por que no s faa isto?"
      "Aqueles que no podem, ensine. L alguns no est dizendo junto aquelas linhas?"
      Ela deu a ele um olhar em branco. "Se voc no pode fazer algo, como o inferno pode voc ensinar outra pessoa para fazer isto?"
      "Eu no tenho a idia mais vaga. Pode ser ela aprecia ensino. As pessoas fazem."
      "Deus sabe por que. As pessoas fazendo perguntas o tempo todo, olhando para voc para as respostas, para aprovao, qualquer. Lidando com fuck-ups e smartasses e puxes pomposos. E todos assim eles podem sair e conseguir trabalhos que pagam mais que voc faz para ensinar eles como conseguir os trabalhos no primeiro lugar."
      "Alguns poderiam dizer coisas bem parecidos sobre Polis." Ele deu o entalhe em seu queixo um estalido rpido com sua ponta do dedo. "Se voc estiver ainda nele quando eu for feito, eu darei a voc uma mo."
      Ela consertou um sorriso em seu rosto. "Se voc estiver ainda nele quando eu for feito, eu darei a voc uma mo."
      "Isto  uma ameaa muito srdida."
      ***
      Em seu escritrio, Eve encabeada diretamente para a cozinha e o AutoChef ordenar em cima caf. Em sua escrivaninha, ela carregou os discos do clube de dados, ento absently levantou a esttua da deusa me Peabody deu a ela.
      Talvez traria sua sorte, ela pensou, e anotar isto novamente, ordenou as imagens de disco em tela.
      Ela gastou a primeiro hora threading seu modo entretanto o disco, estudando a multido, o movimento. A iluminao era pobre, escurea em cantos, severos e aos arrancos no cho de dana. Se ela precisasse para ID ningum especificamente, ela provavelmente precisaria dos mgicos de EDD limpar isto. Mas no momento o que ela viu era uma multido jovem, misturando, entrosando, cruzando.
      Como anunciou Steve Audrey estava no bar at nove quando o show de luz entrar repentinamente em ser e a msica foi de meramente alto para dano de tmpano. Ele fez seu trabalho competentemente suficiente, gastando muito tempo que conversa com os clientes, mas conseguindo encher suas ordens sem demoras.
      A maior parte dos cruzadores, masculinos ou fmeas, viajaram em pares ou lota, ela notou. No existiam muitos solos. O assassino. Cifra de Eve, estaria s. Ele no cantarolou com um amigo.
      Ela arrancou fora o poucos jogo que ela notou, marcou a seo do disco.
      E l, zeroing em, era Diego. Ela apostou o banco nisto. Vangloriando pequeno sujeito, arrumada-se em uma camisa de seda vermelha e pegged cala comprida. Heeled inicializa. Oh sim, pense que ele  um deus.
      Ela assistiu ele esquadrinhar a multido, escolha suas marcas pela noite  apressar.
      "Computador, congele imagem. Aumente seo vinte e cinco por trinta." Ela enrrugou seus lbios como ela estudou o rosto. Escuro, bonito, se voc fosse para o machista-liso, bonito-menino digita. "Computador, padro de corrida ID programa nesta imagem. Consiga-me um nome cheio," ela murmurou.
      Levaria tempo, ento ela trocou outro para trabalhar.
      Algum naquele clube transmitiu aquelas imagens para Nadine. Algum que caminhou por aquelas luzes, aquelas sombras, tampou aqueles dados em uma das unidades, codificado em nmero do Nadine s 75 e enviou isto.
      Enquanto EDD examinou cuidadosamente as estaes, escolhida sua passagem os passeios at que eles acharam os ecos, quem mataram Rachel Howard estava preparando pelo prximo retrato.
      ***
      Eu estou to cheio de energia. No pode ser um exagero para dizer que eu fui transformado. At renascido. Ela est em mim agora, e eu posso sentir sua vida dentro de mim. O modo que uma mulher deve sentir com uma criana em seu tero. E ainda, mais que isto. Mais. Para isto no  algo que necessidades mim para viver, isso precisa crescer e desenvolver. Ela  inteira e completa em mim.
      Quando eu mover, ela move. Quando eu respirar, ela respira. Ns somos um agora, e ns somos para sempre.
      Eu dei sua imortalidade. Existe algum amor maior?
      O quo surpreendente era, com seus olhos bloqueados em meu naquele momento quando eu parei seu corao. Eu podia ver neles que tudo de uma vez ela soube. Ela compreendida. E como ela regozijou quando eu desenhei sua essncia dentro de mim muito seu corao bateria novamente.
      Para sempre.
      Veja como ela olha nas imagens eu criado sua, uma atrs de outra na galeria eu dei a ela. Ela nunca envelhecer agora, ou sofra, ou saiba dor. Ela sempre ser uma menina jovem bonita com um sorriso doce. Isto  meu presente para ela, em troca de sua para mim.
      Deve haver mais. Eu devo sentir aquela inundao de luz novamente, e d a meu presente para um que merece isto.
      Logo. Muito logo, outras imagens legam graa minha galeria pessoal. Ns juntaremos-nos junto, Rachel e eu, e os prximo.
      Um dia, quando o tempo  certo, eu compartilharei o todo deste dirio com o mundial em vez de passagens pequenas. Muitos condenaro ou pergunta, at me amaldioa. Mas at l, ser muito tarde.
      Eu serei legio.
      
      
      Captulo 5
      
      A Eve despertou de um sonho de ser alfinetada debaixo de um naufrgio de trem para achar o gato que se senta em seu trax. Ronronando ferozmente, ele olhou fixamente. Quando ela s olhou fixamente de volta, ele trocou seu peso considervel e bateu sua cabea contra sua.
      "Sentindo bonito piolhento, huh?" Ela ergueu uma mo para arranhar debaixo de seu queixo onde ele gostou disto melhor. "Voc no quis dizer fazer isto, e ele estar em casa hoje. Ento voc pode se sentar nele."
      Ainda stroking o gato, ela se sentou em cima. Ela e Galahad estavam s na cama. Era ainda tmido de sete, ela notou, e Roarke j estava em cima. Ele ainda estaria trabalhando quando ela subiu na cama  uma.
      "Homem ou mquina?" Ela pediu o gato. "Voc  o juiz. Mas de qualquer modo, ele  meu."
      Ela carranca no sentar rea. Ele era freqentemente acordado antes de seu, e a primeiros coisa ela veria de manh era Roarke tendo caf e verificando a linhagem reporta onscreen, com o som muted. Era uma espcie de rotina que ela ficou acostumado.
      Mas no hoje.
      Hefting Galahad, ela desenrolou da cama e encabeada para escritrio do Roarke.
      Ela podia ouvir sua voz, esfrie e irlandesa, antes dela alcanar a entrada. O contedo era outro assunto, e pareceu ter algo para fazer com anlise de custo, projees, e quantia inicial. Ela espiou em e viu ele estando na frente de sua escrivaninha, j vestidos para negcios em um terno escuro. Trs de suas telas de parede estavam correndo, cheios com nmeros, schematics, diagramas. Deus soube.
      Existiam holo-imagens de dois homens e uma mulher acomodada em cadeiras, e outro, s fora de ao lado, de admin do Roarke, Caro.
      Curiosa, Eve abafou um bocejo, e debruado contra a porta-jamb com o gato em seus braos. Ela no o freqentemente viu por completo Roarke o modo de Magnata. Se ela estivesse seguindo o tpicoe algum de estava em, ela pensou, alemeseles estavam discutindo o projeto e fabricar de um pouco de tipo de todo-veculo de superfcie.
      Ele esteve usando um tradutor humano em lugar de um programa. Mais pessoal, ela imaginou. E ele estava muito em carga.
      A discusso movida no nitty-arenoso de thrusters e aerodinmica, hydroponics, ento ela afinou isto.
      Como o inferno ele manteve isso tudo diretamente? Ela perguntou-se. Quando ela tiver olhou de relance em antes dela ir para a cama, ele tem sido quadril fundo em algum alto-fim recorre a complexo que ele estava abrindo no Taiti. Ou talvez a Fiji. Agora ele era ar de estrada para regar veculos para a entusiasta de esporte.
      E na frente de oh setecentos.
      Ela clicou de volta em como ele feriu a reunio para um fechar. "Eu precisarei de relatrios de cada departamento por meio-dia da quinta-feira. Eu espero comear produo dentro do ms. Obrigado."
      Os hologramas piscaram longe, mas para Caro.
      "Deixe um disco deste negcios em minha escrivaninha," ele disse a ela. "E eu precisarei de voc para lidar com o assunto do Tibbons."
      "Claro. Voc tem uns oito e quinze, EOT, com o Grupo de Ritelink, e uma 'conferncia de vnculo s dez com Vestimenta de flanela, Forst, e Kline relativo ao Dystar Projeto. Eu tambm tenho seu horrio da tarde."
      "Ns lidaremos com to mais tarde. Instale Ritelink para holo, aqui, e o 'vnculo tambm. Eu preciso ser claro de meio-dia at trs, e espere qualquer outra coisa que preciso ser feito ter que ser feito daqui hoje. Possivelmente amanh tambm."
      "Certamente. Eu estou Summerset certo estar contente por estar em casa. Voc vamos conhecer como ele est fazendo?"
      "Eu irei, sim. Entretanto eu no sei o quo contente ele ser quando ele for informado que ele ter ao redor-do-relgio gostar dos prximos dias. Ele chutar em mim para isto, ainda que ele quebra a outra perna fazendo isto."
      "Bem, voc devia ser usado para aquele." Ela sorriu, girada sua cabea. "Bom dia, Tenente."
      "Caro." Galahad chamou ateno de braos da Eve, cabriolada acima de tira ele mesmo por pernas do Roarke. O tidily terno perfeito do admin, o graciosamente coiffed cabelo branco, tido Eve percebendo que ela estava de p l nos suores cinzas malfeitos que ela dormiu em. "Cedo comea para voc hoje."
      "No se voc estiver em Frankfurt." Ela olhou de relance abaixo, riu um pouco como o gato movido para o lado acima de cheirar em sua imagem e cutucou sua cabea por seu bezerro. "Ento isto  o culpado." Ela abaixou, armada sua cabea como Galahad olhou fixamente para ela. "Uma grande, no ?"
      "Ele come gosta de um cavalo de desenho," Roarke disse. "Eu sou agradecido, Caro, para voc entrar em uma hora to descrente."
      "Eu parei de notar o tempo que trabalha para voc anos atrs." Ela endireitou. "Eu cuidarei de Tibbons. D meu melhor para Summerset."
      "Eu irei."
      "Tenha um bom dia, Tenente."
      "Sim. Adeus." A Eve agitou sua cabea quando o holo desapareceu. "Ela j olha bagunada em cima? Cabelo fora de lugar, mancha de caf na jaqueta?"
      "No que eu recordo."
      "Eu no achei. O que voc est chamando isto?"
      "O que isso seria?"
      "O veculo. Voc estava conversando sobre um veculo, certo? Com os sujeitos alemes."
      "Ah, bem, ns estamos ainda chutando aquele. Caf?"
      "Sim," ela disse como ele moveu para o AutoChef. "Voc conseguiu algum dormir?"
      "Umas horas do par." Ele olhou de relance atrs como ele recuperou as xcaras. "Voc est preocupado sobre mim, Tenente? Isto  muito doce."
      "Voc tem muito em seu prato. Voc sempre tem muito em seu prato," ela adicionou como ele a trouxe o caf. "Eu s normalmente no noto."
      "Uma vez que voc est com fome, voc prefere um prato cheio a um vazio." Ele se debruou at a beijar. "Como seu prato est fazendo?"
      "Eu tenho bastante pores sobrando. Escute, se eu posso administrar isto, eu tentarei balanar para casa esta tarde para um pouco. Paraeu no sei queajudo voc ou algo."
      Seu sorriso era morno e magnfico. "Veja l. Voc est agindo como uma esposa."
      "Feche."
      "Eu gosto disto," ele disse, apoio ela contra a porta. "Bastante. Prxima coisa eu sei que voc descer na cozinha, assando."
      "Prxima coisa voc sabe que eu estarei chutando seu traseiro, e voc ser necessidades da pessoa que redonda-o-relgio se importa."
      "Ns podemos tocar doutor?"
      Ela ergueu sua xcara para esconder um sorriso relutante. "Eu no tenho tempo para suas fantasias pervertidas. Eu vou agarrar uma natao antes de eu partir." Mas ela agarrou seu queixo, plantou um beijo duro em sua boca. "Alimente o gato," ela disse a ele, e foi embora.
      ***
      Para salvar tempo, Eve balanada por levantar Peabody e encabeado diretamente para o lab. Era mais fcil apertar resultados fora de lab-tech rei Dickhead Berenski pessoalmente.
      Parada em trfico, Eve estudou seu ajudante. As bochechas rosadas e olhos cintilantes no misturaram quase com o cuspe e poliram do uniforme e policial duro, preto cala.
      "Por que voc est sorrindo o tempo todo? Est comeando a mim fazer nervoso."
      "No eu?" Peabody continuou sorrindo abertamente. "Eu acho que eu tive um realmente agradvel acorda chama esta manh. Isto  um eufemismo "
      "Eu sei o que  um eufemismo. Cristo." Eve esmurrada por um buraco em trfico, ento freou uma respirao longe do pra-choque de um CAB Rpido. "S consiga sua mente fora da cama com o resto de voc."
      "Mas ele realmente gosta disto l.  todos morno e suave e . . ." Ela diminuiu em Eve est fulminando olhar, e estudou o telhado do veculo. "Algum no conseguiu seu agradvel acordou chama esta manh."
      "Sabe, Peabody, quando voc comeou a ter sexo regular, se tal termo pode ser costumar descrever qualquer que  que continua com voc e McNab, eu figurei que voc pararia de pensar e conversar sobre sexo todo o tempo de maldio."
      "No  bom para ficar surpreendido? Mas desde que est fazendo voc aborrecido ns conversaremos sobre qualquer outra coisa. Como Summerset est fazendo?"
      "Eu no sou aborrecido," Eve murmurou. "Os homens velhos que rondam no parque e agitam seus punhos em crianas pequenas so aborrecidas. Summerset est certo. Bem suficiente para dar a Roarke um shitload de pesar sobre estar no hospital no primeiro lugar."
      "Bem, Roarke devia ser costumar a aquele."
      A Eve chupou ar por seu nariz. "A prxima pessoa, a muito prxima pessoa, que diz que vai saber minha ira."
      "Eu estou em uma primeira-base de nome com sua ira, senhor. Eu acho que isto no  o melhor tempo para dizer a voc que McNab e eu estamos pensando sobre coabitar."
      "Oh meu Deus. Meu olho." Desesperado, Eve apertou seu punho para o estremeo. "No enquanto eu estou dirigindo."
      "Ns vamos comear a procurar por um lugar porque ambos nossos apartamentos so muito pequenos." Peabody falou em uma pressa, querendo conseguir isso tudo fora antes de seu tenente implodido. "Ento eu estava perguntando-se, depois de coisas acalmar-se em seu lugar, talvez voc podia pedir a Roarke se ele tem qualquer o centro da cidade das unidades disponveis. Qualquer coisa dentro, diga, um raio de dez quarteires de Central seria grande."
      "Minhas orelhas esto tocando. Eu no posso ouvir voc porque existe isto estranho tocando em minhas orelhas."
      "Dallas," Peabody disse, lamentosamente.
      "No olhe para mim assim. Eu odeio quando voc olhar para mim assim. Como uma maldio cocker spaniel. Eu perguntarei, eu perguntarei. S no faa, no nome de tudo isto  santo, converse sobre isto mais."
      "No, senhor. Obrigado, senhor." Entretanto ela apertou seus lbios junto, Peabody no podia derrotar bastante o sorriso satisfeito consigo mesmo.
      "Enxugue aquele sorriso fora de seu rosto." A Eve torceu a roda e administrou um quarteiro cheio na frente de trfico diminudo a velocidade novamente. "Talvez voc estaria ligeiramente interessado em algum trabalho investigativo aborrecido que eu tenho sido brincando com em meu tempo livre."
      "Sim, senhor. Eu sou todo nonringing orelhas."
      "Diego Feliciano. Os trabalhos em uma famlia-possuda Mex eatery chamou Hola. Fora de Broadway s 125. Entre Academia da Cidade e Columbia. Muitos comrcio de academia. Diego um pouco de um empresrio e tem, crdito supostamente, levantado extra abastecedor algum do coeds, e seus professores dedicados, com Zoner e Empurram junto com seu burritos. Vrias prises, mas nenhuma condenao por esse motivo."
      "Este mdio tacos para almoo?"
      "Eu gosto de um bom taco. Consiga Feeney no 'vnculo. Eu quero saber o que embarcado em do EDD a transmisso para Nadine."
      "Eles eliminaram trinta por cento das estaes por vinte e dois cem ontem  noite, e estavam retomando a procura e esquadrinhar por Fazem A Cena em oh oitocentas esta manh. Eles esperam ter a unidade etiquetado por meio-dia."
      "E como meu ajudante vem por esta informaes antes de eu fazer?"
      "Bem, voc sabe . . . conversa de travesseiro. Veja, sexoneste caso uma vantagem para voc. McNab disse que eles conseguiriam por mais rpidos, mas em clubes de dados assim, as unidades esto totalmente entupidas. Mas ele est nele e  sua prioridade superior."
      Ela passou sem tocar sua garganta quando Eve no fez nenhum comentrio. "Eu devia ainda contactar Capito Feeney?"
      "Oh, Feeney e eu parecemos ser suprfluos neste momento. Voc e McPecker podem nos preencher sempre que voc sente  apropriado."
      "McPecker." Peabody bufou. "Isto  um bom. Eu vou usar isto nele."
      "Feliz para ajudar." Ela atirou em Peabody um deceptively olhar amigvel. "Talvez eu estou desperdiando meu tempo passando para o lab. Voc e Dickie tambm tiveram uma ligao?"
      "Eeeuw."
      "Minha f em voc , pelo menos, parcialmente restabeleceu."
      ***
      Dickie Berenski vestiu seu branco lab casaco acima de uma camisa amarela com pontos de polca azul. Seu cabelo magro, escuro era alisado de volta acima de sua cabea em forma de ovo. Sua ateno era enfocada em uma de suas muitas telas enquanto ele mastigou em que era remanescente de um morango bagel.
      Ele movimentou a cabea quando Eve entrou. "Finalmente, ela caminha em minha articulao novamente. No pode ausentar-se de mim, no , raio de sol?"
      "Eu tive que conseguir minhas inoculaes primeiras. Derramamento."
      "Voc no vai perguntar onde eu consegui esta multa, bronzeado tropical?"
      "No. Rachel Howard, Dickie."
      "Eu acabei de voltar dois dias atrs de uma diverso-cheia semana no Palcio do Swingers, aquele elegante todo-recurso desnudo em Vegas II."
      "Voc caminhou ao redor sem qualquer coisa cobrir aquele corpo, e ningum morreu ou enlouqueceu?"
      "Eh, eu sou construdo debaixo de minhas roupas. Qualquer hora voc quer verificar isto "
      "Pare agora, antes de coisas ficarem feias. Diga a mim sobre Rachel, Dickie."
      "Trabalhe, trabalhe, trabalhe." Agitando sua cabea, ele fugiu em seu tamborete para outra tela. "Morris deu a voc o lowdown na hora certa da morte, porque, e blah-de-blah-blah. Opes no sistema, ltima comida, nenhum contato sexual. A criana era neve dirigida. Conseguidas algumas fibras fora de suas roupas e sapatos."
      Ele tocou seu longo, dedos de aranha acima de um teclado at a imagem estalada. "Fora da parte inferior dos sapatos eu consegui fibras de tapete. Tapete de veculo. Ensacou a marca para voc. A dificuldade  isto  comum de modo. Ache este tipo, esta cor, em muitos mais baixos-fim veculos. Principalmente furges, SUVs, caminhes fabricados entre '52 e '57. Mais novo material tem sido ungraded, mas voc pode ainda comprar este tapete para substituio. Veja,  um marrom, bege, negro se mistura."
      Ele bateu a tela onde uma amostra da fibra era aumentada assim pareceu que um naco desfiado de corda. "Quase um horseshit cor. Voc consegue o tapete, ns podemos combinar isto, mas ele no  muita ajuda a menos que voc faa."
      "D-me algo melhor."
      "Um pouco pacincia, um pouco respeito." Ele encheu o resto do bagel em sua boca e discutiu isto. "As fibras em suas roupas da cadeira ele a teve em. As cores combinam a imagem que ele atirou, e so novamente tpico de baixo-fim tapearia tecido. Nosso sujeito no gasta muito dinheiro em veculos e moblia se estes so representativos. Mas . . ."
      Ele moveu para outra imagem. "Ele no restringe nos encarecimentos. Olhe, aqui esto tiros de seus tomados antes. O tiro de seu tomado ps-mortem. Ele comps seu rosto para o retrato."
      "Sim, eu consegui isto j."
      "Nenhuma desta partida de produtos usada qualquer coisa que ela teve em casa. O fato , voc pode ver do candids que ela no vestiu muito rosto pintar. No precisou disto. Conseguiu um olhar fresco sobre ela. Mas ele a poliu em cima para este atirado. As amostras tiradas do corpo so superiores-gaveta, encarecimentos profissionais. O tipo de modelos de material e atores usam. Esta marca de nome de contador de tintura de lbio Barrymore, sombra Primeiro Rubor? Vai para cem smackeroos varejo."
      "Eu precisarei da lista de todos identificaram produtos."
      "Sim, sim." Ele sacudiu seu um disco. "E ns conseguimos outro petisco interessante. Os rastros de NuSkin colocar bandagem em seu trax."
      "Sim, ento Morris disse."
      "O unmedicated tipo. Ele colocou bandagem o ferimento, mas nenhum ponto em medicamento porque, eh, menina morta. Mas ele no quis sua hemorragia em sua camisa." Ele educou uma imagem de close-up do ferimento na tela. "Nenhum buraco correspondente na camisa ela estava vestindo. Ele no a apunhalou pela camisa ou o suti."
      "Ele levou eles fora de seus primeiros," Eve murmurada. "Talvez no fora de, talvez acabou de soltar eles. Apunhalada ela. A bandagem de presso para parar a hemorragia assim no embarcou em suas roupas para o tiro. Abotoadas suas costas em cima, posada ela. Mas quando ele fez, ele toma a bandagem fora de novamente. Por que?"
      Ela compassou longe para pensar. "Porque ele era feito. Ele est acabado com ela e ela  lixo justo agora. Talvez ele se preocupa sobre impresses digitais na bandagem, ou que pode de alguma maneira ser localizado de volta para ele. Ou talvez ele no pensa ou preocupao sobre isto, e acabou de deter isto como um fucking recordao." Ela arrastou uma mo por seu cabelo.
      "Eu vi mais doente," Dickie comentou.
      "Sim, existe sempre mais doente."
      ***
      "Trina seria uma boa fonte nos encarecimentos," Peabody disse como eles voltaram no carro. "Ela saberia todas as fontes locais e on-line para os produtos."
      "Sim." A Eve j pensou sobre isto. E do que aconteceria se ela contactasse o estilista. Ela seria presa em um pouco de tipo de sesso horrorizante e sdica que cortes de cabelo envolvidos e facials e tratamentos de corpo.
      Ela estremeceu.
      "Voc conversa com ela."
      "Covarde."
      "Est certo. Queira fazer algo disto?"
      Peabody estudou cabelo da Eve. "Voc podia provavelmente usar um pouco elegante."
      "Talvez voc podia usar um bom colonic."
      Peabody curvou seus ombros. "S dizendo."
      "Contacte ela quando voc voltar em seu cubo. Eu no quero estar em qualquer lugar na redondeza. Se ela perguntar, diga a ela que eu estou em uma investigao altamente secreta fora de planeta. Eu no posso voltar por semanas. No, anos."
      "Cheque. Enquanto isso?"
      "Diego."
      "No  hora do almoo."
      "Voc pode ter um caf da manh burrito."
      ***
      Mas Peabody soube que ela era condenada para ir faminto dentro cinco minutos de entrar no bonito cantina. Cheirou grande. Todo picante e extico. As crianas eram chomping abaixo suas comidas matutinas em barracas e de quatro topos, dando o lugar um buzzy tagarela enquanto o waitstaff movido ao longo eficazmente, topping fora de assalta de imagina cafs.
      Diego no trabalhou o caf da manh trocar que eles eram informados por um dos ocupados garonetes. Ningum o viu at meio-dia quando ele surfaced de seu apartamento acima do cantina.
      "Trabalhos o almoo e turnos de jantar," Eve disse como eles encabearam at o apartamento. "Pontas melhores, mais ao. Venha de ter um tio como um chefe. Veja se ele for pego um indicador de veculo debaixo de seu nome, Peabody. Ento verifique o tio, ou os negcios para um furgo."
      "Nisto."
      Peabody comeou a procura como Eve batida na porta. Existia silncio, ento ela usou seu punho. Os momentos mais tarde existia uma inundao de espanhol. Do tom, ela levou ele para ser maldies. Ela bateu novamente, e segurou seu distintivo at o Judas fura.
      "Abra, Diego."
      "Nada debaixo de seu nome," Peabody disse debaixo de sua respirao. "O tio pegou um sedan ltimo modelo, e um furgo de servio."
      Ela cessou bruscamente quando Diego abriu a porta e ela era oferecida a uma exploso de cor de um par de pijama azul eltrico.
      McNab, ela pensou, totalmente cavaria neles.
      "Sobre o que isto ?" Seus olhos eram escuros e slumberous, sua posio ambos preguiosos e convencidos. Como ele esquadrinhou Eve, seus lbios cheio aparecer sorriso de um olhar de soslaio enquanto ele ergueu um dedo para correr isto acima do ponto de barba em sua retrocedendo queixo.
      "Perguntas. Queira que eu perguntar a eles fora aqui, ou do lado de dentro?"
      Ele encolheu os ombros, usando um ombro, ento varrido seu entregar o que deveria ser um gesto elegante como ele andou de volta. "Eu senhoras sempre bem-vindo em minha casa. Caf?"
      "No. Noite na frente de ltima. Voc sabe a broca."
      "Eu sinto muito?"
      "Onde voc estava noite na frente de ltima, Diego? Quem voc era, o que voc estava fazendo?"
      Ela conseguiu um olhar para o quarto enquanto ela falou. Pequeno, fornecido em estilo de deus de sexo de vermelho e preto. Demais morno e cheirando muito fortemente de alguma gua-de-colnia almiscarada.
      "Eu era com uma senhora, claro." Ele relampejou dentes brilhantemente brancos. "E ns estvamos fazendo amor doce, doces na noite toda longos."
      "Senhora conseguiu um nome?"
      Ele lana seus fortemente olhos chicoteados descendentes. "Eu sou demais de um cavalheiro para dizer."
      "Ento eu darei a voc um. Rachel Howard."
      Ele continuou a sorrir, e ergueu suas mos, palmas em cima.
      Eve gesticulada para Peabody, e tomou o retrato de Rachel, segurou isto. "Refrescou?"
      "Ah, sim. Bonito Rachel do danar ps. Ns tivemos um sumrio e romance bonito, mas eu tive que fim isto." Ele deitou uma mo dramtica em seu corao, e um anel de ouro piscado em seu pinky. "Ela quis demais de mim. Eu tenho que dar eu mesmo para todas as senhoras, no s um."
      "Voc concluiu isto? Apunhalando ela no corao e a lanando em um reciclador?"
      O sorriso desapareceu como sua mandbula solta, e sua expresso foi brilhante com medo. "O que  isto?"
      "Ela foi noite morta na frente de ltima. A palavra  que voc estava a discutindo, Diego."
      "No. Nenhum modo." O acento espanhol leve desapareceu, e sua voz era toda Nova York. "Ns danamos alguns tempos, isto  todo, naquele clube de dados muitos os declives de multido de academia em. Eu bato nela, certa, nenhum crime nisto."
      "Voc veio por seu lugar de emprego."
      "Ento o que? Ento o inferno o que? Quis um gosto, isto  todo."
      "Que tal seu sumrio e romance bonitos?"
      Ele se sentou agora, olhando ligeiramente mal. "Ns nunca descemos para isto. Eu a levei para jantar, mostrou a ela um tempo bom, ento ela rejeitou me sumariamente. Desafiou-me, ento eu ponho o apertar. Figurou que ela estava me tocando, quis uma perseguio."
      "Queira dar a mim aquele nome da senhora agora?"
      "Eu no sei isto. Jesus. Eu estava no salto, clube bater. Conseguiu um pouco ao com um pouco de menina em seu lugar. No Lado do Leste. Merda. Segunda Avenida. Halley, Heather, Hester. Fuck se eu souber. S um pouco de blonde chica que quis um estrondo."
      "Voc vai querer fazer melhor."
      "Olhe." Ele pe sua cabea em suas mos um momento, ento scooped eles por todo o negro brilhante. "Ns ramos perdidos, certos? Marcou um pouco Zoner, imergiu um pouco Erotica. Foi para seu lugar. Segundo, eu sei que foi Segundo, talvez nos Anos trinta. Prximo a um metr, 'porque eu peguei um trem casa s trs, talvez quatro de manh. Era s um estrondo de uma noite. Quem presta ateno?"
      A Eve movimentada a cabea em direo aos retratos de desnudos e escassamente vestiu mulher que graced suas paredes. "Voc gosta de tomar retratos, Diego?"
      "Huh? Oh. Homem, o que  isto? Eu carrego eles da Net, emoldure eles. Eu gosto de olhar para mulheres, ento o que? Eu gosto de mulheres, e eles como eu. Eu no vou ao redor matana eles."
      "Enlodado," era opinio do Peabody quando eles caminharam de volta para o carro.
      "Sim, enlodado seja uma ofensa, mas ele no  um crime. Ns conseguiremos uma procura pelos veculos do tio, veja se ns conseguirmos uma partida de fibra. Mas eu no posso ver ele planejando este. Estalando ela no calor do momento, talvez, mas pondo todas as partes em jogo? Ele  um operador insignificante. Ainda, ele poderia marcar o opiates, tido contato com a vtima, uma razo para ser aborrecido com ela, tocou no clube onde a transmisso era enviada, e tem acessar para um veculo que ajusta o tipo geral que ns suspeitamos fomos usados para transporte. Ns o manteremos na lista pequena."
      "O que agora?"
      "Ns estamos fazendo compras."
      "Senhor, voc teve um sopro para a cabea recentemente?"
      "Mquinas fotogrficas, Peabody. Ns vamos tomar mquinas fotogrficas de um olhar para."
      Ela correu uma lista a noite na frente das sadas superiores para mquinas fotogrficas e material de processamento de imagens na cidade. Isto era algum que considerou ele mesmo um profissional, at um artista, e que teve orgulho em seu trabalho. Para Eve, isso significou que ele teria orgulho em suas ferramentas.
      Um bom investigador teve que entender a arma de assassinato. Uma cmera matou Rachel, todo pedao tanto como a faca por seu corao.
      Ela andou em Fabricantes de Imagem em Quintos.
      Businesslike, ela notou, esquadrinhando as prateleiras e contadores. Organizou. Alm de produtos existiam duas telas de parede que correram vrias fotografias quietas, todo muito colorido e artsy.
      Um homem pequeno, escura-cabeluda em uma camisa branca flcida apressou direito acima dela. "Algo que eu posso mostrar a voc?"
      "Dependa." Ela sacudiu sua jaqueta para mostrar ao distintivo que ela enganchou para seu cinto. "Eu consegui algumas perguntas."
      "Cristo em uma muleta eu paguei aquelas citaes de trfico. Eu consegui um recibo."
      "Bom para saber. Isto no  sobre citaes de trfico. Eu tenho algumas perguntas sobre mquinas fotogrficas. Sobre fotografias, processamento de imagens." Ela tirou o sincero atirado de Rachel no trabalho. "O que voc pensa sobre este?"
      Ele tomou istopontas do dedo e dedo polegarnos cantos. Ento imediatamente xingada fora uma respirao. "Eu vi isto. No noticirio. Isto  aquela menina que eles acharam o centro da cidade. Est uma vergonha suja. Uma maldio, vergonha suja."
      "Sim, . Que tal a fotografia. Ele algum  bom? Artisticamente falando."
      "Eu vendo mquinas fotogrficas. Eu no sei dick sobre arte.  bom resoluo. No foi tomado com um throwaway. Espere."
      Ele apressou longe novamente, sinalizada para uma mulher atrs do contador. "Nella. Tome um olhar para isto."
      A mulher era magra como uma vara com cabelo de magenta que rebelar-se em um lao de seis polegadas aquela enrolada atrs na coroa de sua cabea. Em baixo do acordo, seu rosto era um tringulo de absoluto branco aliviado por lbios de magenta e olhos.
      Ela estudou a fotografia, ento Eve.
      "Isto est a menina morta." Sua voz era Rainhas nasais. "Eu a vi no noticirio. O doente fuck quem matou ela tomar isto?"
      "Isto  a teoria. Como est o doente fuck como um fotgrafo?"
      Nella deitou a fotografia no contador, examinou isto. Segurou isto at a luz, derruba isto novamente, e olhou para isto por uma mo-seguro magnifier.
      "Bom. A favor de ou amador talentoso. Pegou resoluo excelenteboa textura, luz, sombras, ngulos. Mostre a uma conexo com o assunto."
      "O que voc quer dizer, conexo?"
      Nella abriu uma gaveta, tirou um pacote de gengiva. Ela continuou a estudar a impresso como ela desembrulhou uma vara. "Ele no est s estalando tiros do cachorro de famlia ou o Principal fucking Canho. Este shows um afeto e compreenso do assunto. Uma avaliao para sua personalidade.  um retrato sincero bom feito com um bom olho e uma mo fixa."
      "Que tipo de cmera ele usou?"
      "O que sou eu? Sherlock fucking Holmes?" Ela cacarejou em sua prpria genialidade e dobrou a gengiva em sua boca.
      "O que voc usaria, se voc tomasse voc mesmo seriamente? Se voc quisesse documentar um assunto sem seu conhecimento?"
      "Bornaze 6000 ou o Rizeri 5M, se eu tivesse bolsas de dinheiro. O Hiserman DigiKing, se eu no fiz." Ela puxou uma cmera o tamanho de sua palma fora da exibio. "Isto aqui  o Rizeri. Modelo de bolso da melhor qualidade. Voc quer sincero, voc precisa de pequeno. Mas voc quer arte, voc provavelmente no vai para a lapela ou tamanho de espio, ento se voc for qualquer bom, isto  seu beb. Especialmente para trabalho srio. Esta interfaces com qualquer comp."
      "Quantos destes voc vende em tempo de ms?"
      "Inferno, ns talvez vendemos uma dzia destes em um ano. As boas notcias so que eles so condenar prximo indestrutvel. E isto  as notcias ruins, tambm. Voc compra um, voc conseguiu isto por toda vida a menos que voc melhore. E neste momento, no existe nenhum lugar para melhorar."
      "Conseguiu uma lista de clientes para os trs modelos que voc mencionou?"
      Nella estalou sua gengiva. "Voc pensa que aquele doente fuck comprou algo aqui?"
      "Precise comear em algum lugar."
      "Ns correremos as trs marcas," Eve disse a Peabody quando eles saram. "Comece cidade larga, veja se algum estalar. Eu farei uma probabilidade neles, mas eu estou apostando da melhor qualidade. Ns cruzamos as mquinas fotogrficas com os encarecimentos, e talvez ns ficaremos sortudos."
      "E se ele alugou o equipamento?"
      "No estoure minha bolha." Mas ela apoiou-se no carro antes de abrir a porta. "Sim, eu pensei sobre isto, mas ns vamos com compra primeira. Quantos fotgrafos profissionais fazem que voc figura est na cidade?"
      "Isto pode ser uma pergunta de escolha mltipla?"
      "Ns vamos descobrir. Ns comearemos com quatro setores. Cena de crime, residncia da vtima, academia, clube de dados. Ele teve que ver ela para a querer. Ela teve que o conhecer, pelo menos por viso, ir com ele. Uma vez que ns conseguimos isto, ns voltamos para entrevistas. As pessoas quem a conheceram, ensinada ela, trabalhada com ela. Fotgrafos de rea, artistas de processamento de imagens."
      Seu vnculo de coliso buzinou como ela fundiu com trfico, bonito rosto estalado do e McNab em.
      Ele teve seu cabelo loiro longo puxado atrs para exibir-se o trio de aros prateados em seu lbulo da orelha.
      "Oficial de Tenente. Eu tenho pegged sua unidade. Se voc quiser balanar por ehahafaz a cena, eu sou"
      "Pegue isto para Central," Eve disse a ele. "A transmisso para Nadine era enviada  uma e vinte com uma ala. Corra o disco de segurana. Eu quero ver que estive usando aquela estao naquele tempo. Eu quero aquele individual ID iria o mais rpido possvel. Eu estou em minha entrada."
      "Sim, senhor. Mas poderia me levar um pouco enquanto para"
      "Condio que encontra s onze cem. Eu estou registrando um quarto de conferncia agora." Ela atirou um olhar para Peabody que obedientemente retirou-se seu Comunicador fazer isso. "Estar l, com os dados." Ela esperou uma batida. "Rapidamente trabalha, Detetive."
      Seu rosto clareou novamente antes dela o cortar fora de.
      "Quarto de conferncia Uma, Tenente," Peabody disse a ela.
      "Multa. Contacte Feeney e o pea para junte-se a ns."
      ***
      Ela teve tempo para organizar suas prprios dados, correr probabilidades, estudar ambos o lab e MIM relatrios antes de atualizar sua prprio. Ento culpabilidade teve ela contactando Nadine.
      "Eu quis educar voc acelerar, mas no existe um inferno de muito que eu posso dizer a voc."
      "Dir a mim," Nadine corrigiu.
      "Pode ou vontade. Eu tenho ngulos que eu estou trabalhando, e um principais eu estou para olhar para mais prximo."
      "Que principal?"
      "Se qualquer coisa aparecer inesperadamente disto, eu direi a voc. Voc tem minha palavra. Eu no estou cortando voc, eu s no tenho nada para dar a voc."
      "Existe sempre algo. D-me algo."
      A Eve hesitou, ento estourou uma respirao. "Voc pode dizer que uma fonte em Central de Polcia confirmado que no existia nenhum sexual assaltar, e investigadores acreditam que a vtima conheceu seu assassino. O primrio  indisponvel para comentrio neste momento."
      "Liso. Veja, existe sempre algo. O corpo foi lanado para a famlia?"
      "O Examinador Mdico lanar o corpo para a famlia da vtima amanh. Eu preciso ir, Nadine. Eu tenho uma reunio."
      "Mais Uma coisa. Voc confirmar que o primrio, e o time investigativo, acredite que assassino do Rachel Howard matar novamente?"
      "No, eu no irei. No toque aquele carto, Nadine. No toque aquele carto at que caia."
      Ela quebrou transmisso, esfregada ela d seu rosto. Porque, ela pensou, iria cair logo o bastante.
      ***
      Ela foi a primeira a chegar no quarto de conferncia, ento ela acomodou-se, tirou seu caderno, e comeou a escrever e revisar.
      Imagens, mocidade, pura, retrato, luz.
      Sua luz era pura.
      Virgindade?
      Como o inferno o assassino saberia sua condio sexual?
      O assassino tinha sido um confidente? Um amante potencial? Conselheiro, figura de autoridade?
      Quem fez Rachel confia? A Eve perguntou-se e trouxe o bonito, sorrindo enfrente de volta em sua mente.
      Todo condena corpo.
      Ela mesma j confiou pessoas muito completamente, ento simplesmente? Dificilmente, Pensou Eve. Entretanto novamente, ela no veio de um bom, estvel casa, com pais bons, estveis e uma irm de criana esperta. Tudo tinha sido quase preternaturally normal em vida do Rachel. At as ltimas horas disto. Famlia, amigos, escola, um shitty trabalho de meio perodo, um bairro povoado.
      Em Eve de idade do Rachel j se formou da Academia, tido j donned uniforme do policial. J viu morte. J causou isto.
      E ela no tinha sido um virgem, no desde que ela tem seis anos. Sete? Que idade ela teve sido a primeira vez que seu pai a estuprou?
      Que diferena fez? Sua luz teve certo como inferno nunca sido puro.
       disso que o desenhou para ela. O que ele quis dela. Sua simplicidade, sua inocncia. Ele a matou para eles.
      Ela examinou como McNab entrou, carting a unidade vultosa do clube de dados.
      Ela no podia se parar de verificar o ritmo de seu passeio. O ms prvio ele tomou um golpe direto com uma polcia emite, e ele levou vrios dias de preocupao cheia at o sentimento comeou a voltar em seu lado deixado.
      Ele no era bastante atrs a cabriolar novamente, Eve notada. Mas no existia nenhum flcido, no arrasta no passo. E os msculos pegajosos em ambos os braos estavam inchando satisfatoriamente no esforo de levar a unidade.
      "Desculpe, Tenente." Ele soprado um pouco, e suas bochechas j estavam vermelhas de arrastar o peso. "S me leve um minuto para instalar."
      "Voc no est atrasado ainda." Ela assistiu ele  medida que ele trabalhou.
      Ele vestiu calas de peso do vero na grama verde com um topo de pele que teve faixas verdes-e-brancas. O colete acima de era cor-de-rosa quente, como suas sandlias de gel.
      Rachel tinha vestido cala jeans e uma camisa azul. Deslize-em sapatos de tela. Dois pequenos pinprick cravos, prata, em cada orelha.
      Vtima e policial, ela pensou, poderia ter vindo de planetas diferentes.
      Ento por que um conservador fez menina jovem freqente um clube de dados? Ela no era um geek ou uma monstruosidade, um nerd ou um cruzador. Qual era o desenhar?
      "Voc bate os clubes de dados em seu fora de-tempo, McNab?"
      "Nah, no tanto. Cidade de enfado. Eu fiz algum quando eu era uma criana, e fresca na cidade. Figurou que eu acharia ao, e saias que seriam impressionadas com minhas habilidades mgicas com o comps."
      "E voc achou eles? Ao e saias?"
      "Certo." Ele mandou a ela um sorriso rpido e mau. "Toda era pr-She-Body."
      "O que ela estava fazendo l, McNab?"
      "Huh? Peabody?"
      "Rachel." Ela fugiu a mesa abaixo de retrato em direo a onde ele estava trabalhando. "O que ela estava procurando por naquele clube?"
      Ele angulado sua cabea para estudar o retrato. " um grande desenha para alunos, especialmente debaixo de beber idade. Voc pode entrar e tocar grownup. Bebidas sem lcool com nomes mordazes, msica quente. Voc conseguiu o comps assim voc pode fazer a tarefa de casa, fratura, tome um giro no cho de dana, converse sobre classes, paquere. Qualquer. , eu no sei, uma ponte entre estar uma criana e sendo um adulto.  por isso que voc no v muitos acima de-anos trinta naqueles lugares."
      "Certo. Eu consigo isto." Ela permaneceu, rumo a caf como Peabody se apressou em alguns passos  frente de Feeney.
      "Parea com a quadrilha  todo aqui." Feeney soltou abaixo  mesa. "Que tal um golpe de que caga, criana?"
      A Eve conseguiu um segundo assaltar. Criana, ela pensou. Feeney era o nico que semprejchamou seu isto. Estranha que ela s notaria isto.
      Se ela tivesse uma ponte, Eve percebida, tinha sido Feeney.
      Ela fixa o assaltar abaixo na frente dele. "Certo, isto  o que eu tenho."
      Uma vez que eles eram informados, ela gesticulou para McNab. "Acima de voc, pessoa importante."
      "A transmisso era enviada desta unidade para a estao do Nadine Furst s 75. Ns temos o tempo pisar mquina do Nadine, e o correlatar pisar isto. Quando revisando o disco de segurana pelo tempo em questo, ns vemos . . . muito relampejar luzes, corpos, e massa. Na tela," ele ordenou.
      "Esta unidade esperar." Ele entrincheirou-se vrios de seus muitos bolsos at que apresentou um ponteiro de laser. "Aqui." Ele circulou uma seo da tela. " bloqueado pelas pessoas movendo ao redor, de um lado para outro, aglomerando em. Mas aqui, sim, pause disco. Aqui voc consegue um vislumbre do operador. Tela de diviso, exiba imagem realada. No tomou muito, s batendo fora a luz mostra, aumentando."
      "Fmeas." Olhos frescos, Rosa de Eve para andar mais ntimo para a tela. "Anos vinte meios, topos, corrida misturada. Ela pesa cem libras se ela estiver arrastando um pacote de campo cheio e botas de salto cansativo. Nenhum modo esta menina matou Howard, e a arrastou em cima e naquela caixa. Ela  um fucking palito."
      "Dados junkie," McNab disse.
      "Um o que?"
      "Dados junkie. Eles saem de em dados. No pode conseguir suficiente da mquina. Alguns deles buraco em cima em algum pequeno quarto e tem pequeno nenhum para contato com .  toda a mquina. Outros gostem de estar ao redor pessoas, ou tenham pessoas ao redor. Eles levantam um pouco de mudana enviando e recebendo, ou fazendo negcios de relatrios, escola, qualquer. Qualquer coisa que d a eles uma razo para lidar com dados."
      "Como EDD geeks," Eve comentada.
      "Eh." Mas lbios twitched do Feeney. "Os dados joga fora raramente seguram trabalhos reais. Ou no mantenha eles." Ele drummed seus dedos como ele assistiu a tela. "Sim, l voc vai. Existe uma gota. Veja, a garonete entregou uma pilha de discos. A garonete provavelmente toma um clube de corte poderia, muitodo que o dj carrega por transmisso ou por trabalho."
      "No  ilegal," McNab adicionou. " como eu digo para voc, eh, Dallas, pode voc enviar estas transmisses para mimminha unidade desce, ou eu sou apertado por tempo, e eu dou a voc dez coros pelo tempo e dificuldade."
      "Ou se voc for um ilegais negociante, por exemplo, voc esvazia discos em um junkie, transmisses so enviadas de qualquer nmero de locais que no podem ser localizados de volta para voc."
      McNab ergueu seus ombros. "Sim, existe isto. Mas quem vai confiar um junkie para negcios srios?"
      Eve silvada fora uma respirao. "O assassino fez. Vamos conseguir ela ID iria. Ns ainda precisaremos conversar com ela. Peabody, chame o clube de dados, veja se ningum l pode dar a ns um nome em seu residente dj. Ela olha para o que ela est enviando?"
      "s vezes eles fazem, parte da excitao," Feeney disse. "Voc consegue olhadas em outras vidas ou pensamentos das pessoas sem ter que lidar com as pessoas."
      "Eu posso chegar atrs daquela parte," Eve murmurada.
      "Voc pode bloquear os dados do remetente," McNab adicionou. "Se voc quiser manter algo privado. Ainda, um bom dj podia cortar por um quarteiro. Ela no est cortando entretanto. Ela est indo pelo disco empilha muito rpido isto."
      "O que acontece para os discos quando ela fez?"
      "Garonete levantar eles de volta e do sua uma proviso fresca se existe um. Feitos discos voltariam no bar, ou uma mesa especificada para isto. Voc levanta isto atrs se voc quiser isto, ou o clube recicla. Voc deveria etiquetar eles," ele adicionou. "Se voc quiser dados gerados ou escritos, aquele pedido faz um disco, e  aparecido outro local. Mais alta da taxa isto. Ela est s fazendo enviar agora."
      "Ele podia ter entrado qualquer hora, soltou o disco. Rondado para um bebida, assistida ela envia isto. Espere seu tempo," Eve quietamente disse. "Tenha certeza que ele fique na multido assim ele no aparece na segurana. Um bebida, uma danapoderia at estar cantarolando para a prximae ele levanta o disco, pe isto em seu bolso, e passeios em fora. V para casa, consiga ele mesmo um boa noite  sono. Eu aposto que ele dormiu multa justa. E assista um pouco de tela assim ele pode ouvir tudo sobre sua multa trabalha acima de caf matutino."
      "Era fcil para ele," Feeney concordou. "Era todos fcil, diretamente linha abaixo. Ele estar esperando ansiosamente fazer isto novamente."
      "Ns corremos as mquinas fotogrficas, os encarecimentos, e os fotgrafos nos trs designaram setores. Verifique por qualquer descartou discos o clube no tem j cycled no caso de que ele no levantou isto. McNab, voc consegue encontrar os dados junkie. Voc falaria seu idioma."
      "Eu estou nisto."
      "Eu estou voltando para a academia, tome um olhar para a classe de Processamento de imagens, tente reconstruir suas ltimas horas. Ento eu preciso tomar tempo pessoal de hora. Peabody, voc  com Feeney."
      A Eve levantou as fotografias. Ela no estava pronta, no bastante, alfinetar Rachel Howard para a tbua morta.
      "Eu voltarei por quatorze cem."
      
      
      Captulo 6
      
      Teria sido diferente para Rachel, Eve pensou como ela permaneceu atrs do processamento de imagens lab e assistiu o seminrio. Tinha sido noite, e no existiria tantos alunos. Ainda Rachel teria estado em um posto de trabalho, como muitas destas pessoas jovens, refinando, definindo, ajustando, admirando, as imagens ela transferiu de realidade at cmera, de cmera at tela.
      O que ela tinha pensado como ela tomou aquela ltima classe? Sua tido mente estado nela trabalha, ou ele vagou em direo a gastar a noite com seus amigos? Ela escutou professor Browning, como alguns dos alunos eram agora? Ou ela enfocou sozinha trabalhou, sua prprio mundo?
      Talvez ela paquerou com um dos meninos que trabalharam perto. Existiam flertes aprazveis fazendoo idioma de corpo, o olho contacta, o sussurro ntimo ocasional que comps o acasalar dana.
      Ela gostou de datar, ela gostou de danar. Ela apreciou ser vinte. E ela nunca seria um dia mais velho.
      Ela escutou enquanto Browning embrulhou coisas, tarefas esboadas, e ela teve certeza que o professor viu e a reconheceu como a classe comeou a dispersar.
      Eles em dupla em cima, Eve notada. Ou agrupada em cima, com alguns solos que ventam pelos grupos exclusivos. Aquele tipo de coisa no mudou desde seus dias da escola, ela meditou.
      Deus, ela odiou a escola.
      Ela tem sido um solo, por escolha pessoal. Nenhum ponto em conseguir perto de ningum, ela pensou agora. S de passagem aqui, s marcando tempo at que eu esteja fora do goddamn sistema e fazendo minhas prprias escolhas.
      Que tinha sido a Academia. O departamento. E outro sistema.
      "Tenente Dallas." Browning gesticulou Eve adiante. Ela domesticou seu cabelo um pouco puxando isto atrs, prendendo com alfinete isto, mas ela ainda pareceu luxuriante e extica. Vista interna da dificilmente Eve de um professor de academia. 
      "Existe notcia?" Ela perguntou. "Notcias em Rachel?"
      "A contnua da investigao" era toda Eve diria. "Eu tenho algumas perguntas. Que Rachel teria trabalhado em aqui?"
      "Espere." Leeanne tirou um livro de memorando. "Isto  um curso introdutrio, semestre do vero. Ns temos vrios alunos de meio perodos, como Rachel, e uma bons poro de cheios-temporizadores em um caminho rpido durante o sesso do vero," ela continuou como ela sacudiu pelo livro. "No bastante to grande uma carga quanto durante a queda e pula semestres, mas . . . Ah sim, Rostos. Retratos na Cidade. A conexo entre imagem e fotgrafo."
      "Voc teria algum de seu trabalho recente?"
      "Sim, eu devia ter algumas amostras e terminava tarefas em meus arquivos. Espere s um minuto."
      Ela foi para seu computador, keyed em uma contra-senha, deu uma srie de comandos. "Como eu disse a voc, Rachel era um aluno consciencioso. Mais, ela estava divertindo-se com este curso. No era um fazer ou fratura para ela, simplesmente um enchedor, mas ela pe esforo em suas tarefas, e no era aquecimento justo uma cadeira. Aqui. D uma olhada."
      Ela andou de volta to Eve podia ver a tela.
      "Remke.  o sujeito que corre o deli em frente ao 24/7 onde ela trabalhou."
      "Voc pode ver ela capturou uma certa dureza pelo ngulo de sua cabea, o sobressair de seu queixo. Ele  um buldogue do olhar dele."
      A Eve lembrou do modo que ele tem Manuteno da Cidade com bagueta. "Isto est em objetivo."
      "Ainda existe uma generosidade em seus olhos que ela pega tambm. Existe o executar, o brilho de transpirao em seu rosto, e o frescor das tinas de saladas na caixa de frio atrs dele para um bom contraste e sensao de lugar.  um retrato bom. Existem alguns mais, mas isto era o melhor deles."
      "Eu gostaria de uma cpia de qualquer coisa que ela girou em."
      "Certo. Computador, copie e imprima todos documentos de processamento de imagens de arquivo de classe do Rachel Howard." Ela angulada em direo a Eve como o computador foi trabalhar. "Eu no entendo como estes ajudaro que voc acha seu assassino."
      "Eu quero ver o que ela viu, e talvez eu verei o que seu assassino viu. Os alunos que acabaram de deixar esta classe, a maior parte deles tiveram bolsas. Bolsas de disco ou carteiras."
      "Educao exige muita bagagem. Um aluno precisar de um caderno, um PPC, discos, provavelmente um registrador, e para este curso, uma cmera. Isso no toca os encarecimentos, os refrescos, os 'vnculos, as tarefas completadas, os artigos pessoais eles arrastam ao redor campus."
      "Que tipo de bolsa Rachel levou?"
      Browning piscou, olhado em branco. "Eu no sei. Eu sinto muito, eu no posso dizer que eu notei."
      "Mas ela levou um?"
      "Bem, eles todos fazem." Browning alcanou atrs de sua escrivaninha, levantou uma pasta grande. "Ento faa eu."
      ***
      O assassino manteve sua bolsa, ou dar fim a isto, Eve decidida. Ele no esvaziou isto com o corpo. Por que? O que usa estava para ele?
      Ela fez suas prprias notas como ela caminhou para corredor abaixo, como Rachel fez.
      No existiria tantas pessoas que vagam por aquela noite. S um punhado aqui e l da noite classificavero  noite, Pensou Eve. O campus no  to cheio.
      Ela saiu com um grupo. Riso, conversando. Vamos ir ter pizza, uma cerveja, caf.
      Ela recusa. Encabeando acima do dorm para rondar com alguns camaradas. At mais.
      Eve sada do edifcio, como Rachel fez, vadiou um momento nos passos, como ela imaginou Rachel fez. Ento desceu, virado sobrado no walkway.
      L pode ter sido alguns outros alunos caminhando o mesmo caminho, encabeando para dorms ou em direo a pblico transpo. Quieto, ela imaginou, teria estado bastante quieto. A rua e barulhos de trfico buffered atrs, o tamanho dos alunos em dorms ou em seus clubes e coffeehouses.
      Outros cabealho para apartamentos ou ao fora de campus. Breezing fora para o metr, o ponto de nibus. Para as instalaes de estacionamento. Alunos mais velhos, tambm, adultos que decidiram expandir seus horizontes com uma classe da noite.
      Algum poderia vagar em campus. Columbia era parte da cidade, fundida com isto. O modo que espreguiou acima de Alturas de Morningside feita segurana uma piada. Rachel no se teria preocupado sobre isto. Ela era uma menina da cidade, e ela teria pensado sobre o campus como uma espcie de abrigo.
      Ele caminhou atrs dela? Ele cruzou aquela rea aberta entre edifcios? Ou ele caminhou em direo a ela?
      Ela pausou, julgando a distncia para o dorm, as instalaes de estacionamento, os edifcios. Ele esperaria, Eve decidida. Por que  visto com ela se ele pudesse evitar isto, ento assista e espere enquanto ela girou novamente, comeado partir o walkway em direo ao dorms. Ainda um bem, passeio de cinco minutos slido, e cabealho em reas mais retiradas.
      Ela no estava com pressa, no com a noite inteira  frente dela. Escuro por este tempo, mas os caminhos so iluminados, e ela sabe seu modo. Ela  jovem e invulnervel.
       um vero quente  noite, e ela est apreciando isto.
      Rachel! Oi.
      Muito amigvel, muito fcil. Acabou de acontecer a localizar. E ela pararia, reconhea o rosto. Flash que bonito sorriso.
      Mas o assassino no quer vadiar no caminho. Algum podia vir por. Talvez caia em passo com ela manter mudana, converse sobre a escola. No que voc est trabalhando, como  isto ida? Queira que eu levar aquela bolsa para voc, pareo pesado.
      No pode a levar fora aqui, precisa a conseguir para o veculo, e isso significa instalao de estacionamento.
      Algo para a mostrar, ou d a ela. Algo no van/ car/truck. Direito estacionado acima de na Broadway. S tome um minuto. Chumbo ela ao longo de um pouco, continue o tagarelar.
      No muitas pessoas que encabeam em ou fora do campus agora. E l tem que ser um pouco de risco, ou existe menos excitao.
      Eve detoured em direo ao porto de veculo de quatro nveis na Broadway usado para estacionamento de academia. Os alunos e faculdade compraram um holo-selo, consertou isto para a janela. Eles podiam vir e ir como eles agradaram. As visitas compraram um de hora em hora ou diariamente. Ela fez uma nota para conseguir os dados em quantos veculos deixaram a instalao entre nove e dez na noite do assassinato.
      Claro, ele podia ter estacionado em outro lugar, podia ter lucked fora e achava algo na rua, mas isto era o ponto mais ntimo entre dorm e a sala de aula. E o porto era mais retirado, menos provvel para ter pessoas perto que um lugar na rua.
      Era emperrado agora, mas no teria sido aquela noite. Ningum teria pago a qualquer ateno para duas pessoas que encabeam em direo a um veculo.
      O nvel superior teria sido o mais esperto porque existiria menos carros, menos trfico no nvel superior. Consiga ela no elevador se estiver vazio, o deslizamento se no for. O elevador seria sortudo. Do lado de dentro, um movimento rpido com um total de seringa de presso de opiates, um pouco mo aperta, e ela est flutuando.
      Quando voc sair, Eve meditou como ela montou at nivelar quatro, ela  luz-encabeada. No se preocupar, eu soltarei voc fora perto do dorm. Nenhuma dificuldade em todos dirigir voc. Nossa, voc olha um pouco plido, vamos conseguir voc no carro.
      Eve sada no nvel, esquadrinhou a rea. Eles tiveram segurana droids fazer um examinar- a cada trinta minutos ou ento, mas o assassino conheceria, teria isto timed. Consiga ela no carro, e  acima dela.
      Ela seria embriagada, talvez inconsciente quando eles desciam para nvel de rua. Dirija abaixo Broadway e a leve para o lugar que voc preparou. Tenha que a ajudar do lado de dentro, ento ele pegou para ser bastante privado. Nenhum salo de entrada para ser aprovado, nenhuma segurana para registrar o momento. Uma casa, um sto do centro da cidade pequeno, uns negcios fechados pela noite, um edifcio velho fixa para renovao.
      Uns negcios talvez, com um apartamento acima disto. Todas as convenincias em um lugar. Ningum questionar o que continua dentro de quando as portas for bloqueadas.
      Ela andou acima da ferrovia, olhado abaixo acima do campus, fora acima da cidade.
      Podia ter sido feito em abaixo de quinze minutos. Adicione o tempo de transporte e existe bastante tempo sobrado para tomar aquele retrato final.
      Atrs em seu carro, Eve contactou Peabody em Central. "Consiga-me uma lista de negcios em ou em torno da academia que fornecem alunos. Roupas, comida, recreao, estude guias, qualquer. E os estdios de fotografia e galerias na mesma rea. A bandeira qualquer coisa que inclui residncia privada. Lance fora qualquer coisa com famlias. O assassino no tem um cnjuge e kiddies correndo ao redor. Eu estou tomando tempo pessoal," ela adicionou, "mas etiqueta eu se voc achar qualquer coisa aqueles anis."
      Ela clicou fora de, e encabeado em direo a casa.
      Ela odiou tomar tempo pessoal. Odiado saber que ela se sentiria culpada e pequena se ela no tomasse isto. O casamento era uma grande suficiente massa para negociar, mas ele teve muito condenou muitos offshoots. Quem podia navegar tudo aquilo?
      Ela devia ser voltar at Central, fazendo a corrida que ela s esvaziaria em Peabody se. Deixando os dados circulam ao redor em sua cabea sem esta fora de interferncia.
      Por que pessoas disseram que uma vida pessoal ocupada fez voc uma bem arredondado individual? O que ele foi fazer voc louco mais que metade do tempo. As coisas tinham sido mais simples quando suas extremidades tinha sido colocada-se em posio de ataque.
      Ela fez o trabalho, ela foi para casa. Talvez, se ela tiver estado em cima para isto, ela rondaria com Mavis. De vez em quando, ela poderia pegar um posto-trocar cerveja com Feeney.
      Mas no existiu todas estas pessoas em sua vida para se preocupar sobre. Para se importar com, ela admitiu. E agora no existia no voltando.
      Para melhor ou pior, ela pensou como ela balanou pelo porto. Existia bastante melhor com Roarke em sua vida. Ela no podia comear a medir isto. E se o pior era um fraco, azeda-enfrentada serpente, bem, ela era presa com ele.
      Mas quando a hora estava em cima, ela pensou como ela correu em cima os passos para a porta da frente, ela voltava no relgio e Roarke s teria que lidar com o paciente sozinho.
      A casa era fresca e quieta. Seu primeiro pensamento estava que existe complicaes, ou um pouco de assalto a mo armada no hospital e ela bateu Roarke casa. Ela girou para o monitor no vestbulo.
      "Onde est Roarke?"
      
      QUERIDA EVE, BEM-VINDA CASA . . .
      
      A estima, no corts do computador afina, tido seus rodantes seus olhos. Roarke teve algum misterioso-traseiro senso de humor.
      
      ROARKE EST EM QUARTOS do SUMMERSET. VOC GOSTARIA DE FALAR COM ELE?
      
      "No. Inferno." Esta significou que ela teve que voltar l? Na cova da serpente? Ela nunca entrou em quartos privados do Summerset. Emperrando ela entrega seus bolsos, ela compassou em um crculo. Ela no quis voltar l. Ele poderia estar na cama. Ela j poderia apagar o horror de Summerset na cama de sua vista uma vez vista?
      Ela no achou.
      Mas sua s escolha era para se escapar sorrateiramente da casa novamente, e sinta como um idiota para o resto do dia.
      Estupidez ou pesadelo, ela perguntou-se, ento silvada fora uma respirao. Ela voltaria, mas ela no estava entrando o quarto. Ela ficaria na rea viva, considera isto uma cortesia para ambas ela mesma e o paciente. Ela veria se Roarke precisou de qualquer coisaentretanto o que isso poderia ser ela no podia imaginare conseguir o inferno.
      Trabalho feito, vida continua.
      Ela no estava freqentemente nesta seo da casa. Por que ela precisaria ir para a cozinha quando existiam AutoChefs em virtualmente todo outro quarto? O hbitat privado do Summerset era fora da cozinha, com acesso via elevador e degrau para o resto da casa. Ela soube que ele s vezes usou alguns dos outros quartos para msica, para entretenimento, e ela gostou de pensar para cerimnias secretas.
      A porta para seu apartamento estava aberta, e o riso que despejado fora pe Eve em um humor melhor. No existia no entendendo mal Mavis Freestone tem muito prazer em cacarejo.
      A Eve olhada em e viu seu amigo mais velho, ainda em risada meio como ela permaneceu no centro do quarto. Mavis era favorecido o centro, Pensou Eve.
      Ela era uma coisa to pequena, quase fairylike. Se voc imaginasse suas fadas em pele-trancando sunsuits e sandlias de gel de neon.
      O cabelo do Mavis era vero blonde hoje, uma cor conservadora at que voc chegou s pontas rosas e azuis, e notaram aqueles enrolando pontas eram topped por sinos de prata minscula que tocaram alegremente com todo movimento. O sunsuit era pequeno e sem encosto com uma srie complexa de riscar tiras daquele mesmo rosa e azul acima de cada peito, para um diafragma nu e um par de calo de micro.
      Entretanto a barriga era plana como uma tbua, Eve era lembradacom uma afiada sacodeque Mavis teve um beb que cozinha l.
      Era, provavelmente, um pouco de tipo de moda alta, eu sou arranjo grvida, Eve meditada, projetado por um amor verdadeiro do Mavis, Leonardo, que atualmente estava olhando abaixo de sua grande altura na me elegante para-ser com tal Eve de adorao ficava surpreendida seus alunos no eram formados como pequenos coraes.
      Assistindo de uma cadeira mvel, seu rosto azedo engrinaldado em sorrisos, era Summerset.
      Ela sentiu um mexer de piedade como ela viu o ngulo duro de sua perna sustentada, embrulhado no elenco de pele, e o suporte de funda em seu ombro. Ela conheceu o que estava para quebrar ossos e msculos de lgrimae quanta pior a cura podia parecer algum para usar para fazer por ele mesmo.
      Ela poderia ter dito algo consolatory, at marginalmente amigvel, mas ele trocou sua cabea, manchada ela. Ela viu surpresa chamejar um momento antes de seu rosto fechar em um glacial zomba.
      "Tenente. Existe algo que voc precisa?"
      "Dallas!" Mavis deu um grito de saudao e expulsou seus braos. "Entre, junte-se a festa."
      A Eve seguida a direo das mos do Mavis e viu a bandeira colorida que gritou: BEM-VINDA CASA, SUMMERSET, pendurando entre o elegante draperies em suas janelas.
      S Mavis, Pensou Eve.
      "Queira um bebida? Ns ficamos gelos efervescentes." Mavis girado acima de um servidor antigo que atualmente segurou uma instalao de carnaval de gelos esmagados, gua cintilante, e xaropes. "Sem lcool," ela adicionou, "porque, sabe. A carona aqui muito jovem para beber." Ela bateu levemente sua barriga, meneados seus quadris.
      "Como ele est indo?"
      "Eu sou totalmente mag. Absolutamente ult. Leonardo e eu conseguimos a palavra em que aconteceu para Summerset. Torta de doura pobre," ela murmurou, e girou de volta para beijar o topo de sua cabea.
      A Eve sentiu ela amordaar reflexo se empenha no pensamento de Summerset e torta de doura na mesma orao.
      "Ento ns juntamos algum material de diverso, e fechou com fecho direito acima de o manter companhia."
      "Ns estvamos no doutor  esta manh, tambm." Leonardo continuou a irradiar em Mavis. Ele era drapejado em camisa de calas brancas, longas, soltas, longas, soltas que fluiu ao redor seu corpo impressionante e cintilado contra o tom de p de ouro de sua pele. Ele teve um nico pigtail drapejado abaixo um lado de seu rosto, e goste de Mavis, teve isto tipped em rosa e azul, e belled.
      "Voc est doente?" Eve exigida, esquecendo sua averso para o quarto e movendo depressa para Mavis. "O beb est doente ou algo?"
      "No, ns somos RRArolando sem parar," ela explicou. "Ns acabamos de ter um negcio de exame. E ache! Ns conseguimos retratos."
      "Do que?"
      "Do beb!" Mavis rolou seus olhos de beb azul. "Queira ver?"
      "Oh, bem, eu realmente no tenho"
      "Eu tenho eles aqui mesmo." Leonardo puxou uma carteira de alguma diviso sagaz na camisa. "Ns s tomamos aqueles que no mostra  rea pessoal do beb. Porque ns no decidimos se ns quisermos conhecer."
      "No  o todo . . ." Eve gesticulada vagamente em direo a barriga do Mavis. ". . . Coloque sua rea pessoal?"
      "Ele quer dizer quaisquer dos tiros que mostrariam se o beb tem um pnis ou uma vulva."
      "Oh." Ela realmente sentiu sangue que drena fora de seu rosto. "Deus."
      "Vamos, vamos, olhe para seu godbaby." Mavis tomou a carteira de Leonardo, sacudiu isto aberto. "Aww, voc pode acreditar nisto? Isto  muito atraente para palavras?
      A Eve viu algo que olhou, tipo de, como um macaco subdesenvolvido, calva com uma realmente grande cabea. "Uau."
      "Veja, voc pode at contar o minsculo, dedos mindinhos."
      Que, para mente da Eve, feita isso tudo mais arrepiado. O que ele fez com aqueles dedos dentro de l?
      "Leonardo vai imprimir o melhor em tecido e me faz alguns topos." Mavis enrrugou seus lbios rosa para soprar Leonardo um beijo.
      "Grande. Isso ser grande. Um." Desde que eles fizeram seu nervoso, Eve examinou o topo dos retratos para Summerset. "Eu acabei de parar por ver como tudo estava indo."
      "Deixe-me fazer voc um bebida frio." Leonardo bateu levemente ombro da Eve.
      "Sim, bom, certo. Onde est Roarke?"
      "Ele est no quarto com o assistente de mdico, tendo certeza instalado de tudo. Mavis e eu ficaremos por algum tempo."
      "Certo ns iremos." Para provar isto, Mavis perched no brao de cadeira do Summerset. "Ns vamos ser na cidade pelas prximas semanas do par, ento ns viremos por todo dia se voc quiser. E voc s tem que dar a mim um zumbido se voc for s ou sondando de tipos. Eu virei para direito." Ela tomou boa mo do Summerset, bateu levemente isto.
      A Eve sorveu em cima o gelo saboroso que Leonardo a passou. "Bem, eu s verei se Roarke . . . precisa de qualquer coisa, ento consiga ida. Eu tenho trabalhar para" Ela deixa que pendura, agradecida quando Roarke entrou do prximo quarto.
      "Oi, Tenente. Eu no estava certo que voc faria isto."
      "Eu estava no bairro." Ele pareceu saqueado, ela pensou. Voc no notaria isto, no a menos que voc saiba toda polegada daquele rosto fabuloso. E ela fez. "Eu tive uma hora para sobressalente, ento eu pensei que eu balanaria em, veja se voc precisasse de qualquer ajuda."
      "Eu penso que ns estamos sob controle aqui. PA Spence  satisfeito com os acordos."
      Existia um rpido, e audvel cheire de Summerset. "Eu estou certo que ela  mais que satisfeito no prospecto de se sentar ao redor fazendo nada alm de aborrecedores mim pelos prximos vrios dias, enquanto voc paga a ela um salrio de exorbitante."
      "Isso est certo," Roarke agradavelmente disse, "eu lego doca ele fora seu."
      "Eu no quero aquela mulher que paira acima de mim todo minuto do dia e noite. Eu sou perfeitamente capaz de ver para minhas prprias necessidades."
      " ela, ou ele  o hospital." O tom agradvel empreendeu o faintest extremidade, uma Eve reconheceu muito bem.
      "E eu sou da mesma maneira que capaz sobre fazer minhas prprias decises relativo a meu cuidado mdico."
      "Eu acho que eles no chegaram a fazer aquela tenta anal enquanto voc estava no hospital," Eve disse na frente de Roarke poder falar. "E extrato que vara de seu traseiro."
      "Eve." Roarke beliscou a ponte de seu nariz. "No comece."
      "Aqui agora." A mulher que terminou do quarto era talvez cinqenta, com um casaco branco longo acima de camisa de plido e calas rosas. Ela teve o que pareceu ser cushy, peitos redondos para ir com um cushy, alvo redondo. Eles vestidos de seu rosto, tambm cushy e redondo. Ela vestiu seu cabelo em gengibre-que cachos coloridos puxados atrs em rabo de um saltar.
      Sua voz teve aquele peppy, se comporte voc mesmo tom usado por criana-se importa trabalhadores e novio libertarem sob palavras oficiais.
      "No  bom para ter companhia? Mas ele  hora para nosso cochilo."
      "Senhora." O tom do Summerset era arame farpado. "NS no fazemos cochilo."
      "Ns fazemos hoje," ela disse, unfailingly atrevido. "Resto da hora boa, ento uma hora de terapia."
      "Eve, isto  PA Spence. Ela estar vendo para Summerset est em-casa gosta dos prximos vrios dias. Sra. Spence, minha esposa, Tenente Dallas."
      "Oh sim, um policewoman, que excitante." Ela marchou para Eve, agarrada sua mo e pumped. A pele poderia ter sido suave, Pensou Eve, mas a mulher teve o aperto de um lutador. "Voc no se preocupa sobre uma coisa, no uma coisa. Sr. Summerset est em boas mos."
      "Sim, eu aposto. Eu acho que ns devamos limpar."
      "Eu no vou ser posto para a cama gosta de uma criana. Ou spoonfed, ou cacarejado acima de por estaesta pessoa." Summerset snarled fora as palavras. "Se eu no posso ser remanescente em paz em meus prprios quartos, ento eu irei em algum lugar que eu posso ser remanescente em paz."
      "Agora, Summerset." Ainda no brao de sua cadeira, Mavis acariciou sua cabea. " s por alguns dias."
      "Eu fiz meu neste assunto abundantemente claro." Summerset dobrou seus lbios e olhou fixamente buracos em Roarke.
      "Como eu tenho meu," Roarke retornou. "E desde que voc est vivendo debaixo de meu telhado e em meu emprego, voc ir"
      "Isto, tambm, pode ser retificado."
      "Oh, voc aposta seu traseiro."
      No era respostaum do Roarke que era msica para orelhas da Eveque tiveram ela avanando. Era o tom, espessa com a Irlanda que a advertiu que ele estava para estalar.
      "Certo, todo mundo fora. Voc" Ela apontou em Spence. "Leve cinco."
      "Eu no acredito"
      "Leve cinco," Eve repetiu em um tom que fez at oficiais temperados tremem. "Agora. Mavis, Leonardo, d-me um minuto aqui."
      "Certo." Mavis se debruou acima de, bochecha do Summerset beijado. "Vai ser certo, honeybunch."
      "Voc, tambm." Ela empurrou um dedo polegar em Roarke. "Fora."
      Aqueles olhos azuis estreitados. "Eu imploro seu perdo?"
      "Eu disse limpar. Afunde para o ginsio e ataque um treinamento andride, ou at seu escritrio e compra o Greenland. Voc se sentir melhor. Decole," ela disse e deu a ele um bem, slido cutuca.
      "Multa." Ele mordeu a palavra. "Eu s irei e deixarei o dois de voc atira de lugar escondido um ao outro para a morte. Pelo menos isso por pagou  briga ao redor aqui."
      Ele andou a passos largos fora, bateu a porta.
      Summerset permaneceu, braos dobrados, rosto fixa. E presa em sua cadeira. "Eu no tenho nada para dizer para voc."
      "Boa." Eve movimentada a cabea, sorveu gelo um pouco mais saboroso. "Mantenha sua boca fechada. Pessoalmente, eu no me importo se voc desenrolar voc mesmo daqui naquela cadeira, e seja ceifada abaixo por um maxibus, mas ele faz. Ele  gasto o ltimo, o que  isto?" Ela verificou sua unidade de pulso. "Oh, trinta horas ou ento se preocuparam doente sobre voc, organizando coisas, re-organizando coisas assim voc seria confortvel, e to feliz quanto sua alma de demnio permite que voc seja. Voc assustado ele, e ele no assusta facilmente."
      "Eu dificilmente penso"
      "Feche. Voc no quer estar no hospital. Certo, l ns temos um ponto de acordo. Voc no quer o PA"
      "Ela sorri muito goddamn muito."
      "Voc cuidar disto num instante. Eu no quereria seu qualquer um, e eu chutaria sobre ele algum. Mas se eu terminasse de meu prprio pequeno mundo de cadela longa suficiente para ver o quo miservel estava o fazendo, eu pus um ligar isto. E  disso que voc vai fazer, ou eu porei um em para voc."
      "Ele no precisa de preocupao sobre mim."
      "Talvez no, mas ele ir, e voc sabe isto. Ele ama voc. E ele o rasga quando algum que ele amar ser machucado."
      Summerset abriu sua boca, fecha isto novamente. Suspirou. "Voc  certo. Queima minha lngua para dizer isto, mas voc . Eu odeio isto." Ele rapped seu punho no brao da cadeira. "Eu no gosto de ser tendido."
      "No pode culpar voc isto. Conseguido algum lcool aqui? O beber tipo?"
      "Talvez." Suspeita coberta seu rosto. "Por que?"
      "Eu figuro Spence est indo para poo-poo qualquer bebida alcolica, e se eu fosse preso com ela, eu tenho preciso de um cinto de vez em quando para contrariar o sorriso pulante e chirpy verbalizarem. Mais, se se tornasse absolutamente necessrio, eu podia a bater acima da cabea com a garrafa e a punha abaixo durante algum tempo."
      A Eve dobrou seus dedos polegares em seus bolsos dianteiros, eyeing Summerset prximo como ela ouviu ele emitir um pouco de som que poderia ter sido um risada. "De qualquer maneira, voc poderia querer tomar esta oportunidade para esconder uma garrafa em algum lugar perto da cama, onde ela no achar isto."
      A diverso soltou a tenso ao redor sua boca. "Isto  uma idia excelente. Obrigado."
      "Nenhum problema. Agora eu irei conseguir Smiley, ento voc sujeitos podem ter seu cochilo."
      "Tenente," ele disse como ela caminhou para a porta.
      "O que?"
      "Ela no me deixar ter o gato."
      Ela olhou de relance atrs, e viu uma cor de cor envergonhada choca-se com suas bochechas. Desde que ele a envergonhou, tambm, ela estudou um ponto na parede seis polegadas acima de sua cabea. "Voc o quer?"
      "Eu s falho em ver por que ele devia ser proibido de meus quartos."
      "Eu consertarei isto. Voc quer conseguir aquela garrafa agora," ela disse a ele. "Eu a segurarei fora de alguns minutos, entretanto voc  por conta prpria."
      Ela ouviu o quieto ronronar da cadeira como ela escapou a porta.
      Ela feriu sua passagem para a cozinha e achou Roarke aplacando Spence. A mulher estava ainda sorridente, mas existia algo manaco sobre isto.
      "S d a ele um momento ou dois para tranqilizar-se," Eve disse, e dirigiu-se a caf. "Ele quer o gato."
      "Eu preferiria manter a rea estril," Spence comeou.
      "Ele quer o gato," Eve disse de modo plano, e girou sua prprio sorrisoo que ela costumava soltar as bexigas de suspeitos e nefitosem Spence. "Ele consegue o gato. E voc poderia querer suavizar o metro de alegria. Ele era um mdico durante as Guerras Urbanas, e responder melhor para direto, ordens claras que arrulhando. Voc vai ter seu total das mos, Spence. Eu piedade voc." Ela gesticulou com o assaltar. "Ento s vamos conhecer se voc precisar de uma fratura para ir estrondo sua cabea contra a parede."
      "Certo ento." Spence quadrou seus ombros. "Eu irei tender a meu paciente agora."
      Roarke andou acima de, tomou o assaltar de Eve e drenou isto como Spence deixou o quarto. "Voc lidou com aquela com um grande negcio mais habilidade que eu."
      "Eu no tive que discutir com o prep trabalha. Eu era justo cleanup. Mavis e Leonardo?"
      "Eu sugeri que eles tenham uma natao. Eles vo ficar, alegre ele em durante a terapia fsica. Eu sou to agradecido, se eles no estivessem tendo uma criana, eu acredito em que eu veria se eu pudesse comprar eles um." Ele esfregou a dor atrs de seu pescoo. "Voc vai dizer a mim o que continuei l entre voc?"
      "No."
      "No ele?"
      "No. Eu estou voltando trabalhar. Voc devia fazer o mesmo, e deixe o p povoar ao redor aqui sem voc. Oh, e tome um bloqueador para a enxaqueca." Ela sorriu amplamente. "Eu no posso dizer a voc quanto eu aprecio dizer aquele para voc."
      Ele se debruou abaixo, beijada sua fronte, suas bochechas, seus lbios. "Apesar daquela observao, eu amo voc. Eu irei, realmente, tome um bloqueadorentretanto que no parece que eu precisarei do navio-tanque carregar que eu quis dez minutos atrse volta trabalhar. Eu tenho um horrio de reunio em Dochas," ele disse, referindo ao abrigo de abuso ele financiou. "Parece que eu farei isto."
      "Mais tarde ento." Ela comeou, parou. "Oh, Onde voc descobriria Smiley?"
      "Quem? Oh." Ele administrou um metade risada. "PA Spence? Louise a recomendou."
      "Eu acho que ela teve uma razo."
      "Eu estarei brevemente a vendo." Roarke abriu um armrio, tirou uma garrafa de bloqueadores. "Estar certo eu perguntarei a ela o que era."
      
      
      Captulo 7
      
      Eve encabeado diretamente para seu escritrio, hunkered abaixo em sua escrivaninha, e telefonou o Howard arquivar ver se Peabody adicionou os dados solicitados.
      Como a lista de negcios com prendeu residncias fludas na tela, ela se sentou de volta. Certo, isto ir levar tempo. Ela selecionou fora qualquer aquela lidada com fotografia ou processamento de imagens, e enfocado em uma lista mais executvel de nove.
      Com eles, ela parou a lista de suspeitos possveis procurando por outro vnculo.
      Diego Feliciano. Soube o vic, apressado e a discutiu. Tempo e dinheiro gastos nela, e no conseguiu o estrondo para seu coro. Vrias possesso com prises de intento. Acesse para ilegais. As corridas de libi gostam de uma peneira. Acesse para clube de dados e para um veculo. Pequeno sujeito, no muita fora muscular; Mais turbulenta que de sangue frio. Nenhuma habilidades de processamento de imagens conhecidas.
      Jackson Hooper. Soube o vic, desejada ela. Soube lugar de emprego e residncia de casa. Columbia freqentada. Saberia horrio de classe da instalao de campus e vic. O libi no segurar. Acesse para clube de dados. Veculo? Grande, atltico. Bom crebro. Conhecimento de fotografia pelo menos de modelagem gigs. Ofessor Leeanne Browning. Soube vic. Um dos ltimos ver vtima viva. Ensine processamento de imagens. Fotgrafo frustrado? Alibied por cnjuge e discos de segurana. O conhecimento tcnico para medicar discos? Mulher alta, bem-construiu. Forte. Conhecimento de horrio de classe de campus e vic.
      Outro possibles: Angela Brightstar, Cnjuge do Browning. Steve Audrey, clube de dados de garom de bar. O disco junkie em clube ainda para ser ID iria. Alunos das mesmas categoria em classe de Processamento de imagens. Vizinhos. Professores.
      O assassino teve uma cmera, uma boa, e equipamento de processamento de imagens, ela pensou. Ela voltaria para as ferramentas.
      "Certo, deixe seja s veja aqui. Computador, tela de diviso. Exiba mapa, dez raio de quarteiro de praa ao redor Universidade de Columbia, destaque listou endereos."
      
      TRABALHAR . . .
      
      Quando o mapa relampejado em, ela se sentou de volta, considerou. "Computador, destaque Broadway estacionando porto, Columbia. Calcule a maioria de dirige rotas daqueles endereos de local para marcados."
      
      TRABALHAR . . .
      
      "Sim, voc faz isto," Eve murmurada, e esfregou seu estmago vazio. Por que o inferno ela no pensou agarrar algo alm de caf quando ela est em casa, em uma completamente cozinha provida?
      Ela olhou de relance em direo a sua porta aberta. Por isto, ela podia ouvir o zumbido e buzinava do bullpen do detetive. Aliviando longe da escrivaninha, ela caminhou para sua porta, cutucada sua cabea fora, esquadrinhou.
      Satisfeita, ela fechou a porta, quietamente. Bloqueada isto. Ela subiu sobre sua escrivaninha, estirada em cima e trabalhou um dos azulejos de teto fora de sua fenda. Tocando seus dedos acima da parte de trs de seu vizinho, ela alcanou sua meta, e suavemente riu, quase evilly como ela demoliu o doce.
      "Eu bati voc, Adoce Ladro. Voc movendo furtivamente bastardo."
      Com tanto orgulho como avareza ela acariciou a envoltura. Era a coisa real, chocolate genuno, rico e caro que ouro. E sua. Todo sua.
      Ela substituiu o azulejo, estudando isto de todos os ngulos para certificar-se estava exatamente posicionado, ento pulado abaixo. Ela destrancou sua porta, sentada atrs abaixo, ento comeou devagar para descascar longe a envoltura com toda a ateno, o afeto, a antecipao uma mulher poderia costumar despir seu amado.
      Ela suspirou profundamente, e saboreou a primeira mordida. E saboreou ambos os chocolate e vitria.
      "Certo, vamos ficar srio."
      Endireitando em sua cadeira, ela mordiscou doce e estudou as informaes na tela.
      Browning e Brightstar tiveram um grande-traseiro apartamento perto da universidade. Rachel teria confiado seu instrutor, cnjuge do seu instrutor. Ela teria ido com qualquer um dos dois deles, ou eles dois no porto de estacionamento, at para seu apartamento se o jogo tinha sido bom o suficiente.
      Claro, existia a parte pegajosa, conseguindo Rachel passado o porteiro, segurana passada. Mas nada era impossvel.
      Motivo? Menina de cime jovem bonito. Arte? Notoriedade?
      Ela introduz dados, e ordenaram uma probabilidade esquadrinhar.
      
      COM DADOS ATUAIS, o computador informado ela, PROBABILIDADE BROWNING E/OU BRIGHTSTAR ASSASSINARAM RACHEL HOWARD  TRINTA E NOVE PONTO SEIS.
      
      "No to quente," Eve disse em voz alta. "Mas ns estamos s comeando."
      "Tenente, eu achei algo que eu penso" Peabody parou sua adiante marcha no escritrio e olhado fixamente para o pedao pequeno de doce quieto na mo da Eve. "O que  isto? Isto  chocolate? Chocolate real?"
      "O que?" Apavorou, Eve empurrou a mo atrs de sobre a qual ela atrs. "Eu no sei o que voc est conversando. Eu estou trabalhando aqui."
      "Eu posso cheirar isto." Para provar isto, Peabody cheirou o ar gostar de um lobo. "Isto no  substituto de chocolate, isto no  soja. Isto  bens reais."
      "Talvez. E  meu."
      "S deixe-me ter um pouco" Boqueada do Peabody estava chocada e sincera que Eve encheu o pedao restante em sua boca. "Oh, Dallas." Ela tragou duro. "Isso era muito infantil."
      "Uh-uh. E delicioso," Eve adicionada com seu total de boca. "O que voc tem?"
      "Eu no tenho respirao de chocolate, isto  para condena certo." No arco da Eve olha, ela cutucou em cima. "Enquanto outros, que permanecer sem nome, estava enchendo seu rosto com doce, eu diligentemente procurei um ngulo na investigao que eu acredito que poderia ser de algum interesse para o incrivelmente porco de doce egosta primrio."
      "Era chocolate escuro."
      "Voc  uma pessoa mdia e provavelmente vai para inferno."
      "Eu posso viver com isto. Que ngulo voc diligentemente procurou, Oficial Peabody?"
      "Aconteceu para mim aquele ou mais dos indivduos presos a negcios em torno da academia poderia ter uma folha. Pareceu prudente para fazer uma corrida em indivduos ditos para determinar qualquer e todos os antecedentes penais."
      "No ruim." E exatamente que Eve teve em mente fazer prximo. "Voc pode cheirar a envoltura," ela ofereceu, e segurou isto.
      Peabody fez careta, mas ela tomou isto.
      "E os resultados?"
      "Existe boas notcias e notcia ruim. As notcias ruins so as cheias da cidade de criminais."
      "Meu Deus. Como isto podia ser?"
      "Que leva s boas notcias que nossos trabalhos so seguros. A maioria de do que eu sou era material insignificante, mas eu consegui um par de bom estala. Um assaltar com ilegais possesso, e um mltiplos stalking."
      "O que seu seja escolha?"
      "Oh, bem." De repente nervoso, Peabody inchado suas bochechas. "Ns teramos que verificar ambos, porque . . . o assaltar no toca tanto desde a matana foi cuidadosa, e ele no fez spero ela em cima alguma. Mas o ilegais faz, por causa do tranq usado. Mas o stalking est mais na linha com o MO, ento eu acho que eu comearia com o espreitador."
      "Voc est vindo sem parar, Peabody. Conseguiu o nome e endereo?"
      "Sim, senhor. Dirk Hastings, Portography, no Oeste 115." 
"Dirk  um nome realmente estpido. Vamos tomar um passeio."
      ***
      Com Dr. Louise Dimatto como seu guia, Roarke tomou uma excurso dos recentemente completados quartos comuns do abrigo de abuso. Ele aprovou as cores calmantes, a moblia simples, e as protees de isolamento nas janelas.
      Ele quis estabelecer este . . . santurio, ele suposto, como uma espcie de smbolo do que ambos ele e Eve em ltima instncia escaparam. E fornecer um abrigo seguro para as vtimas.
      Ele no aproveitaria-se de tal lugar, ele pensou. No importa que faminto, contundiu, danificado, ele no teria arremessado para um abrigo.
      Muito orgulhoso, ele suposto. Ou muito sangrento queira dizer.
      Ele poderia ter odiado seu pai, mas ele no confiou os assistentes sociais, o Polis, o fazer-gooders, e figurou melhor o diabo que voc sabe. No existe nenhum sistema para ele, como existiu para Eve uma vez que ela era achada quebrada e sangrenta naquela ruela em Dallas.
      Ela aprendeu a trabalhar sua passagem o sistema, enquanto ele gastou a maior parte de sua vida trabalhando ao redor isto. E de alguma maneira ele se tornou parte dele e um fazer-melhor ele mesmo.
      Estava confundindo.
      Ele permaneceu na entrada larga levando a rea de recreao. Existiam crianas tocando um pouco muito quietamente, mas tocando. Mulheres com bebs em seus quadris, e contuses em seus rostos. Ele pegou os olhares apontaram seu pnico de modo, suspeita, antipatia, e medo sincero.
      Os homens eram um rarity dentro destas paredes, e eram normalmente a razo outros amontoada dentro deles.
      "Eu s interromperei por um minuto." Louise falou em um tom fcil como ela procurou o quarto. "Isto  Roarke. No existiria nenhum Dochas sem ele. Ns estamos contente que ele podia fazer o tempo hoje para visitar, e veja os resultados de sua vista e generosidade."
      "Tanta sua vista, Louise, se no mais.  um quarto bom, sente como uma casa." Ele, tambm, procurou, nos rostos. Ele sentiu o peso de sua espera, e seu desconforto.
      "Eu espero que voc esteja achando o que voc precisa aqui," ele disse, e comeou a sair novamente.
      "Como vem para  pego um nome to engraado?"
      "Livvy." Uma mulher magra, no mais do que vinte e cinco, por medida do Roarke, e com contuses de enfraquecido cobrindo a maior parte de seu rosto apressado acima de. Ela scooped em cima a pequena menina que falou. "Eu sinto muito. Ela no quis dizer nada."
      " uma boa pergunta.  sempre esperto para perguntar uma boa pergunta. Livvy,  isto," ele continuou, endereando a criana agora.
      "Uh-huh.  realmente 'livia."
      "Olivia. Isto  um nome adorvel.  importante, voc no pensa, o que chamado de algo? Pessoas, lugares. Seu mum escolheu um nome especial para voc, e veja o quo bem ajusta voc."
      Livvy assistiu Roarke e se debruou mais ntimo para sussurrar em orelha da sua me, alto suficiente para metade do quarto para ouvir. "Ele conversa bonito."
      "Ela  s trs." A mulher administrou um risada nervoso. "Eu nunca sei o que ela vai dizer prximo."
      "Que aventura que deve ser." Como as linhas de tenso em torno dos olhos relaxados da mulher, Roarke ergueu uma mo, alisou um dedo acima de cachos marrons do Livvy. "Mas voc teve uma pergunta sobre o nome deste lugar.  uma palavra de Gaelic, Dachas. Isto  umas pessoas de idioma velho, velho falarame ainda fizeram aqui e lno lugar eu nasci. Em ingls quer dizer espera"
      "Como eu espera que ns possamos ter sorvete novamente hoje  noite?"
      Ele relampejou um sorriso. Eles no quebraram esta criana ainda, ele pensou. E Deus disposto, eles nunca iria. "Por que no?" Ele olhou de volta na me. "Voc est achando o que voc precisa aqui?"
      Ela movimentou a cabea.
      "Isto  bom ento. Era bom para encontrar voc, Livvy."
      Ele saiu, e certificou-se que eles estavam fora de earshot antes dele falar novamente. "Quanto tempo eles tm estado aqui?" Ele pediu a Louise.
      "Eu teria que perguntar um do pessoal. Eu no lembro de ver eles quando eu estava aqui mais cedo na semana.
      "Ns estamos ajudando eles, Roarke. No todos, no toda vez, mas suficiente. Eu sei o quo duro , de minha clnica, ter alguns escaparem, e o quo duro  para no ficar envolvidos com todos, em um nvel pessoal." Entretanto ela educou em riqueza e privilegiou Louise soube as necessidades, os medos, o desespero do desvantajoso. "Eu no posso dar mais que algumas horas uma semana aqui eu mesmo. Eu desejo que pudesse ser mais, mas a clnica"
      "Ns somos sortudos para ter voc," Roarke interrompeu. "Para qualquer tempo voc pode administrar."
      "O pessoalos conselheiros e trabalhadores de criseso maravilhosos. Eu posso prometer voc isto. Voc se encontrou a maior parte deles."
      "E eu sou agradecido para voc para achar as pessoas certas. Eu no sei meu modo ao redor este tipo de coisa, Louise. Ns nunca tiraramos este sem voc."
      "Oh, eu penso que voc teria, mas no metade tambm," ela adicionou com um sorriso. "Falando das pessoas certas," ela disse, pausando pelos passos preparar o caminho para o segundo andar. "Como PA Spence  descobrir para voc?"
      Ele alarga uma respirao longa, sabendo que existiria mais inferno para pagar quando ele chegou em casa novamente. "Quando eu parti, ela ainda no sufocou Summerset em seu sono."
      "Isto  um. Eu tentarei parar por e tomar um olhar para ele eu mesmo." Ela olhou de relance em cima os passos, arrombou um sorriso enorme. "Moira, s que eu quis ver. Voc tem um minuto livre? Eu gostaria de voc para encontrar nosso benfeitor."
      "Isso faz-me soar como um homem velho com uma barba e uma barriga."
      "E que voc seguramente no ."
      Roarke ergueu uma sobrancelha quando ele ouviu os irlandeses em sua voz. Ele podia ver isto em seu rosto, tambm. A pele branca suave, o pug nariz e arredondou bochechas. Ela vestiu seu escuro blonde cabelo em uma cunha pequena para emoldurar eles. Seus olhos, ele notou, era nublado azul e inteligente. O tipo que o advertiu que ela veria o que ela com inteno de ver e manter seus pensamentos para ela mesma.
      "Roarke, isto  Moira O 'Bannion, nosso conselheiro de crise de cabea. Voc dois tem algo em comum. Moira  originalmente de Dublin, tambm."
      "Sim," Roarke disse facilmente. "Ento eu posso ouvir."
      "Pega com voc, no faa isto?" Moira ofereceu uma mo. "Eu vivi na Amrica por trinta anos, e nunca agitaram isto. Dia dhuit. Conas ta tu?"
      "Maith, v raibh maith agat."
      "Ento, voc fala a lngua velha," ela notou.
      "Um pouco."
      "Eu disse oi, e perguntei como ele era," Moira disse a Louise. "Diga a mim, Roarke, voc tem famlia j na Irlanda?"
      "No."
      Se ela notasse o apartamento, e tom muito fresco da slaba nica, ela no deu a nenhum sinal. "Ah bem. Nova York  sua casa agora, no ? Eu movi aqui com meu marido, ele  um Puxo ele mesmo, quando eu tinha vinte e seis anos, ento eu suponho  meu tambm."
      "Ns somos sortudos que ." Louise tocou em seu brao como ela girou para Roarke. "Eu roubei Moira para ns de Centro mdico de Carnegie. Sua perda  muito nosso ganho."
      "Eu penso que era a escolha certa, ao redor," Moira comentou. "Isto  uma coisa boa que voc fez com este lugar, Roarke.  o mais bom de seu tipo que eu vi, e eu estou contente para estar uma parte disto."
      "Elogio alto de Moira," Louise disse com um risada. "Ela  um muito dura vende."
      "Nenhum ponto em dizer o que voc no quer dizer. Voc viu o jardim de telhado ainda?"
      "Eu estava pulando que eu teria tempo para comear o a estudar." Estremecendo, Louise olhou de relance em sua unidade de pulso. "Mas eu estou correndo para trs. Voc realmente devia dar uma olhada antes de voc ir, Roarke."
      "Eu estaria contente para mostrar a voc," Moira disse. "Voc se importaria se ns usarmos o elevador? Existem vrios grupos e classes em sesso nos nveis superiores. A viso de voc poderia fazer alguns dos residentes intranqilos."
      "Isto  bom."
      "Voc est nas mos boas e capazes." Louise subiu para seus dedes do p para beijar bochecha do Roarke. "D meu melhor para Dallas. Eu visitar e ver Summerset a primeira chance que eu consigo."
      "Ele esperar ansiosamente isto."
      "Obrigado, Moira. Eu verei voc em alguns dias. Se voc precisar de qualquer coisa"
      "Sim, sim, continue agora. No se preocupar." Ela espantou Louise, ento gesticulou. "Ela nunca caminha quando ela puder correr," Moira adicionou como Louise dashed em direo s portas. "Um pacote de energia e dedicao, todos embrulhados em crebros e corao. Trinta minutos com ela, e eu estava concordando em renunciar minha posio no centro e levando um aquie em bastante um significante cortar a conversa salrio."
      "Uma mulher difcil resistir."
      "Oh aye. E voc  casado com um eu sou informado." Ela foi  frente por outra rea viva e para um elevador estreito. "Uma mulher de energia e dedicao."
      "Eu sou."
      "Eu vi o dois de voc no noticirio relatrios, de vez em quando. Ou leia de voc." Ela andou do lado de dentro. "Telhado por favor," ela ordenou. "Voc volta para Dublin freqentemente?"
      "Ocasionalmente." Ele soube quando ele estava sendo estudado e medido, e ento estudou e medido na sua vez. "Eu tenho algum assunto interessa l."
      "E nenhum pessoal?"
      Ele encontrou aqueles olhos, aqueles olhos inteligentes, em linha reta. Ele tambm soube quando ele estava sendo pumped. "Um amigo ou dois. Mas eu tenho um amigo ou dois em vrios lugares, e no mais gravata para Dublin que em qualquer lugar outro." 
      "Meu pai era um solicitador l, e minha me um doutor. Ambos ainda esto, venha para aquele. Mas vida consegue to ocupada, eu sou sortudo para voltar todo segundo ano por algumas semanas.  voltado bem das Guerras Urbanas."
      "Para a maior parte." Ele teve um flash das moradias onde ele cresceu. A guerra no tinha sido tipo para eles.
      "E aqui ns somos." Ela saiu quando as portas abertas. "No  este algo? Um pouco de pas, alto em cima aqui no meio da cidade."
      Ele viu as rvores ans, o florescer camas, as praas limpas de legumes com trao de caminhos diretos entre. Uma nvoa de lnguido do sistema de irrigador perptuo manteve tudo luxuriante e regado no calor ardente.
      " algo que eles podiam plantar e que eles podem manter eles mesmos. Para prazer, para practicality, para beleza." Existia uma quietude sobre ela agora, como se os jardins trouxeram sua paz. "Ns trabalhamos aqui incio das manhs e noites quando for um pouco mais gelado. Eu gosto de conseguir meu entrega a sujeira, sempre fez. Ainda, eu juro para voc, todos estes anos, eu nunca me acostumei ao calor sangrento deste lugar."
      "Louise mencionou algo sobre um jardim." Impressionou, intrigou, ele caminhou por. "Eu no tive nenhuma idia que ela quis dizer algo como este.  bonito. E ele diz algo, no faa isto?"
      "O que ele diz?"
      Ele correu seus dedos acima das folhas brilhantes de alguns florescendo vinha. "Voc bate o inferno fora de mim, voc me chutou abaixo. Mas eu voltei em cima, no ? Eu voltei em cima e eu plantei flores. Ento bugger voc," ele murmurou, ento agitou ele mesmo de volta. "Desculpe."
      "Nenhuma necessidade." Um sorriso de lnguido vislumbou ao redor sua boca. "Eu pensei quase a mesma coisa eu mesmo. Eu penso que Louise poderia ser direito sobre voc, com todo seu elogio."
      "Ela tem preconceito. Eu dou seu muito dinheiro. Eu aprecio voc me mostrando a este, Sra. O 'Bannion. Eu odeio deixar isto, mas eu tenho outros compromissos."
      "Voc deve estar o mais ocupado de homens. No o que eu completamente esperei, ver o Roarke poderoso encantou por um rooftop jardim. Um enredo de feijes de cera e nabos."
      "Eu sou impressionado por poder de recuperao. Era bom para encontrar voc, Sra. O 'Bannion." Ele ofereceu a sua mo, e ela tomou isto. Segurou isto.
      "Eu conheci sua me."
      Porque ela estava assistindo, muito prximo, ela viu seus olhos irem para chips de gelo azul antes dele desenhar sua mo livre. "No ? Isto  mais que eu posso dizer eu mesmo."
      "Voc no a lembra ento? Bem, por que devia voc? Eu encontrei voc antes, em Dublin. Voc no era muito mais de seis meses velhos."
      "Minha memria no estira bastante to longe." No existia nada do prazer simples do rooftop jardim em seu tom agora, mas a extremidade da ruela de Dublin. "O que voc quer?"
      "No seu dinheiro, ou um pouco de favor, ou qualquer  pessoas devem tentar lisonjear fora de voc. No toda alma santificada est no tomar, sabe," ela disse com alguma impacincia. "Mas eu gostaria de alguns minutos de seu tempo." Ela esfregou em seu rosto. "Fora deste calor sangrento. Em meu escritrio? Ns podamos ser privados l, e eu penso que voc ter um interesse em que eu tenho que dizer a voc."
      "Se ele for sobre ela, eu no tenho nenhum interesse qualquer." Ele pediu o elevador, completamente pretendendo ir a distncia toda abaixo, e diretamente fora de. "Eu no dou uma maldio onde ela est, como ela , quem ela ."
      "Isto  uma linha dura, e de um Irishman, tambm. Os homens irlandeses, eles amam seu mam."
      Ele relampejou seu um olhar que teve ela aceitando em devoluo um passo cheio antes dela perceber isto. "Eu administrei multa sem uma desde que ela saiu para a porta. Eu tenho nem o tempo nem inclinao para a discutir, ou quaisquer negcios pessoais com voc. Louise pode acreditar em que voc ser um recurso valioso para esta instalao, mas empurre o boto errado, e voc estar fora em sua orelha."
      Ela ergueu seu queixo. Ela quadrou seus ombros. "Dez minutos em meu escritrio, e se voc for to propenso, eu renunciarei. Eu sinto que eu tenho uma dvida para pagar, e eu comeo a pensar que eu deixei o pagar muito tempo. Eu no quero nada de voc, rapaz, mas um pouco de seu tempo."
      "Dez minutos." Ele estalou isto.
      Ela foi  frente para um escritrio, passada uma srie de quartos de sesso e uma biblioteca pequena. Era fresco do lado de dentro, e ordenadamente, com uma elegante pequena escrivaninha, um sof pequeno, duas cadeiras confortveis.
      Sem perguntar, ela foi para um pequeno friggie e tirou duas garrafas de limonada.
      "Eu trabalhei em uma linha de crise em Dublin," ela comeou. "Eu era fresco fora da universidade, trabalhando em meu grau avanado, e pensou que eu soube tudo que eu precisei conhecer. Eu com inteno de entrar em prtica privada como um conselheiro, e faz eu mesmo uma pilha limpa de dinheiro. As horas na linha de crise eram parte de meu treinamento."
      Ela o deu uma das garrafas. "Aconteceu que eu estava trabalhando as linhas quando sua me chamada. Eu podia dizer a ela era jovem. Eu podia ouvir isto. Muito mais jovem que eu, e machuque, e morto de medo."
      "De que eu sei sua, isto sou improvvel."
      "O que voc sabe sua?" Moira atirou de volta. "Voc era um beb."
      "Um pouco mais velha quando ela caminhou."
      "Caminhou, meu arse. Siobhan no teria deixado voc se existe uma faca em sua garganta."
      "Seu nome era Meg, e ela espanou suas mos de mim antes de meu sexto aniversrio." Terminada com esta tolice, ele anotar a garrafa. "O que  seu jogo?"
      "Seu nome era Siobhan Brody, qualquer que seja o bastardo disse a voc. Ela era dezoito quando ela veio para Dublin de Clare, procurando pela aventura e excitao da cidade. Bem, a coisa pobre conseguiu mais que sua parte. Inferno sangrento, se sente por cinco minutos."
      Ela correu a garrafa fria acima de sua sobrancelha. "Eu no soube que isto seria to duro," ela murmurou. "Eu sempre pensei que voc soube, e depois deste lugar, estava certo disto. Entretanto o fato que voc construiu mudou minha opinio de voc completamente. Eu figurei voc para outro Patrick Roarke."
      Um bom ato, ele pensou. A angstia e cansao sbitos de tom. "O que voc pensa, o que voc figura, no significa nada para mim. Nem faa ele. Ou ela."
      Ela anotar a garrafa, como ele teve. "Importa para voc que eu sei, to certo quanto eu estou de p aqui, que Patrick Roarke assassinou sua me?"
      Sua pele relampejou quente, ento frio novamente. Mas ele nunca vacilou. "Ela partiu."
      "Morto estava o nico modo que ela teria deixado voc. Ela amou voc com toda batida de seu corao. Seu aingeal, ela chamou voc. Seu anjo, e quando ela fez, ela tudo menos cantou isto."
      "Mudana de seu tempo depressa, Sra. O 'Bannion, e voc no  vender qualquer coisa que eu estou comprando."
      "Ento, voc pode ser duro, tambm." Ela movimentou a cabea, levantou a garrafa e sorveu como se ela precisasse de algo para fazer com suas mos. "Bem, eu espero que voc pode ser, e tem sido. Eu no sou vender qualquer coisa aqui. Eu estou dizendo a voc. Patrick Roarke matou Siobhan Brody. No podia ser provado. Por que o Polis devia ter escutado mim se eu tivesse a coragem para ir para eles? Ele teve Polis em seu bolso ento, e suficiente da escria ele correu com teve jurado para ele quando ele disse que ela imprimiu. Mas  uma mentira."
      "Que ele matou no  nenhuma notcia para mim. E que ele teve bolso Polis para cobrir seu assassinando traseiro no  um boletim qualquer um." Ele ergueu um ombro. "Se voc for brincando comigo chantagear para seus pecados"
      "Oh, inferno sangrento. O dinheiro no dirige todo trem."
      "A maior parte deles."
      "Ela era sua me."
      Ele angulado sua cabea como se ligeiramente interessada, mas algo quente era roiling em sua barriga. "Por que eu devia acreditar em voc?"
      "Porque ele  verdade. E eu no tenho nada para ganhar dizendo a voc. Nem mesmo, eu tenho medo, um iluminar de minha conscincia. Eu fiz tudo errado, voc v. Com todas as boas intenes, mas eu lidei com isto errado porque eu pensei que eu era to sbio. E porque eu me importei a com. Eu fui embrulhado em isso tudo."
      Ela desenhou uma respirao funda, e economizar sua limonada novamente. "A noite ela chamou a linha de crise, eu disse a ela onde ela podia ir. Eu acalmei e eu escutei, e eu disse a ela o que ela podia fazer, da mesma maneira que eu era treinado, da mesma maneira que eu fiz muitos tempos antes. Mas ela era histrica, e apavorada, e eu podia ouvir o beb chorando. Ento eu quebrei as regras, e foram a conseguir eu mesmo."
      "Eu poderia acreditar em que voc foi conseguir algum, mas voc est enganado se voc pensar que ela era conectada a mim."
      Ela olhou nele novamente, e este tempo seus olhos no eram to sagazes, mas inundada com emoo. "Voc era a criana mais bonita que eu vi em minha vida. Empolgante pequeno menino, vestido de pijama azul. Ela correu fora, voc v, pegando voc diretamente de seu bero, e no trazendo nada junto. Nada alm de voc."
      Sua voz quebrou no fim, como se ela visse isso tudo novamente. Ento ela retraiu, continuou. "Ela segurou que voc muito fecha, to apertado, entretanto trs dos dedos de sua mo direita estavam quebrados, e seu olho deixado era inchado fechado. Ele deu a ela alguns bons pontaps, tambm, antes dele tropear fora de, j meio urinado, conseguir mais usque. Isto  quando ela agarrou voc em cima e correu fora. Ela no iria para o hospital ou uma clnica, porque ela tinha medo que ele a acharia l. Com medo ele machucou seu to ruim que ela no poderia cuidar de voc. Eu a levei para um abrigo, e eles conseguiram seu um doutor. Ela no tomaria as drogas. Ela no poderia tender a voc. Ento ela conversou comigo, conversada pela dor disto, e pela noite longa."
      Entretanto Roarke continuou a permanecer, Moira se sentou agora, deu um suspiro longo. "Ela foi trabalhado em uma taverna quando primeira ela veio para Dublin. Ela era uma bonita coisa e fresca com isto. Isto  onde ele a achou, seu s dezoito e inocente, ingnuo, querendo romance e aventura. Ele era um homem bonito, e  dito encantador quando ele quis ser. Ela se apaixonou, meninas fazem com homens que eles deviam correr de. Ele a seduziu, prometeu casar com ela, garantido seu amor verdadeiro, e qualquer levou."
      Ela gesticulou, ento caminhado para desviar a vista da janela enquanto Roarke esperou. Enquanto ele no disse nada. "Quando ela surgiu para grvida, ele a levou em. Ele disse que ele casaria-se com ela logo. Ela disse que ela disse sua famlia que ela era casada como ela tinha vergonha de dizer a eles sobre o que a verdade disto. Que ela era casada e feliz e todos estava bem, e ela voltou para casa para uma visita quando ela podia. Menina tola," ela quietamente disse. "Bem, ela teve o beb, e ele estava contente que era um menino, e ainda disse logo para casamento. Ela empurrou para isto, como ela quis sua criana para ter um pai verdadeiro. E isto  quando ele comeou a a bater, ou a bata."
      Ela voltou, enfrentando ele agora. "No era to ruim a princpio disso que ela disse para mim. Muitos eles dizem isto. Ou era sua culpa, voc v, para resmungo ou aborrecedores ele. Isto  parte do ciclo este tipo de coisa toma."
      "Eu sei o ciclo, as estatsticas. A patologia."
      "Voc iria no ? No teria feito o que voc fez aqui sem tomar o tempo para conhecer. Mas  diferente, completamente, quando  pessoal."
      "Eu no conheo a menina que voc est falando de." Um estranho, ele disse a ele mesmo. Uma fantasia, mais como. Um conto esta mulher teceu com algum cuidadoso endgame em mente. Teve que ser.
      "Eu a soube," Moira disse simplesmente.
      E sua voz quieta agitou algo dentro dele. "Ento voc diz."
      "Eu digo. A noite ela chamou a linha de crise, ele trouxe outra mulher na casa, direito debaixo de seu nariz, e quando ela tiver objected, ele quebrou seus dedos e enegreceu seu olho."
      Sua garganta era seca agora, queimando seco. Mas sua voz ficou fresco. "E voc tem prova de tudo isso?"
      "Eu tenho prova de nada. Eu estou dizendo a voc o que eu sei. E o que voc faz com  seus negcios. Talvez voc  to duro quanto ele afinal. Mas eu terminarei isto. Ela ficou uma semana no abrigo. Eu a vi todo dia. Eu decidi que ela era minha misso. Deus nos ajuda ambos. Eu lectured ela, e usou minha educao boa nela. Ela teve famlia de volta em pais de Clare, dois irmos, uma irmum gmeo ela disse a mim. Eu seguro ela para escrever para eles, para ela recusar chamar. Disse que ela no podia agentar a vergonha de falar isso tudo fora alto. Ento eu pressionado ela para escrever, dizer sua famlia que ela estava voltando para casa e trazendo seu filho. Eu postei a carta para ela eu mesmo."
      Seu vnculo de escrivaninha tocou, e ela comeou gostar de uma mulher que termina de um sonho. Depois de um rpido, tremendo respirao, ela ignorou isto, e continuou.
      "Eu a empurrei neste, Roarke. Empurrado seu muito duro e muito rpido porque eu era to inflamado esperto. Eu era to direito. E no dia seguinte ela saiu do abrigo, deixando uma nota para mim que ela no podia imprimir e tomar filho do homem longe dele sem dar a ele a chance de fazer o que era certa. Seu filho devia ter um pai."
      Ela agitou sua cabea. "Eu estava to bravo. Todo meu tempo, meu tempo precioso e meus esforos perdidos porque esta menina estava agarrando para sua tolice romntica. Eu guisado sobre ele por dias, e quanto mais eu guisado o mais louco eu cheguei. Eu decidi que eu quebraria mais regras, e vo para o apartamento onde ela tem vivido com ele e conversa para ela novamente. Eu a salvaria, voc v, e aquele bonitos pequenos menino, apesar de se. Ento eu tomei meu farisasmo e meus princpios sofisticados para a rua suja onde ele a manteve e batido na porta."
      Ele teve um flash, as vises e cheiros de sua infncia. O vmito da cerveja e urinar nas betesgas, a rachadura de uma mo atravs de uma bochecha. O ar de desespero mdio. "Se voc batesse em sua porta em terno do seu assistente social, voc era ou valente ou estpido."
      "Eu era ambos. Ento, eu era ambos. Eu podia ter sido saqueado para que eu estava fazendo, devia ter sido. Mas eu no me importei, para meu orgulho estava na linha aqui. Meu orgulho."
      " disso que voc era depois de economia, Sra. O 'Bannion?"
      Seu fresco, e ligeiramente divertiu voz fez seu estremecimento. "Eu quis a salvar, e voc, mas aye, eu quis meu orgulho com isto. Eu quis o pacote."
      "Poucos eram economizados naquele tempo e lugar. E orgulho eram um pouco queridos para a maior parte de ns dispor diariamente."
      "Eu aprendi a verdade disto, e Siobhan foi minha primeira lio. Uma lio dura. Eu tive comigo a carta que veio de seus pais, e eu completamente com inteno de concha a duas de voc em cima e mando a voc fora para Clare."
      Existia uma exploso brilhante de riso, riso da criana, fora do escritrio, ento o som de ps parando o corredor. Uma pressa de vozes seguidas, e ento existia silncio.
      Ela se sentou novamente, dobradas suas mos em seu colo gosta de uma menina da escola. "Ele respondeu a porta ele mesmo. Eu podia ver imediatamente por que ela apaixonou-se por ele. Bonitos como dois diabos. Ele me olhou de cima abaixo, corajoso como metal, e eu sobressa meu direito de queixo em cima e disse que eu vim para falar com Siobhan."
      Ela fechou seus olhos um momento, devolveu isto. "Ele apoiou-se no doorjamb l, e sorriu arrogantemente em mim. Ela imprimiu, ele disse, e bons libertao para ela. Roubadas cinqenta libras de seu ganho com muito trabalho dinheiro e se levada fora de. Se eu a visse, eu era para dizer a ela manter direito em ir.
      "Ele mentiu to liso, eu acreditei o em. Eu pensei que ela veio para seus sentidos afinal, e ido para casa para Clare. Ento eu ouvi o beb chorando. Eu ouvi que voc chorando. Eu penetrei do lado de dentro. Eu devo ter o levado por surpresa ou eu nunca teria ficado passado ele. 'Ela nunca deixaria seu beb,' eu disse, 'ento onde ela est? O que voc fez com Siobhan?'"
      Suas mos unlinked, e um deles enrolados em um punho para bater em seu joelho. "Uma mulher terminou do quarto levando voc com tanto se importa como voc leva um repolho. Seu nappie estava gotejando, seu rosto propriamente era. Siobhan, ela tendeu a voc como voc estava um pouco prncipe. Ela nunca teria deixado voc entrar em tal estado. Mas a mulher era um pouco pior para bebida, um florido-olhando coisa vestindo nada alm de uma envoltura boquiaberta abre na frente. 'Isto  minha esposa,' ele disse para mim. 'Isto  Meg Roarke, e isto  nosso pirralho l.' E ele deslizou uma faca de seu cinto, assistindo-me como ele sacudiu um dedo polegar acima do ponto. 'Qualquer que diz diferente,' ele disse, 'achar isto duro de dizer qualquer coisa.'"
      Mais de trs dcadas mais tarde, no abrigo fresco de seu escritrio, Moira estremeceu. "Ele me chamou por nome. Siobhan deve ter dito ele meu nome. Nunca em minha vida tem eu estado to com medo como quando Patrick Roarke disse meu nome. Eu parti. Se algum deixasse voc l, com ele, era eu."
      "Para tudo que voc sabe que ela foi para casa, ou cado fora. Mais duro de viajar com um beb em seu ombro."
      Moira se debruou adiante. No era raiva que ele viu em seu rosto, ou impacincia. Era paixo. O calor dele blasted fora dele, e virou frio debaixo de sua pele.
      "Voc era seu corao e sua alma. Seu aingeal. E voc pensa que eu no verifiquei? Eu tive, pelo menos, a barriga isto. Eu abri a carta. Eles estavam to aliviados, to felizes para ouvir sobre ela. Dita ela para voltar para casa, vir e trazer voc casa. Perguntada se ela precisasse de dinheiro para chegar l, ou quis seus irmos, ou seu pai para vir para ir buscar voc dois. Eles deram suas notcias de famlia. Como seu irmo Ned casou e teve um filho tambm, e sua irm Sinead estava comprometido."
      Supere, ela agarrou a limonada novamente, mas este tempo simplesmente esfregou a garrafa entre suas palmas. "Eu contactei eles eu mesmo, pediu a eles para dizer a mim quando ela chegou l. Duas semanas mais tarde, eu ouvi sobre eles, e eles esto perguntando a mim, ela est vindo ento? Quando ela est vindo? Eu soube que ela estava morta."
      Ela se sentou de volta. "Eu soube em meu corao quando eu tiver estado no hovel e visto voc, ela estava morta. Assassinada por sua mo. Eu vi sua morte em seus olhos, quando ele olhou para mim e disse meu nome, eu vi isto. Seus pais, e seu irmo Ned, eles vieram para Dublin quando eu disse a eles o que eu soube. Eles foram para a polcia, e era encolhida os ombros. Ned, ele era fixado em e batidos. Mal batidos, e pedras eram lanadas pelas janelas de meu apartamento. Eu era apavorado. E duas vezes eu vi ele caminhando por l, ele teve certeza que eu o vi."
      Ela apertou seus lbios junto. "Eu andei longe disto. Vergonhoso como ,  disso que eu fiz. Os registros mostraram a Patrick e Meg Roarke era marido e mulher, e tinha sido por cinco anos. Nenhum registro de seu nascimento podia ser produzido, mas a mulher disse que o beb era sua, e existia ningum para dizer diferente. Ningum que ousou, em todo caso. As meninas gostam de Siobhan veio e entrou cidade de Dublin o tempo todo. Ela aumentaria quando ela estava pronta, e eu movimentei a cabea e disse que era muito porque eu estava muito com medo de fazer caso contrrio."
      Existia um peso horroroso em seu trax, mas ele s movimentou a cabea. "E voc diz a mim esta histria longa, insubstanciado agora, porque . . ."
      "Eu ouvi falar de voc. Fez isto meus negcios para manter caminho de voc, melhor eu podia at depois que eu casei e movi para a Amrica. Eu soube como voc correu, muito como ele fez. E figurou aqueles poucos meses que ela podia dar a voc tinha sido queimado de voc, e ele pisou ele mesmo mais que seu rosto bonito. Uma colocao ruim, eu podia dizer a eu mesmo. Voc era s outra colocao ruim, e eu podia confortar eu mesmo aquele modo, e no  acordado no meio da noite com aquele bonito beb que chora em meus sonhos."
      Absently, ela levantou um pequeno paperweight de vidro claro formou gosta de um corao, e virou isto em suas mos. "Mas no ltimo par de anos, eu ouvi coisas que me fizeram maravilha se isso era isso. E quando Louise veio para mim, disse a mim deste lugar, e o que voc quis dizer fazer com isto, eu tomei isto como um sinal, um sinal estava na hora de falar disto."
      Ela estudou seu rosto. "Talvez  muito tarde para fazer qualquer diferena para voc, ou para mim. Mas eu precisei dizer isto para seu rosto. Eu tomarei um teste de verdade se voc quiser isto. Ou eu renunciarei como eu disse que eu iria, e voc pode me anular."
      Ele disse a ele mesmo que ele no a acreditou em, nem uma palavra nica. Mas existia dor debaixo de seu corao, como uma faca entre as costelas. Ele tinha medo que era verdade que apunhala nele. "Voc devia entender que pelo menos algum do que voc est reivindicando que eu poderei verificar ou desiludir."
      "Eu espero que voc far s isto. Existe uma outra coisa. Ela vestiu um claddaugh, uma prata claddaugh em sua mo esquerdagosta de um anel de casamento, ela disse a mim, que ele a comprou quando voc nasceu. Sua promessa que voc seria uma famlia, nos olhos de Deus e homem. Quando ela terminou do quarto, Meg Roarke estava vestindo anel do Siobhan. O anel que menina no tiraria seu dedo, at depois que ele a bateu. A cadela estava vestindo isto em seu pinky, como suas mos eram muito gordas para isto. E quando ela viu meus olhos carem sobre isto, quando ela viu que eu soube que . . . ela sorriu."
      As lgrimas comearam a parar suas bochechas agora. "Ele a matouporque ela partiu, porque ela voltou. Porque ele podia. E manteve voc, eu suponho, porque voc era a imagem dele. Se eu no empurrasse seu to duro, deu seu mais tempo para curar. Para pensar . . ."
      Ela enxugou seu rosto, e rosa para ir para sua escrivaninha. De uma gaveta ela tomou uma fotografia pequena. "Isto  tudo que eu tenho. Eu tomei este eu mesmo do dois de voc a vspera que ela deixou o abrigo. Voc devia ter isto," ela disse, e deu isto para ele.
      Ele olhou abaixo, viu uma menina jovem com cabelo vermelho e olhos verdes quietos contundido de uma batida. Ela vestiu uma camisa azul simples com aquele cabelo vermelho caindo seus ombros. Ela estava sorrindo, entretanto seus olhos eram tristes e cansados, ela estava sorrindo, com sua bochecha apertada contra aquele de seu beb. Um rosto que estava ainda arredondado e suave com inocncia, mas unmistakably seu prprio.
      Ento ele estava sorrindo tambm. Um sorriso brilhante, feliz. E a mo que o abraou fim teve uma prata claddaugh em seu dedo longo, delicado.
      
      
      Captulo 8
      
      Portography era dentro distncia de caminhada fcil da academia, Eve notada com algum interesse, e teve um dois-porto de estacionamento amarradocompartilhado por residentes e protetoresemperrados entre o edifcio e seu vizinho.
      "Verifique e veja se existem quaisquer excntricos de segurana para a instalao de estacionamento," ela disse a Peabody. "Se existem, eu quero os discos pela noite de assassinato do Howard."
      O sinal no lote relampejou CHEIO, mas Eve presa de qualquer maneira para estudar a instalao. E sacudindo em sua A trabalho luz, estacionou atrs de um envelhecido minitruck.
      "Ns correremos o indicador de veculos para residentes e pessoal. Veja se ns conseguirmos qualquer coisa que leve as fibras de tapete." Ela esquadrinhou o lote, contando dois furges e outro caminho. "Ele podia ser isto descuidado ou este arrogante?" Ela perguntou-se. "Plano isso tudo fora, ento consiga busted por causa de seu passeio?"
      "Eles sempre cometem enganos, certos?"
      "Sim." A Eve encabeada para os passos de ferro que leva at nvel de rua. "Existe sempre algo.  fazvel. Consiga ela no veculo acima de pela academia, tranq seu suficiente para manter seu quieto, dirija outro para estacionar baralho. Consiga ela do lado de dentro, faz isto, ento carro suas costas para o veculo, dirijam o centro da cidade, esvazie ela. E seu trabalho  feito.
      "Riscos, muitos riscos," ela disse mais para ela mesma agora. "Mas se voc for cuidadoso, se voc for dirigido, voc fatorar nos riscos.  disso que ele faz. Planeje isto, enredos ele fora. Tempos isto. Programas de computador de corridas, talvez, em probabilidades, em rotas. Todos os detalhes."
      "No era que tarde quando ele a levou," Peabody assinalou. "Entre nove e nove e trinta, certos? Talvez algum notou ele vindo ou indo."
      A Eve estudou a rua, o edifcio, os passos e deslizamentos que serviced isto, e as fileiras de estacionamento. "Como ele consegue uma menina morta fora do edifcio e em seu passeio? Tome seu tempo, espera at que esteja atrasado, tarde suficiente que no existe muita atividade na rua. No to ocupado no vero, ento no muito tarde. No tantos alunos batendo os clubes e cafs, e aqueles que j esto neles por nove, para a maior parte. A msica comea a cozinhar s nove. Voc vai ser exposto por um minuto ou dois. Nenhum modo ao redor isto. Mas se voc for rpido, voc  cuidadoso, e disposto a arriscar isto."
      "E tomando seu a distncia toda o centro da cidade pe muita distncia entre a cena de assassinato e o esvaziar local.  um plano de bem."
      "Talvez" era toda Eve disse como ela abordou a porta.
      O primeiro nvel de Portography era de vendas. Mquinas fotogrficas, material, mecanismos que eram estrangeiros para Eve, e software que no fez nenhuma sensao para ela. Um empregado atualmente estava demonstrando e exaltando as virtudes de um pouco de tipo de complexo-olhando, unidade de processamento de imagens de multitarefa para um cliente. Outro estava fazendo uma venda em uma caixa gigantesca de discos.
      Duas telas pequenas registradas toda a atividade na loja de ngulos diferentes, e convidou clientes: CLIQUE AQUI POR AUTO-RETRATO IMEDIATO! Experimente o Mestre de Imagem de Podiak amigvel. Em venda! S $225.99.
      Existia msica brilhante e aborrecedor tinindo fora do demonstrador. O dono orgulhoso do Mestre de Imagem de Podiak podia rolo de papel por um menu de escolhas musicais j carregadas em, ou favoritos de registro para servir como a pontuao para a casa vids ou silncios da famlia.
      A Eve estava  toa perguntando-se por que algum quereria que irritatingly que melodias felizes danando por toda parte seus retratos quando Peabody clicou.
      "Eu acabei de querer ver," ela explicou. "Eu no tenho quaisquer retratos de ns." Ela pegou a impresso. "Olhe. Ns no somos atraentes?"
      "Fucking adorvel. Coloque no lugar aquela coisa." Ela apontou em direo ao elevador fraco, e o sinal anunciando a Galeria de Portography em Nvel Dois, o Estdio em Trs.
      "Vamos dar uma olhada de cima."
      "Eu vou pr este em meu cubo," Peabody disse como ela guardou a impresso. "Eu posso fazer voc uma cpia. Talvez Roarke gostaria de ter um."
      "Ele sabe o que eu pareo com." Ela andou fora no segundo nvel.
      Existiam rostos e corpos enfileirando as paredes. Jovens, velhas, grupos. Bebs. Meninas jovens em sapatos de dedo do p, meninos com equipamento de esportes. Retratos de famlia, artsy tiros de homens e mulheres desnudos, at vrios exemplos de famlia acaricia.
      Todos eram emoldurados em prata magra.
      Para Eve, era como tendo cem par de olhos olhando fixamente. Ela escapou do sentimento e tentou julgar se quaisquer das imagens lembraram a ela do estilo usado em fotografar Rachel Howard.
      "Boa tarde." Uma mulher em Nova York pretejar com uma franja pequena, direto de cabelo branco andou ao redor uma parede de exibio. "Voc est interessado em um retrato?"
      A Eve tirou seu distintivo. "Quem tomou estes tiros?"
      "Eu sinto muito. Existe um pouco de tipo de dificuldade?"
      "Eu estou investigando a morte de um aluno de Columbia."
      "Oh, sim. Eu ouvi sobre isto. Uma menina jovem, no era? Horrvel. Eu tenho medo que eu no entenda como a galeria me relaciona a sua investigao."
      "Isto  o propsito de investigar. Para descobrir o que relaciona. Sinta falta?"
      "Oh, Duberry. Lucia Duberry. Eu sou o gerente aqui."
      "Dallas, Tenente Eve. Eu sou o primrio aqui." Ela desenhou fotografia do Rachel fora de sua bolsa. "Ela j entrou?"
      "Bonita menina. Eu no recordo a vendo aqui. Mas ns conseguimos browsers, e alguns dos alunos vagam at procurar. Eu posso no ter a notado."
      "O que voc pensa sobre a fotografia propriamente?"
      "Bem,  um estudo excelente, composio forte. Voc parece, imediatamente pensecomo eu fizbonita menina. Ento voc pensa amigvel e jovem. Fresco  outra palavra que vem para se importar, porque o posar  to fcil e unstudied. Ela era um aluno de fotografia, ou um modelo?"
      "No. Mas ela tomou uma classe de Processamento de imagens. Ela poderia ter material comprado aqui."
      "Bem, ns podemos certamente cheque nisto. Voc gostaria eu de chamar no andar de baixo e um dos balconistas tm verificam a arrecadao?"
      "Sim. Para Rachel Howardvamos tentar por mais dos ltimos dois meses."
      "No devia tomar muito tempo." Ela voltou em torno da parede, e como Eve seguida ela viu existia uma espcie de instalao de cubo, usando as paredes de exibio como barreiras.
      Lucia foi para o 'vnculo em uma escrivaninha pequena, brilhante, e contactou o cho de vendas, dando a eles as instrues.
      "Eu posso conseguir para voc qualquer coisa enquanto voc espera? Um pouco de fonte rega talvez?"
      "No, obrigado," Eve disse na frente de Peabody poder abrir sua boca. "Este espao de edifcio comercial e residencialtem usar do estacionamento enfeita ao lado?"
      "Sim. Nosso edifcio e quatro outros."
      "Excntricos de segurana?"
      "No. L costumava ser, mas algum estava sempre emperrando eles ou atirando eles, at que era mais custo proibitivo continuamente para consertar que tolerar alguns caadores de estacionamento."
      "O dono vive de cima?"
      "Hastings tem o quarto andar para seus quartos vivos, e seu estdio em trs."
      "Ele est ao redor hoje?"
      "Oh sim. Ele tem uma sesso em estdio agora mesmo."
      "Algum deste material seu trabalho?"
      "Todo. Hastings  muito, muito talentoso."
      "Eu precisarei conversar com ele. Peabody, surja depois que voc tem os dados de Vendas."
      "Oh, masele est trabalhando," Lucia protestou.
      "Me, tambm." A Eve comeou em direo ao elevador com Lucia, agora animada, recorte depois dela. "Mas Hastings est em uma sesso. Ele no pode ser transtornado."
      "Queira aposta?" Ela olhou de relance abaixo quando Lucia clamped uma mo em seu brao. "Voc realmente no quer fazer isto."
      O tom, totalmente apartamento, tido Lucia pegando sua mo atrs novamente. "Se voc pudesse acabava de esperar at que ele esteja acabado"
      "No." Eve andada no elevador. "Nivele Trs," ela ordenou, e assistiu a Lucia horrorizada at as portas sussurraram fechado.
      Ela andou fora de novamente em uma exploso de msica de alta tecnologia que pumped, quente como vero, no estdio cercado branco. Luzes de equipamento, filtros, fs, gauzy telaseram centradas ao redor uma rea executadas onde um modelo de coro desnudo se drapejou, em posies atlticas vrias, acima de uma cadeira vermelha enorme.
      O modelo era preto, estimativa do e Eve a pe s seis ps altos. Ela era magra como um galgo, e pareceu ter articulaes feitas de gelia.
      Existiam trs mquinas fotogrficas em trips, e outros seguros por um homem forte em cala jeans folgada e uma camisa azul solta. Duas outros, uma mulher minsculos em um sem manga preto skinsuit e um homem jovem com colheita de um cair de cabelo laranja, assistiram com expresses de preocupao concentrada.
      Eve andada em direo ao conjunto, comeou a falar. A mulher jovem girada ligeiramente, manchada ela. Choque coberto seu rosto primeiro, e estava imediatamente perseguido por horror.
      Se Eve no viu o mesmo assistir rosto da Lucia, ela poderia ter desenhado sua arma e girada para confrontar qualquer perigo terrvel espreitado nela atrs.
      Ao invs, ela manteve mudana adiante, fim suficiente para pegar o guppy tragos de angstia da mulher, ento a boqueada sufocada do homem jovem. O modelo encontrou olhos da Eve com uma brilhantes refletem de humor, e sorriu arrogantemente.
      "Nenhum sorriso!" Este explodiu do homem com a cmera em um tom que teve ambos os assistentes saltando, e o modelo simplesmente relaxante seus lbios como ela curvou seu corpo gostar de uma filial de salgueiro flexvel longa acima da cadeira.
      "Voc tem companhia, mel." Ela ronronou isto, aveludado-sonoro, como ela gesticulou com um brao infinito e fluido.
      Ele girou, abaixando sua cmera.
      O grunhido veio para primeiro, e ela teve que admitir, era impressionante. Ela nunca veria um urso real, mas ela viu retratos. Ele teve o olhar, e com o grunhido, o som de um.
      Ele era umas slidas trs polegadas mais de seis ps, e uns generosos dois e oitenta, por sua estimativa. Largo de trax, espesso de brao, com as mos to grandes quanto servindo lminas.
      E mortos feios. Seus olhos eram pequenos e barrentos, seu apartamento de nariz e estende acima de muito de seu rosto, seus lbios era frouxo. No momento, veias estavam inchando e pulsando em sua cupulada-fronte, e acima da bola brilhante de sua cabea barbeada.
      "Saia!" Ele bateu uma cabea de punho sozinho calvo como ele gritou como se ele estivesse tentando desalojar demnios pequenos que viveram em seu crebro. "Saia antes de eu matar voc."
      A Eve retirou-se seu distintivo. "Voc quer ser cuidadoso usando aquela classe de palavra particular para um policial. Eu preciso perguntar a voc algumas perguntas."
      "Um policial? Um policial? Eu no dou um voador fuck se voc for um policial. Eu no dou um voador fuck se voc for Deus Todo Poderoso vem por Dia de Julgamento. Saia, ou eu torcerei seus braos fora de seus ombros e baterei voc para sangrar morte com eles."
      Ela teve que dar isto para ele, isso era uma boa. Como ele comeou em direo a ela, ela trocou seu peso. E quando uma de suas mos corpulentas a agarrada, ela o chutou, cheia fora, nas bolas.
      Ele afundou gostou de uma rvore, enfrente primeiro, saltou uma vez. Ela imaginou que ele estava gemendo e/ou ofegando, mas ela no podia ouvir acima da msica arranhada.
      "Feche que cague fora de," ela ordenou.
      "Programa de msica de fim." O homem jovem estalou fora como ele danou em magras-heeled botas. "Meu Deus, meu Deus, ela  Hastings Morto. Ela  o morta. Chame o MTs, chame algum."
      A msica soltou longe durante seus gritos, ento eles ecoaram em torno do quarto.
      "Oh, puxe voc mesmo junto, voc otrio." A rosa de modelo, caminhadogracioso e desnudopara uma garrafa da gua em um contador alto. "Ele no est morto. Suas bolas esto provavelmente em sua garganta, mas ele est ainda respirando. Excelente parando poder," ela disse para Eve, ento bebeu profundamente.
      "Obrigado." Ela abaixou at onde a rvore era agora ofegante. "Dirk Hastings? Eu sou Tenente Dallas, NYPSD. Eu acabei de lutar voc de uma priso para assaltar um oficial. Eu tenho muito prazer em contrariar aquele arrastando seu traseiro de idiota at Centrais em restries, ou voc pode conseguir sua respirao atrs e responde minhas perguntas aqui, no conforto de sua prpria casa."
      "Eu . . . quero . . . um . . . advogado," ele administrou.
      "Certo, voc pode ter aquela pequena coisa. Chame um, e ele pode nos encontrar em Central."
      "Eu no fao . . ." Ele chupou em ar, expeliu isto. "No tenha que ir em qualquer lugar com voc, cadela maligna."
      "Oh sim. Voc faz. Saiba por que? Eu sou uma cadela maligna com um distintivo e uma arma, ento eu sou to bom quanto Deus Todo Poderoso vem por Dia de Julgamento. Aqui ou l, camarada. Isto  o nico telefonema que voc tem."
      Ele conseguiu rolar sobre suas costas. Seu rosto estava ainda folha-branco, mas sua respirao era mais fixa.
      "No se apresse," ela disse a ele. "Pense sobre isto." Ela endireitou, erguidas suas sobrancelhas no modelo desnudo quieto. "Voc conseguiu uma bata ou algo?"
      "Ou algo." Ela passeou acima de um swatch de material azul-e-branco agarrar-se um gancho. Com alguns movimentos lquidos, ela danou isto acima de sua cabea onde deslizou abaixo e tornou propriamente em um microdress.
      "Nomes," Eve disse. "Voc primeiro."
      "Tourmaline." O modelo caminhada atrs para a cadeira, esticou se. "Tourmaline justo. Eu tive isto mudado legalmente porque eu gostei do modo que soou. Modelo do artista autnomo."
      "Voc sesses regulares com ele?"
      "Isto  meu terceiro este ano. A personalidade-modo ele  um puxo, mas ele sabe o que ele est fazendo com uma cmera, e ele no tenta bater o modelo."
      A Eve girou ligeiramente como Peabody ocorreu para o elevador. Peabody deixa seus olhos alargarem  vista do homem enorme espreguiou no cho, mas caminhada para Eve vivamente. "Eu tenho aqueles dados para voc, Tenente."
      "Espere por ele um minuto. Tourmaline, d o oficial suas informaes, endereo, contacte nmero. Ento voc enlata qualquer um achar em algum lugar para esperar, ou decole. Ns entraremos tocaro se ns precisarmos falar com voc."
      "Poderia tambm decolar. Ele no estar atirando em mais hoje."
      "At voc. Prximo." Ela apontou no homem jovem.
      "Dingo Wilkens."
      "Dingo?"
      "Bem, um, Robert Lewis Wilkens, mas"
      "Multa. O que est naquele quarto?" Ela perguntou, apontando em direo a uma porta.
      "Um. Vestindo rea. ɗ"
      "Bom. V l. Sente-se. Espere. Voc." Ela deu o um vir de menina-adiante gesticula. "Nome?"
      "Liza Blue."
      "Jesus. Todo mundo compe nomes aqui? V com o dingo."
      Eles correram fora de como Eve pe suas mos em seus quadris e olhados atrs abaixo em Hastings. Ele teve sua cmera novamente, e estava apontando isto nela. "O que voc pensa que voc est fazendo?"
      "Rosto forte. Boa forma. Muita atitude." Ele abaixou a cmera, espalhe seus lbios em um sorriso. "Eu chamarei isto Policial de Cadela."
      "Bem, voc tem sua respirao atrs. Voc quer ficar abaixo l, ou voc vai levantar?"
      "Voc indo me chutar nas bolas novamente?"
      "Se voc precisar disto. Tome a cadeira," ela sugeriu, e impediu um tamborete pelo contador alto, arrastou isto. Ainda segurando a cmera, Hastings mancou acima da cadeira vermelha, ento espreguiado nisto.
      "Voc interrompeu meu trabalho. Eu estava na zona."
      "Agora, voc est em minha zona. Que tipo de cmera  isto?"
      "Rizeri 5M. O que est para voc?"
      "Que sua ferramenta habitual?"
      "Dependa, para causa do Cristo. Eu uso um Bornaze 6000 para alguns tiros. Ainda retira-se o Hasselblad Vinte-Primeiro quando os movimentos de esprito. Voc quer um fricking processamento de imagens lio ou o que?"
      "Que tal o Hiserman DigiKing."
      "Pedao de caga. Para amadores. Jesus."
      "Ento, Hastings," ela disse conversationally, "voc gosta das pessoas seguintes ao redor? Seguintes bonitas mulheres, tomando seus retratos."
      "Eu sou um portographer.  o que eu fao."
      "Voc tem dois stalking bustos."
      "Falso! Bullshit! Eu sou um freaking artista." Ele se debruou adiante. "Escute, eles deviam ter sido agradecido eu achei eles de interesse. Um arquivo de rosa carrega quando sua imagem  capturada?"
      "Talvez voc devia estalar retratos de flores."
      "Rostos, formaseles so meu mdio. E eu no estalo retratos. Eu crio imagens. Eu paguei as multas." Ele despediu esta com uma onda da mo. "Eu fiz o servio de comunidade, para causa do Cristo. E em ambos os casos, as artes de retratista eu criado imortalizado aqueles ridculas e mulheres ingratos."
      " disso que voc est procurando por? Imortalidade?"
      " o que eu tenho." Ele olhou de relance acima de em Peabody, balanou a cmera em cima novamente, emoldurada ela em, tomou o tiro, todo em um movimento liso. "Soldado de p," ele disse e tomou outro na frente de Peabody poder piscar. "Bom rosto. Praa e robusta."
      "Eu estava pensando, se eu tivesse algum do pudge extrado das bochechas." Peabody chupou isto nela mesma demonstrar. "Eu conseguiria uma pouco mais de ma do rosto, ento"
      "Deixe isto s. A praa  ntegra."
      "Mas"
      "Com licena." Com que ela considerou pacincia herica, Eve levantou uma mo. "Ns podemos voltar para o ponto?"
      "Desculpe, senhor," Peabody murmurou.
      "Que ponto? Imortalidade?" Hastings levantou seus ombros montanhosos. " wat que eu tenho. O que eu dou. Artista, assunto. A relao  ntima, mais que sexo, mais que sangue.  uma intimidade de esprito. Sua imagem," ele disse, vazamento a cmera, "se torna minha imagem. Minha vista, sua realidade em se definir momento."
      "Uh-huh. E ele urina voc fora de quando as pessoas no entenderem e apreciar o que voc est oferecendo a eles."
      "Bem, claro que ele faz. As pessoas so idiotas. Morons. Todos."
      "Ento voc gasta sua vida imortalizando idiotas e morons."
      "Sim, eu fao. E fazendo eles mais que eles so."
      "E o que eles fazem voc?"
      "Cumpriu."
      "Ento, o que  seu mtodo? Voc atira aqui, no estdio com um profissional."
      "s vezes. Ou eu vago as ruas, at um rosto fale comigo. A fim de viver neste mundo corrupto, eu tomo consignaes. Retratos. Casamentos, enterros, crianas, e assim por diante. Mas eu prefiro uma mo livre."
      "Onde eram suas mos, e o resto de voc, na noite de agosto oitavo, e a manh de agosto nono?"
      "Como o inferno eu sei?"
      "Pense sobre isto. Noite na frente de ltima, comeando s nove DA TARDE"
      "Trabalhando. Aqui, e em cima em meu apartamento. Eu estou criando uma montagem. Olhos. Olhos de nascena para a morte."
      "Interessada na morte, no ?"
      "Claro. Sem isto, o que  vitalcio?"
      "Voc estava trabalhando s?"
      "Absolutamente."
      "Converse com qualquer um, veja qualquer um depois de nove?"
      Seus lbios descascado atrs. "Eu disse que eu estava trabalhando. Eu no gosto de ser transtornado."
      "Ento voc estava s, aqui, s, na noite toda. Na noite toda."
      "Eu acabei de dizer isso. Eu trabalhei at por volta de meia-noite, eu pensaria. Eu no assisto o freaking relgio. Eu provavelmente tive um bebida, ento tomou um banho longo, quente relaxar o corpo e mente. Estava na cama ao redor de uma."
      "Voc possui um veculo, Hastings?"
      "Eu no entendo estas perguntas. Sim, eu possuo um veculo. Claro que eu possuo um veculo. Eu conseguir ter ao redor, no ? Voc pensa que eu dependeria de transporte pblico? Eu tenho um carro, e um furgo de quatro pessoas usado principalmente para consignaes quando mais equipamento e assistentes so exigidos."
      "Quando voc primeiro encontrou Rachel Howard?"
      "Eu no sei ningum por aquele nome."
      Ela rosa, subjugado para Peabody. "Arrecadao?"
      Apressadamente, Peabody parou de chupar em suas bochechas. "Duas. Ela usou um carto de dbito em duas ocasies para compras pequenas. Junho e julho."
      "Certo. V cheque no outro dois. Olhada justa em, olhe intimidando."
      "Um de meus favoritos."
      A Eve voltou para o tamborete. "Rachel Howard est em registro como um cliente de seus negcios."
      Depois de um olhar fixo longo, Hastings alarga um bufar. "Eu no conheo os clientes de idiota. Eu contrato pessoas para lidar com os clientes de idiota."
      "Talvez este refrescar sua memria." Ela retirou-se o sincero atirado do 24/7, e ofereceu isto.
      Existia um chamejar, muito sumrio, mas ela pegou isto. "Um bom rosto," ele casualmente disse. "Aberto, ingnuo, jovem. Eu no a sei."
      "Sim, voc faz. Voc a reconhece."
      "Eu no a sei," ele repetiu.
      "Tente este aqui." Com seus olhos em seus, Eve tirou a fotografia posada.
      "Quase brilhante," ele murmurou. "Muito quase brilhante." Ele rosa com a impresso, movida para a janela para estudar isto. "A composio, o acordo, o afinar. Mocidade, doura, e aquele openness quieto l, embora ela est morta."
      "Por que voc diz que ela est morta?"
      "Eu fotografo os mortos. As pessoas de enterros querem preservado. E eu vou para o morgue de vez em quando, pague um tech para deixar-me fotografar um corpo. Eu reconheo morte."
      Ele abaixou a impresso, glared em Eve. "Voc pensa que eu matei esta menina? Voc realmente pensa que eu a matei? Para que?"
      "Voc diz a mim. Voc a sabe."
      "Seu rosto est familiarizado." Agora, ele molha seus lbios como ele olhou de volta na impresso. "Mas existem tantos rostos. Ela olha que . . . eu a vi antes. Em algum lugar. Em algum lugar."
      Ele voltou, se sentou fortemente. "Eu vi seu rosto em algum lugar, mas eu no a sei. Por que eu mataria algum que eu no sei, quando eu conheo tantas pessoas que me irritam, e no mataram algum deles?"
      ***
      Era uma maldio bom pergunta, para mente da Eve. Ela apertou e sondou outros quinze minutos, ento o esconderam em um quarto enquanto ela retirou-se a assistente jovem.
      "Certo, Dingo, o que voc faz para Hastings?"
      "Eu-eu-eu-eu-eu-"
      "Pare. Respire. Dentro e fora, vamos."
      Uma vez que ele tragou em ar, ele tentou novamente. "Eu estou trabalhando como estdio e em-assistente de local. Eu-eu-" Ele chupou em ar quando Eve apontou seu dedo nele. "Eu tenho a cmera pronta, conjunto as luzes, mude o conjunto, qualquer que ele quer."
      "Quanto tempo voc trabalhou para ele?"
      "Duas semanas." Dingo olhou cautelosamente na porta do quarto onde o Hastings esperou. Ento inclinada mais ntima para Eve, ele soltou sua voz para um sussurro. "Principalmente seus assistentes no duram longo. Eu ouvi o antes de mim ser dentro e fora em trs horas. Isto  tipo de um registro. O mais longo fazia seis semanas."
      "E por que  isto?"
      "Ele monstruosidades, homem. Fundio completa. Nuclear. Voc atarraxa em cima, voc no atarraxa em cima, qualquer, se algo no voar direito para ele, ele  orbital."
      "Violento?"
      "Ele quebra caga, arremessos cagam. Eu o vi batida sua prpria cabea contra a parede na semana passada."
      "Vista ele batida qualquer outra pessoa?"
      "No at agora, mas eu ouvi que ele ameaou associar-se este sujeito de um maxibus durante um campo atira. Eu no acho que ele realmente fez isto, ou qualquer coisa."
      "Voc viu esta menina ao redor aqui? Pessoalmente, em retratos?"
      Dingo tomou a impresso. "No. No meu tipo."
      "Oh?"
      "Ela no parece com que ela iria festa."
      "Voc diria que ela  Tipo do Hastings?"
      "Para festa-tempo?"
      "Por qualquer hora."
      "No para separar. No pense que o dude festas muito. Mas ele iria para o rosto."
      "Voc possui um veculo, Dingo?"
      Ele olhou de relance nela novamente. "Eu consegui um airboard."
      "Um veculo, com portas?"
      "Nah." Ele realmente sorriu amplamente na idia disto. "Mas eu posso dirigir. Isto  uma das razes que eu consegui o trabalho, porque eu posso dirigir Hastings para consignaes e cagar." Ele pausou um minuto, carranca abaixo na impresso. "Ele realmente no lanou algum na frente de um maxi, no ?"
      "No que eu sei de. O que voc estava fazendo noite na frente de ltima?"
      "Enforcamento justo, eu acho."
      "E onde este enforcamento aconteceria?"
      "Um . . . eu dunno. Eu somente era. ." A luz amanheceu, tornando seus olhos em pires largos, vtreo em um rosto ido plido morto. "Oh homem, oh Jesus, eu sou como um suspeito?"
      "Por que voc no diz a mim onde voc estava, o que voc estava fazendo, quem voc era ?"
      "Eu-eu-eu, jeez! Solte e Tijolo e Jazz e me, ns penduramos em lugar do Tijolo durante algum tempo, ento ns cruzamos O Lugar, este clube ns vamos para principalmente, e Solto, ele ficou bonito messed em cima, ento ns o esvaziamos casa sobre, jeez, mais ou menos um, talvez? Ento ns penduramos um pouco mais, e eu fui para casa e colidi."
      "Estes amigos de enforcamento tm nomes reais?"
      "Oh, oh, sim."
      "D a eles para o oficial, junto com seu endereo. Ento voc est livre para ir."
      "Eu posso ir? S v?" Seu rosto sofreu mudanas de correnteza, de choque at suspeita, de alvio at decepo. "Eu no tenho que, goste, consiga um advogado ou algo?"
      "S fique disponvel, Dingo."
      ***
      Ela teve que escolher sua passagem o mesmo campo minado de nervos com Liza Azul, que girou fora para estar cabelo e consultor de encarecimento. Quando seus dentes comeados a tagarelar. A Eve levantou uma respirao longa, longa.
      "Olhe, Liza, voc tem qualquer coisa para parecer culpado sobre?"
      "Bem, eu enganei em meu namorado na semana passada."
      "Eu no vou prender voc isto. Quanto tempo voc trabalhou para Hastings?"
      "Um, eu autnomo, sabe. Eu trabalho para muitos fotgrafos, e faam cabelo e encarecimentos para os casamentos e ocasies especiais, assim. Ele gosta de meu trabalho, ento eu tenho feito atiro em mais ou menos um ano." Ela olhou plaintively em Eve. "Isto  certo?"
      "Quem o material os encarecimentos?"
      "Eu tenho meu prprio kit, mas Hastings mantm uma proviso. Ele  real nervoso. Muitos eles so."
      "Ele tem alguns produtos de Barrymore?"
      "Certo. Isto  bom material."
      "Voc j trabalhou nesta menina?" Eve perguntada, dando a impresso de Rachel Howard.
      Liza enrrugou seus lbios. "Eu no acho. Eu usaria uma tintura de lbio rosa forte bom. Se eu usasse Barrymore, como voc estava perguntando sobre, eu talvez usaria Primeiro Rubor ou Pulo Rosa. Destaque a forma de sua boca. Ela pegou um agradvel, mas ele podia estalar um pouco mais. E ela devia destacar seus olhos algum. Ela olha um tanto quanto familiar entretanto. Eu no sei onde"
      Ela cessou bruscamente, e soltou a impresso como se entrou repentinamente em chamas. "Isto  morto da a pessoa que. Eu vi no noticirio. Isto  a menina que eles acharam o centro da cidade em caixa de um reciclar."
      "Onde voc estava noite na frente de ltima?"
      "Com meu namorado." Ela verbaliza quivered. "Com Ivan. Eu me senti real ruim sobre enganar nele. Eu no sei por que eu fiz. Eu quase disse a ele ontem  noite, mas eu cacarejei. Ns fomos para um vid, ento atrs para seu lugar."
      "Peabody, consiga seus dados. Voc pode ir em casa, Liza."
      "Voc pensa talvez Hastings a matou? Eu no quero voltar aqui se voc pensar que ele a matou."
      "Ele no  carregado com qualquer coisa. Eu s preciso fazer perguntas."
      A Eve foi para o quarto onde o Hastings esperou. Ele estava sentando, seus braos dobrados acima de seu trax, olhando fixamente para ele mesmo no espelho de quarto de vestidura.
      "Ns podemos fazer este uns modos," Eve comeou. "Eu posso tomar voc, segura voc, enquanto eu consigo autorizaes para procurar este edifcio, inclusive sua residncia privada de cima, e seus veculos. Ou, voc pode concordar agora para permitir esta procura."
      "Voc no vai achar um fucking coisa."
      "Bem ento, no devia se preocupar voc para ter ns olharmos."
      Seus olhos encontrados suas no espelho. "Ento olhe."
      
      
      Captulo 9
      
      Ela chamou em um time, e olhou.
      Ela no achou nenhum ilegais, que a surpreendeu. Ela teria pegged Hastings como o tipo para um gosto de Zoner um pouco recreativo, mas seu lugar era limpo. Nenhum do tranq usado em subjugar Rachel Howard aumentou no lance de seu apartamento, estdio, ou veculos.
      Existiam vrios encarecimentos de Barrymore no kit de estdio, e ela combinou as sombras e produtos para aqueles usado em Rachel.
      Tentado imaginar Hastings cuidadosamente pintando o lbios da menina, escovando cor em suas plpebras com aquelas grandes mos.
      No existia nenhuma cadeira nas premissas que combinaram o usado em retrato da morte do Rachel, mas ela achou um carretel grande de arame. O arame e encarecimentos entraram em bolsas de evidncia, sem um espiar de protesto de Hastings quando ela deu a ele um recibo.
      Ela deixaria isto para os varredores e lab techs para tomar amostras de tapete para uma comparao para as fibras em evidncia enquanto ela se concentrou nos arquivos de processamento de imagens volumoso.
      A parte daquela concentrao era para respirar abaixo pescoo do McNab enquanto ele correu uma procura de disco.
      "Tenente." Em defesa, McNab curvou seus ombros sseos. "Este sujeito pegou dezenas de milhares de imagens em arquivo. Vai levar algum tempo para mim examinar eles e combinar o rosto da vtima, se ela estiver aqui."
      "Ela est aqui. Ele a reconheceu."
      "Certo, mas . . ." Ele girou sua cabea, e tudo menos bateu narizes com Eve. "Eu podia usar um pouco espao aqui."
      Eve carranqueou na tela de computador. Metade de era cheio com rosto sorridente do Rachel, a outra com uma correnteza obscurece como arquivou imagens zumbidas. Mais cedo ou mais tarde pararia. Ela soube que pararia. E uma segunda imagem de Rachel apareceria.
      "A mquina est fazendo todo o trabalho."
      "Eu respeitosamente discordo," ele respondeu. "A mquina  s to bom quanto seu operador."
      "PROPAGANDA de EDD." Mas ela voltou fora de. Ela estava o aglomerando, e soube isto. "Eu quero saber o minuto que voc consegue um golpe."
      "Voc ser o primeiro."
      Ela olhou de relance acima de onde o Hastings se sentou, braos dobrados, boca aparecer uma carranca perptua como ele assistiu o exrcito pequeno de Polis zumbe por seu estdio. Com sua ateno nele, ela motioned para seu ajudante. "Peabody."
      "Senhor."
      "Escolha um uniforme e v entrevistar o segundo nome em sua lista."
      "Senhor?"
      "Existia algum idioma estrangeiro naquela ordem?"
      "Voc quer que eu lide com a entrevista?" O rosto do Peabody foi plido de folha. "Sem voc?"
      "Existe alguma razo, depois de mais que um ano em Homicdio, voc se sente incapaz de questionar um suspeito sem a propriedade primria sua mo?"
      "No, senhor." Agora seu rosto foi cor-de-rosa claro. " s que voc sempreeu no tenho" Ela tragou duro debaixo de olhar fixo suave da Eve, ento quadrados seus ombros. "Eu tomarei Catstevens, Tenente."
      "Multa. Quando voc terminou, contacte-me para ordens adicionais."
      "Sim, senhor. Eu aprecio voc me confiando com este."
      "Bom. No atarraxe em cima." Ela girou suas costas para Peabody, mentalmente cruzando seus dedos para desejar sua sorte de ajudante, ento passeado acima de Hastings.
      Seu intestino disse a ela o chumbo estava aqui, e Peabody no conseguiria nada mais fora da tarefa que alguma experincia de campo slida.
      Ela se debruou de volta contra o peitoril, cruzados seus ps nos tornozelos. " um pisser, no  isto, tendo estranhos pem seus dedos por toda parte seu material." Ela esperou uma batida enquanto ele simplesmente olhou fixamente por ela. "Ns podemos cortar muito o defecar se voc disser a mim como voc sabe Rachel Howard."
      "Eu nunca disse que eu a soube. Visto seu rosto em algum lugar. Isto no  um freaking crime."
      "Voc toma retratos sua?"
      "Poderia ter."
      "Aqui, no estdio."
      Suas sobrancelhas desenharam junto. A Eve viu ele lutar pensar de volta. "No."
      "Ela nunca tem estado em cima aqui?"
      "Como o inferno eu sei?" Sua voz expandida fora novamente, madura com frustrao. "As pessoas educam pessoas aqui. Cristo sabe por que. Eu contrato um modelo ou um grupo, e eles s tm que trazer algum junto. Principalmente eu excluir seus asnos atrs, mas de vez em quando eu sou de bom humor." Ele finamente sorriu. "Eu tento para no deixar que freqentemente aconteo."
      "Voc faz dinheiro decente com o processamento de imagens?"
      Agora ele zombou. "Voc faz dinheiro decente como um policial?"
      "Inferno, no. Ento voc faz isto porque voc faz isto." Ela enganchada seus dedos polegares em seus bolsos, achando se intrigado por ele. "E voc toma imagens das pessoas, at quando voc no particularmente gostar da raa." Agora, ela movimentou a cabea. "Eu posso me relacionar a aquele. Mas o que ns temos aqui sou uma menina jovem bonita. Os homens normalmente acham um uso para meninas jovens bonitas."
      Sua cor surgiu. "Eu no fao sujeira ao redor com a academia fixa. Para causa do Cristo, eu tenho quarenta anos de idade, o que eu quero com algum fraco coed? Eu uso LCs para sexo.  limpo, profissional, e no existe nenhuma bagagem. Eu no gosto de conexes pessoais."
      Ele est me tocando, Eve pensou com um pouco de diverso. "Sim, eles certamente complicam coisas."
      "Eu gosto de rostos." Ele murmurou isto. "Eu posso me sentar aqui agora mesmo pensando que voc  uma dor no policial de traseiro que est regiamente atarraxado em cima meu dia, mas eu gosto de seu rosto. Eu posso odiar seus intestinos e ainda como seu rosto."
      "Eu no sei que diabo para pensar sobre seu."
      Agora ele bufou. "No venha muito mais feio. Mas existe uma beleza nisto." Ele olhou abaixo em suas mos um momento, ento estourou um suspiro ventoso. "Eu nunca matei aquela menina. Nunca morta ningum. Eu gosto de pensar sobre caminhos para matar pessoas que me irritam. Lanando eles fora de edifcios altos, fervendo eles em leo, fechando eles em um quarto escuro com serpentes ao vivo, aquele tipo de coisa. Me consegue pelo dia."
      "Voc  um pedao do trabalho, Hastings."
      "Todos ns somos. Aquele rosto. Aquele rosto da menina. Inocente. Voc conhece o que faz pessoas como picadas, Tenente Dallas?"
      "Eles destroem o inocente."
      "Sim, eles fazem."
      "Tenente!" McNab acenou uma mo com seus olhos quieto onscreen. "Achada ela."
      Ela cruzou acima de, estudou a tela. Ela Rachel manchado imediatamente, entretanto ela estava em um grupo de outras pessoas jovens. Vestiu-se bem, vestidos nervosos, com flores no fundo. Um pouco de tipo de festa formal, ela imaginou. Provavelmente um casamento.
      Rachel teve seu brao ao redor outra menina, sua prpria cabea lanada atrs como a fotografia a pegou em um risada brilhante, encantado.
      "Hastings." Eve motioned ele acima de. "Quem, o que, onde, e quando?" Ela exigiu.
      "Isto  isto!" Seu ombro bateu McNab como ele manobrou estudar a tela cheia, e quase bateu o homem de EDD de peso leve fora de sua cadeira. "Eu soube que eu vi aquele rosto. O que  isto, o que  isto? Sim, o casamento de Morelli-Desoto, em janeiro. Veja  etiquetado. Existem mais"
      "No toque o teclado," Eve estalada. "McNab, aumente e imprima a imagem. Voc tem mais sua, Hastings?"
      "Eu consegui o inteiro fricking casamento. A parte do pacote  que eu mantenho eles por um ano ento as pessoas podem tomar seu tempo selecionando. E Tia Jane ou Vov Whoosits pode vir a si para seis meses mais tarde e ordenar alguns. Existem mais da menina l, e algum que eu tomei de s ela por causa daquele rosto."
      "McNab, examine, selecione quaisquer imagens da vtima. Aumente e impresso."
      Ele rolou por, dando os comandos. A Eve viu pores do casamento desdobraa noiva e noivo, os retratos de famlia, o candids. Pessoas jovens, pessoas velhas, amigos e parentes.
      "Isto  o lote, Dallas."
      "No. No, no ," Hastings interrompeu na frente de Eve poder falar. "Eu tomei mais. Eu disse a voc que eu tomei mais sua, e alguns outros rostos que interessado me. Subfile neste disco. Rostos. Eles esto debaixo de Rostos."
      McNab telefonou isto. A Eve notou Hastings no aborreceu com a noiva ou noivo aqui. Existia um retrato de uma mulher velha, velha, um sorriso sonhador quase perdeu no mapa enrugado de seu rosto. Uma criana com gelar tocando sua boca. Outro, surpreendentemente tenro, de um pouco menina em seu vestido de festa, profundamente adormecido atravs de uma cadeira.
      Rostos fludos por.
      "Isto no  certo," Hastings murmurou. "Ela no est aqui. Eu levei eles, goddamn isto. Quatro ou cinco candids, dois posado. Eu tomei mais dela que qualquer outra fora do freaking casamento festa. Eu tomei aqueles tiros."
      "Eu acredito em voc." Considerando, Eve bateu seus dedos em sua coxa. "Par de coisas aqui, Hastings. Voc est disposto a tomar um Teste de Verdade?"
      "Fuck. Fuck. Sim, que diabo."
      "Eu instalar isto." Ela olhou de relance em sua unidade de pulso. Muito tarde no dia para programar um. "Para amanh. Agora, quem trabalhou com voc neste trabalho?"
      "Como o inferno eu sei? Era freaking janeiro."
      "Voc conseguiu arquivos, registros?"
      "Certo, nos trabalhos, nas imagens, nos brotos. No em assistentes. Eu vou por assistentes gostam de papel higinico, muito mais til do e papel higinico."
      "Voc paga a eles, no ?"
      "Mais que eles valem a pena," ele comeou, ento piscou. "Certo. Certa. Lucia cuida disto. Ela saber."
      ***
      Pela primeira vez que desde que ele deitou olhos em Eve, Roarke era aliviado que ela no estava l quando ele chegou em casa. Ignorando um puxo rpido de culpabilidade, ele foi diretamente de cima em lugar de voltar para quartos do Summerset verificar nele.
      Ele precisou de tempo. Ele precisou de isolamento. Ele precisou, para causa doce do Cristo, pensar.
      Podia todos ser uma brincadeira. Provavelmente era, ele disse a ele mesmo como ele codificou no quarto assegurado que segurou seu equipamento no registrado. Provvel era uma brincadeira, algum esquema complicado, enrolado para bilk ele fora de algum pronto dinheiro, ou o distrair de algumas negociaes a chegar.
      Mas por que use algo muito profundamente enterrado em seu passado? Por que, pelo amor de Deus, tente enredo que ele em cima com algo que ele podia, e sangrento bem iria, desvende depressa suficiente?
      Era bullshit. Bollocks.
      Mas ele no estava bastante certo.
      Porque ele quis um bebida, um pouco demais, ele optou para caf, forte e preto, antes de girar para o macio e lustroso preto consola.
      Ele teve este quarto construdo, adicionou todas as precaues de segurana pessoalmente. Para um propsito. Para conseguir em torno dos todos-vendo olho e o pegajoso tendrils de CompuGuard. Existia alguns negcios, at para o homem de negcios legtimo ele se tornou, isso era preocupao de ningum mas seu.
      Aqui, neste quarto com seu isolamento screened janelas, sua porta assegurada, ele podia enviar e receber qualquer do comunicado oficial, conduza quaisquer procuras, corte em qualquer coisa que ele teve o tempo ou habilidade para procurar sem alertar CompuGuard.
      Existiu um tempo, no muito h muito tempo no esquema principal de coisas, quando ele usou o equipamento neste quarto para propsitos no bastante legaltanto por diverso, ele podia admitir, como para lucro. Talvez at mais fora de hbito simples.
      Ele cresceu um ladro e um grifter, e tais hbitos eram difceis de quebrar. Especialmente se voc fosse bom.
      Ele sempre seria bom.
      Tudo bem, tinha sido um tempo muito longo desde que ele precisou roubar sobreviver. Ele derramou suas associaes e atividades criminosos, colocar em camadas por camada, alisando no dinheiro de betume podia trazer.
      Ele fez algo dele mesmo, ele pensou agora, como ele procurou o quarto. Comeou, em todo caso.
      Ento existe Eve. Seu policial. Que homem podia fazer quando ele era muito totalmente besotted mas derrama mais camadas?
      Ela tem sido a fabricao dele, Roarke suposto. E ainda, para tudo que eles estavam para um ao outro, existia um caroo em que ele at ela no podia tocar.
      Agora algum veio junto, um pouco de estranho tentando fazer ele acreditar que tudo at agoratudo que ele fez, tudo que ele era, tudo que ele quisdescansado em uma mentira? Uma mentira, e assassinato?
      Ele cruzou para um espelho. Seu rosto, rosto do seu pai. Tudo menos um e o mesmo, e no existia no chegando ao redor isto. No era algo que ele pensou por volta de freqentemente, at considerou. Que era por que, ele imaginou, tendo isto slapped duro naquele rosto deste modo o agitou at to duro, caroo frio, inalcanvel.
      Ento, ele lidaria com isto. E seja feito com isto.
      Ele se sentou atrs do brilhante, U-formado consola, deitada sua palma na tela contra o negro liso. Ardeu vermelho como esquadrinhou seu palmprint. E seu rosto era fixado, como pedra.
      "Isto  Roarke," ele disse. "Operaes abertas."
      Luzes piscadas em, mquinas comearam a seu quieto, quase humano zumbe. E ele precisa trabalhar.
      Primeiro, ele ordenou uma funda-procura de nvel em Moira O 'Bannion. Ele saberia seu melhor que ela se soube antes dele ser feito.
      O primeiro nvel era bsico. Sua data e local de nascimento, seus pais e irmos, seu marido e crianas. Ela trabalha registro. Concordou com que ela disse a ele, mas ele esperou isto.
      Um bom trapaceiro exigiu uma boa fundao, no fez isto? Quem soube aquele melhor que ele fez.
      Ela teve que estar deitando. Tido que ser, porque se ela no fosse . . .
      Dor e pnico colididos em seu intestino. Ele chateia abaixo, olhados fixamente para os dados na tela. Ela teve que estar deitando, e isso era isto. Ele s teve que achar a primeira racha, e o resto de sua histria fantstica desintegraria.
      Como as camadas descascaram longe, ele estudou seus registros mdicos, seu financeiro, e aquela de sua famlia. Com um mortal tranqilo ele desnudou-se longe seu isolamento, e aquele de todo mundo conectou a ela.
      O levou uma hora cheia e ele no achou nada que enviou em cima uma bandeira.
      Ele conseguiu mais caf, povoado ele mesmo novamente, ento falou o comando que ele esperou evitar.
      "Procura de corrida em Siobhan Brody, municpio Nascido Clare, Irlanda, entre 2003 e 2006."
      
      TRABALHAR . . . TRINTA E TRS FMEAS NASCIDAS DURANTE AQUELE PERODO de TEMPO DEBAIXO DESTE NOME.
      
      "Assunto  purported para ser um de gmeos."
      
      TRABALHAR . . . QUATRO FMEAS NASCIDAS DURANTE AQUELE PERODO de TEMPO DEBAIXO DESTE NOME QUE ERA UM DE GMEOS.
      
      Agora suas palmas eram midas. Ele estava protelando, e soube isto. Tomando muitos passos para achar uma resposta nica. "O assunto  uma de meninas gmeas, siblings Sinead."
      
      PARTIDA DE TRABALHO ACHADA, PROCURAR . . .
      
      "Exiba a maioria de imagem recente de assunto enquanto procurando. Tela de parede Uma."
      
      EXIBIR. eu.D. IMAGEM SIOBAHN BRODY, 5 DE SETEMBRO DE 2023.
      Ela vislumbrou sobre a tela, encheu isto com seu jovem, bonito rosto, seu sorriso tmido. Seu cabelo era brilhante, corajoso vermelha, desenhada suavemente de volta de sua cabea, seus olhos uns suaves, suaves verdes, sua pele todas as rosas e leite.
      Mais jovem, Roarke pensou como seu intestino tranado, um ano ou dois mais jovem que o retrato ele viu em Moira O 'escritrio do Bannion. E sem aquela tristeza funda, sem o vestir e as contuses. Mas a mesma menina. O mesmo.
      
      BRODY, SIOBAHN, TULLA NASCIDO, MUNICPIO CLARE, Irlanda, 2 DE SETEMBRO DE 2005. PAIS COLIN BRODY E Patricia Carney BRODY, FAZENDEIROS. IRMOS Edward BRODY, FERGUS BRODY, SINEAD BRODY, GMEO. EDUCADA EM ME DE CLEMNCIA POR AVALIA DOZE. NENHUMA EDUCAO ADICIONAL. EMPREGO, NEGCIOS DE FAMLIA. TAVERNA do EMPREGO ADICIONAL Carney, TULLA, 2022 POR 2023. O CAVALO BRANCO, DUBLIN, NOVEMBRO DE 2023 POR OUTUBRO DE 2024.
      
      Ele olhou fixamente para a imagem de tela. "Dados adicionais solicitados. Casamento, crianas, condio atual."
      
      NENHUM CASAMENTO EM REGISTRO, NENHUMA COABITAO LEGAL EM REGISTRO, NENHUMA CRIANA EM REGISTRO. DESCONHECIDO de CONDIO ATUAL. NO EXISTE NENHUM DADOS EM BRODY, SIOBAHN, DEPOIS DE OUTUBRO DE 2024.
      
      Uma linha de suor glacial arrastado centro abaixo de suas costas. Nenhum registro. Entregou o rosto, ele pensou.
      "Investigaes criminosos relativo a, registros mdicos, financeiro, sabido associa. Algo para causa do fuck."
      
      TRABALHAR . . .
      
      Existia mais, ele disse a ele mesmo como ele rosa. E este tempo ele foi para usque. Existia sempre mais. Ele acharia isto.
      ***
      A Eve entrou a porta s duas horas acima de turno. Ela disse a se que ela estava contente Summerset no estava no vestbulo esperando a discutir, e a nicos razo ela voltou para seus quartos era para a chance de o discutir.
      Ela o achou em sua rea viva, escorada em sua cadeira com um pouco de tipo de msica de piano de cabelo longo tocando enquanto ele paginou por um espesso, couro-saltado livro ela imaginou veio de biblioteca pessoal do Roarke.
      Galahad, perched no brao da cadeira, piscada nela.
      "Onde est o guardio?" Eve perguntada.
      "Tomando um passeio vivo em torno da propriedade, enquanto eu aprecio alguma solido muito-merecida." Entretanto ele fingiu relutncia, ele marcou e fechou o livro, se preparou para ser entretido. "Voc est bastante atrasado hoje  noite."
      "Eu no vivo pelo relgio."
      "Apesar de minhas dificuldades temporrias, eu ainda corro esta casa, e exija um pouco de notificao de seu horrio. Voc era esperado mais que uma hora atrs."
      "Sabe, isto  engraado, eu vejo sua mudana de boca mas tudo que eu ouo  blah, blah, blah. Talvez sua pequena viagem danificou suas cordas vocais. Eu devia pedir Tempo de Enfermeira Feliz para verificar isto."
      Ele descascou seus lbios atrs em um sorriso. "Voc deve ter tido um dia quieto. No existe nenhum sangue em voc para uma mudana."
      "Terminado de dia. Seria melhor eu ir ver se Roarke fez isto casa em horrio, ento ele no  ralhado."
      "Ele  voltar por algum tempo." E no voltou para visitar. "Ele est no escritrio privado."
      Suas sobrancelhas subiram, mas ela encolheu os ombros. "Eu tenho trabalhar. Oh, e ento voc sabe, eu deixei meu veculo fora frente para envergonhar voc se voc tiver quaisquer visitas hoje  noite."
      Quando ela passeou fora, Summerset se sentou de volta, satisfeito, e escutado Chopin enquanto ele arranhou Galahad entre as orelhas.
      A Eve foi diretamente at o escritrio privado, usou o prato da palma, deu seu nome e cdigo.
      
      ACESSE NEGADO.
      
      Confundiu, ela olhou fixamente para a porta bloqueada, a luz vermelha maldita acima disto. "Bem, isto seja touro," ela murmurou e deu a porta um pouco pontap antes de tentar novamente.
      
      ACESSE NEGADO.
      
      Em um juramento, ela arrancou fora seu bolso-vnculo e chamou nmero pessoal do Roarke. Suas sobrancelhas desenharam junto quando sua voz deslizou fora, mas sua tela permaneceu em branco.
      Por que o inferno ele bloquearia vdeo?
      "Eh, o que estou em cima? Eu estou de p do lado de fora da porta, mas meu cdigo no est trabalhando."
      "D-me um minuto."
      Quando o 'vnculo clicado fora de, ela olhou fixamente para isto. "Certo, s, eu darei a voc um minuto."
      Levou um cheio, e um pouco mais, antes dela ouvir a segurana permanecer abaixo. A luz foi verde.
      Quando ela entrou, ele era acomodado atrs do consolar. Suas mangas eram fechadas, um sinal para sua que ele era de trabalho ou mais dos teclados manualmente.
      Mas seu rosto era to em branco quanto as telas de parede.
      A porta fecha atrs dela, e bloqueada.
      "O que estar continuando?"
      "Eu tenho trabalho."
      "No no registrado?"
      Aborrecimento chamejado acima de seu rosto, e ele levantou o vidro de cristal pesado em seu cotovelo, assistindo ela acima da beira, friamente, dispassionately, como ele bebeu. "Sim. No no registrado."
      No existia nenhum calor em sua voz. Nenhum sorriso de saudao. "Existe um problema?"
      Ele rodou o lquido em seu vidro e assistiu seu o modo que ela viu ele assistir um adversrio que ele com inteno de dar fim a. "Por que deveria existir?"
      Confundiu, ela caminhou atrs do consolar, mas as telas existiam tambm escuro e em branco. Ela pegou os odores afiados de usque e tabaco. A ondulao de unease ela se sentiu aumentada. "Porque eu era acesso negado, porque voc est sentando aqui bebendo, porque voc fechou qualquer que voc est trabalhando em assim eu no podia ver isto."
      "Voc era acesso negado porque eu estou trabalhando em um soldado importa. Eu estou bebendo porque eu quis um bebida." Ele ergueu o vidro para seus lbios novamente, como se provar isto. "Eu fechei porque o que eu estou fazendo no ter nada a ver com voc. Aquele claro ele em cima para voc, Tenente?"
      Existia um pouco soco de choque, centro morto em sua garganta. Instintivamente, ela procurou de volta pelo dia para algo disse ou feito para ter causado sua raiva.
      Para era raiva, debaixo de tudo aquela lavagem fria. Quente e borbulhante.
      "Se voc for urinado em mim sobre algo, eu gostaria de saber o que . Aquele modo quando eu chutar seu traseiro, ns dois saberemos por que."
      Saia, era tudo que ele podia pensar. Saia e deixe-me ser assim eu posso terminar este pesadelo. "No tudo que eu perteno para voc. No tudo que eu sinto revolvo ao redor voc."
      Era uma fatia rpida e srdida no corao, e ela lutou ignorar isto. "Olhe, algo est errado. Eu posso ver isto." Se preocupou agora, ela deitou uma mo em seu ombro, esfregou. E sentiu os laos malignos de tensed msculos. "Se isto  sobre Summerset, eu acabei o de ver, e ele  seu habitual irritante auto. Eu sei que voc esteja chateado sobre que aconteceu para ele, mas"
      "Ele est estando bem visto para, no ? Eu cuidei disto. Poderia acontecer para voc que eu tenho mais em minha mente que voc, e ele, seu trabalho, suas preocupaes." Ele empurrou longe dela levantar, cair fora daquela mo encorajadora em seu ombro, examinar cuidadosamente despejar outro usque com a esperana tola que este tempo poderia inundar longe a nusea dentro dele.
      "Roarke"
      "Goddamn isto, Eve, eu estou ocupado aqui." Ele estalou isto, e a parou em seus caminhos. "D-me um pouco de fucking espao, no ? Eu no estou no humor para conversar ou para um rpido shag ou uma retomada de seu dia."
      O insulto e raiva iluminaram seu rosto. "Disposto a s que diabo voc ?"
      "Ser deixado s para fazer o que eu sou fixado para fazer aqui."
      Eu no posso permanecer tendo voc aqui, no pode permanecer fazendo o que eu estou fazendo.
      "O tempo eu gasto vacilando sobre com seu trabalho leva meu prprio, e eu preciso compor isto quando eu escolher. Como a porta sangrenta era bloqueada, poderia ter acontecido para voc que eu no quis ser interrompido. Eu um grande negcio tem que fazer, ento por que voc no  sobre seu prprio? Eu no tenho nenhuma dvida que voc tem bastante o morto para manter voc ocupou por uma noite."
      "Sim." Ela movimentou a cabea devagar, e o temperamento em seus olhos teve enfraquecido em surpreso machuca. "Eu sempre tenho os mortos. Eu s conseguirei o inferno fora de seu modo."
      Ela andou a passos largos para a porta, ouviu o sussurro de fechaduras abre at antes dela alcanar isto. O momento ela estava farta, fecha e bloqueado apertado.
      Do lado de dentro, Roarke olhou fixamente no vidro, ento simplesmente lanou isto contra a parede muito o cristal chovido para o cho como lgrimas letais.
      ***
      Ela foi trabalhar, ou tentou, comeado correndo todos os nomes que ela pode conseguir de Hastings. Ela conversaria com cada pessoalmente, mas ela quis o fundo bsico antes dela comear.
      Ela teve relatrio muito detalhado do Peabody em sua correria no campo. O segundo estale era tidily alibied para assassinato do Rachel Howard. A Eve esperou o libi para segurar, mas teria Peabody seguir.
      Ela correu mais probabilidades, verificadas suas notas, instale uma tbua em que ela alfinetou as imagens de Rachel, o horrio de classe, uma fotocpia azul do estacionamento, uma avaliao de campus de Columbia.
      E ela se preocupou sobre Roarke.
       meia-noite, ela caminhou no quarto, achou isto vazio. O computador da casa disse a ela que ele era onde ela o deixou.
      Ele estava ainda l quando ela subiu na cama s logo antes de uma DA MANH
      Ela no se importou uma briga. O fato era, s vezes uma briga de bem animou coisas. Conseguiu a mudana de sangue. E no importem o quo loucos eles poderiam chegar em um ao outro, eles eram sempre envolvidos.
      Isto no tinha sido uma briga. Ele s a cortaria fora de, corte ela, assistida ela com olhos azuis frios, o modo que ele poderia assistir um estranho. Ou um ligeiramente conhecido aborrecedor.
      Ela no devia ter sado. Ela disse a se como ela rolou achar algum conforto na grande cama. Ela devia ter ficado, feito ele luta at que ele disse a ela qual estava errada.
      Ele soube exatamente o caminho para conseguir ela para ir. Se ele lutasse com ela, ela teria vadeado em. Mas ele a despediu, sacudido seu longe, atordoante ela assim ela tem estado fora a porta com seu rabo entre suas pernas.
      S espere, ela pensou. S espere at que ela conseguiu o pegar novamente.
      ***
      Enquanto ela deita l, acordada na escurido, uma de dezenove anos de idade apresentando aluno de artes chamado Kenby Sulu estava sendo imortalizado.
      Ele esteve alto, esbelto, para sempre jovem, seu corpo cuidadosamente posado, seus membros inanimados sustentados por arame de cabelo magro de forma que ele poderia parecer perfeito na lente imparcial da cmera.
      
      Tal luz! Tal luz forte. Me cobre. Me alimenta. Ele era brilhante, este homem jovem inteligente com a construo do danarino e a alma do artista. Agora ele me . O que ele era vivia para sempre em mim.
      Eu podia o sentir fuso com Rachel, comigo. Ns somos mais ntimos que amantes agora. Ns somos uma fora de vida, mais que cada um de ns podamos j estar sem os outro.
      Que presente eles deram a mim. E ento eu dei a eles eternidade.
      No existir nenhuma sombra neles.
      S o louco chamaria esta loucura. S os cegos olharo e no vero.
      Logo, muito logo, eu penso que eu posso mostrar ao mundo o que eu fiz. Mas primeiro, mais luz. Eu preciso mais dois antes de eu compartilhar com o mundo.
      Mas, claro, eu devo dar a eles uma olhada.
      ***
      Quando todos era feito aquele precisado ser feito, uma nota e uma imagem eram enviadas para Nadine Furst, em Canal 75.
      
      
      Captulo 10
      
      O buzinar do vnculo de lado da cama a atirou em de um pesadelo. De escuro at escuro. Shivering, procurando no escuro pelo pnico, ela arrastou no tangled folhas.
      "Bloqueie vdeo. Oh Jesus, luzes, dez por cento Condena isto, goddamn isto."
      A Eve esfregou os saltos de sapatos de que ela d suas bochechas midas, chupado em ar enquanto seu corao continuado a trovejar, e respondeu o telefonema.
      "Dallas."
      
      DESPACHO, Dallas, Tenente Eve.
      
      Ela arrastou em seu cabelo. "Reconheceu."
      
      REPORTE IMEDIATAMENTE, LINCOLN CENTRA, ENCANTE PARA a CASA de PERA METROPOLITANA. HOMICDIO POSSVEL.
      
      "A cena  segura?"      
      AFIRMATIVO.      
      "Notifique Peabody, Oficial Delia. Minha HORA PREVISTA DE CHEGADA, vinte minutos."      
      RECONHECEU. DESPACHE FORA.      
      Ela desenrolou da cama, a cama vazia. Era quase quatro de manh, mas ele no veio para a cama. Sua pele era fria e mida do pesadelo, ento ela deu a se dois minutos no chuveiro, outro minuto no rodar calor do tubo secante, e sentiu quase afianou novamente.
      Ela vestiu depressa na luz escura, amarrada com correia em sua arma, embolsado seu distintivo, suas restries de campo, cortado em seu registrador. E estava a meio caminho fora a porta do quarto quando ela amaldioou, seguiu atrs, e cavou um cubo de memorando fora da gaveta da noite permanece.
      "Eu peguei um caso," ela disse nisto. "Eu no sei quando eu voltarei."
      Ela pensou sobre coisas de uma dzia de que ela quis dizer, mas eles todos pareceram sem sentido. Ento ela deixou como est, lanou o memorando na cama, e foi trabalhar.
      ***
      Os sensores de polcia estavam em cima, relampejando vermelho e amarelo. No meio-fio um par de preto-e-brancos nosed juntos, com seus cones que circulam em frio azul, quente vermelho.
      O grande manancial que graced o terrao largo estava quieto, e o elegante que constri atrs de vestiu de sombras. Ela viveu uma dcada em Nova York sem j tendo vindo para esta catedral das artes. At Roarke a levou dentro do teatro, para concertos, at a pera.
      Quando voc era enganchado em cima com um homem gosta de Roarke, ela pensou, seus horizontes alargados se voc quis eles ou no.
      Que diabo estava errado com ele?
      "Tenente."
      Ela movimentou a cabea para o uniforme que a saudou e se puxou de volta. Um policial no teve uma vida pessoal, ou preocupaes pessoais em uma cena de crime.
      "O que ns temos?" Ela leu rapidamente sua etiqueta. "Oficial Feeno."
      "Macho, Mistura asitica, mais ou menos vinte, DOS. O par de metade-guisado partyers o achou no manancial. O sujeito puxou a criana, mulher chamou isto. Meu companheiro e eu estivemos primeiros a responder e chegados mais ou menos dois minutos depois do telefonema. Meu companheiro pegou as testemunhas escondidas ali."
      Ele gesticulou para os passos preparar o caminho para a entrada.
      "Mantenha eles embrulhados no momento. Envie meu ajudante por quando ela chegar."
      "Sim, senhor. Parea com que ele poderia ter cado em e afogada. No uma marca nele, e o modo que ele  vestido, ele podia ser um porteiro para o Encontrado ou um dos outros teatros no Centro. A coisa ," ele continuou como ele caiu em passo ao lado de Eve, "ele  sobre a mesma idade que o reciclar caixa caso. Ela no teve quaisquer marcas em suas qualquer uma."
      "Ns veremos o que ns vemos."
      Existiam ainda pequenos regatos e charcos de molhados onde o corpo tinha sido retirado-se do manancial. O ar j era morno, mas pesada suficiente com umidade que ela imaginou a gua tomaria algum tempo para evaporar.
      Ela anotar seu kit de campo, comprometido seu registrador, e permanecido acima do corpo.
      Jovem, ela pensou no primeiro rpido mexe de piedade. Vinte em melhor. Bonito rosto para um menino. A morte teve leeched sua cor, mas ela imaginou sua pele tinha sido um ouro liso e fusco para ir com o cabelo de tinta e sobrancelhas pretas. Ossos de Sharp facial, longa, dedos de elegante, um corpo elegante longo, principalmente perna.
      Ele era vestido de jaqueta pequena preta com um colarinho entalhado, calas diretas, sapatos de couro suave. Quando ela abaixou, perscrutado fecha, ela podia ver as marcas de lnguido onde uma etiqueta de nome tinha sido removida.
      Cuidadosamente removeu, ela pensou.
      "Vtima  masculina, asitica, dezoito a vinte. Nenhum sinal visvel de violncia. Ele est completamente vestido de que parece ser um uniforme."
      Ela lacrou em cima, ento foi por seus bolsos para ID. Ela achou uma carteira que segurou dois cartes de dbito, um aluno ID, e um carto de empregado do Lincoln Centra.
      "Vtima  identificada como Sulu, Kenby, envelhea dezenove, Leste Superior residncia Lateral, atualmente um aluno registrado em Juilliard e empregado por Lincoln Centra."
      Ela lacrou a carteira em evidncia, ento examinadas suas mos.
      A pele era lisa, as unhas pequenas e bem tratadas. "Venha de dinheiro, no ?" Ela murmurou. "Cuidou de voc mesmo. Juilliard." Ela olhou em direo ao Centro. "Ento ele era teatro para voc. Voc estava trabalhando hoje  noite. Trabalho de meio perodo, certo? Para manter perto do teatro, talvez ajude pagamento seu modo."
      Ela virou sua mo direita, viu a marca de lnguido vermelho de uma seringa de presso. "Eu vou descobrir como ele conseguiu voc, Kenby."
      Ela cavou em seu kit de campo, apenas glancing em cima quando ela ouviu o xingar respiraes e correnteza baterem palmas de policial cala em pavimento.
      "Registre em, Peabody. O corpo tem sido movido. Erguido fora do manancial, civil o achou." Como ela falou, ela consertou em culos de proteo e examinou a palma da mo direita mais prximo.
      "Desfalea discoloration como  tpico de seringa de presso."
      "Como Howard."
      "Sim, como Howard." Ela desabotoou a jaqueta. "Ele estava levando um ID, e dois cartes de dbito, conseguiram uma unidade de pulso da moda."
      "No roubo."
      "No, no roubo." Ela separou a jaqueta.
      O ferimento era pequeno e limpo. Um buraco redondo limpo por carne lisa, msculo afinado, e no corao. Com os culos de proteo nela podia ver os pedaos de adesivo de NuSkin partiu em torno do ferimento. "E ele no afogou qualquer um. Primrio seja avaliao, porque da morte, ferimento de corao induzido por lmina magra. Tox reporta provvel mostrar a opiates em circulao sangnea."
      Ela se sentou de volta em seus saltos de sapatos. "Contacte Morris. Eu o quero em este aqui. Corra as impresses da vtima, Peabody, verificar ID. Consiga tempo da morte, termine o exame da cena. Consiga os nomes e endereos de prxima de famlia. Ento o tenha ensacado, etiquetado. Homicdio. Eu vou questionar os civis."
      Ela ouviu Peabody tomar uma respirao para se afianar  medida que ela foi embora.
      O par se sentou perto dos passos. O quadril tornar mania em suas roupas de fantasia noite. A mulher estava vestindo um vestido salpicado branco e preto que feriu ao redor seu corpo gosta do serpentear que imitou. Seu cabelo provavelmente comeou a noite em uma torre dourada, mas a torre consideravelmente desintegrou, enviando poofs e enrolar e se desgarrar em e ao redor seu rosto.
      O homem tarifou pequeno melhor. Sua jaqueta era empacotada em uma bola molhada ao lado dele, e sua neve-branco camisa arrepiada era transparente de seu mergulho no manancial. Ele era descalo, com seus sapatos de prata encharcados nos passos. Suas calas estavam ainda gotejando e agarradas para pernas fracas.
      Ela pe eles ambos s tmidos de trinta.
      Ela motioned para o uniforme para andar de lado, ento batido seu distintivo. "Eu sou Tenente Dallas. Diga a mim o que aconteceu."
      "Ele estava na gua. Eu o puxei fora. Ele estava morto. Eu tenho nuseas."
      "Eu sei que isto  difcil." Ela imaginou que ele teve nuseas, no s da experincia mas do impacto de qualquer favores de festa eles tm absorvido mais cedo  noite. "Como voc o achou?"
      "Ns fomos para o balGiselleento para uma festa. A casa do amigo em Ribeira Dirige."
      "Isto no  porta exatamente prxima. O que voc estava fazendo de volta aqui s quatro de manh?"
      "No  contra a lei para caminhar ao redor s quatro de manh." A mulher falou mais alto, um whiny beb-boneca verbaliza que imediatamente pe nervos da Eve no limite.
      "Nope, mas absorvendo ilegais em uma festa metade da noite . Ns podemos conseguir por este rpidos e fceis, ou ns podemos fazer isto duros e eu posso tomar voc em custdia, corra um tox tela."
      "Ns estvamos s tentando ajudar," o homem protestado.
      " por isso que eu no vou correr o tox. Vamos comear novamente." Ela retirou-se um caderno. "Eu preciso de seus nomes."
      "Eu sou Maxville Drury. Olhe, eu sou um executivo em Multas e Cox, a agncia de anncio. Eu no quero qualquer dificuldade."
      "Voc sujeitos fazem os zepelins, certos, e o holoboards ao longo do FDR?"
      "Entre outras coisas."
      "Voc tem alguma idia o quo irritantes eles so?"
      Ele administrou um sorriso. "Sim."
      "Acabou de perguntar-se. Sinta falta?"
      "Loo Macabe. Eu sou um desenhista de sapato."
      "Voc projeta aqueles?"
      "Sim, eu fiz."
      "Interessantes. Agora que ns somos camaradas, por que voc no diz a mim exatamente o que aconteceram? Voc estava aqui pelo bal, voc foi para uma festa. Ento?"
      "Certo." Maxville desenhou uma respirao funda. "Ns deixamos a festa. Eu no notei o tempo, honrado para Deus. Ns estvamos nos parecendo bons, em cima, sabe?  uma noite quente, e ns ramos justo tipo de engraado ao redor sobre que seria como acalmar-se no manancial. Uma coisa guiada para outro, e ns acabamos de volta aqui. Ns estvamos pensando que ns no podamos s acalmar-se no manancial, mas aquecer. Sabe?"
      Eve olhou de relance em rosto do Loo, pegou o tolo pequeno sorriso. "Deve ter sido um pouco de festa."
      "Eu disse a Max como eu tenho esta competio que vou com alguns amigos em que podem fazer isto no mximo Nova York landmarks. E ns pensamos, que diabo, deixamos sou giz em cima uns pontos do par."
      "Ento voc voltou aqui, e . . . ?"
      "Eu justo tipo de saltado em," Max continuou. "Jesus, eu quase ca o sobre. Eu o arrastei em cima, prolongou ele. Loo pediu uma ambulncia. Eu tentei dar a ele boca-para-boca, CPR. Eu tentei. Eu no sei se eu fiz isto direito, tudo conseguiu todo confundido. Eu no sei se eu fiz isto direito."
      Porque ele estava olhando nela para algum tipo de certeza, Eve sentada ao lado dele. "Ele se foi, Max. Ele se foi antes de voc chegar aqui. No existia nada que voc podia ter feito. Mas voc tentou, e voc pediu ajuda. Ento voc fez isto direito."
      Ela assistiu amanhecer surgir, uma luz nebulosa em um cu lcteo. Enfraquecido de luzes de rua e segurana fora, e o manancial principal esporeada em vida, vomitando suas torres da gua no ar pesado.
      Os sons de matutinos eram o estrpito e estrondo de reciclavam caixas sendo esvaziadas, de maxibuses arrotando. Dos areos-bondes e nibus comeando a seu primeiro encontrado casualmente o cu branco doente.
      O cachorro walkers terminou com seus suspensrios de caninos, e o joggers que preferiu as caladas aos parques ou os clubes de sade.
      Carros de deslizamento abertos para negcios, e pumped fora seu vapor gorduroso.
      Ela assistiu o vago morto puxar longe com seu fardo de um homem jovem com membros longos, graciosos e um buraco minucioso em seu corao.
      E ela assistiu o Canal 75 furgo parar.
      "Eu tenho o prximo de famlia, Tenente." Peabody aumentou ao lado dela, e com Eve tomou cuidado Nadine andar do furgo. "E quando eu verifiquei que eu aprendi que os pais da vtima j reportaram ele faltando."
      E ela teria que dizer a eles que ele foi achado.
      "Deixe-me lidar com este," ela disse e cruzou para Nadine.
      "Eu teria contactado voc," Nadine comeou, "mas a estao conseguiu o relatrio do corpo, e aquele Polis estava na cena. Eu tive que figurar um daqueles Polis eram voc."
      "Porque?"
      "Porque eu consegui outra nota, e mais retratos. Foi bem sucedido para minha unidade da estao s seis DA MANH que Ele  um homem jovem, Mistura asitica. Muito esbelta, muito atraente. Outro aluno, eu teria que dizer, como o sincero atirado o pe em Juilliard. Eu reconheci isto. Quem o inferno  matana estas crianas, Dallas?"
      A Eve agitou sua cabea. "Eu darei a voc um levantar-se, aqui e agora, Nadine. Ento eu vou perguntar a voc para mandar embora a tripulao, d-me a transmisso, ento entre em Central. Eu tenho uma parada para fazer, mas eu estarei em assim que eu posso. Eu vou perguntar a voc para no conversar com ningum sobre que voc recebeu esta manh. Eu darei a voc tudo que eu posso."
      "Deixe seja instalado isto." Ela sinalizou sua tripulao. "Dallas, eu farei qualquer coisa que eu posso ajudar voc o pra. Mas isso no significa que eu no quero a histria inteira, exclusiva, uma vez que voc tem."
      "Eu darei a voc o que eu posso quando eu puder." Uma enxaqueca estava acordando atrs de seus olhos. "Vamos conseguir isto feito," ela adicionou com um olhar no momento. "Eu estou no relgio."
      ***
      Eve sentada na rea de Sulu vivo de seu bairro residencial cortesa casa s vinte depois de sete em um vero pegajoso de manh, e assistiu duas pessoas dissolverem debaixo do choque de perder sua s criana.
      "Pode existir um engano." Lrio Sulu, uma mulher alta, esbelta que passou por ela construir sobre seu filho, sentado apertando mo do seu marido. "Kenby no voltou para casa, mas pode existir um engano. Ele  s dezenove, voc v. Ele  muito esperto, e muito forte. Pode existir um engano."
      "Eu muito sinto muito, Sra. Sulu. No existe nenhum engano. Seu filho estava positivamente identificado."
      "Mas ele  s dezenove."
      "Lrio." Os olhos do Chang Sulu eram escuros, como seu filho tem tinha sido escuro. Eles brilharam agora como ele olhou fixamente para Eve, como lgrimas deslizaram abaixo suas bochechas. "Como este podia ter acontecido para nosso filho? Quem faria este para nosso filho? Ele prejudicou ningum."
      "Eu no tenho as respostas para voc, mas eu terei. Eu preciso de voc para ajudar-me conseguir aquelas respostas. Quando era a ltima vez que voc viu Kenby?"
      "Ontem, de manh. Ns tivemos caf da manh." Chang girou sua cabea, e o olhar ele enviou sua esposa rasgada em corao da Eve. "Ns tivemos caf da manh junto, e voc disse: 'Termine seu suco, Kenby. Serve para voc.'"
      O rosto do lrio pareceu separar. Como lgrimas inundaram isto, seu corpo agitou, e os sons ela fez era mais choradeiras que lamenta.
      "Existe algum que eu posso pedir voc?" Eve perguntada.
      "No. No." Chang segurou sua esposa e balanada, e agora seu olhe agarrado para rosto da Eve. "Ns tivemos caf da manh junto," ele repetiu. "E ele foi classificar. Primeira classe. Ele  um danarino, como sua me. Ele partiu antes de sete. Eu deixei para trabalhei talvez uma hora mais tarde. Eu sou um engenheiro com o Teckron firmar. O lrio  agora um coregrafo e est trabalhando em um jogo. Ela saiu de casa ao mesmo tempo que eu mesmo."
      "Onde o Kenby seguiria sua primeira classe?"
      "Mais classes. Ele teve um horrio cheio em Juilliard. Ele estaria l at cinco, ento tenham um pouco de jantar antes dele ir trabalhar. Ele trabalhou trs noites por semana na Casa de pera Metropolitana, como um porteiro. Ns esperamos que ele casa por meia-noite, talvez doze e trinta. Ns no nos preocupamos. Ele  responsvel. Ns fomos para a cama. Mas Lrio despertou na noite, e a luz ns partimos em para ele estava ainda iluminado. Ela verificou, e quando ela viu que ele no voltou para casa, despertou-me. Ns chamamos seus amigos primeiros, ento ns chamamos a polcia."
      "Eu gostaria de ter o nome e endereos de seus amigos, seus professores, as pessoas com que ele trabalhou."
      "Sim, eu darei a eles para voc."
      "Ele era aborrecido por qualquer um? Ele disse a voc sobre qualquer um ou qualquer coisa aquele transtornado ele?"
      "No. Ele era um menino feliz."
      "Sr. Sulu, Kenby era fotografado, profissionalmente, no no ano passado?"
      "Voc precisa de uma fotografia?" Sulu continuou a cabelo de golpe da sua esposa. "Voc disse que voc o identificou."
      "No, eu no preciso de uma fotografia. Me ajudaria a saber se ele fosse fotografado."
      "Na escola." O lrio girou sua cabea, seu rosto saqueado, em direo a Eve. "Alguns meses atrs, existiram fotografias tomadas de sua classe de bal. E novamente, existiram fotografias tomadas do elenco do bal de fonte. Eles apresentaram Firebird."
      "Voc sabe quem tomou as fotografias?"
      "No, mas eu tenho cpias de vrias que foram tomadas."
      "Eu posso ter eles? Eu verei que eles so retornados a voc."
      "Se ele ajudar. Tenente, ns precisamos ver nosso filho."
      "Eu sei. Eu organizarei aquele para voc."
      Quando Eve sada da casa novamente, ela respirou em fundo tentar passar sem tocar o gosto de pesar fora de sua garganta. E virando a fotografia da flexvel, Kenby Alegre com seus companheiros lanados, ela bateu o nome: Portography.
      "Tenha Hastings levantou," ela disse a Peabody.
      ***
      Ele no dormiu, mas Roarke no considerou dormiu uma prioridade atual. Entretanto ele no teve averso da sua esposa para substncias qumicas, ele no sentiu a necessidade para uma plula impulsionar sua energia. Ele estava correndo em cafena e nervos.
      Siobhan Brody tinha sido sua me. Ele no duvidou isto agora. No podia duvidar isto agora. Patrick Roarke tinha sido uma boa mo em manipular dados, mas seu filho era um inferno de muito melhor.
      Levou a maior parte da noite, mas ele cavou abaixo.
      No existia nenhum registro de casamento, entretanto de que ele estava comeando a saber sobre Siobhan, ele imaginou que ela acreditou em que eles tm sido moralmente quarta-feira
      Mas ele achou seu prprio registro de nascimento, algo ele nunca aborreceria ele mesmo para cavar fora antes. Tinha sido enterrado bem e fundo. Ele sups o homem velho fez muito para cobrir ele mesmo para uma razo ou outro. Mas se voc continuasse empurrando, se voc tivesse bastante tempo e boa razo, um homem podia achar qualquer coisa nos vastos sombrios de dados.
      Ele estava um ano cheio mais jovem que ele acreditou. No era que uma multa contribuir a cabea, ele decidiu como ele animou-se o caf com um atirado de usque. Siobhan Margaret Mary Brody estava claramente listado como me, e Patrick Michael Roarke como pai.
      Doador de esperma de qualquer maneira, Roarke meditou como ele bebeu.
      Mais provvel, ela deu a quem exigiram tais coisas que informaes. O homem velho no teria estado contente para ter seu nome listado em um documento oficial. No, isso no teria fixado direito com ele.
      Fcil suficiente para enterrar isto.
      No existia nenhum registro de emprego para ela depois de seu nascimento, mas ele descobriu ambos seu medicals. Saudveis como cavalos eles tm sido, para um pouco.
      Ento pareceu Siobhan jovem se tornou acidente propenso. Um brao quebrado aqui, uma costela rachada l.
      Fucking bastardo.
      Ele a bateu ao redor, bom e adequado, pelos prximos vrios meses.
      No existia nenhuma polcia reporta, mas isso no era inesperado qualquer um. Nenhum dos vizinhos teriam tido as bolas para chamar o Polis s porque um homem era roughing em cima sua esposa. E se eles tivessem, Patrick Roarke teria sabido como lidar com isto. Algumas libras deslizadas para os uniformes, e uma batida slida para quem ter as ms maneiras para chamar eles.
      Ele iluminou outro cigarro, debruada atrs em sua cadeira. Fechados seus olhos.
      Mas ele achou uma polcia reportar, s um, no desaparecimento de um Siobhan Brody, iniciada por sua famlia. Depois de um pouco de policial tedioso-fala, declaraes de um punhado das pessoas, a concluso era que ela se levou fora de.
      E isso era o fim disto.
      Ento o que ele deveria fazer sobre isto agora? Ele no podia mudar isto, no podia a ajudar. Ele no a soube.
      Ela era um nome, um retrato em uma armao. Nada mais.
      Quem soube melhor que ele que voc no podia viver sua vida juntando-se mos com ontem fantasmas?
      Ele no tinha sido do Meg. Meg Roarke com seu rosto largo e olhos duros e beery respirao. Ele no terminou dela afinal. Ele veio daquela doce-enfrentada menina jovem, fresca fora da fazenda. Um que o amou suficiente para o vestir de pijama azul, e o segure perto de sua bochecha para um retrato.
      Ele veio de Siobhan Brody, que tem sido jovem suficiente, tolo suficiente para voltar em inferno porque ela quis fazer uma famlia. D a ele um pai.
      Deus ajuda eles todos.
      Mal, cansado, unbearably triste, Roarke fechado hermeticamente todos os dados ele acumulou debaixo de sua voz comanda e uma contra-senha. Ento ele deixou o quarto, disse a ele mesmo que ele deixou a dificuldade deleo que mais pde ser feitoe foi se preparar pelo dia.
      Ele teve trabalhou espera, demais embaralhar ao redor porque ele no estava sentindo bastante ele mesmo. Ele construiu um fucking imprio, um universo inflamado, no teve ele, e ele teve que ser corrido.
      Ele teria um chuveiro, alguma comida, faa um pouco de desculpa para Eve para seu comportamento a noite antes. No havia razo para a trazer nisto, nenhum ponto em prolongar os negcios inteiros tristes e feios ainda novamente.
      Mas ela no estava l. As folhas estavam em enredos, que disseram a ele que ela gastou to pobre uma noite quanto ele teve. A culpabilidade tranada dentro dele como ele perguntou-se se ela tiver sido plagued por pesadelos.
      Ela nunca dormiu bem sem ele. Ele soube isto.
      Ele viu o memorando, levantou isto.
      "Eu peguei um caso. Eu no sei quando eu voltarei."
      Sentindo tolo, sentindo cru, ele tocou isto atrs duas vezes s para ouvir ela verbalizar. Ento fechando seu punho em torno do pequeno cubo, ele se sentou no lado da cama.
      S, ele lamentou para uma mulher que ele nunca conheceria, e dodo para o nico ele j adoraria.
      ***
      Eve caminhada em seu escritrio, viu que Nadine j era do lado de dentro. No havia razo para rasgar seu cabelo fora acima do fato que Nadine correu domestica em Central. Por uma vez, tendo ela no escritrio em lugar de um dos salas de espera vestidos dela. Salvou tempo.
      "Eu preciso pr um investigador em sua unidade s 75."
      Nadine cruzou suas pernas, examinados seus dedes do p em seu strappy, heeled sandlias. "Oh certas. Por que devia ser um problema para ter unidade do trabalho batida do reprter em pelo Polis? Por que, todo mundo ser emocionado para me passar por informaes que est indo diretamente para Central de Polcia ao mesmo tempo. Eu serei deluged com pontas."
      "Ele est usando voc como um canal. Se ele tem qualquer coisa mais para dizer, ele ir por voc. Voc autoriza o investigador, ou eu encerro a unidadee eu posso encerrar voc, tambm, Nadine."
      Ela esperou uma batida enquanto cabea arrebatada do Nadine. "Testemunha material, policie proteo, e assim por diante. Eu sou tentado para fazer isto porque eu como voc. Eu como voc respirando."
      "Ele no est vindo depois de mim."
      "Talvez no. Mas psicopatas s vezes ficam aborrecido com suas ferramentas. Eu sou acesso ao banco em que voc cuidando de voc mesmo. Eu tenho um telefonema em para Mira. Se ela indicar existe uma chance que ele ligar voc, eu terei que voc embrulhou e empacotado longe antes de voc poder refrescar sua tintura de lbio para um um-em-um."
      "Tente isto."
      "Oh, eu farei isto." Acomodou, Eve esticou suas pernas. "Eu no perguntei a voc para ser meu amigo, sabe. S descoberto aquele modo. Agora voc tem que viver com isto."
      "Merda." Com seu rosto astuto mal-humorado, ela drummed seus dedos no brao da cadeira. Ento o canto de sua boca twitched. "Eu gosto de voc, tambm, para alguma razo louca."
      "Bons, agora ns somos todos confortveis. Voc consegue seu retrato tomado ultimamente? Profissionalmente?"
      Nadine olhou de relance abaixo na Eve de fotografias fixou na escrivaninha. "Ns conseguimos eles tomados todo ano na estao. Tiros de publicidade para espectadores, e para cartazes eles emolduraram no Quarto Verde."
      "Quem leva eles?"
      "Eu descobrirei. O que  a conexo entre Howard e Sulu, diferente das fotografias?"
      "Eu descobrirei." A Eve empurrou um dedo polegar em sua entrada. "McNab est esperando ir para 75 com voc, instale o rastro."
      "Condene certo de voc mesmo."
      "Est certo." Ela estudou suas botas como rosa de Nadine partir, ento ela rodou em sua cadeira. "Voc est batendo aquele terno?"
      "Geralmente, eu fao ele tomar fora do terno antes de ns bater, como voc muito de modo romntico pe isto."
      "Qualquer. O que eu quero dizer , voc sabe sobre homens."
      Uma sobrancelha perfeita ergueu como Nadine girou. "Suficiente para ser confundido, fascinou, e aborrecido pela espcie. Por que? Aborrea em paraso?"
      A Eve abriu sua boca, ento firmemente fechou isto novamente. "No. No seja nada." Ela acenou Nadine longe, ento rodado atrs para escrever seu relatrio. Ela deixou guisado de Hastings durante algum tempo antes de encabear em entrevista. E tenha certeza que ela teve sua prpria cabea clara antes dela o questionar.
      Ela gastou vrios minutos que rola pelos nomes dos clientes que registraram compras de altas-fim mquinas fotogrficas ao longo dos ltimos doze meses.
      Podia voltar alm disto, ela pensou. E o assassino no poderia ter registrado o equipamento. Poderia no ter preocupado sobre o negcio de garantia inteira.
      Ainda, ela cruz-provida referncia, procurando por um vnculo para os nomes em sua vtima e suspeitar lista.
      Mas seu se importe de no pegaria para o ponto.
      Ela silvou fora uma respirao, excludo com seu p, e slapped seu fim de porta. Ela fecha a tentao para contactar Roarke. Ela o deixou um memorando, no ? Ela no teve todas as regras do jogo de casamento alinhado, mas ela era maldita certa que era sua virada para fazer o telefonema.
      Ao invs, ela chamou algum que ela sentiu teve um bem lidar nas regras da estrada.
      "Mavis."
      Pixie rosto do seu amigo era frouxo, e desnuda como da criana. O cabelo estava ainda listrado e decorado com sinos. Eles jingled suavemente como Mavis se aconchegou no travesseiro.
      "Huh? Horaso?"
      "Uh . . . eu no sei. Manh."
      "Ugh. Manh. Whassamatter?"
      "Nada. Desculpe. Volte dormir."
      "'Sokay." Mavis abriu um olho, azul como uma baga. "Summerset?"
      "No, no, ele est vindo junto." Pelo menos ela figurou que ele era. Ela no verificou. Ele ela era virada para verificar? Como ela deveria continuar, pelo amor de Deus? "Talvez voc est indo por l hoje?"
      "V. Coisa pobre. Trina e eu estamos passando por, talvez d a ele um rosto e tratamento de cabelo. Whatcha pensa?"
      O sorriso estende. Talvez ele estava um pouco mau, mas a imagem de Summerset pegou na web de encarecimento da Trina era to bonita. Quase trouxe uma lgrima para olho da Eve. "Grande. Grande idia. S o que ele precisa."
      "Voc certo? Algo est em cima. Eu posso dizer."
      "No  nada."
      "Eu sou acordado." Em um bocejo enorme, Mavis trocou, e a 'tela de vnculo mostrou  montanha que era Leonardo roncando suavemente ao lado dela. "Diga a mim."
      "Eu no sei.  provavelmente estpido. Eu sou provavelmente estpido. Algo errado com Roarke. Ele no conversar sobre isto. Ele me fecha fora, Mavis. Blasted em mim fora do claro azul, ento me feche fora. Grande tempo. Ele no veio para a cama, e quando ele conversou comigo, ele . . . Caga."
      Machucou e confuso tudo de novo, ela arrastou uma mo por seu cabelo. "Talvez, quando as pessoas so junto por algum tempo que eles no so todos aumentaram quando eles virem um ao outro. Isto  certo, eu acho. Mas . . ."
      Atarraxe o buts, ela pensou como sua espiga de raiva novamente. "Condene isto, normalmente ele no pode manter seu tire as mos me, normalmente existe este olhar em seu olho quando eu voltar para casa. No estava l, nem mesmo fecha, e ele no podia esperar livrar-se de mim."
      "Voc estava lutando sobre algo? Voc no fez nada para o urinar fora de?"
      Entristecida, ela chutou em sua escrivaninha. "Como vem para ele para ser me ter?"
      "No faa." Desnudo, e fcil com isto, Mavis se sentou em cima. "Eu estou s eliminando possibilidades. Sabe, casamento  uma espcie de mistrio, s goste policial encher. Ento voc precisa eliminar possibilidades e procura por pistas."
      "Ento ele oughta vem com um goddamn campo kit," Eve murmurou.
      "Ele est preocupado sobre Summerset."
      "Sim, mas ele no era isto. Eu sei que no era."
      "Certo, sabe." Mavis conferiu ela voltar e adiante, pequenos sinos de cabelo tocando como ela considerou. "Talvez ele  uma coisa do trabalho o apertando."
      "Podia ser, mas ele normalmente alimenta naquele defeca. Ele pe em cima esta parede. Era pessoal."
      "Certo." Mavis decisivamente movimentou a cabea. "Ento voc derrubar isto. Voc no no toma no para uma resposta. Voc importuna e voc escolhe e voc pega at que estale fora dele. Qualquer . As meninas so bom nisto, Dallas."
      "Eu no sou bom em ser uma menina."
      "Certo voc . Voc  seu prprio tipo de menina. Pense sobre ele como chutando seu traseiro at que ele rache. Em o perfurar em Entrevista at que ele confesse. Cave isto fora dele, ento, dependendo de que , voc ou faa ele sofrer ou o conforta. Ou fuck seus crebros fora. Voc saber que."
      "Isso no soa to duro."
      "No . Confie-me. Deixe-me saber como ele viradas fora. Desde que eu sou acordado, eu penso que eu vou conseguir Leonardo acelerando." Ela soprou Eve um beijo, e terminado.
      "Certas, coisas fazer: Arquive relatrio, suspeito de entrevista, hostilize-ME e lab. Prenda manaco homicida. Caso de fim. Traseiro do pontap Roarke. Pedao de bolo."
      
      
      Captulo 11
      
      Hastings curvou na mesa raqutica em C de Quarto de Entrevista, fazendo um trabalho satisfatrio de parecer chateado. As babas de suor junto seus templos eram o nico sinal que ele estava sentindo o calor.
      Eve solta na cadeira em frente a ele, relampejou um sorriso grande, amigvel. "Eh. Obrigado por visitar."
      "Beije meu branco, dimpled traseiro."
      "To tentador quanto isto , eu tenho medo que eu no tenha permisso para fazer tal contato pessoal."
      "Voc chutou minhas bolas, voc oughta pode beijar meu traseiro."
      "Regras so regras." Ela se debruou de volta em sua cadeira, sacudiu um olhar em Peabody. "Peabody, por que voc no consegue nosso convidado alguma gua?  quente aqui."
      "Eu no me importo com isto quente."
      "Mim nenhum. As pessoas vo todo o inverno bitching e lamentoso sobre o frio, certo, ento aquece e eles cadela e lamento sobre isto. Nunca satisfeito."
      "Cadela das pessoas e lamento sobre todo condenam coisa." Ele tomou a gua que Peabody ofereceu, abaixou o contedo da xcara em um trago. " por isso que eles so otrios."
      "Como eu posso discutir com isto? Bem, suficiente desta conversa ftil alegre.  hora para as formalidades. Registre em. Dallas, Tenente Eve, e Peabody, Oficial Delia, em Entrevista com Hastings, Dirk, relativo a nmeros de Caso H-23987 e H-23992." Ela entrou no tempo e data, e recitaram o Miranda Revisado. "Ento voc entende seu direitos e obrigaes neste assunto, Hastings?"
      "Eu pego isto. S como eu consigo que voc me demoliu aqui, atarraxado em cima meu dia. Voc atarraxou em cima meu dia ontem, e eu disse a voc o que eu soube. Eu cooperei."
      "Voc  um real cooperativo individual." Ela puxou cpias das fotografias enviaram para Nadine, lanou eles na mesa assim imagem do Kenby Sulu prov frente de Hastings. "Mantenha isto, e diga a mim o que voc sabe sobre este."
      A cadeira rangeu ominously como Hastings trocou seu tamanho. Com dois dedos largos ele cutucou primeiro, ento a outra fotografia mais ntima. "Eu sei que eu no tomei estes. Boas imagens, entretanto, exceto eu teriam semeado isto sincero diferente, e esmurrado em cima a luz atravs dos olhos. A criana pegou olhos mgicos, voc quer destacar eles. Tido olhos mgicos," Hastings corrigiu olhando fixamente abaixo na fotografia da morte.
      "O que voc at ser ontem  noite, Hastings?"
      Ele manteve seu olhar nas fotografias, olhando fixamente para a morte posada em uma dana. "Eu trabalhei, eu comi, eu dormi."
      "S?"
      "Eu tive suficiente das pessoas. Eu tomei tiros desta criana. Danarino. Dance companhia de artistas. No, cague, no pros. Alunos. Eu tomei tiros dele. Que rosto.  os olhos. Bons ossos, boa forma, mas ele  tudo sobre os olhos neste rosto. Eu tomei tiros dele," ele repetiu e olhou para Eve. "S goste da menina. Que diabo estar continuando?"
      "Diga a mim."
      "Eu no fao freaking conhecer!" Ele empurrou de volta, ento violentamente, ento abruptamente, que mo do Peabody foi para sua arma. Demorada l at quando Eve agitou sua cabea.
      Hastings surgiu em torno do quarto, um grande urso em uma gaiola pequena. "Isto  louco,  disso que . Luntico de Fucking. Eu tomei aquele retrato da criana . . . onde estava, onde estava isto? Juilliard. Juilliard. Buncha soprada-em cima rainhas de drama, mas ele paga o freaking contas. E a criana teve aquele rosto. Ento eu o cantei fora por alguns tiros. Quando era isto? Pule. Abril, talvez maio. Como o inferno eu sei?"
      Ele ficou para trs na cadeira, apertada sua cabea calva brilhante entre suas mos. "Cristo. Cristo."
      "Voc o trouxe para seu estdio?"
      "No. Deu a ele um carto entretanto. Disse a ele se ele quisesse ganhar alguma modelagem de dinheiro extra, entrar tocar. Ele era fcil na frente da lente, eu lembro. No todo mundo . Ele disse talvez que ele iria, e talvez eu podia fazer alguns tiros de taverna individuais para ele."
      "Ele entrou tocou?"
      "No, no comigo. No saiba se ele chamasse o estdio. Lucia lida que defeca. Eu nunca o vi novamente."
      "Voc trabalhou com qualquer um no Juilliard atira?"
      "Sim. Eu no sei que. Um pouco de idiota ou outro."
      "O mesmo idiota ou outro quem era com voc quando voc fez o casamento em janeiro, os tiros de Rachel Howard?"
      "No provvel. Eles no pegam to longo." Ele administrou um sorriso magro. "Eu sou temperamental."
      "Voc no diz? Quem tem acessar para seus arquivos de disco?"
      "Ningum. Ningum devia, mas eu acho qualquer um que  bem sucedido e sabe o que eles esto fazendo." Ele moveu seus ombros. "Eu no presto ateno. Eu nunca tive que prestar ateno."
      Ele empurrou as fotografias de volta em Eve. "Eu no chamei um advogado."
      "Ento notou. Por que  isto, Hastings?"
      "Porque isto me urina fora de. Mais, eu odeio advogados."
      "Voc odeia todo mundo."
      "Sim, isto  verdade." Ele esfregou seu d seu rosto, ento soltou eles na mesa. "Eu no matei aquelas crianas. Aquela menina com o sorriso mgico, este menino com os olhos mgicos. Eu nunca apagaria aquelas luzes." Ele se debruou adiante. "S de um ponto de vista artsticoo que iria aquele sorriso ser como em cinco anos, ou aqueles olhos em dez. Eu quereria conhecer, ver, capturar. E pessoalmente, eu no consigo o assassinato. Por que mate pessoas quando voc s pode ignorar eles?"
      Espelhamento seu movimento, ela se debruou em direo a ele. "Que tal aquelas luzes? Voc no quereria eles para seus prprios? Leve eles enquanto eles so jovens, inocente. Brilhante. Prenda eles, pela lente, em voc mesmo. Ento eles so sempre seu."
      Ele olhou fixamente, piscou duas vezes. "Voc precisa ser rucking me brincando. Onde voc consegue aquele tipo de galanteia-galanteia defeca?"
      Apesar do horror da situao, ela alarga um risada. "Eu como voc, Hastings. Eu no estou certo o que isso diz sobre mim. Ns estamos indo por seus registros novamente, ver se ns acharmos os tiros que voc tomou de Kenby Sulu."
      "Por que voc s no se muda, traga o freaking famlia? Seu acaricie cachorro."
      "Eu tenho um gato. Eu tenho voc marcado para Prova de Verdade em aproximadamente vinte minutos. Eu terei um oficial escoltar voc para uma rea de espera."
      "Que ?"
      "No momento, isto  isto. Faa que voc tem quaisquer perguntas ou declaraes voc desejar fizesse neste momento, em registro."
      "Sim, eu consegui uma pergunta. Eu consegui uma pergunta premiada para voc, Dallas. Eu vou ter que perguntar-me quem  prximo? Eu vou ter que perguntar eu mesmo cujo retrato eu tomei quem vou acabar morto?"
      "Eu no tenho a resposta para aquele. A entrevista termina."
      ***
      "Voc acredita o em." Peabody deslizou no carro ao lado de Eve. "At sem o Teste de Verdade."
      "Eu acredito o em. Ele  conectado, mas no envolvido. E ele saber o rosto do prximo objetivo. Ele reconhecer isto." E o custaria, Pensou Eve. Ela viu o que j estava o custando naquele rosto feio seu.
      "O assassino  algum que ele sabe, ou pelo menos algum quem o conhece e seu trabalho. Algum que admira isto, ou inveja isto . . . ou pensa que seu prprio  superior."
      Ela toyed com aquele ngulo como ela retirou-se da garagem. "Algum que no pode alcanar o mesmo tipo de sucesso comercial ou crtico."
      "Um competidor."
      "Talvez. Ou talvez algum que  muito artstico, comercialismo muito acima. Ele quer reconhecimento, caso contrrio, ele estaria mantendo as imagens por ele mesmo. Mas ele manda a eles para a mdia."
      Ela tocou de volta pedaos do texto o assassino enviou para Nadine.      
      Tal luz! Tal luz forte. Me cobre. Me alimenta. Ele era brilhante, este homem jovem inteligente com a construo do danarino e a alma do artista. Agora ele me . O que ele era vivia para sempre em mim.      
      Luz novamente, Eve meditada, ento sombras.      
      No existir nenhuma sombra neles agora. Nenhuma sombra para sufocar a luz. Isto  meu presente para eles. Seus para mim. E quando for feito, quando  completo, nosso presente para humanidade.      
      "Ele quer o mundo para saber o que ele est fazendo. Artisticamente," Eve continuou. "Hastings, trabalho do ou pelo menos Hastings,  um de seus trampolins. Ns questionamos todo mundo que  trabalhado com ou para Hastings ao longo do no ano passado."
      Peabody retirou-se seu bloco, keyed em, lista abaixo rolada. "Isso vai tomar por algum tempo. O sujeito no est brincando sobre ir por assistentes gostam de papel higinico. Ento voc adiciona no pessoal, e movimento no varejo termina, os modelos e estilistas, e assim por diante. Voc quer comear no nvel superior?"
      "No momento. Mas ns comeamos de volta no clube de dados. A transmisso para Nadine era enviada de l, ambas as vezes.  um vnculo."
      ***
      Existia um almoo alegre aglomerar emperrado em mesas e barracas, pesados nos alunos, Eve decidida. Muitos eles juntados em grupos ou indo solo acima de dados e sanduches.
      Ela Steve Audrey manchada no bar, trabalhando dois-dado para encher ordens em bebidas e caf gelado da moda. Ele a reconheceu com um pouco cabea vai para cima e para baixo.
      "Sesso do vero tem eles despejar em meio-dia." Ele deslizou algo espumoso e azul em esperar mos, ento enxuto seu prprio no trapo de bar dobrado em seu cs. "Getcha algo frio?"
      "Eu no me importaria um Meanie Azul." Peabody falou rpido, conhecendo seu tenente.
      "Surgindo." Ele pumped em alavancas. "O que eu posso fazer para voc, Tenente?"
      "Tome uma fratura."
      "Eu acabei de aparecer uma hora atrs. que eu no sou esperado para uma fratura at"
      "Leve um agora."
      Ele sacudiu a mquina de lama, agarrou um vidro. "Espere. Mitz, necessidade voc para assumir o comando de cinco. No pode tomar mais de cinco," ele disse Eve como ele despejou a lama azul em um vidro alto, fraco para Peabody. "Eu serei gelado caso contrrio."
      "Cinco far. Existe em qualquer lugar aqui isto est quieto?"
      "No este tempo de dia." Ele esquadrinhou a multido, usado seu queixo para apontar. "Agarre aquela barraca de isolamento atrs,  direita. D-me um minuto para encher estas outras ordens."
      Ferimento de Eve por, Peabody, sorvendo Meanie Azul, em seu desperta. Alunos, ela notou, tratou o clube gostar de um safari e entrou carregado com bolsas e maletas.
      No existia nenhuma bolsa ou maleta em locker do Kenby em Lincoln Centra.
      Ela andou acima de, andou ao redor, empurrou de lado, e alcanou a barraca ao mesmo tempo um par de meninos de academia em camisas de caminho saltadas nas cadeiras.
      Eles olharam nela e sorriu amplamente. "Voc perde. Ns somos mais jovens e mais rpidos."
      "Eu sou mais velho e eu tenho um distintivo." Ela sacudiu isto fora e sorriu amplamente atrs. "Talvez eu devia ter um examinar suas mochilas, ento clareiem dia de todo mundo com uma procura de cavidade rpida."
      Eles subiram em cima e longe.
      "Eles so rpidos," Peabody notou.
      "Sim, mas eu no preciso de um pouco de pussy bebida para ser mau."
      Peabody sorveu novamente. " muito refrescante, e ao contrrio de seu nome me pe em um humor muito ameno. Ou talvez que tem algo para fazer com a procura de cavidade McNab e eu apresentamos em um ao outro ontem  noite."
      Eve slapped no msculo de bochecha que twitched. "Agradea Deus que eu no tive qualquer almoo. Eu teria perdido isto."
      "Eu penso que  bom que ns estamos ambos ter sexo regular. Nos mantm em ritmo."
      "Feche, feche."
      "No pode ajudar isto. Eu tenho muito prazer em."
      "Eu posso consertar isto."
      Com outro bebida gelado em sua mo, Steve soltou abaixo prximo a Peabody. Ele chupou pela palha presa na espuma de plido verde. "Certo, ns conseguimos cinco." Ele bate o boto que fechou a bolha clara em torno da barraca. "Ah." Ele sorriu no silncio como ele desenhou na palha. "Excelente."
      "O que voc sabe sobre a transmisso enviou daqui esta manh?"
      Seus olhos estalados abertos. "Huh? Novamente?"
      "EDD tem estado aqui. Eles encerraram a unidade, conversado com o gerente de dia."
      "Eu acabei de aparecer uma hora atrs e teve que mergulhar direito no charco. Eu no ouvi sobre este. Outra pessoa est morta?"
      A Eve tirou a fotografia de Kenby. "Reconhea ele?"
      "Homem. Eu no sei. Homem. Eu acho, talvez. Eu no estou certo. Devia eu?"
      "Tome uma respirao, Steve."
      "Sim, certo. Isto  brutal." Depois de enxugar sua boca com a parte de trs de sua mo, ele olhou para a imagem novamente. "Eu penso talvez que ele tem estado. Ele  como um ator ou algo?"
      "Ou algo."
      "Voc devia pedir a Shirllee. Ela vai para o teatro e artista digita."
      "Ela aqui?"
      "Sim, ela est ligada. D-me um segundo."
      Ele abriu a bolha. O barulho despejado atrs acima deles como ele deslizou fora e se apressou longe.
      "Eles ficaram sextas-feiras onduladas," Peabody anunciou, e esmurrado em uma ordem no menu na frente de Eve poder falar. "Meu acar de sangue est soltando."
      "Isso ser o dia."
      Steve voltou com uma morena alta, fraca. Seu cabelo era feito em mltiplo e tranas de igualmente fraco que caram para sua cintura e eram juntavam-se nas pontas por uma tira preta. Ela vestiu um quarteto de espigas prateadas em seu lbulo da orelha certo e um trio de cravos prateados gotejando abaixo de seu olho deixado como sparkly lgrimas.
      Ela se sentou prximo a Eve e apertou suas mos juntas muito a floresta de anis em seus dedos tinidos e tiniu. "Stevie disse que voc  um policial."
      "Stevie ganha um ponto." A Eve bate o boto de isolamento, ento cutucou a fotografia na frente de Shirllee. "Voc o sabe?"
      "Eh, isto  Twinkletoes. Eu o chamo aquela 'causa que ele  um danarino. Certo, ele entra uns tempos do par uma semana. O almoo quebra normalmente, ou primeiros jantar. Mas ele tem estado aqui pela msica alguns tempos, fins de semana. Ele pode realmente movimento. O que ele?"
      "Ele entra com qualquer um especial?"
      "Viagens com um teatro principalmente lotam. Escolhido fora do rebanho uns tempos, mas ele nunca pendurou com uma menina. Ele  diretamente entretanto, 'porque eu nunca vi ele partir outro sujeito."
      "Algum o parte?"
      "No especialmente. Ele principalmente declives com as pessoas ele sabe. Ele pontas, tambm." Ela atirou um saber olhar para Steve. "Crianas de academia duras voc, mas Centelha aqui, ele sempre tipped. Direito educado, voc pergunta a mim. No veja ele entrando dificuldade. Ele nunca fez qualquer dificuldade aqui."
      "Quando seja a ltima vez que ele entrou?"
      "Que eu o vi?" Ela enrrugou lbios tingiu branco morto. "Sexta-feira  noite, eu penso. ltima sexta-feira. Ns tivemos um totalmente mag holo-faixa em. Impacto duro. Eles so completamente juiced. Twinks estava aqui com um grupo de Juilliards na sexta-feira. Voc lembra, Stevie? Ele  um fucking danando mquina uma vez que ele  acelerado. Voc estava o misturando no-Uns Feiticeiros na noite toda."
      "Sim. Sim, est certo." Steve olhou abaixo na fotografia, correu sua ponta do dedo em torno da borda. "Feiticeiros, nenhum soco. Eu lembro agora."
      "Eu preciso voltar em." Shirllee alcanou acima de, abriu a bolha.
      "Me, tambm." Steve olhou em cima do retrato, Eve Encontrada  olhar. "Isso ajudou algum?"
      "Talvez. Aprecie isto. Vamos, Peabody."
      "Mas minhas sextas-feiras onduladas acabaram de vir bem sucedidas."
      "Cheia da vida de golpes duros."
      Como Eve encabeada fora, Peabody scooped as batatas-fritas em um guardanapo.
      Ela se confortou aquela comida na corrida no teve nenhuma caloria.
      Quando eles saram, Eve alcanada acima de e pegaram um fritar. "Nenhum sal?" A primeira mordida teve ela enrugando seu nariz. "Como voc pode comer estes sem sal?"
      "Eu no tive a chance para sal. Cheia da vida de golpes duros," Peabody adicionou em sbrio afina.
      ***
      Eles comearam no topo do Portography lista. Como Eve entrevistou potentials que ela ganhou uma imagem de Hastings. Ele era um manaco, ele era um gnio, ele era impossvel, ele era louco ainda constrangedordependendo de que ela falou.
      Ela pegou um de seus antigos assistentes em um local atira em Greenpeace Estaciona.
      Os modelosum homem, uma mulherestava exagerando o que Eve era informada era roupa esporte ativa. Para ela, eles olharam como se eles estivessem preparando tomar uma caminhada longa pelos topos de deserto nu-colorido fraco e calo, o clunky botas e caps faturado longo.
      Elsa Ramerez, uma mulher minscula com cabelo pequeno, ondulado escuro, membros bronzeados, fugidos ao redor dando coisas para o fotgrafo, sinalizando o resto da tripulao, agarrando em cima gua engarrafada ou qualquer outra tarefa era estalada fora nela.
      Vendo seu dia que vai de muito tempo para infinito, Eve avanada, deitou uma mo no ombro do fotgrafo.
      O densamente construdo blonde no era nenhum Hastings, mas ela entregou um grunhido impressionante.
      "Tome uma fratura," Eve aconselhou e levantou seu distintivo.
      "Ns temos todas as licenas adequadas. Elsa!"
      "Bom para voc. Eu no estou aqui sobre suas licenas. Tome uma fratura, agarre um pouco de sombra. Caso contrrio, eu posso pendurar voc em cima para duas vezes como longa em fita vermelha bonita enquanto eu tenho meu ajudante fiel verificar todas as licenas. Elsa?" A Eve entortou um dedo. "Comigo."
      "Ns s temos o local para outra hora." Elsa correu acima de e j estava prolongando papelada de uma maleta. "Eu tenho tudo aqui mesmo."
      "Salve isto. Diga a mim sobre Dirk Hastings."
      O rosto suado da Elsa foi pedregoso. "Eu no estou pagando por aquela janela. Ele lanou a garrafa em mim. Filho louco de uma cadela. Ele pode me processar, voc pode me fechar em cima, mas eu no estou pagando pela janela quebrada."
      "Voc trabalhou para ele em fevereiro. De . . ." Eve leu suas notas. ". . . Fevereiro quarto para fevereiro dcimo oitavo."
      "Sim, e eu devia concorrer a combate pagar." Ela tirou uma garrafa do holster que ela passou lentamente seu quadril, glugged. "Eu no me importo inferno de trabalho duro, eu gosto disto. Eu no me importo temperamento, conseguido um de meu prprio. Mas muito pequena da vida para lidar com as pessoas loucas."
      "Voc reconhece esta pessoa?" Ela resistiu a imagem de Sulu.
      "No. Rosto maravilhoso. Tiro bom. Muito bom. Sobre o que isto ?"
      "Voc teve acesso a arquivos de disco e registros do Hastings quando voc trabalhou como seu assistente?"
      "Certo. A parte do gig estava arquivando os tiros, ou localizando um que ele quis trapacear. O que  isto? Ele est dizendo que eu tomei algo seu? Tomou seu trabalho? Isto  s defeca. Inferno, eu soube que ele era louco, mas ele no era vingativo." 
      "No, ele no est dizendo que voc tomou qualquer coisa seu. Eu estou perguntando se voc fez."
      "Eu no tomo nada isto no  meu. E eu certo como inferno no pe meu trabalho de nome de outra pessoa. Merda, ainda que eu fosse alguma cadela desprezvel, eu nunca cairia fora com isto. Ele pegou um olhar. Hastings tem um estilo, o bastardo, e qualquer um com um olho conheceria."
      "Isto seu  trabalhar?"
      Elsa olhou de relance na fotografia novamente. "No.  bom, bem real, mas no  acima da extremidade em grande. Este aqui?" Elsa bateu um dedo em seu ombro para indicar o fotgrafo atrs dela. "Ela  boa. Muito competente. Consiga o tiro, produz o olhar o cliente  depois. Material diretamente comercial. Hastings pode fazer isto vendado. Mas ela nunca poderia fazer sua arte. Talvez voc tem que ser cruz louca aquela linha. Ele qualifica."
      "Ele atacou voc."
      Ela suspirou, embaralhados seus ps. "Certos, no exatamente. Eu no movi rpido suficiente quando ele estava na zona. No antecipou, e sim, parte da antecipao de meu trabalho. Ele gritou, eu gritei de volta. Eu consegui um temperamento, tambm. Ele lanou a garrafa, e certa, ento ele no realmente lanou isto em mim. Ele s alado ele pela janela. Ento ele diz como eu estou pagando por isto, e comea a lanar insultos. Eu sa, no voltou. Lucia mandou a mim meu pagamento, por completo. Ela mantm coisas s ao redor l. Tanto to possvel."
      ***
      Eve detoured atrs para Portography para pigeonhole Lucia.
      "Eu no direi uma palavra ruim sobre Hastings. Eu estou certo que voc achar bastante que quer. Se ele escutasse para mim ele teria um advogado e ele estariam processando voc para priso falsa."
      "Ele no foi preso."
      "Todo o mesmo." Ela cheirou, ento sentada em sua escrivaninha. "O homem  um gnio, e gnios no tm que agentar pelas mesmas regras como o resto do mundo."
      "Um daqueles decidiria incluem o assassinato?"
      "Hastings Acusador de assassinato  to ridculas que eu no responderei."
      "Ele lanou um de seus assistentes, completamente, no elevador. Levantou uma garrafa em outro. Ameaado lanar outra fora da janela. A lista continua."
      Seus lbios vermelho, vermelho curvado em cima. "Existiam razes para todos isto. Artistas, artistas verdadeiros, tenham temperamentos."
      "Certo. Pondo temperamento do artista de gnio de Hastings de lado para o momento, que tal segurana em seus arquivos, seus registros, os discos de imagem?"
      Ela agitou sua cabea, afofado em seu cabelo branco. "Tudo menos inexistente. Ele no escutar mim, ou ningum sobre isto. Ele no pode lembrar de passcodes e procedimento e fica chateado quando ele no puder acessar uma imagem quando ele quiser isto."
      "Ento algum pode."
      "Bem, eles tm que levantar l primeiro."
      "Que reduz aqueles para modelos, clientes, os assistentes rotativos, o pessoal, e empregados do varejo terminam."
      "Limpando tripulao."
      "Limpando tripulao."
      "Manuteno." Ela encolheu os ombros. "Eles esto s permitidos em quando ele no for. Eles o fazem irritado. Ocasionalmente ele permite a alunos. Eles tm que pagar, e no tm permisso para falar."
      A Eve mordeu de volta um suspiro. "Faa que voc tem uma lista da tripulao de limpeza, a tripulao de manuteno, os alunos."
      "Claro. Eu tenho uma lista de todo mundo."
      ***
      Atrs em Central, Eve se fechou em seu escritrio. Ela pe em cima uma tbua. Ela pendurou as imagens das vtimas, os textos Nadine recebeu, as listas das pessoas ela questionou, e teve ainda para questionar. Ento ela se sentou, estenda suas notas, e deixem ela se importar vento.
      Ela re-entrevistaria Jackson Hooper e Diego Feliciano, e esta tempo suas histrias eram quase idnticas. No soube nem reconheceu Kenby Sulu, e esteve em casa, s, na noite em questo.
      Conexo possvel entre Hooper e Feliciano?
      A Eve agitou sua cabea. Ela estava deixando ela se importar vento muito longe, ela pensou, e reined isto atrs.
      O assassino quis algo das vtimas. Sua luz. Hastings disse que ele no apagaria aquela luz. O assassino estava apagando isto, ou ele estava transferindo isto? Nele mesmo.
      Com que propsito?
      Glria, ele quis glria, reconhecimento, aclamao. Mas isso no era todo.
      As vtimas tinham sido escolhidas para razes especficas. Mocidade, vitalidade, inocncia. Ambos tinham sido brilhantes, de mente, de esprito, de rosto.
      Luzes brilhantes.
      O assassino usou o clube de dados para transmitir. Ento ele freqentou o clube. Ele soube como trabalhou, soube que isto desenhou a multido de academia.
      Ele era um deles, ou ele quis ser?
      No podia dispor academia? Excluda de academia? Ensinou em academia em vez de ser reconhecida como um artista?
      Ele soube processamento de imagens, era qualificado na arte. Ela se importa vagado para Leeanne Browning. Alibied, mas libis podiam ser fabricados.
      Ela adicionou a suas notas: Conexo possvel entre Browning e/ou Brightstar e Hastings?
      Usando o computador, ela telefonou um mapa da cidade, ordenou locais pertinentes destacados. As duas cenas de crime, as duas universidades, Portography, o porto de estacionamento, Apartamento do Browning, Apartamento do Diego, o clube, e as duas residncias das vtimas, as duas esvaziem locais.
      Ambas as vtimas tinham sido esvaziadas prximo seu lugar de emprego. Por que era isto?
      Onde era seu lugar de emprego? Ela perguntou-se. Onde ele fez seu trabalho? Este muito pessoal, trabalho muito importante.
      Prximo ao clube? Ele  mvel, mas por que v muito longe no campo para cantarolar, caar, observar, ento transmitir?
      Ambas as vtimas reconheceram seu assassino. Ela estava certa disto. Conhecido casual, bom amigo, aluno da mesma categoria, professor. Algum que eles viram antes. Ainda eles no correram nos mesmos crculos, conhecido as mesmas pessoas.
      Com exceo de Hastings, e o clube.
      Ela fez uma procura por estdios de processamento de imagens dentro de um raio de cinco quarteires do clube de dados. Tentou uma partida transversal com os donos registrados para suas listas de Lucia e surgiu para ovo de ganso.
      Ela teria Peabody conseguir uma lista de empregado, ento crosscheck isto.
      Roadura absently no centro de enxaqueca morta de sua fronte, ela contactou Peabody na caneta de touro. "Consiga-me algo de vender, no ? Eu no tenho quaisquer crditos em mim e aquelas mquinas de maldio no tomaro meu cdigo mais."
      " porque voc chuta eles."
      "S me consiga um sanduche de maldio."
      "Dallas, voc  fora de troca cinco minutos atrs."
      "No faa-me vir l fora," Eve advertiu e clicou fora de.
      Ela trabalhou pela mudana de turno, ouvindo a subida e queda dele por sua porta aberta. Ela comeu em sua escrivaninha, lavando o sanduche piolhento abaixo com caf superior.
      Ela arquivou seu relatrio atualizado, hostilizou o lab, partidas duas snippy mensagens para Morris, ento girado olhar fixamente para sua tbua novamente.
      Ele j escolheria o prximo, e a menos que ela ache a conexo, a conexo certa, alguma outra luz brilhante seria extinta.
      Ela juntou suas coisas e se preparou para realizar pelo menos um dos artigos nela fazer lista. Ela iria para casa traseiro do e pontap Roarke.
      O prospecto no ps uma fonte em seu passo, mas ela protelou longo suficiente. Mas como ela abordou o elevador, ela manchada Dra. Mira que vem em direo a ela.
      "Eu pensei que eu pegaria voc."
      "Somente," Eve disse. "Ns podemos voltar para meu escritrio."
      "No, no, voc est em seu caminho para casa, eu gostaria de fazer o mesmo. Por que ns no caminhamos e conversamos. Voc se importa de tomar os deslizamentos?"
      "Isto  bom. Voc  feito com Hastings?"
      "Sim. Fascinando homem."
      Mira sorriu como eles andaram em um dos abaixo deslizamentos. Ela conseguiu parecer fresca como manh at depois de um dia longo. Seu terno era nata colorida e imaculada. A Eve no podia compreender como algum podia vestir algo que perto de branca em Nova York, particularmente em ou ao redor Central e no tem ir cinza em uma hora. Seu cabelo, o tom e textura de zibelina rica, era afofado ao redor seu rosto. Ela vestiu prolas.
      Um dos superiores profilers no pas, e ela vestiu prolas para trabalhar, Pensou Eve. E cheirou um pouco, recentemente floralcomo o ch ela gostou de beber.
      Ela andou fora do primeiro deslizamento em suas bombas limpas, femininas, ento andado no prximo.
      "Irritvel," Mira continuou. "Contencioso, irritvel, divertindo. E brutalmente honrado."
      "Ento ele  claro?"
      "Em minha opinioe eu acredito em seu antes de voc mandar a ele para mim."
      "Eu figuro que ele poderia lanar algum fora de um telhado em um acesso de raiva, mas ele no  o tipo para se sentar e planejar frio-bloodedly, ou execute na mesma moda."
      "No, ele no . Ele podia usar alguma terapia de raiva, mas provavelmente seria perdido nele. Eu bastante gosto dele."
      "Ento faa eu."
      "Seu assassino tem arrogncia do Hastings, ou sua famlia, mas faltas sua confiana, e sua espontaneidade. E enquanto Hastings  mais que contedo para estar s, o assassino  s. Ele precisa de suas imagens tanta para companhia como para arte."
      "As pessoas neles se tornam seus companheiros?"
      "De um modo. Ele est absorvendo elessua mocidade e energia, e pela absoro quem eles so, que eles sabem. Seus amigos, suas famlias. Ele est tomando sua fora vitalcia."
      "Ele no abusa eles.  todos muito limpo e limpo. No existe nenhuma ira. Porque eles o so ou sobre o se tornar."
      "Muito bom."
      "Ele preserva sua imagem, mostrando a eles em seus melhores. Pretties eles em cima para a cmera, posa eles em algum modo lisonjeiro. A parte disto  a arte, direitoolhar o que eu posso fazer, olhe o quo talentoso eu sou. Mas parte de  vaidade. Ns somos um agora, e eu quero parecer bom."
      "Interessante. Sim, muito possivelmente. Isto  uma pessoa complicada, e uma que acredita sinceramente em que ele tenha um direito de fazer o que ele est fazendo. Talvez at uma obrigao. Mas ele no faz isto abnegadamente. No  uma misso santa. Ele quer crdito. Ele pode ter sido desapontado em sua arte no passado, sente como se seu talento tem sido omitido. Por Hastings, ou algum que preferiu Hastings acima dele. Se, como parea lgico, ele tomou as imagens iniciais das vtimas de Hastings registra, parte da motivao poderia ser para exceder sua competio."
      "Ou seu mentor."
      Mira levantou suas sobrancelhas como eles caminharam na garagem. "Eu no vejo Hastings como um mentor."
      "Nem iria ele, mas o assassino poderia."
      "Eu gastarei um pouco mais de tempo em diante este se voc gostar. Eu tenho necessidade seus relatrios atualizados."
      "Eu terei certeza que voc consiga eles. Eu aprecio isto." Para comprar mais tempo, ela caminhou para Mira para seu carro. "Dra. Mira, voc foi casado muito tempo."
      Eles vieram um modo longo junto, Mira pensou, para Eve educar algo pessoal sem iniciar. "Sim, eu tenho. Trinta e dois anos no prximo ms."
      "Trinta e dois. Anos."
      Mira riu. "Mais longo que voc tem sido vivo."
      "Eu acho que isto tem seu ups e abaixa."
      "Faz. O casamento no  para o fraco ou o preguioso.  trabalho, e devia ser. O que seria o ponto caso contrrio?"
      "Eu no me importo trabalho." Pelo menos, Pensou Eve, como ela dobrou ela entrega seus bolsos, quando ela soube o que ela estava fazendo. "Pessoas atrs longe de um ao outro s vezes, no ? No quer dizer que eles sentem qualquer diferentes, s que eles precisam de um passo de volta."
      "Existem tempos que ns precisamos ser sozinhos, ou trabalhe algo fora sozinho, certamente. Em qualquer sociedade, os indivduos exigem tempo e espao pessoal."
      "Sim. Isso faz sentido."
      "Eve, algo est errado com Roarke?"
      "Eu no sei." Derramou fora antes dela poder morder isto atrs. "Eu estou sendo estpido, isto  todo. Ele no estava agindo como ele mesmo uma noite, e eu estou soprando isto em um BFD. Mas, condene isto, eu sei como ele olha para mim, eu conheo o afinar de sua voz, seu idioma de corpo. E era fora de. Era todo. Ento ele estava tendo um dia ruim, por que eu no posso deixar ir nisto?"
      "Porque voc o ama, ento voc se preocupa sobre ele."
      "Ns no deixamos coisas em um nvel fcil ontem  noite, ento ele nunca veio para a cama. Eu fui chamado em cedo esta manh, deixou ele um memorando. Mas eu no ouvi sobre ele o dia todo. Ele tudo menos me expulsou de seu escritrio ontem  noite, e eu no ouvi sobre ele o dia todo. Est certo. Isto no  Roarke."
      "E voc no contactou ele em todo o hoje?"
      "No. Condene isto, era sua virada."
      "Concordou," Mira disse com um sorriso morno. "E voc deu a ele seu tempo e espao pessoal." Ela se debruou Eve adiante, surpreendido com um beijo leve para a bochecha. "Agora v para casa e inquira isto fora dele. Voc dois se sentir melhor."
      "Certo. Certo. Obrigado. Eu me sinto estpida."
      "No, amada. Voc se sente casada."
      
      
      Captulo 12
      
      Ela vomita assunto de polcia verde era na frente da casa quando Roarke chegou, ento ele soube que Eve estava em casa antes dele.
      Ele no estava pronto para conversar com ela ou qualquer outra no que diz respeito a esse assunto. Mas ele dificilmente podia ignorar o fato que o homem que permaneceu em como seu pai para a maior parte de sua vida era ficado de cama com uma perna quebrada.
      Ele verificaria em Summerset, ento tente esperar impacientemente alguma da fadiga e frustrao no ginsio, nade alguns colos. Talvez fique bom e bebido. Qualquer trabalhado.
      Reunies no tido. O dia-para-demandas de dia de correr ou vigiar seus negcios no tido. Nada podia apagar a imagem de um bonito redhead com um rosto contundido de sua mente.
      Ento ele s tentaria qualquer outra coisa.
      Ele andou do lado de dentro, aliviadoe culpado para o alvioque Eve no estava no vestbulo, ou a sala de estar dianteira. No momento, ele era forado a admitir ele no estava se sentindo bastante equipado para subir contra ela novamente.
      Ele no podia lembrar da ltima vez que ele tem sido to sangrento cansado, e ento fora de seu passo largo.
      Economizando sua pasta, ele olhou de relance em direo  curva larga de degraus. Provvel ela estava em cima e no trabalho em seu escritrio de casa, e com qualquer sorte ela estaria ocupada com qualquer caso estava a ocupando por algum tempo ainda.
      Ainda, ele hesitou. Ele no era manipulao sua bem. No era manipulao uma coisa sangrenta bem, venha para aquele. Ele acabou de precisar um pouco mais tempo para ele mesmo. Um homem era intitulado para aquele, no ?
      Seguramente um homem era intitulado para um pouco de tempo para pensar, para causa do Cristo, quando sua vida inteira tinha sido girada ao avesso.
      Ele arrastou uma mo por seu cabelo e amaldioado debaixo de sua respirao como ele caminhou de volta para quartos do Summerset.
      Ele ouviu a exploso de msica de trs quartos longe, e quase ligaram seu salto de sapato em retirada. Mavis. Deus conheceu que ele adorou a mulher, mas ele no teve a energia para ela agora mesmo.
      Por outro lado, com ela l, ele podia fazer esta visita de trabalho todo o mais rpido.
      Em qualquer outro tempo teria divertido ele para ver seu digno mordomo desnudado-se para a cintura e esticada em uma cadeira de sono tendo azul goo slathered em seu rosto. Trina, uma das poucas pessoas em ou fora de planeta que ativamente apavoraram sua esposa, estava fazendo as honras como ela embaralhou seus ps para a batida de um de discos de msica do Mavis.
      Ela cortou fora de seu cabelo de corvo preto perto do escalpo e teve um projeto de neon rosa de uma borboleta tinta acima da coroa. Ela repetiu o motivo com tatuagens temporriasou ento ele assumiuna esquina de sua boca, e em uma linha corrente, estilo de colar, acima de seus ombros e ao longo dos topos de seus peitos impressionantes.
      Seu companheiro em crime estava despejando um pouco de tipo de espuma rosa em um lanador largo. Existia nenhum modo para dizer se era planejado para uso tpico ou interno.
      Mavis ainda teve seus sinos, e tiveram donned um ensolarado amarelo romper com uma mulher vestindo uma preta g-srie e botas de couro pintadas atravs do alvo.
      O PA estava vestindo uma mscara de olho e um headset enquanto seus ps soaked na gua azul borbulhante. Seu cabelo era coberto com algo espesso e verde.
      Lanador na mo, Mavis girou e manchado ele. "Voc est em casa! Bem-vindo a Salo Totalmente Gelado do Summerset. Queira um morango de sucesso?"
      Ele assumiu que ela quis dizer a espuma rosa. "Obrigado, no."
      "Dallas  de cima. Arraste ela abaixo para ns, no ? Trina quer usar este novo produto de pele nela, e ela precisa"
      Ela cessou bruscamente como ela conseguiu um bem olhar para seu rosto. Existiam sombras debaixo de seus olhos. Ela o soube mais que um ano, e isto foi a primeira vez que ela viu ele vestir sombras. "Tudo certo?"
      "Multa." Ele andou acima de Summerset. "E voc?"
      Os olhos que perscrutaram inesperadamente mortificao registrada, um pouco pnico, e o faintest chameja de esperana. "Eles realmente no deviam estar aborrecendo comigo. Eu sei que ns tenhamos vrias coisas para discutir agora que voc est em casa, ento"
      "Realmente, eu tenho algum trabalho para ver para."
      "Sim, mas" Summerset procurou no escuro para a mo do Roarke, agarrou isto gostar de um vcio. "Como eu expliquei para todo mundo, ns precisamos examinar cuidadosamente o Rundale reporta, e o outro assunto."
      "No pode estar trabalhando o sujeito velho quando ele for busted." Trina enviou Roarke um dismissive olhar. "Ele precisa relaxar. O que ele realmente precisa estar uma semana cheia de tratamentos intensivos. Eu poderia ser capaz de girar sua pele ao redor. Ruim do cabelo." Ela deu isto um puxo de prova, transferindo goo. "Ser melhor quando eu for feito."
      "Nenhuma dvida."
      "Roarke." Summerset tudo menos coaxou isto, ento passada sem tocar sua garganta. "Se eu pudesse ter um momento."
      "Mais tarde."
      "Agora." Este tempo ele estalou isto. "Se voc senhoras nos desculpariam, para s alguns minutos."
      "Nenhum problema," Mavis disse na frente de Trina poder objeto. "Treen, vamos tomar estes quebra na cozinha. No se preocupe sobre ela," ela adicionou com um gesto no PA. "Ela est em um relaxamento e programa de meditao. Ela  zonked."
      Com um ltimo olhar preocupado em Roarke, ela agarrou mo da Trina e a puxou fora do quarto.
      "Eles no querem dizer qualquer dano," Roarke comeou.
      "Eu no estou preocupado sobre isto. Eu estou preocupado sobre voc. Voc no parece bem."
      "Eu estou ocupado."
      "Voc est sempre ocupado. Voc est doente?"
      "Para causa do Cristo. No, eu no estou doente. Inferno sangrento, msica fora de!" A exploso colidida em silncio. "Eu tenho um grande negcio para fazer. Mais como voc  incapacitado."
      "Eu sou dificilmente incapacitado. Eu sou"
      "Voc quebrou seu fucking perna. Ento minta de volta e lide com isto. Se voc conseguisse voc mesmo no pntano aqui com estas mulheres, voc ter que mentir de volta e lida com que tambm. Eu no posso ajudar voc. No h razo para lamentoso sobre isto."
      Dedos apertados do Summerset nos braos de sua cadeira. "Eu no lamento, nem eu tolero sendo falado com por voc em tal assunto."
      "No tenha muita escolha nisto, no ? Eu no sou uma criana exigindo lies em modos mais. Desde que voc est em meu emprego, eu falarei com voc  medida que eu desejo. E francamente, eu no vou estar aqui desperdiando meu tempo que discuto com um homem meio desnudo com Deus sabe o que por toda parte seu rosto."
      Roarke andou a passos largos fora, deixando Summerset que pisca depois dele. A toro em seu intestino teve ele fazendo algo que ele nunca teria considerado caso contrrio. Ele agarrou o vnculo interno.
      "O que?" Eve snarled, ento feita careta na imagem em sua tela. "Me de Deus, meus olhos! Bloqueie o vdeo para causa do Jesus doce."
      "Quieto. Algo est errado com Roarke. Ele no est bem."
      "O que? O que voc quer dizer? Ele est doente?"
      "Eu disse que ele no est bem. Eu espero que voc fazer algo sobre ele como eu sou incapaz."
      "Onde est ele?"
      "Ele  de casa. Ache ele. Conserte isto."
      "Feito" era tudo que ela disse.
      Ela fez uma procura, localizou ele no ginsio. A comutao para vdeo esquadrinha, ela assistiu ele tira, prolongue calo. Ele pareceu esvaziado, ela pensou. No s cansado, que era raro suficiente para ele, mas eliminado.
      Ele foi para os pesos, e Eve ofertou seu tempo. V em frente, ela decidiu, suor algum dele fora.  disso que ela teria feito.
      No era apenas das sombras debaixo de seus olhos que a se preocupou, mas o conjunto frio de seu rosto como ele pumped os pesos. Frio e duro.
      Ele estava empurrando ele mesmo. Castigando ele mesmo? Deus, qual estava continuando?
      Enquanto ele trabalhou, ela compassou seu escritrio, experimentando abordagens de uma dzia de possvel. Depois de uns brutais trinta minutos, ele entrou na casa de charco.
      Colo depois de colo, rpido, forte, duro. Muito duro, ela pensou, e estava a ponto de afundar o parar quando ele rolou acima de em suas costas. Vendo ele flutuando l, fim de olhos, misria em toda linha de seu rosto quebrou seu corao.
      "O que  isto?" Ela murmurou e acariciou seus dedos acima da tela. "Por que voc  to infeliz?"
      Trabalhe? No, no computou. Se ele fosse dificuldade com o trabalho que ele poderia ser urinado, mas ele seria desafiado por isto. At energizou. No o faria miservel.
      Summerset? No tocou qualquer um. Ela verificou, pessoalmente, com o medicals e era informada o filho fraco de uma cadela era curativa perfeitamente, e j  frente de horrio.
      Talvez ele sou eu, ela pensou, com um medo lento, doente. Talvez seu para seu acabou de clicar fora de alguma maneira. Tudo entre eles aconteceram to rpido quando voc pensou sobre isto. E nunca fez qualquer sensao, no ela. Se ele parasse amoroso ela, no iria ele ser infeliz, culpado, cansado, distradas. Todas as coisas ela viu em seu rosto agora?
      Isso era justo bullshit. Ela chutou a escrivaninha como Roarke puxou ele mesmo fora da gua. S furioso bullshit. E se no fosse, bem, ele iria ser muito mais infeliz, culpado, cansado, e distrado antes dela ser feita.
      Ela marchou na cozinha, retirou-se uma garrafa de vinho e bebeu um vidro como medicina. Ela daria a ele alguns minutos limpar ele mesmo, ento ela estava entrando.
      Ele estava s saindo do chuveiro quando ela caminhou no banho. Ou se vangloriou, desejando uma briga. Ela assistiu ele enganchar uma toalha em seu quadril, encontrados seus olhos no espelho.
      "Voc parece com cagar."
      "Obrigado, querida."
      Nenhum sorriso, ela notou. Nenhum vislumbre de calor ou diverso, nem mesmo irritao. S nada.
      "Eu tenho algumas coisas para dizer para voc. Coloque algumas calas."
      "Eles tero que esperar. Eu tenho uma conferncia chamar brevemente marcado." Era uma mentira. Passou por sua mente que ele nunca mentiria para ela antes. E ele no afundou bem.
      "Vai ter que ficar sem voc." Ela seguiu atrs no quarto, slammed a porta fechado.
      O som de corta por sua cabea dolorida gosta de um laser. "Talvez eu no sou conseguir encontrar o prximo assassinando bastardo que pestilncias Nova York, mas importante do meu trabalho." Ele cruzou para o armrio, arrancado fora um par de cala comprida. "Eu no espero que voc parar de fazer seu quando for inconveniente para mim."
      "Eu acho que eu no seja to bom e agradvel quanto voc ."
      "Existe um boletim. Eu conversarei com seu mais tarde," ele disse como ele arrancou nas calas.
      "Voc conversar comigo agora." Seu queixo angulado, um desafio, quando ele simplesmente girou sua cabea e olhou fixamente friamente. "Voc precisa conseguir por mim sair do quarto. E o modo que voc olha agora mesmo, campeo, eu posso derrubar voc em trinta segundos."
      Ele podia sentir o temperamento que come pela misria agora, como uma mordida quente. "No faa banco nisto."
      "Voc quer lutar?" Ela trocou sua posio, entortado seu dedo. "Vamos."
      "Voc ter que salvar seu urinando competio para mais tarde. Eu no estou no humor." Ele andou em direo a ela, pretendendo em a cutucar de lado. Ela o empurrou de volta.
      Seus olhos despedidos, e aquela contente ela.
      "No faa." Sua advertncia era baixa, e muito, muito tranqila.
      "No faa o que?" Ela o empurrou novamente, viu sua bola das mos em punhos. "Voc quer tomar um disparar contra mim. V em frente. Pegue isto fora de seu sistema antes de eu bater voc em seu traseiro."
      "Eu estou dizendo a voc para ausentar-se de mim para um pouco."
      Ela plantou suas mos em seu trax nu e o empurrou novamente. "No."
      "No empurre-me!" Em seu prximo movimento, ele agarrou seus pulsos, empurrada ela adiante, atrs. A fria o inundou, esguichando por seu sangue. "Eu no preciso de voc rastejando em cima minhas costas. Deixe-me ser. Eu no quero voc ao redor."
      "No queira-me ao redor." Era uma fatia no intestino, rpido e descorado, que ela countered o correndo de volta contra uma parede. "Voc filho de uma cadela, voc  o que me conseguiu neste no primeiro lugar."
      Ele mais partiu nele que ela pensou, e em um de dez segundos suado luta, invertidas suas posies. Ela countered, feinting com um cotovelo em direo a seu queixo como ela enganchada seu p ao redor seu e o lanou para o cho.
      Ela viu a luz de ira quente em seu rosto at como incendiou nela. Ela pulou.
      Ele viu estrelas, ento perderam ele mesmo no vermelha-hazed violncia como eles rolaram e lutaram acima do cho. Algo colidido, quebrou.
      Ele sentiu o negro florescer fora daquele caroo minsculo dentro dele. Quis espalhar. Quis ferir. E como eles lutaram, respirao vindo rpido e pequeno, o diamante ela passou lentamente uma cadeia longa ao redor seu pescoo derramado fora e atingiu sua bochecha.
      Intimidou, repugnou, ele soltou seu guarda e deixou seu alfinete ele.
      "V em frente." Ele fechou seus olhos. A ira passou, deixando ele cru e vazio. "Eu no vou machucar voc."
      "No indo me machucar?" Ela ergueu sua cabea uma polegada pelo cabelo, ento deixa isto baque no cho. "Voc est cansado de mim, no me queira ao redor, queira me agitar solto, e voc no vai me machucar?"
      "Cansado de voc?" Ele abriu seus olhos, e serra pela primeira vez que sua no estavam simplesmente bravos. Lgrimas faiscadas neles. "Onde o inferno voc consegue estas coisas? Eu nunca disse isto. Eu tenho um grande negcio em minha mente, isto  todo. Nada que tem que fazer com voc."
      Ele viu seu rosto, a ondulao de dor que teve ela vacilando como se ele tem esbofeteado ela. Ento ela fecha isto, de forma que seus olhos foram secos, foram planos como ela se sentou de volta em seus saltos de sapatos.
      "Que coisa estpida para dizer," ele murmurou. "Que sublimely coisa estpida para dizer." Ele ergueu suas mos, esfregou eles acima de seu rosto. "Eu sinto muito para isto. Eu sinto muito por ontem  noite, desculpe por este. Eu sou sangrento desculpe."
      "Eu no quero que voc sinta muito. Eu quero que voc diga a eu que diabo estou continuando. Voc est doente?" As lgrimas estavam subindo em sua garganta quando ela emoldurou seu rosto em suas mos. "Por favor, diga a mim. Existe algo ruim errado com voc?"
      "No. No existe, no, no o modo que voc quer dizer." Suavemente, ele fechou seu mo em seus pulsos, acima de contuses ele ps l. "Eu machuquei voc."
      "Esquea isto. S diga a mim. Se voc no vai morrer, e voc no brigou de amor comigo"
      "Eu no podia brigar de amor com voc se eu casse a distncia toda para inferno." A emoo era storming de volta em seus olhos, e com ele alguma da misria ela viu l antes de. "Voc  tudo."
      "Pelo amor de Deus, diga a mim. Eu no posso permanecer vendo voc assim."
      "D-me um minuto, no ?" Ele tocou em sua bochecha onde uma lgrima derramou acima de. "Eu quero um bebida."
      Ela levantou, resistiu uma mo para o ajudar a seus ps. "Est algo para fazer com negcios? Voc fez algo ilegal?"
      O faintest sugesto de um sorriso tocou em sua boca. "Oh, Tenente, toda maneira de coisas. Mas no para bastante algum tempo." Ele subjugou para o painel na parede, apertou, e abriu o bar largo, descansado. Ele escolheu usque e teve seu estmago batendo novamente.
      "Certo. O que, voc perdeu todo seu dinheiro?"
      "No." Ele quase riu. "Eu teria lidado com aquele melhor que eu lidei com isto. Voc. Todo. Cristo Jesus, eu tenho mucked este." Ele tomou um bebida, tomou uma respirao. "Tem que fazer com minha me."
      "Oh." De todas as coisas que foram por sua mente, isto no tinha sido tanto como um blip na tela de radar. "Ela contactou voc? Ela quer algo? Se ela estiver dando a voc pesar eu posso ajudarrelampejar o distintivo, qualquer."
      Ele agitou sua cabea, bebeu. "Ela no contactou-me. Ela est morta."
      Ela abriu sua boca, fecha isto novamente. Cho trmulo, ela decidiu. Os negcios de famlia eram sempre cho trmulo. "Eu estou tentando compreender o que dizer. Eu sinto muito se voc for. Mas . . . voc no a viu desde que voc era uma criana, certa? Voc disse que ela caminhou, e isso era isto."
      " isso que eu disse, sim, e  isso que eu acreditei. Tudo isso tempo acreditado. Mas ele acontece a mulher que caminhou no era minha me. Eu pensei que ela era e isso era isto. Eu diferentemente aprendi."
      "Certo. Como voc aprendeu sobre isto?"
      Tranqilo, ele pensou. Tranqilo e fresco, sua policial, quando ela teve algo para quebra-cabea fora. E o quo tolo ele no no dizer a ela imediatamente. Ele olhou fixamente no vidro, ento subjugado para se sentar no sof.
      "Eu encontrei uma mulher no abrigo, uma conselheira l. Ela  de Dublin, e ela disse a mim uma histria que eu no acreditei a princpio. No quis acreditar. Sobre uma menina jovem ela tentou ajudar. Uma menina jovem e sua criana."
      Lentamente, Eve subjugada para se sentar ao lado dele. "Voc?"
      "Eu. Ela era muito jovem, esta menina, e do oeste. Uma fazenda no oeste. Ela veio para Dublin para a aventura, e trabalhar. E ela encontrou Patrick Roarke."
      Ele disse a ela o resto.
      "Voc verificou isto? O conselheiro, tudo que ela disse a voc. Voc est certo que no  um pouco de fraude."
      "Muito certo." Ele quis outro usque, mas no teve a energia para levantar e despejar. "Esta menina que era minha me tentada dar a mim uma famlia, fazer o que era certa. Ela o amou, eu imagino, e tinha medo dele. Ele teve um modo de fazer amor de mulheres, e o tema. Mas ela me amou, Eve."
      Dedos ligados da Eve com seu, e deram a ele conforto. Afianado por isto, ele trouxe seu juntou-se mos para seus lbios. "Eu podia ver isto no retrato de ns. Ela nunca me deixou. Ele a matou. Outra coisa ele era bom em estava destruindo beleza e inocncia. Ele a matou, e devolveu Meg."
      Ele deitou seu voltar, olhado no teto. "Eles eram casados. Eu achei aqueles registros. Casado antes dele se encontrar e arruinou minha me, mas no existia nenhuma criana. Talvez Meg no podia dar a ele um filho, ento ele a lana fora. Ou ela teve suficiente de seu whoring e intrigante e o deixou. Dificilmente importa por que."
      Ele deu o que passou por um encolher os ombros, mantendo seu fim de olhos como fadiga arrastada nele. "Uma menina gosta de Siobhan Brody teria apelado para ele. To jovem e malevel, ento pronto para arrancar. E quando ela me teve, ele teria pequeno uso para uma menina jovem gosta dela, resmungo nele casar-se com ela e faz uma famlia adequada."
      "Ela era com ele, o que, abaixo de dois anos. Mas algum no teria dito a ela sobre Meg? Algum no teria dito a ela que ele j estava casado?"
      "Se eles fizeram, ele teria mentido seu modo ao redor isto. Ele teve uma lngua rpida e inteligente, e estava sempre pronta com a acreditvel ser."
      "Ou, voc tem uma menina, nem mesmo vinte, examinado cuidadosamente este sujeito e grvida por eletalvez j um pouco com medo dele. Podia ser ela no acabou de no ouvir o que as pessoas ditas."
      "Verdadeiro suficiente. Entretanto existiria aqueles atrs naquele dia, atrs em seu principal, que teria arriscado falar dele de um modo ele repugnaria. Mas se nome do Meg veio para suas orelhas, ela pode ter fingido para no ouvir."
      Ele caiu mudo para um momento, achando isto. "O meg era mais sua partida, se voc me entender. Duro, com uma preferncia para bebida e uma libra rpida. Siobhan, ela teria o irritado eventualmente, simplesmente por causa do que ela era. Mas ningum sado em Patrick Roarkee tomar seu filho, o smbolo de sua virilidade? No, realmente que no seria permitido. Ento ela teve que ser castigada para tentar. Eu posso ver como era, veja exatamente como teria sido. Ele puxaria Meg de volta para lidar comigo. Um homem no pode gastar seu tempo alvoroado acima de um beb, afinal. Trabalhe fazer, negcios correr. Consiga uma mulher para lidar com o trabalho sujo. Ele era um direito bastardo, nenhuma dvida disto."
      "Ningum j a mencionou para voc? Sua me."
      "Ningum. Eu descobriria sobre ele eu mesmo, mas eu nunca aborreci olhar. No foi fechado fora em minha mente, como seu era, eu s nunca aborreci. Eu a despedi, voc v."
      Ele apertou seus olhos mais apertados, ento foraram eles abertos. "No no valor de meu tempo ou dificuldade. Eu nunca dei seu tanto como um transcurso pensou em todos estes anos."
      "Voc nunca deu Meg Roarke um pensamento de transcurso," ela corrigiu. "Sabe."
      "Eu nem sequer problemtico eu mesmo suficiente para a odiar. Ela no estava nada para mim."
      "Voc est conversando mais ou menos duas mulheres diferentes."
      "Ela mereceu melhor, isto  o ponto. Melhor ao redor, e melhor de mim. Eu pergunto eu mesmo se ela voltasse para ele se no para mim. Se no para pensar que meu filho precisa de seu pai. Ela seria viva agora?"
      Preocupada, ela quis o arrancar fora deste labirinto de culpabilidade que ele estava circulando. Mas ela foi com instinto, com treinamento, e quietamente falou, como ela iria para uma vtima, um sobrevivente  beira de choque. "Voc no pode culpar voc mesmo isto. Ou castigue voc mesmo para isto."
      "Deveria existir um pouco de pagamento. Goddamn isto, Eve, deveria existir algo. Eu me sinto . . . impotente, e eu no gosto disto. Aqui  algo que eu no posso consertarno posso lutar com meus punhos, no pode comprar ou roubar ou conversar meu modo ao redor. No importa como eu alinhar-me isto, ela est morta, e ele nunca pagou."
      "Roarke, eu no conheo quantas vezesvoc no pode manter eles em sua cabea ou voc vai louco queeu no conheo quantas vezes eu bati em porta de algum e rasguei separadamente o tecido inteiro de sua vida dizendo a eles algum que eles amaram estar mortos."
      Pulando confortar, ela escovou seus dedos acima de seu cabelo. "Eles sentem o que voc est sentindo agora. E no importem como voc alinhar-se isto, a pessoa que causou nunca paga suficiente."
      "Voc no gostar de ouvir isto, mas eu direi isto de qualquer maneira. Existe momentos, momentos incontveis por minha vida que eu desejei que eu tivesse sido o para o fazer no fim. Mas eu nunca desejei isto mais que eu fao agora, at sabendo que no significa nada, mudanas nada. Talvez isto  uma das razes que eu no disse a voc. Como pode voc entender que eu pense que eu sentiria mais de um homem agora mesmo se eu tivesse seu sangue em minhas mos."
      Ela olhou abaixo em sua mo, e o anel de ouro, seu smbolo, aquele brilhado em seu dedo. "Voc est errado se voc pensar que eu no entendo. Eu entendo porque eu tenho sangue do meu prprio pai em meu."
      "Oh Cristo." Adoeceu e enfurecido eleele se espojou muito no fundo do lodo de sua prpria vida que ele iria muito negligentemente lanado aquele em seu rosto. Ele a desenhou contra ele. "Eu sinto muito. Beb."
      "No ajudaria." Ela aliviou de volta assim ele podia a ver. "Tome minha palavra. E acredite em mim, voc  mais de um homem que qualquer outro que eu soube."
      Ele descansou sua fronte em sua. "Eu no posso passar sem voc. Eu no sei como eu j consegui por antes de voc."
      "Ns s iremos daqui. Voc teve um par spero de dias, ento eu tentarei um de seus esportes favoritos e fao que voc come algo."
      Ele sorriu, finalmente, quando ela rosa para for para o AutoChef. "Tendendo a mim, no voc?"
      Glancing atrs ela o estudou. Ele vestiu nada alm da cala comprida. Entretanto existiam sugestes de diverso em seus olhos agora, as sombras debaixo deles quietos obstinados eles.
      E ele era plido ainda, plido de preocupao e fadiga.
      Bem, ela condenaria dificuldade bem isto.
      "Eu penso que eu posso compreender como, desde que eu tenho estado no fim receptor freqentemente suficiente." Ela foi para sopa. "Eu no conheo muitas sobre mesnem fao vocmas de tudo que voc acabou de dizer que ela odiaria voc culpando voc mesmo para que aconteceu. Se ela amasse voc, ela quereria voc feliz. Ela gostaria de saber que voc caiu fora dele. Que voc cresceu ser bem sucedido e importante."
      "Porm eu administrei isto."
      "Sim." Ela fiddled com a sopa, ento trouxe isto para ele. "Porm voc administrou isto."
      "Ele est em mim, sabe."
      Ela movimentou a cabea, sentado ao lado dele novamente. "Eu acho isto trabalhos que modo, que significa que ela est em voc, tambm. Desista a voc um grande em mim, no quadro de DNA."
      "Eu tenho embaralhado o passado atrs de mim toda minha vida. No me sombreia o modo que faz voc." Ele comeu, sem muito interesse, porque ela foi para a dificuldade para ele. "Eu no quis trazer voc neste, ou ningum. Eu quis separar isto por eu mesmo, isto sou todo. Mas ele est comendo em mim. Eu posso ver seu rosto agora, e eu sempre quero. Eu tenho famlia que eu no soube de, pessoas que a perderam. Eu no sei que diabo para fazer sobre isto. Ento eu acho eu mesmo culpado e batido em cima e frustrado."
      "Voc no tem que fazer qualquer coisa at que voc se sinta mais fcil sobre isto." Ela ergueu uma mo, acariciou seu cabelo. "D voc mesmo uma fratura."
      "Eu no podia dizer a voc imediatamente." Ele olhou para ela agora. "No podia conseguir as palavras. Fechando voc fora estava mais fcil. Mais fcil ainda, parece, esteve tomando alguma daquela culpabilidade e frustrao fora em voc."
      "No to fcil quando eu bati voc em seu traseiro."
      Ele se debruou acima de, beijada ela suavemente. "Obrigado por isto."
      "A qualquer hora, camarada."
      "Eu sinto muito que eu deixei voc s ontem  noite. Voc teve um pesadelo."
      "Eu diria que ns dois fizemos. Ns figuraremos este, Roarke."
      "No tanto para . . ." Seu rosto borrado, dobrou, vislumbrado brevemente em enfocou novamente. "Ah, fuck me. Voc tranq iria a sopa."
      "Sim, eu fiz." Seu tom era alegre como ela tomou a tigela antes dele tipped fora de seus dedos flcidos. "Voc precisa dormir. Vamos conseguir voc na cama enquanto voc pode ainda caminhar. Eu no posso levar voc o modo que voc me faz."
      "Voc est apreciando esta parte."
      "Bem, duh." Ela conseguiu seu brao ao redor seus ombros, sua ao redor sua cintura, e o arrastou em cima. "E eu estou comeando a ver por que voc consegue tal carga fora de mim pr debaixo de quando voc pensar que eu preciso disto. Faz-me sentir todo ntegro e gosmento do lado de dentro."
      "Deixe-me completar a reverso," ele administrou em uma voz que liga com a droga, "e dizer, 'Morda-me.'"
      "Feliz para, quando voc acordar. Aumente, l voc vai. Mais um, isto  o esprito."
      "Eu devia provavelmente ser urinado fora em voc, mas eu no posso bastante enfoque nisto. Venha para cama comigo, Querida Eve. Deixe-me segurar voc."
      "Sim, voc aposta." Ela o aliviou sobre a cama, erguidas suas pernas. Seu rosto j estava indo relaxar. "Resto justo agora," ela sussurrou como ela puxou as coberturas acima dele.
      Ele murmurou em palavras de Gaelic que ela ouviu antes. Eu amo voc. Ela se sentou ao lado dele, escovou o cabelo de volta de suas bochechas, ento tocado seus lbios para seu.
      "Mesmo v."
      Ela fixa as luzes em cinco por cento de forma que se ele emergisse, ele no despertaria na escurido. Ento ela afundou falar com Summerset antes de voltar para seu escritrio.
      Enquanto ela trabalhou tarde na noite, ela manteve o quarto na tela, ento ela podia vigiar ele.
      
      
      Captulo 13
      
      Suas mos estavam nela, e sua boca, aquecendo seu sangue, tropeando ela pulsa antes dela ser completamente acordada.
      Languidamente, Eve movida debaixo dele, suspirando um pouco. Seus sentidos eram afinados para eleo odor de seu companheiro, seu gosto, sua formae a necessidade para ele rebelar-se at como sua mente flitted em torno das extremidades borradas de sono.
      Suavemente, ligeiramente, pontas do dedo acariciaram acima de carne suave, morna. O deslizamento de uma lngua, o escovar de lbios, e um sussurro de ertico perto de sua orelha. Ela era despertada, ainda flutuante naquele derramamento lquido onde o prazer estava preguioso e doce.
      Ento ele disse seu nome. Disse seu nome antes de sua boca extasiar ela, antes de sua mo deslizar at onde ela j estava molhada, j dolorida.
      E ele a atirou em vento sonhador em demanda urgente.
      Agora existia s sensao, o bater de sangue e choques de calor, e o enredo de membros como eles rolaram achar mais. Ela correu ela o d, excitando se com os ngulos, a pele lisa, as linhas duras de msculo.
      Ele era sofrido fome para ela. Ele acordou a querendo, apenas do conforto morno dela ao lado dele na luz quieta ela partiu queimando contra a escurido. Mas ele s teria que a tocar, ver seu rosto, precisar.
      Ela era seu constante.
      Sua boca era vida, suas mos rpidas e avaras. Seus humores combinados aqui, ele soube. D-me mais, e mais. E tome tudo que voc pode.
      Meio louco, ele a arrastou em cima. Ele podia ver seus olhos, cintilando, enfocado nele como ela bloqueada suas pernas ao redor ele, como seus quadris surgiram o levar no calor molhado. Ela assistiu ele quieto como ela clamped ao redor ele, j vindo como ela o cercou.
      Sua respirao impedida em sua garganta. Seu corao saltado depois disto.
      Ele poderia ter falado, ou tentou, mas ela o puxou mais ntimo, levou ele mais fundo, e proibindo seus braos ao redor ele usou aqueles quadris fortes, estreitos o dirigir.
      S espere, ela pensou. Segure sobre mim este tempo. E ela o segurou enquanto a fome consumiu eles ambos.
      Eles deslizaram abaixo junto, estremecendo. Quando sua cabea descansada entre seus peitos, ela fechou seus olhos novamente.
      " suponho voc est se sentindo melhor," ela administrou.
      "Consideravelmente. Obrigado." Ele escovou seus lbios suavemente acima do lado de seu peito. "Eu suponho que eu mereci o tranq."
      "Fique sem dizer, vendo como voc me mergulhou muitos tempos para contar. O ponto  entretanto, voc precisou dormir." Com sua mo pega em seu cabelo, ela olhou em cima pela janela de cu no cu matutino incolor. "Voc me assustou, Roarke."
      "Eu sei isto." Girando sua cabea, ele apertou seus lbios para seu corao, ento trocado assim ele podia a desenhar acima dele, descanse sua cabea em seu ombro. "Este, tudo isso . . . ele ventosa me esmurrou. Eu no pareo ter minha genialidade sobre mim ainda."
      "Eu consigo isto. Mas eu penso que voc quebrou uma regra. A sobre no compartilhar uma crise pessoal com sua companheira vitalcia."
      "Companheira vitalcia." Ele sorriu no teto. "Isto  seu novo, alternativa mais confortvel para esposa?"
      "No tente mudar o assunto. Voc quebrou a regra. Eu tenho colecionado regras de casamento ao longo do ano passado."
      "Sempre a policial," ele replicou. "Voc  direito entretanto, e se no for um decidir que devia ser. Eu no devia ter afastado ele de voc. Eu no sei completamente por que eu fiz. Eu tenho que girar esta ao redor em minha cabea por algum tempo mais, compreenda o que fazer. Ou no."
      "Multa. Mas no me fechando fora. No novamente."
      "Isto  um negcio." Ele se sentou em cima  medida que ela fez, ento pego seu rosto em suas mos. Como ela podia ter pensado, at para um momento, que ele cresceu cansado dela estava alm dele. "Companheiros vitalcios," ele disse. "Pegou um anel bom para isto. Mas voc sabe, eu ainda prefiro o som de 'esposa.'" Ele tocou em seus lbios para sua. "Minha."
      "Voc iria. Eu preciso conseguir mudana. Eu tenho que reportar para o chefe esta manh."
      "Eu no acompanho voc. Por que ns no pegamos um chuveiro junto, e voc pode dizer a mim sobre o caso."
      Ela ergueu um ombro como se no importou para ela de uma forma ou de outra. Mas o fato era que ela sentiu falta, muito, sendo capaz de examinar os passos e fases de uma investigao com ele. "Certo. Mas nenhum negcio engraado."
      "E aqui eu era, sobre agarrar meu nariz vermelho grande e esguichando encarnao."
      Nua, ela girou na entrada de banheiro para olhar fixamente para ele. "Voc  um sujeito estranho, Roarke. Mas no existir nenhum clowning ao redorhahano chuveiro."
      Ele considerou de idia varivel, s em princpio, mas como ele escutou seu examinado, ele foi pego em cima. E achou isto um alvio para pensar sobre algo diferente de suas prprias preocupaes.
      "Mostra o quo rpido voc pode fechar voc mesmo em seu prprio pequeno mundo. Eu no soube que existo um segundo assassinato. Ambos jovens, ambas as universidades de alunos diferentes, fundos, interesses, crculos sociais."
      "Existem conexes. O clube onde as transmisses originam para um. Hastings e Portography."
      "E seu assassino."
      "Sim." Ela scooped sua mo por seu cabelo molhado como ela saiu do chuveiro. "E seu assassino."
      "Talvez eles dois modelado para o assassino em um certo ponto."
      "Eu no acho." Ela andou no tubo secante como Roarke agarrou uma toalha. "Por que o candids?" Ela ergueu ela verbalizar acima do zumbir do tubo. "Por que tome fotografias delas quando eles forem desavisados se eles fossem modelagem. Mais, eles so crianas, certas? Parece mim uma criana conseguiria todo soprada em cima ou aumentada sobre a idia de modelagem e diria seus amigos ou famlia. Nenhuma vtima mencionou que isto para ningum que ns questionamos."
      Ela saiu, e esta tempo scooped sua mo por cabelo seco, considerou isto styled pelo dia. "Eu estou comeando a pensar este sujeito, ou mulher, no  um profissional. Ou pelo menos, no com sucesso. Queira ser, acredita em que ele seja ases justo."
      "Artista frustrado."
      " disso que eu consigo. Se ele fizer trabalho comercial, ele considera isto em baixo dele. Guisados sobre isto. Se sente ao redor em seu quarto lamentando para ele mesmo que o mundo no aprecia seu gnio. Ele tem tal presente," ela continuou como ela caminhou para o armrio para caar em cima roupas. "Uma luz do lado de dentro, mas ningum v isto. No ainda. Mas eles iro. Ele far eles verem isto eventualmente. Quando ele fez, ser to brilhante, lega tudo menos cegos eles. Alguns diro que ele  louco, iludiu, at do mal. Mas o que eles sabem? Mais, ele est certo disto, mais finalmente reconhecer que e o que ele o que ele pode fazer, e d. O brilho disto. A arte. A imortalidade. Ento, finalmente, ele conseguir seu devido."
      Ela arrancou um tanque sem manga acima de sua cabea, ento Roarke notado estava simplesmente permanecendo, assistindo ela, com o faintest de sorrisos. "O que? Jesus, o que est errado com este topo? Se eu no for suposto vestir a coisa de maldio, por que est no armrio?"
      "A multa de topo, e aquela forte azul  uma cor boa em voc, a propsito. Eu estava pensando o que uma maravilha voc , Tenente. Um artista em seu modo. Voc o v. No o rosto e forma, no ainda. Mas voc v dentro dele j. E isto  como voc o pra. Porque ele no pode esconder de algum que v dentro dele."
      "Longo suficiente para matar duas pessoas, at agora."
      "E se voc no fosse suportar eles, ele poderia nunca pagar por isto. Ele  esperto, no ?" Ele cruzou para o armrio, escolheu uma jaqueta para ela antes dela poder fazer muito se. "Uma mente inteligente, e oh to organizada."
      Ele gostou do plido, jaqueta cinza prateada contra a forte azul, e economizar isto para ela colocar depois que ela amarrou com correia em sua arma. "Ele assiste. Gaste muita mistura de tempo em lugar de distinguir-se, voc no pensa? Melhor assistir. Mais para ver quando voc no estiver particularmente notado."
      Ela movimentou a cabea. "Isto  bom."
      "Mas quietos, se eles o soubessem  medida que voc acredita, existe algo sobre ele que fizeram eles o vem to amigvel, ou pelo menos unthreatening."
      "Eles eram crianas. Mais, s vinte, no pense nada pode machucar eles."
      "Ns soubemos melhor." Ele acariciou uma ponta do dedo acima do entalhe raso em seu queixo. "Mas eu penso que voc  direito novamente. No modo normal de coisas, s vinte voc  invulnervel. Isto  qualquer outra coisa que ele quer? Aquela coragem e inocncia descuidadas."
      "Suficiente, eu penso, que ele deixa eles manter isto direito do fim. Ele no machuca eles, marque eles, estupre eles. Ele no odeia eles para que eles so. Ele . . . honra eles para isto."
      Era bom, ela percebeu, realmente bom para conversar isto. Ela precisou s este. "No  invejar,  como avaliao. Eu penso que ele ama eles, em seu modo tranado, egosta. E  disso que o faz to perigoso."
      "Voc me mostrar aos retratos?"
      Ela hesitou enquanto ele foi para o AutoChef para caf de programa. Ele devia estar estudando a linhagem matutina reporta, monitorando quaisquer ltimas notcias acima do caf da manh, ela pensou. Isso era sua rotina. E ela devia estar encabeando fora para Central agora mesmo de se preparar para sua instruo especfica matutina.
      "Certo." Ela disse isto casualmente antes de se sentar e telefonar o arquivo no sentar quarto unidade. "Eu terei uns ovos, subiu, e qualquer outro que voc est tendo."
      "Um modo muito esperto de assegurar que eu como." Ele caf da manh programado, ento estudou a telaa duas Eve de imagens telefonou nisto. "Tipos diferentes completamente, no ? E ainda, a mesma . . . vitalidade, eu suponho."
      Ele pensou sobre o retrato da mulher que ele conheceu ser sua me. Jovem, vital, vivo.
      " monstros que viver do jovem," ele declarou.
      Ele no podia conseguir as imagens doidas, at depois que Eve deixou a casa. Eles o assombraram como ele afundou fazer indenizao com Summerset. As duas pessoas jovens ele nunca encontraria, a me ele nunca conheceria.
      Eles ligaram junto em sua cabea, uma galeria de retrato triste e doloroso. Ento outro juntou-se ele, e ele viu Marlena em sua se importa de  olho. Filha jovem adorvel do Summerset. Ela tem sido pequena mais que uma criana quando os monstros a levaram, Roarke pensou.
      Por causa dele.
      Sua me, Filha do Summerset, ambos mortos por causa dele.
      Ele andou pela porta aberta de quartos do Summerset. Na rea viva PA Spence estava correndo um scanner da mo acima do elenco de pele para verificar o tricotar de osso.
      A tela de parede tocou um dos matutinos newscasts. Summerset se sentou, bebendo caf, assistindo as notcias, e ignorando o PA como ela alegremente detalhada o progresso de seus danos.
      "Vindo sem parar," ela gorjeou. "Progresso excelente, particularmente para um homem de sua idade. Voc vai estar em cima e ao redor por conta prpria novamente num instante, nenhum tempo mesmo."
      "Senhora, eu estaria em cima e ao redor sozinho agora se voc iria embora."
      Ela cacarejou sua lngua. "Ns s conseguiremos um ler de sua presso sangnea e pulsar para o quadro. Com rumo a ser elevado desde que voc insistiu em beber aquele caf. O negro como lana. Voc sabe perfeitamente bem que voc faria melhor com um bom herbrio tnico."
      "Com voc queixando em minha orelha eu posso levar para comear meu dia com vodca. E eu posso tomar meus prprios sinais vitais."
      "Eu tomarei seus sinais vitais. E eu no quero nenhuma dificuldade de voc hoje sobre seu impulso de vitamina."
      "Se voc vier para prximo de mim com aquela seringa, voc achar depositou em um de seu prprio orifices."
      "Com licena." Entretanto ele teria preferido se esquivar longe desadvertido, Roarke andou do lado de dentro. "Desculpe interromper. Eu preciso de Summerset por alguns momentos, se voc nos desculparia."
      "Eu no estou bastante terminado. Eu preciso atualizar seu quadro, e ele precisa de seu reforo."
      "Ah, bem." Roarke deslizou suas mos em seus bolsos. "Voc parece melhor hoje."
      "Eu estou bastante bem, considerando."
      E bravo comigo, Roarke notou. "Eu pergunto-me se algum ar fresco poderia estar em ordem. Por que eu no tiro voc pelos jardins para um pouco, antes do dia aquecer."
      "Isto  uma idia boa," Spence disse na frente de Summerset poder responder. E ela chicoteou a seringa de presso por detrs ela atrs, teve isto apertados contra seus bceps e administrou antes dele poder piscar. "Nada como um bom revira volta o jardim para pr rosas em suas bochechas. No mais do que trinta minutos," ela disse para Roarke. "Ser hora para sua terapia fsica."
      "Eu o terei de volta para isto." Ele comeou a andar atrs de cadeira do Summerset.
      "Eu posso navegar esta coisa sangrenta perfeitamente bem eu mesmo." Para provar isto, Summerset comprometido os controles e propulsou ele mesmo em direo s portas de terrao.
      Roarke conseguiu chegar l a tempo de abrir eles antes dele whisked por.
      Atrs pquer diretamente, Summerset dirigiu acima do terrao de pedra, diminudos um dos caminhos de jardim. E continuou ida.
      "Ele est em um humor muito azedo esta manh," Spence comentou. "Mais muito que habitual."
      "Eu o terei de volta para a terapia." Roarke fecha a porta atrs dele, e caminho abaixo de Summerset seguido.
      O ar era morno e fechava, e fragrante. Ele construiu este mundo, ele pensou, seu mundo cercou pela cidade que ele fez seu prprio. Ele precisou da beleza. No tinha sido simplesmente desejo, mas sobrevivncia. Com suficiente beleza, ele podia cobrir toda a feira de todos os ontens.
      Ento existiam flores e charcos, rvores e caminhos. Ele casou Eve fora aqui, neste fabricou Eden. E achou mais que sua medida de paz.
      Ele deixa Summerset deslizar ele mesmo junto para os primeiros minutos, entendendo que o homem provavelmente quis pr alguma distncia entre ele mesmo e Spence tanto como ele quis o controle.
      Ento Roarke simplesmente aumentou atrs da cadeira, parou isto. Bloqueado ele em lugar. Ele caminhou ao redor para se sentar em um banco de forma que ele e Summerset estavam no mesmo nvel.
      "Eu sei que voc esteja bravo comigo," ele comeou.
      "Voc assumiu me a responsabilidade daquela criatura. Bloqueada mim em com ela como meu guardio."
      Roarke agitou sua cabea. "Cristo Jesus. Voc pode ser to louco quanto voc gosta sobre isto. At que voc seja curado que voc ter o melhor cuidado disponvel. Ela  isto. Para que eu no me desculparei. Para as coisas eu disse para voc ontem  noite, para o modo que eu me comportei, eu irei. Eu sinto muito para isto, muito desculpe."
      "Voc pensou que voc no podia dizer a mim?" Summerset olhou, olhada fixamente dura em uma hortnsia violentamente azul. "Eu sei o pior de voc, e o melhor, e tudo entre." Ele olhou de volta agora, rosto do Roarke estudado. "Bem, pelo menos eu vejo que ela tendeu a voc. Voc parece descansado."
      A surpresa relampejada em olhos do Roarke antes dele estreitar eles. "A Eve discutiu que . . . ela falou com voc sobre que eu aprendi?"
      "Porm ns discordamos, qualquer nossas dificuldades um com o outro, ns temos uma coisa em comum. Isto  voc. Voc nos preocupou ambos, desnecessariamente."
      "Eu fiz." Ele rosa, caminhado alguns caminho abaixo de passos. Atrs novamente. "Eu no posso conseguir um aperto nisto. Qualquer tipo de um aperto. Me faz doente dentro de um modo que eu no senti . . . em um tempo muito longo. E eu perguntei-me, eu deixo eu mesmo perguntar-se, se voc soubesse."
      "Se eu soubesse . . . ah." Como outro pedao caiu em lugar, Summerset alarga uma respirao longa. "Eu no fiz. Eu no tive nenhum conhecimento desta menina. At onde eu soube, Meg Roarke era sua me."
      Roarke se sentou novamente. "Eu nunca questionei isto."
      "Por que voc devia ter?"
      "Eu gastei mais tempo, tomado mais se importe virando o fundo em um empregado de baixo nvel que eu estou usando meus prprios incios. Eu bloqueei eles fora de minha mente e de bancos de dados. Enxuto a maior parte limpo."
      "Voc protegeu voc mesmo."
      "Fuck isto." Era temperamento tanto como culpabilidade que radiado dele. "Quem a protegeu?"
      "Podia ter dificilmente sido voc, um beb em braos."
      "E nenhuma justia para ela, no por minha mo. No pela mo do seu filho, para o bastardo tem estado morta por anos agora. Pelo menos com Marlena"
      Ele corta ele mesmo, desenhou ele mesmo. "Marlena morreu para me ensinar uma lio. Voc nunca me culpou por isto, no voc uma vez disseste que voc me culpou."
      Para uma batida longa, Summerset examinou o jardim. Aquelas hortnsias violentamente azuis, o bloodred de rosas, o quente rosa de snapdragons. Sua filha, sua criana preciosa, tinha sido como uma flor.
      Bonito, brilhante, e pequeno-vivido.
      "Porque voc era no culpar. No para que aconteceu para minha menina, no para que aconteceu para sua me." Summerset  olhar rasto de volta para ele, segurou. "Menino," ele quietamente disse, "voc nunca era culpar."
      "Nem era eu sempre inocente, no em minha prpria memria de qualquer maneira." Com um pouco suspiro, Roarke estalou fora de uma das flores, estudou isto. Aconteceu para ele que ele no deu flores de Eve em algum tempo. Um homem no devia esquecer de fazer tais coisas, especialmente quando a mulher nunca esperou que eles.
      "Voc podia ter me culpado." Ele fixa a flor em colo do Summerset porque isto, tambm, era inesperado. Um gesto pequeno, um smbolo pequeno. "Voc me levou em, quando ele condenaria prximo me batido para a morte, e eu tive ningum e em nenhuma parte para ir. Voc no teve que; Eu no estava nada para voc ento."
      "Voc era uma criana, e isso era suficiente. Voc era uma criana meia batido para a morte, e isso era demais."
      "Para voc." A emoo tudo menos o estrangulou. "Voc cuidou me de, e voc me ensinou. Voc deu a mim algo que eu nunca teria, nunca esperado. Voc deu a mim uma casa, e uma famlia. E quando eles tomaram parte daquela famlia longe, quando eles tomaram Marlena, os melhores de ns, voc podia ter me culpado. Elenco mim fora. Mas voc nunca fez."
      "Voc era meu at l, voc no era?"
      "Deus." Ele teve que tomar uma respirao, uma cuidadosa. "Eu suponho que eu era."
      Precisando mover, Roarke chegou a seus ps. Com seus entrega seus bolsos que ele assistiu um manancial pequeno gorgolejar para vida acima de uma revolta de lrios. Ele assistiu a gua fresca at que ele era tranqilo novamente.
      "Quando eu decidi vir aqui, quis fazer minha casa aqui e perguntei a voc para vir, voc fez. Voc deixou a casa que voc favoreceu o que eu quis fazer. Eu no acho que eu j disse a voc que eu sou agradecido."
      "Voc disse a mim. Muitas vezes e de muitas formas." Summerset deitou seu d a flor azul forte, olhado acima do jardim. A paz disto, e a beleza disto.
      O mundo dentro de um mundo o menino ele assistiu se torna um homem teve criado. Agora aquele mundo tinha sido agitado, e precisou ser posto afianar novamente.
      "Voc voltar para a Irlanda. Voc ter que voltar."
      "Eu irei." Roarke movimentou a cabea, unspeakably agradecido para ser entendido sem ter dito as palavras. "Eu irei, sim."
      "Quando?"
      "Imediatamente. Eu penso que  melhor para ir imediatamente."
      "Voc disse a tenente?"
      "Eu no tenho." Instabilizou novamente, Roarke olhou abaixo em suas prprias mos, correu a faixa de ouro de seu casamento ao redor seu dedo. "Ela est no meio de uma investigao difcil. Este a distrair disto. Eu considerei dizer a ela eu tive negcios em viagem, mas eu no posso mentir para ela. Ser mais simples, eu penso, fazer os acordos, ento digam a ela que eu estou indo."
      "Ela devia ir com voc."
      "Ela no  s minha esposa. Nem mesmo sempre minha esposa primeira." Ele angulado sua cabea, sorriu um pouco. "Isto  algo voc e eu poderamos nunca ver bastante o mesmo modo."
      Summerset abriu sua boca, ento fecha isto novamente. Deliberadamente.
      "Vidas das pessoas dependem dela," Roarke disse com alguma exasperao. " algo que ela nunca esquece, e algo eu nunca a pediria para pr segundo. Eu posso lidar com isto sozinho, e de fato, eu penso que  melhor que eu fao."
      "Voc era sempre um para acreditar em que voc teve que lidar com tudo voc mesmo. Naquela rea, voc e ela so ervilhas em um pod."
      "Talvez." Porque ele quis seus rostos no mesmo nvel, Roarke abaixou. "Uma vez, se voc lembrar, quando eu era jovem e coisas eram um pouco apertados para mim, e o dio eu senti o pena de quieto quentecorrendo como algum rio preto dentro de mimeu disse a voc que eu iria tomar outro nome. Que eu no manteria seu. Querido nada seu."
      "Eu lembro. Eu penso que voc estava ainda tmido de dezesseis."
      "Voc disse: Mantenha isto, o nome  seu tanto como dele. Mantenha isto, e faa algo disto, ento ele ser todos seu e nenhum dele. Comece agora. No disse a mim o que fazer disto, no ?"
      Com um risada pequeno, Summerset agitou sua cabea. "Eu no tive que. Voc j conheceu."
      "Eu tenho que voltar, eu mesmo, e ache qualquer que  que ela deu a mim. Eu tenho que saber se eu fizesse algo disto, ou tenha algo ainda para fazer. E eu tenho que comear agora."
      " difcil de discutir com minhas prprias palavras."
      "Ainda, eu no gosto de deixar voc antes de voc estar em seus ps novamente."
      Summerset fez um dismissive som. "Eu posso lidar com isto, e aquela mulher irritantes voc encadeou para mim, sozinho."
      "Voc assistir depois de minha policial enquanto eu fui, no ?"
      "Em meu modo."
      "Bem ento." Ele chegou a seus ps. "Se voc precisar de mim para qualquer coisa que . . . voc poder me alcanar."
      Agora Summerset sorriu. "Eu sempre posso alcanar voc."
      ***
      A Eve terminou seu relatrio oral para Chefe que Whitney permanecendo. Ela preferiu aquele tipo de formalidade em seu escritrio. Ela o respeitou para o tipo de policial que ele era, e tinha sido. Respeitou as linhas de preocupao e autoridade que marcou seu rosto largo, escura.
      A equitao uma escrivaninha no o fez suave, mas s fortaleceu os msculos de comando.
      "Existem um pouco de preocupaes de mdia," ele disse quando ela terminou. "Vamos conseguir eles fora do modo."
      "Sim, senhor."
      "Existe algumas reclamaes que Canal 75, e Nadine Furst em particular, est recebendo tratamento preferencial nesta investigao."
      "Canal 75 e Nadine Furst esto recebendo tratamento preferencial nesta investigao devido ao fato que ns acreditamos que o assassino enviou transmisses diretamente para Sra. Furst s 75. Ela, e a estao, esto cooperando completamente comigo e meu time. Como as transmisses eram enviadas para ela, eu no tenho nenhuma autoridade para a parar, ou 75, de radiodifundir qualquer e todo o contedo. Porm, eles concordaram em filtrar aquelas transmisses, e quaisquer outros dados recebidos, por mim. Como quid a favor de quo, eu concordei em filtrar de volta quaisquer informaes sobre o caso que eu julgo apropriado para radiodifundir para eles primeiros."
      Whitney tipped sua cabea em reconhecimento. "Ento ns somos cobertos."
      "Sim, senhor, eu acredito em isso."
      "Ns instalar uma conferncia de mdia para manter os cachorros  distncia. Quando lidando com a mdia,  melhor para CYA duas vezes, sempre que possvel. Eu terei nossa ligao ir por seus relatrios e refugo fora que ns queremos alimentar eles." 
      Satisfeito, ele economizar a mdia, voltou para a carne. "Voc precisa trabalhar as conexes, ache o canal entre as vtimas."
      "Sim, senhor. Eu gostaria de pr um homem, ou melhor, um time no clube. Baxter e Trueheart. Jovem do Trueheart suficiente para passar por um aluno. Baxter est o treinando, ento eu o quereria a bordo de, manter fecho. Trueheart no teve experincia muito encoberta. McNab podia cobrir um pouco de cho nas academias, trabalhando o geek termina de coisas. Ele j estado no clube com um distintivo, ento eu no posso o usar l."
      "Instala isto."
      "Senhor; Minha corrida inicial da lista de assistentes do PortographyHastings. Alguns dos nomes so falsos. Algumas destas pessoas s compem eles, porque eles pensam que eles soam melhor. Mas a pessoa que estava em durante o casamento onde o Howard era falso de anis fotografados. Eu vou ir em frente isto. Eu tambm vou tentar algumas fontes, veja se eu posso reduzir as imagens as produzido do assassino para estilo e equipamento. Eu tenho muitas linhas para arrastar, que podem manter minhas pessoas dispersas durante algum tempo, at que eu possa prender eles todos novamente."
      "Faa o que  necessrio para fechar isto. Mantenha-me atualizado."
      "Sim, senhor." Ela comeou a andar de volta, ento ficado onde ela estava. "Chefe, existe mais uma coisa. Como eu mencionei no ltimo ms, eu gostaria de ter nome do Oficial Peabody concorre ao teste do prximo detetive."
      "Ela est pronta agora?"
      "Ela  tido mais ou menos dezoito meses de experincia de homicdio debaixo de mim. Ela  trabalhada, e fechado, um caso frio sozinha. Ela  com bagueta mais tempo de campo que alguns dos sujeitos na caneta de touro. Ela  um bom policial, Chefe, e merece sua disparada contra uma proteo de ouro."
      "Em sua recomendao ento, Tenente."
      "Obrigado."
      "Eu diria que ela comeasse prepping. Como eu recordo o exame no  um passeio na praia."
      "No, senhor." Esta Eve de tempo sorriu. "Mais como um examinar uma zona de guerra. Ela ser prepped."
      ***
      Ela afundou para o quarto de conferncia, tomando o tempo antes de seu time chegado a se sentar na extremidade da mesa e estuda a diretoria.
      As imagens olhadas atrs nela. Ela enfocou primeiro em Rachel Howard. Sorridente, ensolarado, alegremente no trabalho. A academia tpica-envelhece trabalhoclerking em um 24/7. Quis ser um professor. Estudado duro, feitos amigos, boa vida de famlia slida. Classe mdia.
      O metr atiroucabealho casa para aquela vida de famlia slida, ou talvez fora para a escola. Confiante, bonita. Vital.
      Tiro do casamento. Vestido-se bem para o evento. Cabelo mais nervoso, lbios mais escuro, clios mais longos. Grandes, sorriso de celebratrrio que plancie justa estalado fora do resto. Voc notou esta menina. No podia ajudar isto.
      At na morte, Pensou Eve. Sentando to limpo, to bonita, com a luz em seu cabelo, seus olhos desviando a vista de.
      E Kenby Sulu, extico, atingindo. Trabalho bastante tpico tambm, particularmente para o tipo de teatro. Conduzindo. Quis ser um danarino, trabalhado duro, feitos amigos facilmente, boa vida de famlia slida. Classe alta.
      De p fora de Juilliard. Pronto entrar, s terminando. Grande sorriso para seus amigos.
      Ento o tiro de elenco formal. Escuro e intenso, mas quieto, oh sim, ainda, voc viu a luz nele. Antecipao, sade, energia.
      A morte atirou refletido isto, ela notou. O modo que ele era posado em uma dana, como se quieta em movimento. E a luz vislumbrando como um halo ao redor ele.
      Saudvel, ela pensou. Tido que ser saudvel, tido que ser inocente, jovem, bem ajustado. Limpo. Existia qualquer outra coisa as duas vtimas tido em comum, ela decidiu. Eles eram limpos. Nenhuma histria de ilegais, nenhuma enfermidade importante em registros mdicos. Bons crebros afiados, corpos jovens saudveis bons.
      Ela acendeu para o computador e comeou uma corrida em quaisquer negcios de processamento de imagens com Luz no nome. Ela conseguiu quatro bate, notou eles, ento correram livros em processamento de imagens com Luz no ttulo. Em algum momento, ela estava certa, seu assassino tinha sido um aluno.
      Ela bate vrios, e estava para imprimir eles fora quando se pegaram seu olho.
      Imagens de Luz e Escura, por Dr. Leeanne Browning.
      "Certa," Eve disse em voz alta. "Tempo para voltar para a escola, mais um tempo."
      Quando a porta de conferncia aberta, ela falou sem olhar em cima. "Peabody, requisio e carrega uma cpia de um livro de texto fotogrficas Imagens tituladas de Luz e Escura, por Leeanne Browning. Use o computador auxiliar. Eu no sou feito aqui." 
      "Sim, senhor. Como voc soube que era eu?"
      "Voc  o nico que caminha como voc. Descubra se existe um livro real copiar disponvel enquanto voc est nisto. Pode ser til."
      "Certo, mas o que isso quer dizer? Como eu caminho?"
      "Marcha rpida em policial cala. Trabalhando aqui."
      A Eve no teve que olhar em cima este tempo qualquer um para saber que Peabody era carranqueando em seus sapatos. Ela fez um cruzar para localizar e destacar qualquer outro livro, jornal, ou publicou imagens por Browning, examinou eles.
      Sulu foi para Juilliard, mas viveu s alguns quarteires longe do apartamento de Browning/Brightstar. Podia ser outra conexo, ela meditou.
      "Eu posso pegar isto em ambos e e imprimir verses, Tenente."
      "Consiga ambos. Enquanto ele est carregando, voc poderia querer verificar o horrio para exames de detetive a chegar. Voc foi passado sem tocar tomar o prximo."
      "Eu preciso esperar at a requisio passe sem tocar, ento . . ." Ela verbaliza diminudo.
      "Eu disse que consigo ambos. Atarraxe a requisio. Ordene eles. Eu cobrirei isto at a fita vermelha passe sem tocar."
      "O exame de detetive." A voz do Peabody era um chio. "Eu vou tomar o exame de detetive?"
      Eve rodada em sua cadeira, excludas suas pernas. Seu ajudante foi plido de gelo, completamente para o lbios. Bom, Pensou Eve. No era um passo que qualquer bom policial devia ligeiramente tomar. "Voc  passado sem tocar para isto, mas  sua escolha. Voc quer ficar em uniforme, voc fica em uniforme."
      "Eu quero fazer detetive."
      "Certo. Tome o exame."
      "Voc pensa que eu estou pronto?"
      "No ?"
      "Eu quero estar pronto."
      "Ento estudo em cima, tome o exame."
      Sua cor estava voltando, lentamente. "Voc pe meu nome, passou sem tocar isto com o chefe."
      "Voc trabalha debaixo de mim. Voc  atribudo para mim.  at mim pr seu nome em cima se eu pensar que voc faz bom trabalho. Voc faz bom trabalho."
      "Obrigado."
      "Agora continue fazendo bom trabalho e me consiga o que eu disse que voc me conseguisse. Eu preciso ir arrasto Baxter e Trueheart neste."
      A Eve saiu. Ela no teve que olhar de volta para saber que Peabody era sorrindo amplamente.
      
      
      Captulo 14
      
      A Eve achou Leeanne Browning em seu apartamento. O professor vestiu uma camisa vermelho longo acima de um preto skinsuit, e teve seu cabelo empacotado atrs em uma trana.
      "Tenente Dallas. Oficial. Voc acabou me de pegar. Angie e eu estvamos para encabear fora." Ela gesticulou eles dentro de  medida que ela falou. "Ns vamos gastar algumas horas que trabalhamos em Parque Central. O calor destaca todos os tipos de personagens interessantes."
      "Inclusive ns," Angie disse, arrastando um caixa de ferramentas grande no quarto.
      Leeanne riu, baixo e vigoroso. "Oh, absolutamente inclusive ns. O que ns podemos fazer para voc?"
      "Eu tenho algumas perguntas."
      "Certo. Vamos sentar e tentar responder eles. Isto sobre  Rachel pobre? Existe um servio comemorativo para ela amanh  noite."
      "Sim, eu sei. Eu gostaria de voc para olhar para estes. Voc reconhece o assunto?"
      Leeanne tomou a imagem de Kenby, estando na frente de Juilliard. "No." Enquanto Eve assistiu seu rosto, Leeanne enrrugou seus lbios. "No," ela disse novamente. "Eu no penso que ele  um meu. Eu lembraria deste rosto. Rosto notvel."
      "Boa forma," Angie adicionou, debruando acima da parte de trs do sof. "Tipo de corpo bom, gracioso."
      "Um estudo excelente. Muito bem feito. O mesmo, no ?" Leeanne perguntou. " o mesmo artista de retrato. Isto  morto de homem jovem bonito?"
      "Que tal esta aqui?" A Eve ofereceu o retrato da companhia de artistas de dana.
      "Ah, um danarino. Claro. Ele  construdo como um, no ?" Ela fez um som pequeno, um pouco respirao de angstia. "No, ele no est familiarizado para mim. Nenhum deles so. Mas isto no  o mesmo fotgrafo, ?"
      "Por que voc diz isto?"
      "Estilo diferente, tcnica. Tal drama, e um uso maravilhoso de sombras aqui. Claro, voc quereria drama neste estudo, mas . . . Parece mim que quem tomou este estudo de dana est mais experimentada, mais treinou, ou simplesmente mais talentoso. Ambos, por minha crtica. Realmente, em uma suposio, eu diria que isto era um Hastings."
      Intrigou, Eve se sentou de volta. "Voc pode olhar para uma fotografia e identificar o fotgrafo."
      "Certamente, se o artista tem um estilo distinto. Claro, um aluno ou f inteligentes podiam copiar isto muito bem, manipulao digital e assim por diante. Mas este primeiro no  o que eu chamaria uma homenagem estilstica."
      Deixando eles lado a lado, ela estudou eles novamente. "No.  muito distinto e diferente. Dois artistas, interessado no mesmo assunto, e vendo isto por perspectivas diferentes."
      "Voc sabe Hastings, pessoalmente?"
      "Sim. No bem, eu duvido algum fazer. Uma alma to temperamental. Mas eu uso seu trabalho bastante freqentemente em classe, e ele tem permisso para-me, com alguma persuaso considervel, conduzir alguns seminrios para meus alunos em seu estdio ao longo dos anos."
      "Ela teve que pagar a ele de bolso," Angie chimed em. Ela estava ainda inclinada acima do sof, com seu queixo quase descansando em ombro do Leeanne. "Hastings gosta de seu dinheiro."
      "Isto  verdade." O tom do Leeanne era alegre. "Quando ele vier para sua arte, ele no compromete, mas ele  firma em fazer um lucro. Sua loja, seu trabalho comercial, seu tempo."
      A Eve comeou a tocar outro ngulo em sua cabea. "Alguns de seus alunos j trabalham para ele como modela ou assistentes?"
      "Oh sim," Leeanne respondeu com uma risada. "E a maioria de teve um maxibus total de reclamaes posteriormente. Ele  rude, impaciente, barato, violento. Mas eles instrudos, eu posso prometer voc isto."
      "Eu gostaria dos nomes."
      "Meu Deus, Tenente, eu tenho enviado alunos para Hastings para mais de cinco anos."
      "Eu gostaria dos nomes," Eve repetida. "Tudo que voc est usando registro, ou em sua memria. Que tal esta aqui?" Ela resistiu a fotografia da morte.
      "Oh." Sua mo erguida, ligado com do Angie. "Macabro, horrvel. Brilhante. Ele est melhorando em seu trabalho."
      "Por que voc diz isto?"
      "To totalmente.  querido para ser. Danas da morte.  disso que eu chamaria isto. O uso de sombra e luz aqui. O fato que ele escolheu branco e preto, o fluido posa do corpo. Ele podia ter feito mais com o rostosim, untapped potencial lmas global  brilhante. E terrvel."
      "Voc freqentemente escolhe branco e preto. A maior parte de seu livro  dedicado para a arte de fotografia e processamento de imagens branco e preto."
      Com um olhar de surpresa, Leeanne olhou de relance em cima novamente. "Voc leu meu livro?"
      "Eu examinei isto. Existe um grande negcio sobre luza explorao disto, o edifcio ou tomada disto, o filtrar disto. A ausncia disto."
      "Sem luz, no existe nenhuma imagem e o tom da luz determina o tom da imagem. Como  usado, como o artista manipula isto ou v isto, ser uma parte de sua habilidade. Espere s um momento."
      Ela rosa e apressada fora do quarto.
      "Voc a suspeita." Angie endireitou, estudando Eve. "Como pode voc? Leeanne nunca prejudicaria ningum, muito menos uma criana. Ela no  capaz do mal."
      "Parte de meu trabalho est fazendo perguntas."
      Angie movimentou a cabea, e vindo a si o sof se sentou em frente a Eve. "Seu trabalho pesa em voc. Pe piedade em seus olhos quando voc olhar para a morte." Ela girou o retrato de Kenby. "No fica l, no em seus olhos. Mas eu acho isto permanncias dentro de voc."
      "Ele no precisa de minha piedade mais."
      "No, eu no suponho," Angie respondeu como Leeanne voltou em levar uma caixa pequena.
      "Eh,  um pinhole cmera." Peabody soltou isto, ento esvaziou um pouco em sua prpria exploso. "Meu tio teve um, mostrou a mim como fazer um quando eu era uma criana."
      A Eve estava estudando a estranha pequena caixa e disse simplesmente, "Free-Ager," por via de explicao.
      "Ah, sim. Isto  uma tcnica muito velha." Leeanne fixa a caixa em uma mesa, removida um pouco de fita, ento apontou o buraco minsculo que tinha sido protegido em baixo dele em direo a Eve. "Uma caixa feita  mo, o jornal fotogrfico do lado de dentro, a luz fora de com o pinhole como a lente que captura aquela luz, e a imagem. Eu gostaria de voc para manter quieto," ela disse Eve.
      "Aquela caixa est tomando meu retrato."
      "Sim.  a luz, voc v, isso cria o milagre aqui. Eu pergunto cada de meus alunos para fazer um pinhole cmera como isto, e experimentar com isto. Aqueles que no entende o milagre, bem, eles podem continuar a tomar bons retratos, mas eles nunca criaro arte. No  toda tecnologia e ferramentas, voc v. No  todo equipamento e manipulao. O caroo  a luz, e o que v. O que ns vemos por isto."
      "O que ns tiramos disto?" Eve perguntada, assistindo ela. "O que ns absorvemos disto?"
      "Talvez. Enquanto algumas primitivo culturas temida que a cmera, reproduzindo sua imagem, roubou suas almas, outros acreditaram que deu a eles uma espcie de imortalidade. Ns temos, de muitas formas, misturadas aquelas duas convices. Certamente, ns imortalizamos com processamento de imagens, ns roubamos momentos de tempo e seguramos eles. E ns tomamos algo de cada assunto, todo tempo. Aquele momento novamente, to pensado, aquele humor, aquela luz. Nunca ser exatamente o mesmo novamente. Nem mesmo um segundo posteriormente. Foie  preservado, para sempre, na fotografia. Existe poder nisto."
      "No existe nenhum pensado, nenhum humor, nenhuma luz em uma fotografia dos mortos."
      "Ah, mas existe. O do artista. Morte, mais certamente morte, estaria momento de um definir. Aqui, vamos ver o que ns temos."
      Ela coberta o buraco na caixa novamente, ento deslizou fora uma folha de jornal. Nisto, Imagem da Eve era reproduzida, quase goste de um esboo de lpis plidos.
      "A luz cauteriza a imagem, queima isto no jornal, e preserva isto. A luz," ela disse, dando o jornal para Eve, " a ferramenta, a magia. A alma."
      ***
      "Ela  realmente interessante," Peabody comentou. "Eu aposto que ela  um professor maravilhoso."
      "E como algum quem sabe como manipular imagens, ela teve a habilidade para dick com os discos de segurana nela construindo, troque o selo de tempo. Seu libi, ento, tem furar. Ento ns damos a ela, potencialmente, oportunidade. Signifique queela clica l. Mtodo, outro clica. D-me motivo."
      "Bem, eu no fao . . ."
      "Economize o fato que voc gosta dela." Eve fundida em trfico. "O que  seu motivo para selecionar, stalking, e matana dois alunos de academia atraentes?"
      "Arte. Isso tudo lida com arte."
      "Mais fundo, Peabody."
      "Certa." Ela quis tirar seu bon, arranhe sua cabea, mas resistida. "Controlando o assunto? Controlando a arte a fim de criar?"
      "Em uma nvel," Eve concordou. "Controle, criao, e as aprovaes que resultam. A ateno, de qualquer maneira, o reconhecimento. Neste caso ns temos um professor. Ela instrui, ela d seu conhecimento, sua habilidade, sua experincia, e outros tomam isto e continuam a se tornar o que ela no tem. Ela  escrita uns livros, publicadas algumas imagens, mas ela no  considerada um artista, no ? Ela  considerada um professor."
      " um muito respeitado, e freqentemente debaixo de-vocao apreciada. Voc  um realmente bom professor, por exemplo."
      "Eu no ensino qualquer um. Treine talvez, mas isto  diferente."
      "Eu no teria o disparar contra uma proteo de ouro, no este logo, se voc no me ensinasse."
      "Treinou voc, e vamos ficar em objetivo aqui. O outro nvel est tirando do assunto e vendo eles como s isto. Um assunto, no uma pessoa com uma vida, uma famlia, com necessidades ou direitos. Um assunto, comoeu no seiuma rvore. Se voc precisasse diminuir a rvore para conseguir o que voc quer, bem, muito ruins. Bastante mais rvores."
      "Voc est conversando com um Free-Ager aqui." Peabody estremeceu. "Conversando sobre indiscriminadamente ceifando abaixo rvores me bate em uma rea primitiva."
      "O assassino no  matana s para a excitao de tomar uma vida. No  feito com ira, ou para lucro. No  sexual. Mas  pessoal.  ntimopara o assassino. Esta pessoa, esta pessoa especfica, tem o que eu preciso, ento eu tomarei isto. Eu tomarei o que eles tm, ento se torna meu. Eles se tornam meus, e o resultado  arte. Admire-me."
      "Isto  uma rota tranada bonita."
      " uma mente tranada bonita. E uma esperto, um fresco um."
      "Voc pensa que  Professor Browning?"
      "Ela  conectada, ento ns alinhar-nos as conexes. Quem a sabe, e Hastings, e as duas vtimas? Quem teve contactou com todos eles? Vamos descobrir."
      Ela comeou em Juilliard, no departamento de teatro. Em um certo ponto em suas vidas jovens, Rachel Howard e Kenby Sulu cruzaram.
      Ela enviou Peabody fora de fazer os crculos com a fotografia de Rachel enquanto ela fez sua prprio.
      Quando seu 'vnculo buzinado, ela estava de p atrs de um corredor de ensaio assistindo um grupo das pessoas jovens fingem ser vrias animais.
      "Dallas."
      "Oi, Tenente." O rosto do Roarke encheu sua tela, e quase imediatamente trocado de um sorriso fcil at puzzlement. "Onde esto voc? O jardim zoolgico?"
      "At certo ponto de falar." Querendo cortar algum do barulho de fundo, ela saiu no corredor. "Tudo certo?"
      "Bem suficiente. Eve, eu tenho que ir em viagem por alguns dias."
      "Oh." No era incomum para ele ter que zumbir em torno do planeta, ou fora disto. O homem teve interessou por toda parte o universo desenvolvido. Mas a contagem de tempo era pobre. "Se voc pudesse"
      "Eu tenho que ir para a Irlanda," ele disse antes dela poder terminar. "Eu preciso voltar, e lide com este."
      Estpida, ela imediatamente pensou. Estpido ter este blindside ela. Claro que ele tem precisa voltar. "Olhe, certo, eu posso ver como voc sentiria isto, mas eu estou no meio de coisas aqui. Eu preciso pegar com este at que eu feche o caso, ento eu posso tomar algum tempo. Eu concorrerei a isto quando eu voltar para Central."
      "Eu preciso lidar com este eu mesmo."
      Ela abriu sua boca, ordenou se para respirar antes dela falar. "Certo."
      "Eve, tem que ser feito, e no  algo que voc precisa se preocupar sobre. Eu no quero que voc se preocupe sobre isto, ou me. Eu sinto muito deixo voc para lidar com Summerset, e eu tentarei fazer isto to rpido quanto eu posso."
      Ela manteve seu rosto em branco, ela verbaliza at para ambas suas causas. "Quando voc est partindo?"
      "Agora. Imediatamente. O fato , eu estou na lanadeira agora. Eu no posso dizer a voc justamente onde eu estarei queeu no sei ainda. Mas eu terei meu vnculo pessoal comigo. Voc poder me alcanar a qualquer hora."
      "Voc soube que voc estava indo." Ela abaixou ela verbalizar, girando suas costas para o corredor como alunos apressados por atrs dela. "Voc soube esta manh."
      "Eu tive que ver para alguns detalhes primeiros."
      "Mas voc j comporia seu se importaria de ir."
      "Eu tive, sim."
      "E voc est dizendo a mim como isto assim eu no posso fazer qualquer coisa para parar voc."
      "Eve, voc no me pararia. E eu no terei que pr seu trabalho em um padro de propriedade assim voc pode vir junto e enfermeira mim por este."
      " disso que voc fez quando voc foi comigo para Dallas? Nursed mim por isto?"
      A frustrao atropelou seu rosto. "Isso era um assunto diferente."
      "Oh sim, com voc sendo um homem e todo, com bolas irrompveis. Eu continuo esquecendo."
      "Eu tenho que ir." Ele falou friamente agora. "Eu informarei onde eu estou assim que eu posso administrar, e eu voltarei em alguns dias. Provavelmente mais cedo. Voc pode chutar minhas bolas irrompveis ento. Enquanto isso, eu amo voc. Ridiculamente."
      "Roarke" Mas ele j concluiria a transmisso. "Condene isto. Condene isto." Ela chutou a parede, duas vezes.
      Ela marchou de volta no quarto de ensaio e desabafou sua frustrao por stalking pelo esquivar tigres e saltando chimpanzs.
      O instrutor era uma mulher de lpis magros com um choque alto de cabelo azul. "Ah," ela disse, "e aqui ns temos o solitrio lobo."
      "Feche eles," Eve ordenada.
      "Classe  em desenvolvimento."
      "Feche eles." A Eve arrancou seu distintivo. "Agora."
      "Oh condene isto, no outro Ilegais varre. Pare!" Para uma mulher magra, ela teve uma grande voz, e sua ordem corta o estrondo.
      A Eve entrou frente sua. "Eu sou Tenente Dallas, NYPSD." Existia um gemido comunal no anncio, e dois alunos afiados em direo s portas traseiras. "Segure isto! Eu no estou interessado em que voc entrou seus bolsos ou sua circulao sangnea, mas algum sai aquelas portas, eu serei."
      O movimento parou.
      "Eu tenho um retrato. Eu quero que voc surja aqui, um de cada vez, e olhe para isto. Eu quero saber se voc conhecer esta menina, viu ela, ou tenha quaisquer informaes sobre ela. Voc." Ela apontou em um menino em um preto unitard e calo folgado. "Aqui."
      Ele se vangloriou em cima. "Nope."
      "Olhe para o retrato, esperto-traseiro, ou este se vai transformar em um Ilegais varrer."
      Ele sorriu arrogantemente nela, mas ele pareceu. "No saiba ela, nunca a visto. Eu posso ir, Oficial?"
      "Tenente. No. Esteja ali." Ela apontou  direita parede, ento gesticulada para uma menina, tambm em preta.
      Ela recomeou atividades, sacudindo um sorriso dentudo no menino agora vadiando contra a parede, como se eles compartilhados um soldado brinca. Mas quando ela olhou para a fotografia, o humor drenado fora de seu rosto.
      "No noticirio. Eu a vi no noticirio.  aquela menina de Columbia que foi morta. Como Kenby."
      O murmrio comeou da multido de alunos, e Eve deixa isto pozinho. "Est certo. Voc soube Kenby?"
      "Certo. Certo eu fiz. Todo mundo fez. Homem, oh homem, este chupa to grande."
      "Voc viu esta menina antes?"
      At como ela agitou sua cabea, algum gritado. "Eu tenho. Eu penso."
      Eve trocada, olhou para o menino que permaneceu com sua mo levantada. "Surja aqui. V estar ali," ela disse a menina.
      "Eu classifico de penso que eu a vi." O menino vestiu o uniforme preto, e uma floresta de laos prateados ao longo da curva de sua orelha. Ele teve um trio de aros de comparao no cume de sua sobrancelha deixada.
      "O que  seu nome?"
      "Mica, Mica Constantine. Kenby e eu tivemos muitas classes juntas, e ns rondamos s vezes. Ns no ramos reais apertados, mas s vezes ns desfizemos-nos do mesmo grupo."
      "Onde voc a viu?"
      "Eu penso que eu a vi. Quando eu vi seus no noticirio relatrios, ela olhou tipo de familiar. E quando Kenbyquando eu ouvi sobre que aconteceu para ele, como com ela, eu pensei, eh, isto no  o pintinho do clube?"
      A Eve sentiu o vibe na bsica de sua espinha. "Que clube?"
      "Faa A Cena. Alguns de ns vamos l s vezes, e eu penso que eu a vi l. Eu penso que eu lembro de a ver e Kenby danando uns tempos. Eu no sou absoluto sobre isto, s pareo mim."
      "Quando voc pensa que voc viu eles juntos?"
      "No junto. Eu quero dizer que eles no eram como uma coisa. Eu penso que eu vi eles danando uns tempos, como no ltimo ms talvez. Eu no estive no clube em um instante. S razo eu lembro de  que eles pareceram bons, sabe. Eu estou tomando esta classe para aprender o quo livre em cima meu corpo, como mover isto. Ento eu estava assistindo o danar especialmente, e eles realmente moveram."
      "Eu aposto outras pessoas notaram eles."
      "Eu acho."
      Quando ela reconectou com Peabody, eles tiveram trs testemunhas entre eles que viram Rachel e Kenby que danam no clube.
      "Eles no entraram junto, se sente junto, saia junto," Eve resumiu como ela voltou o centro da cidade. "Algumas danas casuais, acima de algumas semanas no vero, de que ns temos at agora. Nenhum modo ele  uma coincidncia."
      "Algum viu eles l, e isso cimentaram isto?"
      "Viu eles l, ou viram eles em um certo ponto, em outro lugar. Individualmente ou juntos. Eles duas gostada de dana, ento talvez eles enganchados em cima em outro lugar. Ambas as crianas de academia. Ela poderia ter ido ver uma de suas apresentaes. Diego e Hooper ambos freqente o clube. As chances so ou ou eles dois viram estes dois juntos. Ns varreremos Columbia novamente, veja se quaisquer dos amigos ou colegas do Rachel lembra de a ver com Kenby. Ou o mencionando."
      ***
      Enquanto Eve arrastado na prxima linha, Roarke caminhou para ruas abaixo de Dublin Sul. A rea uma vez tinha sido como familiar para ele como seu prprio rosto. Existe mudanas desde sua mocidade, bastante para o bem.
      As Guerras Urbanas esmagaram esta parte da cidade, tornou os projetos em cortio, e as ruas em um campo de batalha. Ele lembrou do resultado s vagamente. A maior parte tinha sido acima de e feito antes dele ser nascido.
      Mas as conseqncias duraram uma gerao.
      A pobreza e os ladres criou ainda assombrada esta rea. A fome e a raiva alimentou vivido aqui, dia a dia.
      Mas ele estava voltando, lentamente. Os irlandeses souberam tudo sobre guerras, conflitos, fome, e pobreza. E eles lidaram com isto, cantou disto, escreveu disto. E bebeu ao redor ele de uma noite.
      Ento, existia o Porco de Centavo. Tinha sido uma taverna de bairro quando ele tiver sido um menino e a maior parte de seus vizinhos eram vilos de um tipo ou o outro.
      Ele sups no seria inexato para o nomear um dos vilos.
      Tinha sido um assombrar para ele, e aqueles com que ele correu. Um lugar para ir e tem um quartilho e no preocupao sobre o Polis entrando para roust voc. Existe uma menina l que ele amou tanto como ele podia, e amigos ele estimou.
      Todos eles, mortos e ido agora, ele pensou como ele esteve do lado de fora da porta. Tudo menos uma. Ele voltou para o Porco de Centavo, e o um amigo vivo de sua juventude. Talvez ele acharia algumas das respostas.
      Ele andou do lado de dentro, para a madeira escura, o smokey luz, o cheiro da cerveja e usque e cigarros, e os sons de canes rebeldes tocadas baixas.
      Brian era atrs do bar, construindo um Guinness e segurando uma conversao com um homem que olhou estar mais velho que sujeira. Existiam algumas nas mesas baixas, bebendo ou tendo um sanduche. Um miniscreen tocando um pouco de Brit ensaboa pera sentada acima do bar com o som muted.
      Era cedo dia ainda, mas nunca muito cedo para parar por uma taverna. Se voc quisesse conversao, informaes, ou s um bebida socivel, onde outro que voc iria?
      Roarke aumentou para o bar e esperado por Brian para olhar acima de.
      E quando ele fez, Rosto largo dobrado do Brian em sorrisos. "Bem agora, aqui seja que ele mesmo vem para graa meu estabelecimento humilde mais uma vez. Ns apareceramos inesperadamente o champanha francs teve ns alguns."
      "Um quartilho disso far bem suficiente."
      "Voc v aqui, Senhor O 'Leary, senhor, quem ns temos entre ns hoje?"
      O homem velho girou sua cabea, e seu rheumy olhos olhados fixamente para Roarke fora de um rosto to plano e magro quanto um plank. Ele ergueu o quartilho que Brian acabou o de passar, bebeu lento e fundo.
      " Roarke,  isto, todos cresceu e imaginou como um prncipe. Pedao mais spero em torno das extremidades, voc era, quando voc veio a si para beliscar mercadoria de minha rua abaixo da loja."
      "Voc me expulsou com uma vassoura mais de uma vez."
      "Aye, e ele no est nenhuma dvida seus bolsos eram mais pesados quando voc iluminou fora que quando voc entrou."
      "Verdadeiro suficiente.  bom para ver voc novamente, Sr. O 'Leary."
      "Ficado rico, no ?"
      "Eu fiz, sim."
      "Ento ele pagar por seu quartilho como tambm seu prprio," Brian disse e deslizou um quartilho at Roarke.
      "Feliz para." Roarke tirou uma conta grande suficiente para pagar por quartilhos de uma dzia de, deixa isto no bar. "Eu preciso falar com voc, Brian, em um soldado importa."
      Amigos ou no, a nota desaparecida em bolso do Brian. "Volte para o aquecido ento." Como ele girou, ele bateu um punho na porta atrs do bar. "Johnny, saia de de seu preguioso arse e se importe o bar."
      Ele caminhou at um quarto pequeno no fim, abriu a porta para Roarke. "E onde est Querida Tenente?"
      "Ela  de casa."
      "E bem, no ela?"
      "Ela est bem, obrigado. Ocupada."

      "Reunindo criminosos, nenhuma dvida. Voc d seu um beijo para mim, e lembre a ela quando ela fez com voc, eu estou esperando fazer seu meu."
      Ele se sentou  um dos delgado cadeiras na mesa nico gracing o pequeno quarto. Ento sorriu amplamente. "Eu serei maldito para inferno e atrs,  bom para ver voc. As circunstncias mais felizes eu espero, que o ltimo."
      "Eu no vim para enterrar outro amigo."
      "Deus o abenoa." Brian clicou o vidro que ele trouxe com ele contra do Roarke. "Para Mick ento."
      "Para Mick, e o resto deles que foi." Ele bebeu, ento s olhada fixamente na espuma.
      "O que estar aborrecendo sua mente?"
      "Histria longa."
      "Desde quando eu no tive o tempo e a inclinao para ouvir um longo um? E quando voc est comprando?"
      "Voc lembra quando Meg Roarke partiu?"
      Sobrancelhas abaixadas do Brian, seus lbios enrrugou. "Eu lembro de que ela estava aqui, ento ela se foi, e ningum sentia muito ver o de volta sua."
      "Faa que voc tem qualquer memria de outra pessoa vivendo com eleantes dela vir. Voc lembra de algum falando de uma menina jovem que era com ele?"
      "Parea mim existiam vrias mulheres que vieram e foram. Mas na frente de Meg? No pode dizer. Cristo, Roarke, eu teria estado em nappies, mesmo como voc."
      "Seu pai o conheceu, e bem. Voc nunca ouviu o nome que Siobhan Brody mencionou em sua casa, ou em torno do bairro?"
      "Eu no lembro, no. O que isto  por volta de ento?"
      "Ela era minha me, Bri." Ainda pegou em sua garganta. "Eu aprendi Meg no era, e esta menina jovem de Clare era." Roarke ergueu seus olhos. "Os bastardos a morto, Brian. Ele a assassinou."
      "Doce cantando Jesus. Eu no sei deste. Eu juro para voc."
      "Eu no penso que ele podia ter administrado isto s. No sem um pouco de ajuda, ou no sem algum saber o que ele fez."
      "Meu pai correu com ele de vez em quando, e fez coisasque todos ns fizeramisto no ser sem parar o lado limpo da lei. Mas assassine uma menina?" Olhando morto de Roarke no olho, Brian agitou sua cabea. "Meu da no teria tido qualquer disto."
      "No. Ele no era um que eu pensei sobre para este."
      "Mas voc est pensando." Brian movimentou a cabea, e ponha sua mente para ele ele mesmo. "Era um tempo feio. Existiam ainda insignificantes pequenas guerras furiosas. A morte estava em todos lugares e mais barato de muitas formas que vivendo."
      "Ele teve companheiros. Dois eu especialmente lembro. Donal Grogin e Jimmy Bennigan. Eles teriam sabido."
      "Talvez. Isso pode ser," Brian disse devagar. "Mas Bennigan morreu em uma gaiola algum dia atrs, e no seria nenhuma ajuda para voc."
      "Eu sei." Ele fez sua pesquisa. "Grogin est ainda ao redor, e no longe daqui venha para aquele."
      "Isto  verdade. Ele no entra aqui muito, e no tem pelos ltimos anos. Freqente um lugar um pouco mais ntimo para o rio, conhecido como Abrigo do Ladro. Os turistas pensam que  um nome colorido at que eles andem do lado de dentro. Ento a maioria de saia novamente rpido."
      "Ele poderia estar l agora, mas mais provvel em casa este tempo do dia."
      "Mais como." Brian manteve seu olhar em rosto do Roarke.
      "Eu posso fazer este eu mesmo, e no existe nenhum sofrimento entre ns se voc prefere no me ir com. Mas iria mais rpido e limpador com um amigo."
      "Agora?"
      "Eu iria como logo movo rpido."
      "Ento ns iria melhor estar indo," Brian respondeu.
      ***
      " este por que voc veio sem sua policial?" Brian perguntou a ele como eles caminharam para um dos mais mdios ruas.
      "Uma das razes." Absently, Roarke fingered o mini-jateador em seu bolso. "Ns temos mtodos diferentes de entrevistar uma testemunha."
      Brian bateu levemente seu prprio bolso, e a seiva de couro do lado de dentro. "Eu recordo conseguindo meu rosto busted um tempo ou dois pelo Polis."
      "Ela pode busto se enfrenta, mas ela tende a deixar o outro lanar o primeiro soco. Efetivo do seu modo, acredite em-me, mas ele leva mais longo, e eu quero isto feito."
      Ele se preocupou o anel de casamento em seu dedo como ele caminhou ao longo de uma rua seu policial teria reconhecido. Ela no podia ter lido a pichao como a maior parte estava no Gaelic que entrou em moda com rua toughs quando ele tiver sido um menino. Mas ela teria entendido o significado onde ele smeared o pocked lados de edifcios, e entenderam que os rostos dos homens que vadiaram em entradas.
      Aqui uma criana aprenderia como beliscar uma carteira de um bolso desprotegido antes dele aprender a ler. E aquela criana seria posta para a cama de noite mais freqentemente com uma desajeitada em lugar de um beijo.
      Ele soube esta rua, tambm. O desovou.
      "Ela  irritada comigo," Roarke disse extensivamente. "Inferno, ela  direito urinado, e eu mereo isto. Mas eu no podia a ter comigo para este, Bri. Eu o matarei se vier para isto. Eu no podia a ter no meio disto."
      "Bem agora, como podia voc? Nenhum lugar para uma esposa ou um policial, ?"
      No era. No, no era. Mas se ele negociasse morte hoje, ele teria que dizer a ela disto. E ele no estava certo o que faria para o que eles se tornaram. Ele no estava certo se ela j olharia para ele o mesmo modo novamente.
      Eles foram dentro de um dos feios caixas concretas na extremidade dura do distrito. O feder de urina aceitou o em devoluo para sua prpria infncia. A picadura afiada disto, o fedor mais suave de vmito. Era o tipo de lugar onde os ratos no esperaram at escuro para vir para caa, e onde a violncia era to espessa entupiu os cantos gostarem engraxaram porcaria.
      Roarke olhou em direo aos degraus. Existiam vinte unidades no edifcio, ele soube, doze deles oficialmente ocupados, com colonizadores em algum do resto. Poucos que viveu em tal lugar trabalhado de dia, ento existia provvel quarenta ou cinqenta pessoas em casa ou dentro de earshot de um grito.
      Ele duvidou qualquer interferiria. Em tais circunstncias, pessoas importadas suas prprias, a menos que ele estejam para sua vantagem para fazer caso contrrio.
      Ele teve dinheiro em seu bolso junto com o jateador, e usaria qualquer que veio mais facilmente em tocou convencer qualquer um que precisou ser convencido que ele estava conduzindo negcios privados.
      "Andar trreo para Grogin," Roarke disse. "Fcil dentro e fora."
      "Voc quer que eu v do lado de fora, redonda para a janela no caso dele ficar passado voc?"
      "Ele no ficar passado me." Roarke bateu, ento andado ao lado assim Brian era devido ao Judas fura.
      "O que o fucking inferno voc quer?"
      "Um momento de seu tempo, se voc ir, Sr. Grogin. Eu tenho uma oportunidade de negcios que eu acredito que podia ser mutuamente lucrativo para ns dois."
      "Isto  isso?" Existia risada de um bufar. "Bem ento, venha para direito em meu escritrio."
      Ele abriu a porta, e Roarke andou por.
      O homem pareceu velho. No to velho como O 'Leary, mas muito mais usado. Seu rosto pendurado em cai na mandbula, e suas bochechas eram uma exploso de vasos sangneo quebrados. Mas seus reflexos permanecidos afiados. Uma faca apareceu em sua mo, uma mo que moveu to rpida e lisa quanto do mgico. Mas at que ele comeou a zombar seus olhos alargados em rosto do Roarke.
      "Voc est morto. Viu voc eu mesmo. Como voc subiria fora de inferno, Paddy?"
      "Roarke Errado." Roarke trancou seus dentes. E rammed seu punho em rosto do Grogin.
      Ele teve o apunhalar sua prpria mo agora, e abaixando, segurou isto para garganta do Grogin na frente de Brian poder terminar de fechar a porta.
      Ningum mexeu no alm de corredor.
      "Ainda como rpido como sempre voc era," Brian disse.
      "Sobre o que isto ? Sobre o que o fucking inferno isto ?"
      "Lembre de-me, Sr. Grogin, senhor?" Roarke suavemente falou, uma voz lisa to cetim quanto ele deixa Grogin sentir o ponto da lmina. "Voc costumava a desajeitado mim para esporte."
      "Menino do Paddy." Ele lambeu seus lbios. "Agora, venha, voc no est segurando um rancor todos estes anos, so ya? Um menino precisa da de volta de uma mo de vez em quando para ajudar ele crescer para um homem. Eu nunca signifiquei voc qualquer dano."
      Roarke cortou Grogin, s debaixo da mandbula. "Vamos dizer eu no querer dizer voc mais prejudica agora que voc quis me dizer ento. Eu vou perguntar a voc algumas perguntas. Se eu no gostar de suas respostas, eu estou indo para racha sua garganta e deixar voc para os ratos. Mas eu deixarei Brian ter um ir em voc primeiro."
      Sorridente alegremente, Brian tirou a seiva de seu bolso, slapped ele em sua palma. "Voc me bateu sobre bastante tambm. Eu gostaria de um pouco de meu tiro a desforra, ento eu no me importaria se suas respostas no adaptam meu companheiro aqui." 
      "Eu no tenho nada." Olho conferido do Grogin de um lado para outro, de cara a cara. "Eu no sei nada."
      "Melhor esperar que voc faz." Roarke o arrastou em cima, levantou ele em direo a um sof imundo. "Voc pode tentar isto," ele disse, chutando uma cadeira ao redor quando olhos sacudidos do Grogin em direo  janela traseira. "Ns estaremos em voc gosta de jackals, claro. Mas eu s caarei em cima outra pessoa para as respostas que eu preciso."
      "O que voc quer?" Ele lamentou. "No h necessidade para tudo isso, rapaz. Por que, eu sou praticamente um tio para voc."
      "Voc no est nada para mim exceto uma memria ruim." Sentando, Roarke correu a ponta da faca acima de seu dedo polegar, assistiu a linha magra de conta de sangue. "Mantenha isto afiou, entendo. Isto  bom. Eu comearei com suas bolas, se voc ainda conseguisse eles. Siobhan Brody."
      Grogin  olhar ficado bloqueado na faca. "O que?"
      "Voc iria melhor lembra do nome, se voc quiser viver to longo como outra hora. Siobhan Brody. Jovem e bonito, fresco. Vermelho-cabeludo, de olhos verdes."
      "Rapaz, agora  razovel. Quantas meninas jovens como que eu poderia ter sabido em minha vida?"
      "Eu estou s interessado em este aqui." Pedra-enfrentada, Roarke chupou sangue de seu dedo polegar. "A pessoa que viveu com ele mais de dois anos. O que ele plantou uma criana, e ela deu a luz a mim. Ah l agora." Roarke movimentou a cabea como ele viu alunos do Grogin alargam. "Isto  mexido os sucos algum."
      "Eu no sei o que voc est conversando sobre."
      Antes de Brian poder se mudar, Roarke simplesmente alcanou acima de, e estalou o osso em dedo de ndice do Grogin. "Existe um para Siobhan. Eu sou informado que ele quebrou trs sua, ento eu tenho mais duas para at aquela pontuao."
      Grogin foi mortal branco e alargou um grito longo, magro.
      "Eu estou me parecendo suprfluo aqui," Brian reclamou e povoou ele mesmo no brao roto do sof.
      "Ele a bate," Roarke disse de modo plano. "Enegrecidos seus olhos, quebraram seus ossos. Ela era todos dezenove. Ele deixa voc um ter ir nela, Grogin? Ou ele a manteve para ele mesmo?"
      "Eu nunca deitei uma mo nela. No uma mo." As lgrimas vazadas de olhos do Grogin como ele embalou sua mo ferida. "Ela era mulher do Patrick. Nada a ver comigo."
      "Voc soube que ele a bata."
      "Um homem, bem, sujeito a do homem para precisar ensinar sua mulher uma lio de vez em quando. Paddy, ele teve uma mo pesada, voc tem causa para conhecer voc mesmo. No  meu fazendo."
      "Ela o deixou durante algum tempo, levou-me e o deixou."
      "Eu no posso dizer." Ele empurrou quando Roarke se debruou adiante novamente, e ganindo, emas forma de xcara suas mos em sua prpria garganta. "Pelo amor de Deus, tenha piedade. No era eu! Como eu para conhecer sou o que continuei atrs de porta do Patrick? Eu no vivi no bolso do homem, para causa do Cristo."
      "Brian," Roarke suavemente disse. "Tenha um ir aqui."
      "Certo, certo!" Grogin estava gritando na frente de Brian tanto como trocou seu peso. "Ela poderia ter sado para um pouco. Parea que eu recordo ele dizendo algo."
      Quando mo serpenteada do Roarke fora, tomou uma ala de pulso do Grogin, o homem enrolado em uma bola, lamentando como sua bexiga deixa vai. "Sim! Eu direi a voc. Ela decolou com voc, e ele estava louco para a conseguir de volta. Uma mulher no saiu em um homem, tome seu filho que modo. Para ser mostrou a seu lugar, sabe? Tido que ser disciplinado, ento ele disse. Ela voltou."
      "E era mostrado seu lugar?"
      "Eu no sei o que aconteceu." Grogin comeou a soluar soluos de lgrimas agora, gordas, ranhosas. "Eu podia ter um bebida? Piedade do deus, deixe-me ter um bebida. Quebrada da minha mo."
      "Um dedo de hemorragia, e ele est chorando como uma moa." Em um xingar de desgosto, Brian levantou ele mesmo em cima e foi buscar a garrafa de usque de uma mesa, despejado algum em um vidro nublado.
      "Aqui ento. Fucking slainte para voc."
      Embrulhando sua boa mo ao redor isto, Grogin trouxe o vidro para seus lbios, bebeu com um gole o usque. "Ele est morto agora, sabe. Morto do Paddy, ento o que importa?  ele aquele feito isto," ele disse para Roarke. "Voc sabe como ele era."
      "Aye. Eu sei s como ele era."
      "E esta noite, bem, ele era bebido quando ele me chamou. Fedendo. Eu ouvi o meninoouviu que voc lamentando longe no fundo, e ele dizendo que eu era para vir imediatamente, para policial um carro e vir. Bem, voc fez o que Paddy disse que voc estava para fazer naqueles dias. Voc fez isto ou voc pagou querido. Ento eu impulsionei um carro e vim imediatamente. Quando eu cheguei l que . . . eu no tive nada a ver com isto. Eu no posso ser culpado por isto."
      "Quando voc chegou l?"
      "Outro bebida, ento? S para aliviar minha garganta."
      "Diga a mim o resto," Roarke exigiu. "Ou voc no ter uma garganta para aliviar."
      Respirao ofegada do Grogin. "Ela estava morta j. Morto quando eu cheguei l. Era uma baguna sangrenta. Ele foi louco nela, e no existia nada para ser feita sobre isto. Nada que eu podia ter feito. Eu pensei que ele matou voc, tambm, como voc estava quieto. Mas ele deu a voc algo para pr voc dormir, um pouco de um tranq,  todo. Voc estava no sof dormindo. Ele chamou Jimmy, tambm. Jimmy Bennigan."
      "D a ele outro bebida, Bri."
      "Obrigado por isto." Grogin resistiu seu vidro. "Ento voc v, voc entende, a ao era feita quando eu cheguei l."
      "O que voc fez com ela? Voc e Jimmy e a pessoa que a assassinaram."
      "Ns, ah, ns a rolamos em cima no tapete, e a levou fora para o carro." Ele tragou no usque, lambido seus lbios. "Como Paddy disse. Ns dirigimos ao longo do rio, at onde ns podamos. Ns pesamos o corpo abaixo com pedras, e a esvaziaram em. No existia nada mais para ser feito. Ela estava morta, afinal."
      "E ento?"
      "Ns voltamos e limpamos coisas, no caso de, e ns pomos 'redondo que ela esvaziou o menino e decolado. E como se algum falasse disto, sua, eles pagariam. Ningum viveu no bairro que no era assustado de Roarke. Ele conseguiu Meg para voltar, no saiba como. Paga ela eu penso, prometida ela mais. E chamou seu seu mam, ento todo mundo fez."
      Ele bateu sua boa mo debaixo de sua gotejando nariz. "Ele podia ter morto voc tambm. Nada para isto. Batidos seus crebros em, sufocaram voc."
      "Por que no fez ele?"
      "Voc seu rosto tido, no ?" Grogin continuou. "Cuspindo imagem. Um homem quer um legado, no ? Um homem quer um filho. Se voc tiver sido uma menina, ele poderia ter lanado voc no rio com seu mam, mas um homem quer um filho."
      Roarke chegou a seus ps, e qualquer estava em seu rosto teve Grogin bajulando de volta. "Seu bolso Polis aceitou isto?"
      "Nada estava no eles, era?"
      "No, no estava nada para eles." S uma menina, batida para a morte e lanou de lado. "Eles vieram para procurando a por, sua famlia, algum tempo depois. Seu irmo, eu sou informado, era fixado em e deitado em. Quem teria feito isto?"
      "Ah . . . Claro, Paddy teria querido ver para aquele assunto ele mesmo."
      Uma mentira, Roarke pensou. "Como eu recordo, isso era o tipo de negcios insignificantes que ele teve voc."
      Em um flash de raio, Roarke teve a cabea empurrada do homem atrs por uma meada de cabelo sujo. E a faca em sua garganta.
      "Como eu sei?" A saliva deslizou fora de lbios trmulo do Grogin. "Para piedade, como eu sei? Eu bati dirige-me a ele. Muitos contar. Voc no pode me fazer para isto agora. Voc no pode. Era anos de volta."
      Um movimento fcil do pulso, Roarke pensou. Isso era tudo que levaria para ter o sangue do homem que inunda fora em suas mos. Ele podia sentir seus prprios msculos que tremem para to nico, ao simples.
      Ele podia ouvir grito feio na rua. Uma rixa preparando. Ele podia cheirar terror do Grogin em suor passado, sangue fresco, na urina espalhando uma nova mancha acima da forquilha de suas calas. Para uma batida do corao, para eternidade, a extremidade aguda do pedao de lmina contra carne. Ento ele andou de volta, deslizou a faca em sua bota.
      "Voc no vale a pena matana."
      Eles deixaram Grogin que se sentam em seu prprio urinar e soluando.
      "Existia um tempo," Brian disse como eles caminharam, "atrs no dia, quando voc teria feito mais que quebre seu dedo."
      "Existia um tempo." Roarke fisted sua mo, imaginou a satisfao de esmurrar isto, novamente, em rosto do Grogin. "No no valor disto, como eu disse. Ele era nada alm de Patrick Roarke  acariciar vira-lata. Ainda, ele perguntar-se durante algum tempo, um longo enquanto, se eu poderia voltar e fazer mais. E isso o manter frio de noite."
      "Voc soube j a maioria de do que ele disse a voc."
      "Eu tive que ouvir que disse." Era refrigerador em Dublin que em Nova York. E ele podia ver o rio. O Rio Liffey, com suas pontes de comando adorveis brilhando no sol. do vero O rio onde eles lanaram a concha quebradas sua. "Eu tive que ver isto, como era, antes de eu poder continuar ao prximo."
      "O que  o prximo?"
      "Ela teve famlia. Eles esto em Clare. Eles precisam ser ditos o que aconteceram para ela, e por que. Oh, Cristo, Brian. Eu preciso ir e dizer a eles, mas eu preciso de bebido primeiro da noite."
      "Voc veio  direita lugar." Brian drapejou um brao acima de ombro do Roarke, guiou ele longe do rio. "Voc voltar para casa e ficar comigo hoje  noite."
      
      
      Captulo 15
      
      Era provavelmente covardia, mas Eve no se iria preocupar sobre isto.
      "Ns precisamos classificar por todas estas entrevistas, coordene as linhas de tempo, corra estes nomes." Ela verificou sua unidade de pulso como se preocupado com o tempo. "Ns estamos surgindo em fim de turno. Eu correrei voc por seu lugar assim voc pode levantar o que voc precisa. Ser mais fcil descobrir de meu escritrio de casa, e traga o resto do time l de manh."
      "Voc quer que eu gaste a noite em seu lugar?"
      "Ser mais fcil."
      "Uh-huh." Peabody dobrou suas mos nitidamente em seu colo enquanto Eve expulsou de porto de estacionamento de Columbia. "Uma das coisas eu preciso levantar  McNab."
      "Multa."
      "Multa," Peabody ecoou, apertando seus lbios junto para conter-se um sorriso. "De forma que signifique ns dois seremos bunking em seu lugar."
      A Eve olhou fixamente para frente. "Ns precisamos pr em algum tempo em diante este, ento ele ser mais fcil deste modo."
      "E voc ter um pra-choque de Summerset."
      "O que  seu ponto?"
      "Voc tem menos dificuldade com a idia de mim e McNab que salta na cama de gel no quarto de convidado que voc faz com procedimento um-em-um com Summerset.  um tanto quanto doce."
      "No faa-me parar este veculo, Peabody."
      "Voc teve uma chance de pedir a Roarke se ele for pego alguns apartamentos em cima para agarrar?"
      "No. Ele tem estado ocupado. Ele pegou material em sua mente."
      Peabody sobered. "Ento eu juntei. Dallas, ele est em apuros?"
      "Sim.  uma grande baguna, baguna pessoal. Ele  resolver isto.  uma coisa de famlia."
      "Eu no pensei que ele teve qualquer famlia."
      "Nem fez ele." Ela no podia conversar sobre isto. No soube como conversar sobre isto. No soube se ela fosse suposta conversar sobre isto. "Ele resolver isto. Ele voltar em uns dias."
      Enquanto isso voc  fora de, Peabody pensou, porque ele  fora de. "McNab e eu podemos pendurar em seu lugar at que ele volte se voc quiser."
      "Vamos tomar isto um dia de cada vez."
      Ela no reclamou sobre esperar enquanto Peabody empacotado uma bolsa. Ao invs, ela se sentou em seu veculo e comeou a dar forma aerodinmica a suas notas em um relatrio. Ela no reclamou sobre balano por Central para levantar McNab. Qualquer coisa era melhor que indo para casa s.
      Ento ele veio para aquele, ela pensou, afinao fora o tagarelar Peabody e McNab insistiram em fazerem. Ela no quis ir para casa s. Uns anos antes dela no teria pensado nada disto. De fato, ela teria preferido isto. Fechando se em sua prprio espao e gastando o tamanho de qualquer noite em diante seu caseload.
      Claro, ela no teve Summerset pairando ao redor em algum lugar. Perna quebrada ou no, ele estava ainda na casa. Ainda respirando o mesmo ar que ela era.
      Mas isso no era a razo inteira que ela estava arrastando Peabody e McNab casa com ela. Ela quis a companhia, o barulho, a distrao. Algo, qualquer coisa, manter a mente dela enfocado no trabalho assim ela pararia de se preocupar sobre Roarke durante algum tempo.
      Onde o inferno ele era agora, e o que ele estava fazendo?
      Deliberadamente, ela bloqueou aquele trem de pensado e afinado atrs em para a conversao.
      "Foguete Carmesim  totalmente juiced," McNab reivindicou. "Eles esto completamente gelados."
      "Oh por favor. Eles sopram."
      "Voc no dana swing com melodias oscilantes, She-Body. Pegue isto."
      Ele ligou seu jogador de bolso e teve algo gritando fora. Soou, para orelha da Eve, como um naufrgio de trem. "Fora de!" Ela ordenou. "A virada que caga fora de."
      "Voc precisa dar isto uma chance, Dallas. Abra para a energia e ironia."
      "Dois segundos, e eu sou abrir a janela e lanando voc e sua energia fora na rua."
      Rosto povoado do Peabody nas linhas satisfeitas consigo mesmo. "Disse a voc que eles chupam."
      "Voc no tem nenhum gosto de musical."
      "Voc no faz."
      "Voc no faz."
      A Eve curvou seus ombros, tentando erguer eles acima de suas orelhas. "O que eu fiz?" Ela perguntou a se como ela dirigiu pelo porto de casa. "O que eu fiz?"
      Eles discutiram a distncia toda em cima o passeio, tomando pica em um ao outro  preferncia de musical com condies como papinha de Free-Ager, e retro-pedra ripoff. Ela slammed nos freios, tudo menos chamado ateno do carro para escapar isto, mas eles estavam logo atrs ela, briga seu caminho para a porta.
      "V. Volte l." A Eve apunhalou um dedo na direo geral de quartos do Summerset. "Aceite em devoluo a loucura l. Talvez sua cabea explodir, e eu terei um menos problema. Visite o paciente, discuta at que suas lnguas virem preto e brigam, jante, tenha sexo de macaco. V embora."
      "Mas, senhor, voc quis trabalhar no caso," Peabody lembrou a ela.
      "Eu no quero ver qualquer uma de vocs por uma hora. Uma hora cheia. Eu devo ter enlouquecido," ela murmurou como ela comeou de cima. "Eu enlouqueci e no soube isto, e agora eu preciso de um quarto bom, quieto acolchoado."
      "O que com a seja?" McNab quis conhecer.
      "Pegos do Roarke alguns problemas. Ele bagunas ela em cima. Vamos voltar e ver como Summerset est fazendo. Foguete carmesins sopros quietos," ela adicionou.
      "Homem, como eu posso ser apaixonado por uma mulher que no reconhece gnio musical verdadeiro?" Ele deu seu um apertar de alvo. "Oh sim, isto  uma razo." Ele se debruou at sua orelha. "Pensemos que ns podemos ajustar Summerset, comida, e sexo de macaco em uma hora?"
      "Apostemos que ns podemos."
      A Eve foi diretamente para seu escritrio, diretamente para a cozinha, diretamente para o AutoChef. "Caf. O caf me manter so." Ela ordenou uma panela, considerada beber isto diretamente abaixo onde ela permaneceu, mas contido se. Tomando isto e um assaltar para sua escrivaninha que ela se sentou, despejou. Tomou uma respirao longa, longo.
      "Computador em." Ela se sentou de volta e sorveu o primeiro assalta. Passada sem tocar sua cabea. "Dallas, Tenente Eve, primrio, nmeros de caso H-23987 e H-23992 conectado. Notas adicionais. A conexo entre vtimas Howard e Sulu  estabelecido por vrias declaraes de testemunha. Ambos freqentados Fazem O clube de dados da Cena, e tiveram interao l. Ambos eram fotografados por Hastings. Conexo entre Hastings e Browning, um de professores do Howard, um dos ltimos pessoas para ver Howard vivo, estabeleceu. Eles sabem um ao outro profissionalmente e pessoalmente. Por sua recomendao alguns dos alunos do Browning serviram como assistentes fotogrficos para Hastings, dando a eles acesso a seus arquivos, e as imagens das vtimas removidas de arquivos ditos. Browning tambm teve acesso quando escoltando classes para estdio do Hastings para seminrios."
      Ela deixa que permanece enquanto ela virou os fatos conhecidos em sua cabea. "O libi do Browning  solto e verificado por seu cnjuge. O suspeito tem capacidade para manipular discos de segurana. EDD estudar discos para qualquer sinal de mexer.
      "No  ela," Eve quietamente disse. "S no ajusta, mas voc precisa fazer o que voc precisa fazer. Considerando Angela Brightstar, Cnjuge do Browning. O libi solto tambm se aplica, dando a ela significa e oportunidade. Motivo? Cime e/ou expresso artsticos."
      Ela levantou seu caf assim ela podia compassar e beber. "Computador, corra probabilidade. Mtodo dado de crimes e perfil atuais, perpetrator de  o mesmo parntese de idade como vtimas?"
      
      TRABALHAR . . . COM DADOS CONHECIDOS, PROBABILIDADE PERPETRATOR E PARTE de VTIMAS ENVELHECE PARNTESE18 A 22 TRINTA E DOIS PONTO DOIS POR CENTO.
      
      "Sim, isto  meu toma. No impossveis ns temos uma criana trabalhando aqui, algum tranado wunderkind com muita pacincia, mas ele sente mais adulto.
      "Computador, lista de corrida notada em casefile de assistentes do Hastings. D-me o palmo de idade."
      
      O PALMO de IDADE DE TRABALHO  18 A 32.
      
      "Certa, exibio, tela de parede, todos os nomes de idade 25 em cima."
      
      EXIBIO DE TRABALHO EM.
      
      Ela esquadrinhou eles, viu dois dos nomes que Peabody listou to falso. "Certo, Brady, Ades, Olsen, Luis Javert. A cruz verifica aqueles nomes com alunos enviados para Hastings de Browning. Procure por partida com sobrenome, endereos de rua. Tambm corra combinaes. Combinaes de corrida para partida para fotogrfica ou artistas de processamento de imagens de qualquer nota."
      
      TRABALHAR . . . TEMPO ESTIMADO para COMPLETAR TODAS AS TAREFAS  VINTE E TRS PONTO CINCO MINUTOS.
      
      "Qualquer. A exibio de interruptor para mapear em arquivo enquanto trabalhando.
      
      EXIBIO de COMUTAO . . .
      
      Ela moveu adiante, estudando as rotas e locais ela j destacaria. Nada combinou os nomes que ela estava correndo. Em sua mente, ela correu aquelas rotas, tentando ver o que ele viu.
      "Onde voc trabalha?" Ela queried em voz alta. "Onde voc armazena seu veculo? Quem voc ? Por que so voc?"
      Luz, ela pensou. A luz equipara energia, vida. A luz equipara alma. No existe nenhuma imagem sem luz. Nenhuma vida sem luz.
      Algo mexido em seu crebro. Ela balanou sua cabea como se trazer isto para a superfcie.
      E seu 'vnculo buzinado.
      "Condene isto." Ela cruzou acima de responder. "Dallas."
      "Ela est a. Oi, darlin '."
      "Roarke." Todo outro pensamento voou fora de sua cabea, batido longe por amor e preocupao. "Onde esto voc?"
      "Na cidade de feira do Dublin." Ele sorriu amplamente nela.
      "Voc . . . voc est bbado?"
      "Bem e verdadeiramente urinado, que eu sou. Ns estamos bem na segunda garrafa agora. Ou talvez  o terceiro. Quem est contando?"
      "Quem somos ns?"
      "Eu e meu companheiro de juventude velha, Brian Kelly. Ele envia todo seu amor e devoo."
      "Certos." Eles conseguiram plowed antes, tolamente zumbido em vinho enquanto em feriado. Mas ela nunca veria Roarke estupidamente bbado. Seus olhos bonitos eram borrados, e sua voz maravilhosas to espesso com a Irlanda e inarticulada de bebida, ela podia apenas o entender. "Voc est na Porca Peny."
      "Ns no somos, no. Eu no acredito. No," ele verificou depois de glancing ao redor. "No parea estar na taverna. Este muito usque merece uma colocao mais privada. Ns somos bebidos em apartamento do Bri. Venha bastante alguns modos das choupanas, Bri tem. Apartamento confortvel bom aqui. Isto o  que voc ouve cantando agora sobre Molly Malone."
      "Uh-huh." Ento ele era seguro ento, ela pensou, e no iria tropeando fora da taverna e na frente de um maxibus. "Eu acho que  depois de meia-noite l. Voc devia ir deitar-se agora, tenha algum sono."
      "No pronto dormir, no queira os sonhos. Voc entenderia isto, no , meu um amor verdadeiro?"
      "Sim, eu iria. Roarke"
      "Descobertas algumas coisas hoje que eu no quero pensar sobre bastante ainda. Afogando eles pela noite. Descobertas algumas coisas de um de companheiros velhos do meu pai. Bastardo. No matou ele, voc estar contente para conhecer. Mas eu quis."
      "No v em qualquer lugar hoje  noite. Prometa que-me que voc ficar em apartamento do Brian. Beba voc mesmo inconsciente, mas no v em qualquer lugar."
      "No indo em qualquer lugar at amanh. Indo para o oeste amanh."
      "Oeste?" Ela conseguiu uma imagem de ranchos de gado e montanhas e longas, Fields vazio. "Onde? O que, Montana?"
      Ele riu at que ela pensou que ele estourou. "Cristo,  alguma maravilha que eu sou besotted com voc? Oeste na Irlanda, meu bem, Querida Eve. Eu estou destinado para Clare amanh. As chances so que eles me mataro o minuto que eles vem meu rostoseu rosto. Mas ele tem que ser feito."
      "Roarke, por que voc no fica com Brian outro dia. Desaponte coisas algum. Ento . . . Que diabo que era?" Ela exigiu quando ela ouviu um impacto violento.
      "Ah, Brian desce, e parece ter tomado uma mesa e luminria com ele. Apartamento desmaiado em seu rosto, gramado pobre. Eu iria melhor vai tentar arrastar seu traseiro em cima e na cama. Eu telefonar voc amanh. Veja que voc cuida de minha policial. Eu no posso viver sem ela."
      "Cuide de meu Irishman bbado. Eu no posso viver sem ele qualquer um."
      Ele piscou aqueles borrados olhos em confuso. "O que, Brian?"
      "No, seu idiota. Voc."
      "Oh." Ele sorriu amplamente nela novamente, ento tolamente sua garganta queimada. "Isto  bom ento. Faa ns at. 'Noite agora."
      "Boa noite." Ela olhou fixamente para a tela em branco, desejando que ela pudesse s alcanar por ele e o arrastasse de volta para onde ele pertenceu.
      ***
      O computador estava s detalhando suas partidas quando Peabody e McNab passearam em. "Multa do Summerset," Peabody disse a ela. "Ele consegue a pele abandonar amanh e pode comear a caminhar para perodos pequenos."
      "Retrato mim fazendo handsprings. Matthew Brady, Ansel Ades, Jimmy Olsen, Luis Javert. Quem so estes sujeitos?"
      "Jimmy Olsen, reprter de filhote, o Diariamente Planeta" McNab forneceu.
      "Voc o sabe?"
      "Super-homem, Dallas. Voc precisa conseguir mais exposio a estalar cultura. Quadrinhos, romances grficos, vids, jogos, brinquedos. Veja, Super-homem  este superhero do planeta Krypton que  enviado para a Terra como um beb, e"
      "Apenas do destacar, McNab."
      "Ele disfara ele mesmo como reprter amvel aprazvel Clark Kent e vem para Metrpole para trabalhar no Diariamente Planeta, um jornal. Um do Jimmy Olsen dos personagens, um reprter e fotgrafo jovens."
      "Fotgrafo, cheque. E o outro dois?"
      McNab encolheu os ombros seus ombros sseos. "Conseguiu-me."
      "Ansel Ades eram um fotgrafo," Peabody forneceu. "Pego do meu pai um pouco de suas impresses. Material de natureza, poderoso."
      "E Matthew Brady." Ela foi para o computador para aquele. "Outro fotgrafo. Trs para trs. Nenhuma outras partidas em sobrenome, endereo de rua. E atrs de nmero de porta duas?"
      Seus olhos foram planos e duros. "Ns temos um vencedor. No Luis mas Henri Javert, fotgrafo, principalmente conhecidos para seus retratos dos mortos. Veio para popularidade cedo este sculo em Paris. Entretanto Imagem de Sombra, como esta forma de arte era chamada, foi depressa fora de moda, seu trabalho  considerado o melhor do estilo. Os exemplos de seu trabalho podem ser visualizados no Louvre em Paris, o Museu de Imagem em Londres, e o Centro Internacional de Fotografia em Nova York.
      "McNab, consiga-me tudo que voc pode em Henri Javert."
      "Nisto."
      "Peabody, existe uma dzia do par combina aqui por Luis. Apare isto. Crianas," ela disse com um sorriso feroz, "ns temos seu odor."
      ***
      Ela trabalhou at que ela pensou que seus olhos sangrariam, trabalhado muito depois que ela enviou Peabody e McNab fora de fazer qualquer que eles iriam fazer na cama de gel.
      Quando seus pensamentos comearam a obscurecer como tambm sua vista, ela rastejou na cadeira de sono por algumas horas abaixo. Ela no quis outra noite s na grande cama.
      E ainda os sonhos a acharam, e a arrastou com as mos glaciais de esgotamento at pesadelo.
      O quarto estava familiarizado. Terrifyingly muito. Aquele quarto horroroso em Dallas onde o ar estava brutalmente frio e a luz era lavado com sujo vermelho. Ela soube que era um sonho e lutava se legar fora disto. Mas ela podia j cheirar o sangueem suas mos, na faca embreada neles, espirrou no cho, vazando fora dele.
      Ela podia cheirar sua morte, e a vista deledo que ela fez, o que ela se tornou salvar seera cauterizado em sua mente.
      Seu brao gritado com dor. O brao da criana no sonho, a mulher  que era presa nisto. Estava queimando quente onde ele estalou o osso, queimando frio at o ombro, at as pontas do dedo que gotejado com vermelho.
      Ela lavaria isto.  disso que ela fez ento,  disso que ela faria agora. Lave fora do sangue, lave longe a morte na gua fria.
      Ela moveu devagar, como uma mulher velha, estremecendo na picadura entre suas pernas, blocagem fora a razo para isto.
      Cheirou metlicaa gua, o sanguecomo ela podia conhecer? Ela era s oito.
      Ele a bateu novamente. Ele voltou para casa, no bastante bebida suficiente para deixar ela ser. Ento ele a bateu novamente, estuprada ela novamente, quebrada ela novamente. Mas este tempo ela o parou.
      A faca o parou.
      Ela podia ir agora, longe do frio, longe deste quarto, longe dele.
      "Voc nunca cai fora, e voc sabe isto."
      Ela olhou em cima. Existia um espelho acima da pia. Ela podia ver seu rosto nelemagro, branco, escurido de olhos com choque e dore o rosto atrs disto.
      To bonitos, com aqueles olhos azuis mgico, o silky cabelo preto, aquela boca cheia. Como um retrato em um livro.
      Roarke. Ela o soube. Ela o amou. Ele veio com ela para Dallas, e agora ele tomaria seu longe. Quando ela girou para ele que ela no era uma criana mais, mas uma mulher. E ainda, o homem que tem sido seu pai deita sangrento entre eles.
      "Eu no quero ficar aqui. Eu preciso ir para casa agora. Eu estou to contente que voc est aqui levar me para casa."
      "Voc fez Richie em, no ?"
      "Ele me machuca. Ele no pararia de mim machucar."
      "Bem agora, um pai tem que machucar a criana de vez em quando para ensinar eles algum respeito." Ele abaixou, e tomando um aperto em cabelo do seu pai, ergueu a cabea para examinar isto. "Eu o soube, sabe. Que tem rodas alguns negcios. Ns somos dois de um tipo."
      "No, voc no  nada como ele. Voc nunca o encontrou."
      Aqueles olhos azuis faiscados com algo que fizeram sua embreagem de estmago gosta de um punho. "Eu no gosto de ser chamado um mentiroso por uma mulher."
      "Roarke"
      Ele levantou a faca, rosa lentamente. "Voc tem o Roarke errado. Eu sou Patrick Roarke." Sorridente, sorrindo, ele girou o apunhalar sua mo como ele andou em direo a ela. "E eu penso que  hora de voc aprender um pouco respeito por paternidade." 
      Ela despertou com o grito preso em sua garganta, e suor que despejam fora dela gosta de sangue.
      ***
      Quando seu time chegou, ela era fixa. Sonhos ruins, preocupaes sobre Roarke, at a conversao ela soube que ela precisou ter com Summerset era todo bloqueado longe.
      "Ns estamos procurando por este Luis Javert, listado como assistente do Hastings durante o perodo em janeiro as fotografias de Rachel Howard foram tomadas em um casamento. Saindo perfil, ns vamos assumir que ele est entre vinte e cinco e sessenta anos de idade. Altamente funcional, artstica, inteligente. As chances so que ele vive s e possui ou tem acessar para equipamento de processamento de imagens. Eu estou dizendo que possuo. Estas so suas ferramentas, seu trabalho, sua arte.
      "Feeney, eu quero que voc trabalhe Browning neste ngulo. O nome no aparece em sua lista de alunos enviados para Hastings, mas ele poderia ter mudado isto. Eu sou bancrio que ele estudou debaixo dela, e que ela Javert coberta em alguma da classe-trabalha uma vez ou outro. Ela est cansada de olhar para mim neste momento, e talvez um rosto fresco lega corrida algo solto."
      "Primeira vez eu fui chamado um rosto fresco em duas dcadas." Feeney mastigou em um dinamarqus.
      "McNab, eu quero voc em Columbia. Trabalhe em alunos, saliente o Javert angular. Que est interessado naquele tipo do trabalho."
      "Polis so." Sua boca estava cheia de ovos mexidos. "O homicdio Polis esto sempre fotografando os mortos."
      "Eles no geralmente tomam retratos deles antes deles estar mortos."
      "Que tal os doutores?" Ele scooped em cima toucinho. "Eles tomam registros de processamento de imagens de pacientes, certos? Ento existe o na frente de e depois de registros. Principalmente  para cobrir seus asnos no caso de que algum decide processar, mas"
      "Voc no pode ser to estpido quanto voc parece." Eve snitched uma de suas fatias de toucinho. "Duro de acreditar, mas voc no pode ser. Luz. Energia, sade, vitalidade. Eu estava tocando com isto ontem  noite, e ficou distrado. Talvez doente do nosso menino. E se ele  seguro ele mesmo aquele absorvendo vida vital por fotografia, ele pode ser curado?"
      "Est l fora."
      "Sim, bem, ento  ele. Peabody e eu seguiremos isto. Baxter e Trueheart pegam com os clubes."
      " um trabalho duro." Baxter drenou seu caf. "Rondando em clubes, assistindo todos o nubile corpos jovens." Ele piscou em Trueheart. "Certo, criana."
      O rubor do Trueheart girou seu cor-de-rosa de rosto jovem, liso rosado. "Existe muito continuando l. O danar, a msica, a cena de bar, a inundao de dados."
      "Ele foi batido em trs vezes," Baxter adicionou. "Dois eram meninas."
      "Converse fotografia," Eve disse a ele. "O osso em cima algum neste Henri Javert e trabalha a conversao ao redor para ele quando voc estiver sendo batido."
      "No era assim, Tenente. Eles estavam s conversando comigo."
      "Eu amo este sujeito." Baxter enxugou uma lgrima imaginria longe. "Justo fucking o ama."
      "Se Baxter bate em voc, Trueheart, voc tem permisso para chutar seu traseiro. Partindo. Servio comemorativo hoje  noite para Rachel Howard. Baxter e Trueheart estaro danando entre o nubiles, mas eu quero o resto de ns l. Nosso menino pode mostrar. Vamos sair. Peabody, eu tenho um assunto pessoal para lidar com no andar de baixo. Estar pronto em dez."
      A Eve foi no andar de baixo, e achou Summerset no meio de uma briga com o PA.
      "Se voc quiser que o abandonar, voc cooperar e me deixar transportar voc para o centro mdico. Voc exige autorizao e superviso do doutor para sua remoo."
      "Eu posso ter este irritante fora em dois minutos. Mova de lado." Ele comeou a arrastar ele mesmo. Ela o empurrou de volta abaixo.
      Fascinou, Eve assistiu o show. "Senhora, eu tenho ainda para atingir uma mulher, apesar de provocao considervel. Voc est para ser meu primeiro."
      "Voc o urinar fora de at mais que eu fao," Eve comentou e teve dois rostos furiosos girando em direo a ela. "Eu penso que ns podemos ter que manter voc."
      "Eu espero alguma cooperao," Spence comeou, erguendo seu queixo to alto ela enrola saltado.
      "Eu no terei esta pessoa me arrasta para um centro mdico para um procedimento simples."
      "Exige um doutor."
      "Ento traga o doutor aqui," Eve sugerida. "E pegue isto feito."
      "Eu vou dificilmente solicitar um doutor fazer uma casa pede algo to secundrio quanto uma remoo de elenco de pele."
      "Se ele for to secundrio, por que ns precisamos de um doutor?"
      "Ah!" Summerset levantou um dedo longo, sseo. "Exatamente."
      "Eu aposto que eu posso atirar isto fora com minha arma." Pensativamente, Eve desenhou isto. "Por que voc no est de volta, Spence, e eu somente lego"
      "Coloque no lugar aquela coisa," Summerset estalou. "Voc luntico."
      "Poderia ter sido divertido." Com um encolher os ombros, Eve holstered isto. "Etiqueta o doutor," ela ordenou Spence. "Diga a ele que Roarke quer que ele venha aqui e remover o elenco, e faa qualquer que seja o inferno outro  necessrio para conseguir esta dor em meu traseiro em seus ps, e fora da casa."
      "Eu falho em ver por que"
      "Voc no  exigido para ver, voc  exigido para fazer isto. Se o doutor tem um problema com este," Eve adicionada, "ele pode falar comigo."
      Spence xingou fora de, e Eve pegou ela entrega seus bolsos. "Mais cedo voc est em seus ps, mais cedo voc est de frias em algum lugar isto no est aqui. E eu posso comear a girar cartwheels."
      "Nada iria por favor mim mais."
      Com um aceno com a cabea, ela cutucou em Galahad que deixou colo longo do Summerset suficiente para ventar ao redor seus ps. "Roarke chamou ontem  noite. De lugar do Brian Kelly em Dublin. Ele era bbado. Seriamente bbado."
      "Playfully muito, ou perigosamente muito?"
      "O primeiro principalmente. Eu acho." Frustrado, ela arrastou uma mo por seu cabelo. "Mas no em controle dele mesmo, e isto  perigoso suficiente. Ele disse algo sobre ter algumas informaes fora de um de amigos velhos do seu pai. Voc sabe quem que poderia ser?"
      "Eu no conheci Patrick Roarke bem. Eu tendi a o evitar, e seu goste. Eu tive uma criana para cuidar de." Ele pausou um momento. "Por um tempo, eu tive dois para cuidar de."
      Ela no disse nada para aquele. No existia nada para ser dito. "Ele disse que ele est indo para Clare hoje. Isto est no oeste. Isto  onde ela era de, sua me. Ele no est procurando por um morno bem-vindo."
      "Se eles o culparem,  sua perda. O pai no podia quebrar a criana, nem podia ele tornar a criana em um monstro. Entretanto ele tentou." Ele estudou Eve, e perguntou-se se ela entendesse que ele no estava referindo s a Roarke agora.
      Mas seus olhos o mostraram a nada  medida que ela avanou, debruado abaixo, falou quietamente. "Voc matou Patrick Roarke?"
      Como sua, seu rosto ficou em branco. "No existe nenhum estatuto de limitaes em assassinato."
      "No  o policial que est perguntando a voc."
      "Eu tive crianas para proteger."
      Ela alarga uma respirao pequena. "Roarke no sabe, no ? Voc nunca disse a ele."
      "No existe nada para dizer. Isto  negcios velhos, Tenente. Voc no devia ser fora de, cuidando de novo?"
      Seus olhos seguros outro momento. "Sim." Ela endireitou, girou. "S lembre, voc no estar sentando ao redor em seu traseiro plano muito mais longo, e esta casa ser livre de Summerset para trs semanas gloriosas."
      Ele sorriu arrogantemente, ento ergueu uma mo para golpe abaixo Galahad volta quando o gato saltado atrs em seu colo. "Eu acredito em que ela me faltar."
      
      
      Captulo 16
      
      Quando voc teve conexes, voc usou eles. Doutores, como uma raa, era uma de espcie menos favorita da Eve, ainda de alguma maneira ela conseguiu desenvolver relaes pessoais com duas deles.
      Para esta linha da investigao, ela arrastaria em Louise Dimatto.
      Conhecendo scattershot horrio da Louise, ela etiquetado ela por 'vnculo primeiro, obrigado a seu local, ento lisonjeou um compromisso.
      A Clnica de Rua de Canal era beb da Louise. Ela poderia ter sido contrrio a gro de bairro residencial da sua famlia para estabelecer e correr uma clnica livre nas beiras da Cidade de Calada onde os dormentes de calada feita suas camas em engradados de embalagem e mendigos sem licenas cantarolada para marcas, mas ela entrincheirou-se com seus dedos cuidadas.
      Ela ps sua prprio tempo e dinheiro na linha, e ento lanou uma campanha para arrastar mais tempo, mais dinheiro de toda fonte em sua disposio. Louise, Eve soube, tido muitas fontes.
      Ela acabou ser um se. Ou mais com preciso, Roarke teve, ela pensou como ela estacionou em fila dupla ao lado de um antigo, enferrujou de dois assentos que tinha sido desnudado-se de seus pneus, cadeiras, e uma de suas portas. Era seu dinheiro, ainda que o furtivo bastardo esvaziou isto em sua conta.
      Qualquer que seja as fontes, era dinheiro bem gasto. A clnica era uma viga fixa de leve em um mundo muito escuro.
      O edifcio era unimposing, a menos que voc considere o fato que era o nico no quarteiro com janelas que eram limpas, e paredes que eram livres de pichao.
      Do outro lado da rua um bom-junkie vestindo guarda-sis pretos espessos sentados com seus msculos empurrando qualquer para afinar ela sussurrou. Um badasses permaneceu quadril-tiro em uma entrada procurando por dificuldade que nunca era longe neste setor.
      Atrs de sua revolta tranca a maior parte da superiores-histria janelas eram tornadas acessvel na esperana condenada aquela uma brisa perdida poderia tropear na caminho bairro residencial. Fora deles vomitaram o gemido de bebs, a queimadura de pedra de lixo, e verbaliza j levantado em frias insignificantes.
      Medindo seu cho, Eve sacudida em seu A trabalho sinal, ento passeado acima do badasses. Eles endireitaram e fixos apropriados zomba em seu sujeito duro enfrenta.
      "Voc sabe Dr. Dimatto?"
      "Todo mundo sabe o doc. Whatiz para voc?"
      "Algum vem a si aqui para discutir o doc," seu companheiro advertido, "eles vo ficar discutidos."
      "Bom para saber, porque o doc  um amigo meu. Eu estou entrando conversar com ela. Veja aquele veculo de polcia?"
      Um deles bufaram. "O pedao de caga carro de policial."
      "Meu pedao de caga carro de policial," Eve reconhecida. "Eu quero que isto no mesmo shitty condiciona  agora quando eu terminar. Se ele no for, bem, o discutir comear, comeando com cada de voc cavalheiros bons. Claro?"
      "Ooh, Rico, eu estou agitando." O primeiro acotovelou o segundo  medida que ele sofreu um colapso. "Este policial de menina fraca aqui, ela  ir bofeto meu rosto se algum urinar em seus pneus."
      "Eu prefiro o policial de cadela de termo de inferno.' Aquilo no  direito, Peabody?"
      "Sim, senhor," Peabody chamou de volta sua posio pelo veculo. " absolutamente correto."
      Com seus olhos que troca de um badass rosto at a outra, Eve perguntada, "E por que isto , Peabody?"
      "Porque, senhor, voc  to maldio quer dizer. E em lugar de rosto de bofeto de algum para aliviar sua bexiga em seus pneus oficiais, voc  mais provvel torcer fora de bolas do dito reliever, ento usem eles para o estrangular."
      "Sim. Sim, eu sou. E o que eu faria ento, Peabody?"
      "Ento, senhor? Ento voc riria."
      "Eu no tive um bom risada hoje, ento mantenha aquela em mente." Satisfeito seu veculo permaneceria intato, Eve passeou de volta do outro lado da rua e na clnica.
      "O risada era um bem tocar, Peabody."
      "Obrigado. Eu pensei que adicionou apenas do tom certo. Menino." Ela esquadrinhou a rea de espera. Estava cheio, emperradas com as pessoas em formas variadas de angstia. Uns grande nmero deles fizeram o badasses do outro lado da rua parece com escoteiro, mas eles se sentaram, e eles esperaram.
      O quarto era limpo. Pintura fresca, tapete imaculado, prosperando plantas. Uma poro era sectioned fora de e segurava criana-cadeiras e brinquedos de tamanhos. Nele ela viu um menino de cerca de quatro ritmicamente batendo um menino de cerca de duas acima da cabea com um malho de espuma. Ele pontuou cada bater com um alegre: "Bang!"
      "Algum no devia fazer ele parar de fazer isto?" A Eve perguntou-se.
      "Huh? Oh, nenhum senhor. Ele est s fazendo seu trabalho. Os irmos mais velhos tm que bater em mais jovem. Zeke costumava a quase perfurou um buraco em minhas costelas com seu dedo. Eu realmente o falto."
      "Qualquer." Confundiu, Eve caminhada para a escrivaninha da recepo.
      Eles eram mostrados em escritrio da Louise. Porm muita a clnica evoluiu, Espao da Louise estava ainda pequena, ainda espasmdicos. Os benfeitores de clnica no precisam de preocupao que o doutor esteve usando suas contribuies para rechonchudo sua prprio ninho de trabalho.
      A Eve usou o tempo de espera para verificar em qualquer voz ou e-mail que entraram em sua unidade em Central, stewing quando ela achou um, transmisso muito breve de Roarke.
      Louise dashed em, um plido verde lab casaco acima de cala jeans e uma Camiseta branca. Algo que pareceu com coalhou leite pingado peito abaixo do lab casaco.
      "Oi, quadrilha. Caf! Eu tenho dez minutos. Derrame isto."
      "Voc j derramou isto." Eve gesticulada para a baba.
      "Oh, eu estou correndo peds hoje. S um pouco beb vomita."
      "Oh. Bleck."
      Com uma risada, Louise agarrou caf do Chefe de cozinha de Auto. "Eu imagino que voc volta para casa para alguns dias com muito mais interessantes completamente fluidos em suas roupas que beb um pouco inocente vomita. Ento?" Ela se sentou na extremidade da escrivaninha, ento suspirou. "Ah, eu sou fora de meus ps. Sinta quase melhor que sexo. O que eu posso fazer para voc?"
      "Voc est em cima na histria sobre a duas assassinou crianas de academia?"
      "Eu peguei os relatrios de mdia. Nadine particularmente." Ela soprou em seu caf, bebeu. "Por que?"
      "Eu estou trabalhando em uma teoria que a individual que matou eles podem estar doentes, at morrendo. Um pouco de doena, um pouco de condio."
      "Por que?"
      " uma teoria complicada."
      "Eu tenho dez minutos." Ela entrincheirou-se seu lab casaco bolso e apresentou um vermelho lollipop para ir com seu caf. "Voc ter que simplificar isto."
      "Existe uma superstio velha sobre absorver a alma pela cmera. Eu penso que ele pode estar tomando isto outro para nivelar. Ele conversa sobre sua luz de luz pura. E como eles pertencem a ele agora. Podia estar alcanando, mas e se ele pensa que ele precisa de sua luz para viver?"
      "Mmm." Louise chupou no lollipop. "Interessante."
      "Se ele fizer, ento ele pode seguir ele conseguiu algumas notcias ruins relativo a sua probabilidade de vida em um certo ponto. Voc no faz sujeitos chamarem tumores e massas, o material ruim, sombras?"
      "Um tumor, uma massa, mostraria como uma espcie de sombreiauma escurido localizarem um X raio ou ultra-som."
      "Aquelas so como imagens, certas? Como retratos?"
      "Sim, exatamente. Eu vejo onde voc est indo, mas eu no estou certo como eu posso ajudar."
      "Voc conhece doutores, e eles conhecem outros doutores. Voc sabe hospitais e centros mdicos. Eu preciso saber que sou ficado notcias ruim nos ltimos doze meses. Eu posso boa-melodia que para pacientes entre as idades de vinte e cinco e sessenta."
      "Oh bem ento, pedao de bolo." Louise agitou sua cabea, e drenou seu caf. "Dallas, at com vacinas de cncer, primeiro diagnstico, as taxas de sucesso de tratamentos, existem bastante vrias pessoas que caem para condies incurveis ou inoperveis. Adicione a aqueles, as pessoas que por qualquer razo recusa razes de tratamento religioso, tema fator, teimosia, ignornciae voc tem centenas s em Manhattan. Talvez milhares."
      "Eu posso selecionar por isto."
      "Talvez voc pode, mas existe um grande problema.  chamado confidncia de doutor paciente. Eu no posso dar a voc nomeia, e nem pode qualquer outro doutor ou sade respeitvel se importam provedor."
      "Ele  um assassino, Louise."
      "Sim, mas o outros no so, e so intitulados para seu isolamento. Eu perguntarei ao redor, mas ningum vai dar a mim nomes e eu no podia, em boa conscincia, d a eles para voc."
      Irritada, Eve compassou o confim limitado do escritrio enquanto Louise puxou outro lollipop fora de seu bolso e ofereceu isto para Peabody.
      "Lima. Obrigado."
      "Livre de acar."
      "Bummer," Peabody respondeu, mas arrancou o claro embrulhando.
      Eve xingada fora uma respirao, povoou se. "Diga a mim este. Que tipo de sombra mais normalmente uma morte  orao?"
      "Voc no pergunta fcil. Assumindo o paciente tomou as vacinas recomendadas, participou de rotina que exames anual to cedo descoberta era um fator, eu iria para o crebro. Fornecendo a massa no espalhou, ns podemos remover, matana, ou encolha a maioria de celas ruins, ou se necessrias, substituam o rgo envolvidos. Ns no podemos substituir o crebro. E," ela adicionou, economizando sua xcara vazia, "isto  ridiculamente hipottico."
      "Precise comear em algum lugar. Talvez voc pode conversar com seus camaradas de doutor de crebro. O individual permanea altamente funcional, capaz de planejar e executar atos complicados. Ele  articulado e ele  mvel."
      "Eu farei o que eu posso. Vai ser muito pequeno. Agora eu preciso voltar para minha prpria linhas de frente. A propsito, eu estou pensando sobre ter um pouco festa de jantar. Amigos justo. Voc dois, Roarke e McNab, mim e Charles."
      "Um," Eve administrada.
      "Sons grandes. S vamos conhecer quando. Como  Charles?" Peabody adicionou. "Eu no tive uma chance de conversar com ele em um instante."
      "Ele  grande. Ocupado, mas que no . Eu estarei em toque."
      "Eh. D-me uma ventosa de maldio."
      Com um risada, Louise lanou Eve uma, ento arremessado fora do quarto.
      Fora de, Eve caminhou ao redor seu veculo. Abaixado como se examinar os pneus. Ento enviou os dois homens quietos na entrada um sorriso grande, dentudo antes de estalar o lollipop em sua boca. Ela no falou at que ela e Peabody estavam puxando longe.
      "Certos, nenhum de meus negcios, mas por que voc no  weirded fora pela idia de uma confortvel pequena festa de jantar com Louise e Charles?"
      "Por que eu devia ser?"
      "Oh, eu no sei, deixe-me pensar." Como se contemplando, Eve rolou o redondo de doce em sua boca. Uva, ela pensou. No ruim. "Podia ser que uma vez voc estava datando Charles, e o fato que voc era rondar com nosso favorito licenciou companheiro fez seu atual bedmate balanar at agora fora de rbita que ele bateu Charles em seu traseiro inegavelmente adorvel?"
      "Tipo de especiarias em cima o guisado, no faa isto. De qualquer maneira, Charles, do traseiro inegavelmente adorvel,  um amigo. Ele ama Louise. Eu gosto de Louise. Eu no estava dormindo com Charles, e ainda que eu tivesse sido, no devia importar."
      Tocando etiqueta de colcho sempre importou, no importa o que algum disse. Mas Eve manteve aquela opinio para ela mesma. "Certa. Se no devia importar, por que voc no disse a McNab que voc e Charles nunca fizeram o colcho mambo?"
      Peabody curvou seus ombros. "Ele agiu gosta de tal retardado."
      "Peabody, McNab  um retardado."
      "Sim, mas ele  meu retardado agora. Eu acho que eu devia dizer a ele. Eu odeio dar a ele a satisfao entretanto. D a ele a mo."
      "Que mo?"
      "A mo superior. Veja, agora eu tenho a mo porque ele pensa que eu estava dormindo com Charles e eu paramos dormente com Charles por causa dele. McNab. Mas se eu disser a ele que eu nunca fiz a ao com Charles de qualquer maneira, eu perco a mo."
      "Agora minha cabea machuca. Eu nunca devia perguntar."
      ***
      Ela voltou para o incio. Rachel Howard.
      Atapete fibras. Eles identificaram o fazer e modelos dos veculos que vieram para padro com o tipo achado em ambas as vtimas, e a lista de donos registrados. O tio do furgo do trabalho do Diego Feliciano no combinou, nem fez do Hastings.
      At agora, isto tinha sido um beco sem sada, mas ela empurraria mais duro contra a parede.
      Existia o tranq. Uma prescrio opiato, no rua zumbe. Se sua teoria sobre o assassino seguro, chances so eram sua prescrio. Algo recomendada para ajuda ele dormir, calma seus nervos, quarteiro qualquer dor ele poderia ter devido a sua condio. 
      Ela cruzaria os donos de veculo com farmcias locais. Cruze ambas contra compras de equipamento de processamento de imagens ao longo dos ltimos doze meses.
      Uma proposio tediosa, e o tempo consumindo. Mais para ela teve que esperar pela autorizao fazer algumas das procuras.
      Ela teria cortado por que se Roarke tivesse estado ao redor? Ela perguntou-se. Ela teria o usado, deixe ele a conversar em envolver ele mesmo no caso, deixe ele homem seu equipamento superior longe com sua habilidade superior longe, e seu hbito de ultrapassar a segurana e cdigos de isolamento normais?
      Provavelmente.
      Mas ele no estava ao redor, ento ele no era uma opo. Tempo estava pesando nela. O assassino levou duas vidas dentro de uma semana, e ele no estava acabado.
      Ele no esperaria muito mais longo para buscar fora a prxima luz.
      A Eve comeou a seu primeiro nvel de cruzou enquanto ela esperou pela autorizao ir mais fundo. E ela se preocupou sobre alguma academia sem cara brinca j pego no crosshairs de uma lente de cmera.
      E ela se preocupou sobre Roarke, presa na gaiola de sua prpria passada.
      ***
      Ele no viajou freqentemente para o oeste do pas onde ele foi nascido. A maior parte de seus negcios eram centrados em Dublin, ou sul em Cortia, norte em Belfast.
      Ele teve um pouco de propriedade em Galway, mas ele nunca andaria p nisto, e gastou s um punhado de dias no hotel de castelo que ele comprou em Kerry.
      Entretanto ele no compartilhou suspeita inveterada da sua esposa da zona rural, ele normalmente preferiu a cidade. Ele duvidou que ele saberia o que faz para com ele mesmo para longo neste lugar de colinas e flor verde rodante-espalhadas jardas.
      O passo seria muito lento para o adaptar para mais que um feriado pequeno, mas existia um pedao dele que estava contente que tinha sido deixado muito como tinha sido, sculo por sculo.
      Verde, aveludado verde, e quieto.
      Sua a Irlanda, o que ele fugiu de, tinha sido cinza, mido, queira dizer, e amargo. Esta curva de Clare no era simplesmente outra parte do pas, mas um mundo longe do que ele soube.
      Fazendeiros quietos cultivados aqui, homens quietos caminhado com seus cachorros atravs de um campo, e runas das que tinha sido castelos e fortes e torres em outra idade esteve cinza e indomvel naqueles Fields.
      Turistas, ele suposto, tomariam retratos daquelas runas, e subam ao redor nelesento dirigem para milhas no torcer estradas para achar mais. E os locais iria olhar neles de vez em quando.
      L, voc v, eles poderiam dizer, eles tentaram nos bater abaixo. Viquingues e Brits. Mas eles nunca podiam. Eles nunca vontade.
      Ele raramente pensamento de sua herana, e nunca segurou o sentimento principal e choroso da Irlanda tantos fizeram cujos antepassados deixaram aqueles Fields verde para trs. Mas dirigindo s agora, debaixo de um cu colocou em camadas com nuvens que tornaram a luz em prola de um cintilar, vendo a dana de sombras acima do pozinho infinito de verde e o luxuriante vermelho florescer de subida prpura selvagem mais alta que um homem para formar hedgerows, ele sentiu um puxo.
      Para era bonito, e de um modo ele nunca conheceria, era seu.
      Ele voou de Dublin at Shannon salvar tempo, e porque a noite  examinar superficialmente em usque deu a ele uma cabea miservel. Reciprocamente, ele optou dirigir por Clare, tomar seu tempo agora.
      Que diabo ele iria dizer para eles? Nada que examinou seu crebro pareceu certo. Ele nunca poderia fazer isto direito, e podia no achar nenhuma razo lgica para tentar.
      Ele no soube eles, nem eles ele. Indo para eles agora fariam no mais do que abrem ferimentos velhos.
      Ele teve sua famlia, e ele no teve nada em comum com estes estranhos mas um fantasma.
      Mas ele podia ver aquele fantasma em seu se importa de  olho, veja ela caminhando atravs do Fields, ou de p em uma jarda no meio das flores.
      Ela no o deixou, Roarke pensou. Como ele podia a deixar?
      Ento quando o mapa de rota ele tiver programado no em-vnculo de coliso disse que ele girasse logo antes de entrar na aldeia de Tulla, ele girou.
      O ferimento de estrada por uma floresta, muito dele novo crescimento, no mais do que cinqenta anos de idade. Ento as rvores retiraram-se para o Fields, para as colinas onde o sol era corredio pelas nuvens em um modo adorvel, nebuloso.
      Vacas e cavalos semeados, perto do fenceline. O fez sorriso. Seu policial no estaria contente com a proximidade dos animais, e ela seria confundida pelo homem velho pequeno, nitidamente vestido de bon e gravata e camisa branca, puttering em direo a ele em um trator fraco.
      Por que? Ela pergunta-se em um entristecido verbalizaria que ele podia ouvir at agora, algum quer fazer isto? E quando o homem velho ergueu seu entregar uma onda como se eles fossem amigos velhos, ela seria s mais perplexa.
      Ele faltou seu o modo que ele faltaria um de seus prprios membros.
      Ela teria vindo se ele perguntasse a ela. Ento ele no perguntou. No podia. Isto era uma parte de sua vida que era separadamente dela, e precisou ser. Quando ele era feito com isto, ele voltaria. V para casa, e isso seria isto.
      
      DESTINO, o 'vnculo informado ele, UM-METADE QUILMETRO, EM PARTIU.
      
      "Certo ento," ele disse. "Vamos fazer o que precisa ser feito."
      Ento, isto era sua terrasua me  aterrissarestas colinas, estes Fields, e o gado que pastados acima deles. O celeiro cinza, os abrigos de pedra e cercas.
      A casa de pedra com sua florescendo jardim e porto branco.
      Seu corao tropeou um pouco, e sua boca foi seca. Ele procurado, mais que ele quis qualquer coisa, simplesmente para dirigir diretamente por.
      Ela teria vivido aqui. Era a de famlia casa, ento ela teria vivido aqui. Dormiu aqui. Comido aqui. Rido e chorou aqui.
      Oh Cristo.
      Ele forou ele mesmo para tornar o carro no passeioo que os locais chamariam a ruaatrs de um sedan pequeno e um caminho bem vestido. Ele podia ouvir birdsong, e o latido distante de um cachorro, o som vago de um puttering motor.
      Sons rurais, ele notou. Ela teria ouvido eles todo dia de vida aqui, at que ela realmente no ouviu eles mesmo.  por isso que ela partiu? Porque ela precisou ouvir algo novo? Os sons brilhantes da cidade? As vozes, a msica, o trfico nas ruas?
      Importou por que?
      Ele saiu do carro. Ele enfrentou morte mais tempos que ele podia contar. s vezes ele lutou seu modo ao redor ele at que suas mos correram com sangue. Ele matouem sangue ambos quentes e frios.
      E no existia nada em sua vida que ele podia lembrar de temer tanto como ele temeu batendo na porta azul claro daquela casa de pedra velha.
      Ele foi pelo bonito porto branco sobre o caminho estreito entre bancos de flores alegres. E insistindo em um pequeno inclinar, ele bateu na porta azul.
      Quando ele abriu, a mulher olhada fixamente atrs nele. Rosto da sua me. Mais velha, alguns trinta anos mais velhos que a imagem que era esculpida em seu crebro. Mas seu cabelo estava vermelho, com s uma sugesto de ouro, seus olhos verdes, sua pele como leite tinted com ptalas de rosa.
      Ela apenas alcanou seu ombro, e por um pouco de razo, que quase quebrou seu corao.
      Ela era limpa, em suas calas azuis e camisa brancas, e sapatos de tela branca. Tais pequenos ps. Ele tomou isso tudo, at os aros de ouro minsculo em suas orelhas, e o odor de baunilha que flutuada fora a porta.
      Ela era adorvel, com aquele suave e contented olha algumas mulheres levadas. Em sua mo estava uma rodilha vermelha-e-branca.
      Ele disse que as nicas palavras que ele podia pensar sobre. "Meu nome  Roarke."
      "Eu sei quem voc ." Sua voz segurou um acento de municpio do oeste forte. Correndo o pano de uma mo at o outro, ela o estudou como ele a estudou. "Eu suponho que voc iria melhor estar entrando."
      "Eu sinto muito perturbar voc."
      "Voc conta com perturbar?" Ela andou de volta. "Eu estou na cozinha. Existe ainda ch do caf da manh."
      Antes dela fechar a porta, ela tomou um olhar para seu carro, erguendo suas sobrancelhas na elegncia escura disto. "Ento, as reivindicaes voc tem dinheiro que termina de suas orelhas, entre outros lugares, so verdade ento."
      Seu sangue gelado, mas ele movimentou a cabea. Se eles quisessem dinheiro dele, ele daria a eles dinheiro. "Eu estou conjunto bem."
      "Conjunto bem  um termo varivel, no ? Dependendo de onde voc est permanecendo."
      Ela caminhou de volta em direo  cozinha, passada o que ele assumiu era a sala de estar da companhia, ento a rea de famlia viva. Os quartos estavam lotados com moblia e estantes, e flores frescas. E toda to limpa quanto ela.
      A mesa na grande cozinha de famlia podia ter ajustado doze, e ele imaginou teve. Existia um fogo enorme que parecido estar bem usado, uma geladeira enorme, milhas de contadores de manteiga amarelos.
      As janelas acima da pia olhada acima de jardim e campo e colina, e existiam pequenas panelas que ele sups era ervas que se sentam no peitoril. Era um quarto de trabalho, e um alegre. Ele podia ainda cheirar caf da manh no ar.
      "Sente-se ento, Roarke. Voc ter biscoitos com seu ch?"
      "No, obrigado. Eu sou bom."
      "Bem, eu irei. No tenha muita de uma razo para comer um biscoito no meio do dia, poderia tambm aproveitar-se disto quando eu fizer."
      Ela lidou com o homey tarefas, e tiveram ele perguntando-se se ela estivesse dando a eles ambas as vez para povoar. O ch estava em uma panela de plancie branca, e os biscoitos ela coloca um prato azul bonito.
      "Seu  um rosto que eu nunca esperei ver em minha porta." Com as tarefas feitas, ela se sentou, escolheu um biscoito. "Ento, por que voc veio?"
      "Eu pensei que eu . . . senti eu . . . Ah, bem." Ele sorveu o ch. Aparentemente, ela no deu a ele tempo suficiente para povoar. "Eu no soube sobre vocsobre Siobhanat que alguns dias atrs."
      Sua sobrancelha erguida. "Saiba o que?"
      "Que vocelaexistiu. Eu fui dito, eu acreditei, que minha me . . . a mulher eu pensei era minha me, esquerda. Deixou-me quando eu era uma criana."
      "No ?"
      "Madame"
      "Eu sou Sinead. Sinead Lannigan."
      "Sra. Lannigan, at que alguns dias atrs, eu nunca ouviria o nome Siobhan Brody. Eu pensei que nome da minha me era Meg, e eu no lembro de seu particularmente bem exceto ela teve uma mo dura e ela saiu, deixando-me com ele."
      "Sua me, sua me verdadeira, no teria deixado voc se existe respirao em seu corpo."
      Ento ela sabe j, ele pensou. Conhea morto longo da sua irm. "Eu sei isto agora. Ele a matou. Eu no sei o que dizer para voc."
      Ela anotar sua xcara, muito cuidadosamente. "Diga a mim a histria como voc sabe isto agora.  disso que eu quero ouvir."
      Ele disse a ela, enquanto ela se sentou em silncio, assistindo ele. E quando ele disse a ela tudo que ele soube, ela rosa, abastecimento uma chaleira, pe isto no fogo.
      "Eu soube isto, todos estes anos. Ns podamos nunca provar isto, claro. A polcia, eles no ajudaram, no pareceram se importar. Ela era s mais uma menina perdida-se."
      "Ele teve alguns Polis em seu bolso ento. Um ou dois  tudo que leva quando voc quiser algo coberto. Voc podia nunca provar isto, porm voc tentou."
      Seus ombros tremido uma vez em uma respirao longa, ento ela girou. "Ns tentamos achar voc, a princpio. Por ela. Para Siobhan. Meu irmo, Ned, quase morto tentando. Eles o batem metade para a morte, deixou ele em uma ruela de Dublin. Ele teve uma esposa, e um beb de seu prprio. Muito como ele aflito ns, ns tivemos que deixar voc ir. Eu sinto muito."
      Ele s olhou fixamente, e disse, muito lentamente. "Meu pai a matou."
      "Sim." Lgrimas nadadas em seus olhos. "E eu espero que o assassinar filho de uma prostituta est queimando em inferno. Eu no perguntarei Deus para me perdoar por dizer isto, para pular isto." Cuidadosamente, ela dobrou a rodilha vermelha-e-branca, ento sentada atrs abaixo enquanto a chaleira aquecida para mais ch.
      "Eu senti, quando eu aprendi tudo isso, o que aconteceu para ela, eu senti vocsua famliamerecida para ser informado. Que era certo que eu digo a voc, cara a cara. Eu percebo no  nenhum mais fcil ouvindo isto de mim, talvez mais duro nisto, mas ele era o nico modo que eu soube."
      Assistindo seu rosto, ela se debruou de volta. "Venha da Amrica, no , para este?"
      "Eu fiz, sim."
      "Ns ouvimos falar de vocsuas faanhas, Roarke Jovem. Filho do seu pai, eu pensei. Um operador, um homem perigoso. Homem insensvel. Eu penso que voc pode ser um homem perigoso, mas ele no  um insensvel sentando em minha cozinha que espero por mim para esbofetear ele para algo que ele no teve nenhuma parte."
      "Eu no a procurei por, nunca pensado sua. Eu no fiz nada para pr isto direito."
      "O que voc est fazendo agora? Sentando aqui comigo enquanto seu ch vai frio?"
      "Eu no sei. Jesus Cristo, eu no sei. Porque no existe nada que eu posso fazer."
      "Ela amou voc. Ns no ouvimos sobre seu muito. Eu penso que ele no a deixaria, e ela s conseguiu se mover furtivamente alguns telefonemas ou cartas fora de vez em quando. Mas ela amou voc, corao e alma.  certo que voc devia lamentar para ela, mas no que voc devia pagar."
      Ela rosa quando a chaleira estalou. "Ela era meu gmeo."
      "Eu sei."
      "Eu seria sua tia. Voc tem dois tios, avs, qualquer nmero de primos se voc estiver interessado."
      "Eu . . . sou difcil de tomar isto."
      "Eu imagino . Aye, eu imagino . Voc tem seus olhos," ela quietamente disse.
      Confundiu, ele agitou sua cabea. "Sua era verde. Seus olhos eram verdes, como seu. Eu vi seu retrato."
      "No a cor, mas a forma." Ela girou ao redor. "A forma de seus olhos  sua. E como minha, voc no v?" Ela andou para ele, deitou um dar seu. "Parece mim que a forma de algo  importante, mais importante que a cor."
      Quando emoo stormed por ele, Sinead fez o que naturalmente veio. Ela desenhou sua cabea para seu peito, acariciou seu cabelo. "L agora," ela murmurou, segurando menino da sua irm. "L agora. Ela estaria contente que voc veio. Ela teria muito prazer em que voc est aqui, afinal."
      ***
      Mais tarde, ela o tirou para onde a extremidade da jarda encontrou o primeiro campo. "Ns plantamos aquele para ela." Ela gesticulou para um alto, muitas-rvore ramificada. "Ns no fiz nenhum sombrios para ela. Eu soube que ela se foi, mas no pareceu direito de fazer um sombrio para ela. Ento ns plantamos uma rvore de cereja. Floresce multa que todo pula. E quando eu vir florescer, d a mim algum conforto."
      " bonito.  um lugar bonito."
      "Suas pessoas so fazendeiros, Roarke, geraes atrs." Ela sorriu quando ele olhou para ela. "Ns esperamos pela terra, no importa o que. Ns somos teimosos, temerrios, e ns trabalharemos at ns soltamos. Voc vem disto."
      "Eu gastei anos tentando escapar de onde eu vim de. No olhando de volta."
      "Voc pode recordar este com orgulho. Ele no podia quebrar voc, no ? Eu aposto que ele tentou."
      "Talvez se ele no tentasse to sangrento duro que eu no cairia fora. Eu no teria feito eu mesmo. Eu eu plantarei uma rvore de cereja de volta de casa para ela."
      "Existe um bom pensamento. Voc est um homem casado, no so voc, casados com uma policial da Nova York."
      "Ela  meu milagre," ele disse a ela. "Minha Eve."
      Seu tom a mexeu. "Nenhuma criana entretanto."
      "No ainda, no."
      "Bem, existe bastante tempo para eles ainda. Eu vi retratos sua, claro. Eu mantive abas em voc ao longo dos anos. No podia ajudar eu mesmo. Ela parece forte. Eu suponho que ela teria que ser."
      "Ela ."
      "Traga ela com que voc da prxima vez voc vem. Mas no momento, ns devamos conseguir voc adaptou-se."
      "Eu sinto muito?"
      "Voc no espera cair fora to fcil, no ? Voc ficar pelo menos a noite, encontre o resto de sua famlia. D a eles uma chance de encontrar voc. Significaria um grande negcio para meus pais, para meus irmos," ela adicionou antes dele poder falar.
      "Sra. Lannigan."
      "Isto  Tia Sinead para voc."
      Ele alarga um metade-risada. "Eu estou fora de minha profundidade."
      "Bem ento," ela disse alegremente, e tomou sua mo, "afunde ou nade, para voc ser sobre ser lanado no fim fundo do charco."
      
      
      Captulo 17
      
      Ela questionou mais de dois donos de dzia registrados de veculos com comparao de tapete as fibras achadas nas vtimas. Inclusive senhora um pouco velha que usou sua para transportar outras senhoras velhas pequeno para igreja nos domingos.
      A Eve achou se prendeu dentro de um apartamento de dois quartos que cheirados de gatos e sache de lavanda. Ela no estava certa que era pior. Ela bebeu ch fraco, tpido gelado porque Sra. Ernestine MacNamara deu sua nenhuma outra escolha.
      " to excitanteterrvel de mim, mas eu no posso ajudar eu mesmo. To excitante para ser questionado pela polcia em minha idade. Eu sou cem e seis, sabe."
      E olhou isto, Eve pensou sourly.
      Ernestine era minsculo e secava e incolor, como se os anos a lixiviaram. Mas ela embaralhou em torno do quarto com alguma energia em seus chinelos de enfraquecido rosa, espantando ou arrulhando em gatos. L parecidos estar uma dzia cheia deles, e de alguma da Eve de sons ouvidos, alguns estavam muito ocupados fazendo mais gatos.
      Ela sups Ernestine seria considerado esperto.
      Seu rosto era uma bola enrugada minscula partir por dentes enormes. Sua Eve de peruca esperou que isto era uma perucase sentou crookedly em cima e era a cor de trigo alvejado. Ela vestiu um pouco de tipo de tracksuit que ensacado acima de que era remanescente de seu corpo.
      Note para Deus, Pensou Eve: Por favor, se voc estiver l em cima, no deixe-me viver isto longo.  muito assustador.
      "Sra. MacNamara"
      "Oh, voc s me chama Ernestine. Todo mundo faz. Eu posso ver sua arma de fogo?"
      A Eve ignorou amortizado do Peabody bufa. "Ns no levamos armas de fogo, Sra . . . . Ernestine. As armas de fogo so proibidas. Minha arma  uma polcia emite laser da mo. Sobre seu furgo."
      "Ainda atira e bate pessoas em seus alvos, qualquer que voc chama isto.  pesado?"
      "No, para falar a verdade no. O furgo, Ernestine. Seu furgo. Quando seja a ltima vez que voc usou isto?"
      "Domingo. Todo domingo eu tomo um grupo para St. Ignatius para dez Massa de horas. Duros para a maior parte de ns caminhar to longe, e os nibus, bem, no  fcil para as pessoas minha idade lembrar do horrio. De qualquer maneira,  mais diverso deste modo. Eu era uma criana de flor, sabe."
      A Eve piscou. "Voc uma flor era?"
      "Floresa criana." Ernestine deu uma rouca pequena risada. Os anos sessentaos dezenove anos sessenta. Ento eu era um New-Ager, e Free-Ager. E oh, qualquer veio junto que pareceu com diverso. Voltado a estar um catlico agora. Est confortando."
      "Eu estou certo. Qualquer outro tem acesso a seu furgo?"
      "Bem, existe o menino agradvel na garagem de estacionamento. Ele mantm isto para mim. S me carrega metade da taxa de ida, tambm. Ele  um bom menino."
      "Eu gostaria de seu nome, e o nome e local da garagem."
      "Ele  Billy, e ele  o lugar no Oeste Dcimo oitavo, imediatamente Stimo. S um quarteiro daqui, de forma que  fcil para mim. Eu levanto isto e o solto fora nos domingos. Oh, e a terceira quarta-feira do ms quando ns tivermos as reunies de planejamento para igreja."
      "Existe qualquer outro quem dirige isto ou tem acessar? Um amigo, um parente, um vizinho?"
      "No que eu posso pensar. Meu filho tem seu prprio carro. Ele vive em Utah. Ele  um mrmon agora. E minha filha est em Nova Orlees, ela  Wiccan. Ento existe minha irm, Marian, mas ela no dirige mais. Ento existe os netos."
      Com submisso, Eve escreveu os netos de nomes, grandes-netos, e Deus a ajuda, o grande-greats.
      "Ernestine, eu gostaria de sua permisso para correr testes em seu furgo."
      "Oh meu Deus! Voc pensa que podia ser envolvido em um crime?" Seu pequeno rosto enrugado esvaziado com prazer. "Isso no seria algo?"
      "No iria isto?" A Eve concordou.
      Ela escapou, retraindo o ar mido, entupido gosta pular gua. "Eu penso que eu traguei uma bola de cabelo," ela disse para Peabody.
      "Voc tem suficiente cabelo de gato em voc fazer um tapete." Peabody escovou em suas calas uniformes. "Me, tambm. O que ele com  mulheres e gatos velhos?"
      "Gatos so certos. Eu tenho um gato. Mas se eu j comear colecionar eles gostar de selos, voc tem permisso para exploso mim no corao."
      "Eu posso conseguir aquele em registro, senhor?"
      "Feche. Vamos ir conversa para Billy, o bom Samaritan estacionando assistente."
      ***
      Bom Samaritan, meu traseiro, era primeiro pensado da Eve.
      Billy era um longo, solto-limbed homem preto com olhos de cora marrons atrs de guarda-sis de mbar, e ps geis dentro de quinhentos dlar airboots.
      As sombras, as botas, e o refletir de ouro que ela notou brilhando em suas orelhas estavam dificilmente na faixa de faziam previso para um jquei de veculo em uma garagem de estacionamento pequeno em Manhattan Mais baixa.
      "Senhorita Ernestine!" Seu sorriso iluminou gosta do Natal de manh, cheio de alegria e inocncia. "Ela no  algo? Eu espero que eu chegue ao redor assim quando eu bater sua idade. Ela est aqui manhs do domingo como mecanismo de relgio. Ir a igreja."
      "Ento eu ouo. Eu tenho sua autorizao escrita para procurar seu furgo, e, se eu julgar isto necessrio, encerrar isto para prova."
      "Ela no estava em um acidente." Ele tomou a Eve de autorizao oferecida. "Eu teria notado se existiam qualquer dings no furgo. Ela dirige cuidadoso."
      "Eu estou certo que ela faz. Onde est o furgo?"
      "Eu oprimo isto no primeiro nvel. Faa isto mais fcil para ela."
      E voc, Pensou Eve, como ela seguida ele atrs nas sombras e luzes severos da garagem.
      "No existem muitas instalaes de estacionamento com assistentes na cidade," ela comentou. "A maioria de que tem assistentes usarem droids."
      "Nope, no muitos de ns partimos. Mas meu tio, ele possui este aqui, ele gosta do toque pessoal."
      "Quem no faa A senhorita Ernestine mencionou que voc d seu um desconto bom."
      "Ns fazemos o que ns podemos," ele disse alegremente. "Senhora boa, de idade avanada. Mantenha ela encaixar ano redondo. Precise dar sua uma fratura, sabe."
      "E ela s usa isto cinco vezes por ms."
      "Como mecanismo de relgio."
      "Diga a mim, Billy, quanto faz que voc faz, qualquer ms mdio, alugando fora veculos."
      Ele parou por um furgo cinza pequeno. "O que  isto?"
      "Algum precisa de um passeio, eles soltam em e vem Billy, e ele conserta eles. Voc consegue os cdigos, embolse a taxa, veculo volta, voc pe isto em sua fenda. O dono  nenhum o mais sbio, e uma linha secundria boa para voc."
      "Voc no tem nenhuma prova de algo assim."
      A Eve apoiou-se no furgo. "Sabe, assim que algum diz a mim que eu no tenho nenhuma prova, s faz-me querer cavar abaixo e pegar isto. Eu sou s to perverso."
      Ele cutucou em cima. "Este furgo fica nesta fenda exceto nos domingos e a cada terceira quarta-feira. Eu estaciono e eu vou buscar, e isto  tudo que eu fao."
      "Voc  independentemente rico ento, e fornea este servio para a comunidade fora de um esprito de altrusmo e benevolncia. Botas boas, Bill."
      "Homem gosta de sapatos bons, no  nenhum crime."
      "Uh-huh. Eu vou correr testes neste furgo. Se eu achar este furgo foi usado no caso que eu estou investigando, seu traseiro est em uma funda.  homicdio, Billy. Eu consegui dois corpos at agora. Eu estarei tomando voc em Entrevista e segurando voc como um acessrio."
      "Assassinato? Voc  louco?" Ele tomou um tropear andar de volta, e Eve trocou para as bolas de seus ps no caso de que ele decidiu correr.
      "Peabody," ela ligeiramente disse, pegando movimento do seu ajudante para encaixotar Billy. "Eu sou louco?"
      "No, senhor. Billy tem sapatos bons, e parece estar em grande dificuldade."
      "Eu no matei qualquer um!" Espiga de voz do Billy. "Eu consegui um trabalho. Eu pago alugado. Eu pago impostos."
      "E eu aposto quando eu fizer uma corrida de seu financeirorenda, quantia inicial, e assim por diante, eu vou achar algumas discrepncias interessantes."
      "Eu fico boas pontas."
      "Billy, Billy, Billy." Em um suspiro ventoso, Eve agitou sua cabea. "Voc est fazendo isto mais duro que tem que ser. Peabody, chame em um branco e preto. Ns precisaremos de nosso amigo aqui transportado at Central e seguro para interrogatrio."
      "Eu no estou indo em qualquer lugar. Eu quero um advogado."
      "Oh, voc est indo em algum lugar, Billy. Mas voc pode ter um advogado."
      ***
      A Eve foi com instinto e chamado em um time de varredores.
      "Voc pensa que isto  o veculo."
      "Indefinvel cinza, nenhuma fantasia toca. Quem vai notar isto?  estacionado e largamente novo, s um passeio saudvel bom do clube de dados. O passeio de metr rpido ou um mais longo mas passeio saudvel quieto de l para o 24/7 onde o Rachel Howard trabalhou. Mesma com Columbia. Dirija isto bairro residencial para Juilliard, para Lincoln Centra. Eh, voc pode suportar isso fora basicamente sempre que voc quer. Mais seguro que usando seu prprio, se voc tiver um. Mais seguro que oficialmente alugando qualquer coisa. Deslize Billy amigvel a taxa, v embora."
      Ela esteve de volta como os varredores chegaram e precisam trabalhar. "O ajusta. Voc no rouba um veculo. Isto  fazer o veculo um objetivo. Obtenha emprestado do amigo E se o amigo menciona isto para outro amigo? E se voc choca-se com dificuldade, tenha uma proteo bender? O amigo vai ser urinado. Mas algo acontece para este, voc fosso justo isto, e deixe Billy segurando a bolsa."
      "Mas Billy o conhece."
      "Improvvel. S outro cliente do lado. Se ele usasse isto, ele usou isto duas vezes, e certificou-se que ele no fez nada para o fazer memorvel. Ele  esperto," Eve continuou. "E ele planeja. Ele tem scoped fora Ernestine, este lugar, o furgo, Billy, bem com antecedncia. Ele vive ou trabalha neste setor."
      Ela dobrou ela entrega seus bolsos de costas e olhadas em direo  entrada de garagem, em direo  rua. "Mas ele no matou eles aqui. No urine em seu prprio charco."
      "Eu devia correr processamento de imagens e negcios fotogrficos neste setor?"
      "Sim." Eve respondida. "Ns estamos aproximando-nos de."
      Um dos varredores estalados fora. "Tendo muito cabelo humano e felino, Tenente. E algum sinttico. Bastante impresses."
      "Eu quero tudo que voc  diretamente tomado para Berenski no lab. Eu passarei sem tocar isto."
      "No devia tomar muito tempo. Bonito limpo do veculo."
      "Aprecie isto. Peabody." Ela voltou para sua prprio veculo, retirando-se seu bolso-vnculo  medida que ela caminhou. "Berenski."
      "Sim, sim, ocupado. V embora."
      "Dickie. Eu tenho um varredor arrastar cabealho seu modo dentro da hora. Absorvido de que eu acredito  o furgo costumava transportar o vics nos dois homicdios de academia."
      "Diga a eles para tomar seu tempo. No chegar a isto at amanh, talvez o dia depois."
      "Voc chega a eles na frente de fim de turno, d-me verificao, eu tenho duas cadeiras, caixa do dono, para os Puxes. Voc escolhe o jogo."
      Ele esfregou seu queixo com seus dedos longos, longos. "Voc at no vai discutir e me ameaa primeiro. Apenas do suborno?"
      "Eu sou tipo de apertado por tempo eu mesmo, ento deixo estou s cortado para isto."
      "Quatro cadeiras."
      "Para quatro, eu quero os resultados embrulhados em uma tira rosa e entregua para mim dentro duas horasde agora."
      "Feito. V embora."
      "Dickhead," ela vomitou como ela encheu o 'vnculo de volta em seu bolso.
      "Como vem para que voc nunca oferece a mim cadeiras na caixa do dono?" Peabody reclamou.
      "Como venha para meu traseiro s conseguiu se estatelar abaixo em uma duas vezes esta estao? A vida  uma cadela, Peabody."
      ***
      Billy provavelmente achou como ele se sentou em um quarto de Entrevista com sua ameixa seca-enfrentado defensor pblico e esperado por Eve para o questionar.
      Ela o ps em gelo por uma hora, e estava protelando um pouco mais longa, esperando por Dickie vir. Enquanto ela esperou, ela assistiu Billy pelo vidro de uma s mo.
      "Nenhum prior," ela disse para Peabody. "No em seu adulto registra. Um par de escovas secundrias como um jovem. Ele  cuidadoso. Operador liso."
      "Voc no pensa que ele  envolvido."
      "No diretamente. Ele  um artista de fraude com uma fraude boa, fcil. Seu tio provavelmente ensinou isto para ele. Eu vou ir iniciar nele. Quando Dickhead enviar o lab resultados, traga para dentro eles."
      ***
      Billy carranqueou nela. O PD enrrugou seus lbios magro.
      "Tenente Dallas, voc segurou meu cliente para mais que uma hora. A menos que voc seja preparado para o carregar"
      "No me tente. Eu estou bem debaixo do perodo de tempo legal, ento no puxe a 'rotina do pobre schmoe em mim. Registre em. Dallas, Tenente Eve, conduzindo uma entrevista formal com Billy Johnson relativo a arquivos de caso H-23987 e H-23992. Seu cliente, Billy Johnson, foi aconselhado a seu direitos e obrigaes, e optou aproveitar-se de seu direitos e ajudar ele mesmo dos servios de um defensor pblico. Correto?"
      "Isto  correto. Neste momento, nem meu cliente nem eu somos claros em por que ele esteve violentamente trazido para dentro para interrogatrio em"
      "Violentamente? Algum usa fora em voc, Billy? Voc sustentou alguns danos durante seu transporte para esta instalao?"
      "Levou-me fora de meu trabalho. D-me muita escolha."
      "Deixe isto estar em registro que o assunto era recolocado em policiava custdia e transportava entrevistar em Central, sem fora. Ele foi lido o Miranda Revisado. Ele ajudou ele mesmo de conselho. Voc quer tornar as coisas difceis, irm, eu confundirei eles direito de volta. Agora voc e eu podemos continuar a tocar insistente-shovey, ou eu posso questionar seu cliente e consigo isto feito."
      "Meu cliente no recebia a oportunidade para voluntariamente"
      "Oh, feche com fecho isto," Billy estalou e esfregou a colheita de filas de milho cobrindo sua cabea. "Que diabo voc quer?" Ele exigiu de Eve. "Eu no sei nada sobre algum ficando morto. Que diabo voc quer?"
      "Ns varremos furgo da Ernestine MacNamara, Billy. Muita impresses, muita evidncia de rastro. Ns dois sabemos que ns vamos achar alguma daquela evidncia de rastro no volta para Ernestine ou seu grupo do domingo fiel."
      "Eu estaciono o carro para ela, ento minhas impresses"
      "Ns vamos achar mais que seu, tambm. E isso pe voc no wringer." Ela manteve seu enfoque nele. "Rachel Howard. Kenby Sulu."
      Ela assistiu sua boca tremer. "Oh meu Jesus. Aquelas crianas de academia. Oh meu Deus. Eu assisti os relatrios no noticirio. Aquelas esto as crianas de academia morta."
      "Sr. Johnson, eu aconselho a voc no para dizer nada"
      "Feche o inferno." Sua respirao veio para rpida como ele olhou fixamente para Eve. "Olhe, talvez eu fao um pouco extra no lado, mas eu nunca machuco qualquer um."
      "Diga a mim sobre o dinheiro no lado."
      "S um minuto." O PA rapped um punho na mesa com suficiente fora que Eve olhou de relance nela com um pouco de admirao. "S um minuto de maldio. Meu cliente cooperar, responder suas perguntas s na condio de imunidade. Nenhuma carga ser a chegar contra ele neste ou qualquer outro assunto."
      "Por que eu s no dou a ele que uma de nossa platina sai-de-cartes livres de priso?"
      "Ele no far nenhuma declarao sem garantir. A cooperao  dependente de imunidade de qualquer carrega relativo  instalao de estacionamento e/ou os homicdios."
      "Eu s irei pedir a Rachel Howard e Kenby Sulu como eles sentem sobre imunidade de homicdio," Eve disse coldly. "Oh espere, eu no posso. Eles esto mortos."
      "Eu no preciso de imunidade de quaisquer homicdios. Eu no machuquei qualquer um." Ele se debruou adiante, mo da Eve agarrada. "Eu juro para Deus. Eu juro em meu filho. Eu consegui um pouco menino. Ele tem trs anos. Eu juro em sua vida que eu no matei qualquer um. Eu direi a voc qualquer coisa que eu posso."
      Ele desenhou um pouco respirao, se sentou de volta. "Mas, bem, eu podia usar aquela imunidade quando vier para a garagem de estacionamento. Eu consegui um pouco menino. Eu preciso pensar sobre ele."
      "Eu no estou interessado em rousting voc acima da linha secundria, Billy. Desde que a linha secundria  fechada. E acredite me em, eu saberei se recomear atividades novamente."
      " fechado."
      "Tenente." Peabody entrou, Eve Passada um arquivo. "Resultados de Lab."
      "Obrigado, Oficial. Aguarde." Ela abriu o arquivo, fez seu melhor para sufocar o risada quando ela manchada a tira rosa dobrada do lado de dentro. Pelo menos Peabody teve a previso para remover isto.
      Ela leu rapidamente os dados. No s fez a partida de fibras de tapete, mas os varredores removeram cabelo identificou como do Rachel Howard e Kenby Sulu  do furgo.
      No mais divertiu, Eve ergueu olhos frescos, plano para rosto do Billy. "Eu quero saber que tirei o furgo nas noites de agosto oitavo e agosto dcimo."
      "Certo, veja aqui  como ele trabalhos. Algum vem por, diz para mim, 'eu preciso de um passeio.' Talvez eles querem um agradvel pequeno de dois assentos para dirigir sua menina em algum lugar, ou um cushy sedan para tomar sua vov para um casamento, ou algo."
      "Ou um conjunto de rodas para ir embora em depois que eles bateram uma loja de bebida alcolica. Talvez um bom robusto todo-terreno para bop ao redor em quando eles estiverem fazendo um ilegais negcio acima de em Jersey. Deste modo eles no tm que iar isto, ou aborrea com qualquer papelada aborrecida."
      "Talvez." Ele deu seu um aceno com a cabea lento. "Eu no pergunto. No queira saber, particularmente. O que eu  dizer a eles o que est disponvel, e para quanto tempo. Dura da taxa e voc tem pagamento usar em conjunto frente. Consiga o depsito de volta quando voc retornar o veculo em boa condio. Ainda, ns somos mais baratos que aluguel normal, e no existe nenhum jornal."
      "Todo mundo ama uma pechincha."
      "Vejamos que ns conseguimos muitas fendas comeado a estudar de maneira anual. Ns oprimimos as taxas. D regulars uma fratura de bem. Algumas destas pessoas, como Senhorita Ernestine, no seria capaz de manter um passeio 'causar o to ngreme do aluguel de fenda."
      "S seu pequeno servio de comunidade. Voc vai ter uma espera longa para sua medalha, Billy."
      "No figurou como machuca qualquer um. O cliente consegue um bom negcio, e eu consigo a gratificao.  posto minha criana em uma de primeira pr-escola. Voc sabe o que aqueles custo?"
      "Quem alugou o furgo?"
      "Veja, isto  a coisa. As pessoas vm e eles vo. Repetidores, voc chega a conhecer, chegue a figurar o que montar eles gostarem de melhor. Este sujeito, eu s no lembro de demais. S veio pelas duas vezes, eu sou bonito certo. Soube o que ele procurado, pagou a taxa, devolveu isto. Eu no pensei nada disto. Sujeito branco," ele disse depressa.
      "Continue."
      "Mdia-parecendo sujeito branco, eu no sei. Quem presta ateno?"
      "Velho, jovem?"
      "Ah, vinte e cinco, trinta. 'Redondo l. Menor que eu, mas no muito. Talvez um pouco abaixo de seis ps? Vestidos limpos. Eu no quero dizer malfeito. Pareceu com uma mdia trabalhando sujeito branco. Podia ser eu o vi em torno do bairro antes. Podia ser. Ele no pareceu com qualquer um especial."
      "O que ele disse para voc?"
      "Ah. Merda. Algo como: 'Eu preciso alugar um furgo. Um bom, limpe um.' Provavelmente eu disse algo sobre fiz este parecer com um porto de aluguel para vocbom e corts entretanto. Ento ele . . . sim, sim, eu classifico de lembro. Ele retirou-se a taxa e depsito. Todo dinheiro. E ele disse que ele tomaria o furgo cinza no primeiro nvel. Eu tomei o dinheiro, ele tomou o cdigo, e foi embora. Devolveu isto mais ou menos trs DA MANH Meu primo anotado ele em."
      Seu olhe atirado de volta abaixo, e ele estremeceu. "Maldio. Maldio. Meu primo  ir entrar dificuldade?"
      "D-me nome do seu primo, Billy."
      "Merda. Fucking caga. Manny Johnson. Ele s anotado ele atrs em, Tenente Dallas. Isto  todo."
      "Vamos voltar para o sujeito que alugou o furgo. Veja o que mais voc lembra?"
      "Eu no paguei suficiente ateno. Ah, ele teve sombras. Sombras escuras, eu estou pensando. E um bon de bola. Talvez um bon de bola? Me, eu estou olhando para o dinheiro de dinheiro e as linhas mais que qualquer outra coisa. Ele vestiu limpo, ele teve a taxa. Talvez se voc me mostrasse a seu retrato ou algo, eu o lembraria, mas eu no vejo como. Ele esteve usando as sombras e o bon, e ns estamos fazendo a coisa dentro do porto, onde est sombrio. Ele acabou de parecer com um sujeito branco mdio para mim."
      ***
      "Sujeito de mdia branca," Eve repetida depois da entrevista. "Um que  morto duas pessoas. Quem soube como acessar um veculo quase sem pista para transportar eles, soube como conseguir eles em veculo dito com rebulio mnimo, e quando e onde esvaziar os corpos sem algum notar."
      "Mas voc localizou o veculo," Peabody lembrou a ela. "Ns podemos comear a fazermos um investigar, talvez ns acharemos algum que viu isto em torno das universidades, ou o esvaziar locais."
      "E talvez a Fada de Dente vai vir para batendo em sua porta hoje  noite. Ns iremos l, Peabody, mas primeiros ns aceitamos em devoluo o furgo para a garagem. O sujeito de mdia branca deixa Diego livre, pelo menos para o pickup."
      Muito fraco, muito arrumou-se, Billy disse quando ele olhou para a impresso de Diego  ID atirado.
      "Ns ainda conseguimos um talvez fora de Billy em Hooper."
      "Talvez. Talvez ele era menor, talvez ele era mais velho. Talvez ele no era. Ele no fez ainda, ento talvez ele voltar para isto. O furgo e a garagem descem vigilncia."
      Ela verificou o tempo. "E agora, ns temos um comemorativo para freqentar."
      ***
      Ela odiou resumos do juiz, aquele reconhecimento formal de pesar. Ela odiou as flores e a msica, o murmrio de vozes, as sbitas estoura de choro ou riso.
      Era provavelmente pior quando o morto era jovem, e o fim era violento. Ela esteve em muitos resumos do juiz para a morte violenta.
      Eles deitaram Rachel em um vidro-de lado caixouma das tendncias de Eve de luto achou particularmente arrepiado. Eles a puseram em um vestido, um azul e provavelmente seu melhor, e fixo um pouco spray de rosas rosas em suas mos.
      Ela assistiu pessoas arquivarem por. Os pais, ambos olhar concha-chocada e muito tranqila. Tranq iria conseguir pelo evento. E a irm mais jovem que simplesmente pareceu saqueada e perdeu.
      Ela viu alunos que ela questionou, os comerciantes das lojas prximas onde ela trabalhou. Professores, vizinhos, amigos.
      Leeanne Browning estava l, com Angela em seu lado. Eles falaram com a famlia, e qualquer Leeanne disse tido lgrimas quebrarem pelas drogas e gotejando rosto da devagar me abaixo.
      Ela viu rostos que ela j arquivaria; E novo, como ela aguardou procurar por um sujeito branco mdio. Existiam bastante eles que ajustam no palmo de idade. Rachel, uma menina amigvel, encontrou muitas pessoas em sua vida pequena.
      Existia Hooper, nitidamente vestido de um terno e gravata, seu rosto sombrio, seus ombros diretamente como do soldado. Um grupo do que Eve assumiu era seus pares o cercaram o modo como grupos tendem a cercar o atraente.
      Mas quando ele procurou, seus olhos estavam vazios. Qualquer que eles disseram que no o alcanaram, e ele girou e foi embora, por aqueles corpos jovens como se eles fossem fantasmas.
      Ele no olhou para as pessoas, nem, ela notou, fez ele olhar para a caixa, a caixa clara que segurou a menina que ele disse que ele pensou que ele poderia ter amado.
      Ela ergueu seu queixo, uma espcie de contrrio movimenta a cabea sinal para McNab. "Veja onde ele vai," ela ordenou quando McNab moveu em lugar ao lado dela. "Veja o que ele faz."
      "Conseguiu ele."
      Ela voltou a estudar a multido, entretanto ela desejou que ela pudesse ter sido o para andar do lado de fora depois de Hooper, na noite. No ar. Apesar do overworked clima controla o quarto era muito morno, muito feche, e o cheiro das flores saciando.
      Ela Hastings manchada atravs do quarto. Como se ele sentiu seus olhos nele, ele olhou de relance em direo a ela, ento lumbered acima de.
      "Pensou que eu devia vir, isto  todo. Odeie este tipo de cagar. Eu no estou ficando."
      Ele estava envergonhado, ela percebeu. E um pouco culpado.
      "Eles no deviam ter a vestido em cima aquele modo," ele disse depois de um momento. "Falso de olhares. Eu teria a posto em sua camisa favorita. Alguma camisa velha ela gostou, dadas suas um par de boninas amarelas para segurar. Enfrente assim,  para boninas. De qualquer maneira . . ." Ele abaixou seu vidro da gua cintilante. "Ningum perguntou a mim."
      Ele trocou de p at p. "Seria melhor voc pegar quem porem aquela criana naquela caixa de vidro."
      "Trabalhando nisto."
      Ela assistiu ele ir. Assistidos outros vm e vo.
      "Ele foi do lado de fora," McNab reportou. "Caminhado at o canto e atrs uns tempos do par." McNab curvou seus ombros, pegos seus entrega seus bolsos. "Chorando. S subindo e chorando. Um grupo terminou, juntou ele, em um carro. Eu consegui o fazer e etiqueta se voc quiser eu correr e levantar eles."
      "No." Ela agitou sua cabea. "No, no hoje  noite. Lote isto. Consiga Peabody, e diga a ela que ela  fora do relgio."
      "No tenha que dizer a mim duas vezes. Eu quero ir em algum lugar pessoas esto conversando sobre algo estpidas e comendo comida piolhenta. Sempre faa depois de um comemorativo. Voc quer vir junto?"
      "Eu passarei. Ns levantaremos isto novamente de manh."
      Como a multido thinned fora, ela fez seu modo acima de Feeney. "Ele viria, Feeney? Ele precisaria a ver novamente, como isto? Ou so suas imagens suficiente para ele?"
      "Eu no sei. Voc olha para isto de sua perspectiva, ele conseguiu o que ele quis dela, ento ele fez."
      "Talvez, mas  como um crculo, e este fins isto. Algo diz a mim que ele quereria a ver como isto. Ainda, se ele estivesse aqui, eu no podia o fazer."
      "Fucking calcula a mdia sujeito branco." Ele inchado suas bochechas. Ela olhou batida, ele pensou. A batida e se preocupou e debaixo da arma de fogo. Ele bateu levemente seu ombro. "O que voc diz que ns vamos conseguir uma cerveja?"
      "Eu digo, isto  uma idia de maldio boa."
      ***
      "Sido uns enquanto desde que ns fizemos isto," Feeney comentou.
      "Ache que isto tem." A Eve provou sua cerveja.
      Por acordo tcito, eles evitaram o policial conhecido tranca. Dando em um deles significaram algum pararia por atirar o cagar ou falar de negcios. Ao invs, eles pegaram uma barraca em um lugar chamou O Leprechaun, um escuro pequeno bar com aspiraes de simular uma taverna irlandesa.
      Existia piped em msica com algum cantando sobre beber e guerrear, e muitos sinais escritos em Gaelic, e emolduraram retratos do que Eve assumiu era pessoas irlandesas famosas. O waitstaff todo conversado com acentos irlandeses, entretanto acento do seu servidor teve um Brooklyn definido afiar para isto.
      Desde que ela teve ocasio para gastar algum tempo em uma taverna irlandesa real, ela podia dizer o donoque ela imaginou era algum chamado Greenburgno era nem perto de estar irlandesa.
      E pensando que fez ela pensar sobre o Porco de Centavo. E Roarke.
      "Por que voc no diz a mim o que em seu sou mente, criana?"
      "Eu penso que ele vai mover dentro das prximas quarenta e oito horas, ento"
      "No, no sobre o caso." Existia uma tigela de amendoins na concha entre eles, mas ele empurrou isto de lado, sada sua bolsa de amndoas confeitadas. "Voc conseguiu dificuldade em casa?"
      "Merda, Feeney." Porque estava l, ela cavou na bolsa. "Eu tenho Summerset em casa. No  isto suficiente?"
      "E Roarke fora de em algum lugar enquanto seu homem est em casa com um busted alfinete. Deve ter sido importante o puxar longe agora mesmo."
      "Era. . Deus." Ela braceou seus cotovelos na mesa, ento solta sua cabea em suas mos. "Eu no sei o que eu deveria fazer. Eu no sei se eu devia dizer a voc. Eu no sei se ele quereria que eu dissesse a voc."
      "Ele no tem que saber que voc fez. No vai alm daqui."
      "Eu sei isto." Ele a treinou, Pensou Eve. Tomada sua verde da Academia. E ela o confiou. Ele foi parceiro com ela, ido por toda porta. E ela o confiou.
      "Eu terei que dizer a ele que eu disse a voc. Eu penso que isto  uma daquelas regras de casamento. Existem muito fricking muitos deles."
      Feeney no a interrompeu, e quando ele terminou sua cerveja, ordenado outro.
      " chegado a o estragar, sabe? Voc vai sua vida inteira pensando uma coisa, lidando com que voc acredita  verdade, ento voc consegue slammed no intestino, e isso tudo muda ao redor em voc." Ela sorveu sua cerveja. "Ele no embriaga-se. Ele danar at a linha, devia a ocasio pedir isto. Mas at quando for apenas do dois de ns fora de em algum lugar, ele no examina cuidadosamente a linha. Ele vai ficar ciente, em controle. Isto  caroo Roarke."
      "Voc no devia se preocupar porque um homem amarra um."
      "Eu no iria, se o homem no era Roarke. Ele fez isto porque ele est machucando e precisou cair fora da dor. Feeney, ele pode tomar um inferno de muita dor."
      Ento pode voc, Feeney pensou. "Onde ele est agora?"
      "Em Clare. Ele me deixou uma mensagemcondenar diferena de tempo. Ele disse que eu no devia me preocupar, ele era bom. Ele provavelmente iria ficar l, outro dia pelo menos, e ele estaria em toque."
      "Voc fez etiqueta ele de volta?"
      Ela agitou sua cabea. "Eu comecei, ento eu comecei segundo-achando eu mesmo.  como resmungo? Eu no sei. Ele disse que ele quis lidar com este ele mesmo. Ele  feito ele bonito claro que ele no me quer envolvido."
      "E voc est deixando ele cair fora com isto." Ele suspirou, pesado, e seus olhos de bass pareceram inclinar mais baixo. "Voc me desaponta."
      "O que sou que eu supus fazer! Eu estou no meio desta investigao, e ele diz que ele est indo para a Irlanda. Ele no esperar, d-me tempo para figurar coisas. Certas, ele no pode esperareu posso conseguir isto. Ele pegou um problema, e ele quereria negociar, imediatamente."
      "Uma daquelas regras de casamento  se um de voc est em dor ou dificuldade, voc no est nisto s. Voc sofrendo aqui, ele l. Isso no trabalha para qualquer um de vocs."
      "Bem, ele partiu. Ele estava a caminho fora quando ele disse a mim, para causa do Cristo. Eu estou ainda urinado sobre isto."
      "Ento voc devia estar fora a porta atrs dele."
      Ela desenhou suas sobrancelhas juntas. "Eu deveria ir para a Irlanda? Agora? Ele disse que ele no me quis l."
      "Se ele fez, ele est mentindo. Isto  um homem para voc, criana. Ns no podemos ajudar isto."
      "Voc pensa que ele precisa de mim para existir?"
      "Eu fao."
      "Mas o caso. Eu somente no posso"
      "O que sou eu, um nefito?" Feeney teve a genialidade para parecer insultado. "Voc no pensa que eu posso administrar como temporrios primrios para uns dias do par? Ou voc s quer o colarinho voc mesmo?"
      "No. No! Mas eu estou trabalhando todos estes ngulos, e as chances dele batendo novamente no prximo par de dias so"
      "Se voc conseguisse palavra que Roarke era machucado, sangrando das orelhas, voc se preocuparia sobre o caso ou consegue sua mudana de traseiro?"
      "Eu conseguiria minha mudana de traseiro."
      "Ele est sangrando do corao. Ento voc vai."
      Era to simples. Um nenhum-brainer quando puser s aquele modo. "Eu terei que passar sem tocar isto, e instalar alguns horrios para amanh. Consiga um relatrio."
      "Ento vamos ir fazer isto." Feeney embolsou suas nozes.
      "Obrigado. Realmente."
      "Nenhum problema. Voc compra a cerveja."
      
      
      Captulo 18
      
      Levou alguns fazendo, pedindo favores, lutando o para triplo de desejo verificar todo detalhe que ela j dobraria verificado.
      Levou blocagem todo instinto natural e pondo ela viaja acordos nas mos do Summerset.
      Ela foi para casa lotar uma bolsa leve, lembrando a se que ela podia ser alcanada em qualquer lugar, em qualquer hora. Que ela podia, se necessrio, voe para casa to depressa quanto ela estava voando longe. E que ela podia correr um op por controle remoto. Ela teve um time capaz.
      Ela no era o nico policial no NYPSD. Mas s ela era esposa do Roarke.
      Ainda, ela compassou o confim de pelcia de sua lanadeira de jato mais rpido como se inclinou atravs do Atlntico na escurido. Ela revisou suas notas, reread os arquivos e declaraes de testemunha.
      Tudo que podia ser feito estava sendo feito. Ela ordenou ao redor-da-vigilncia de relgio na garagem e o furgo. EDD instalou um de mais casa no furgo como auxlio.
      Se ele viesse por isto, eles se mudariam o teriam em custdia antes dele poder terminar digitando no cdigo de ignio.
      Toda a evidncia de rastro estava sendo combinada. Dentro vinte e quatro horas, forensics teria eliminado qualquer coisa de Ernestine e seu grupo de igreja, os empregados de garagem, as vtimas. Qual era remanescente seria o do assassino.
      Eles teriam DNA, e um caso slido.
      Ela teve homens no clube de dados, homens nas universidades, Louise na frente mdica. Algo quebraria, e logo.
      Ela tentou se sentar, relaxe. Mas no podia.
      Isso era todo policial enche. Ela conheceu o que ela estava fazendo como um policial.
      Mas onde ela era encabeada era territrio de esposa. Ela aprendeu algum do cho, e considerou que ela figurou como negociar isto bastante bem. Mas este setor era uncharted.
      Se ele no a quisesse l, ela iria fazer coisas piores?
      Ela tampou um disco em seu PPC e tocou de volta a mensagem que ele partiu em seu vnculo de escritrio de casa enquanto ela ainda estaria em justificao Central o caminho para partir.
      "Bem, eu espero que voc esteja dormindo." Ele sorriu, mas ele pareceu to cansado, ela pensou. Vestido fora cansado. "Eu devia ter chamado antes. Coisas ficadas . . . complicadas. Eu estou para ir para a cama eu mesmo. Chega atrasado aqui. Cedo, mais como. Eu no posso parecer lembrar da mudana de tempoimagina isto. Eu sinto muito que eu no falei com voc hojeontem. Que diabo."
      Ele deu um metade-risada, belisco a ponte de seu nariz como se aliviar alguma presso. "Eu sou punchy, precise de umas horas do par abaixo,  todo. Eu sou bom, nenhuma necessidade para se preocupar. As coisas no so o que eu esperei aqui. No pode dizer o que eu esperei. Eu chamarei voc depois que eu dormi um pouco. No trabalhe muito duro, Tenente. Eu amo voc."
      Ele no deveria parecer to cansado, ela pensou em um jacto sbito de raiva. Ele no deveria parecer to estonteado, ento condene vulnervel.
      Talvez ele no a quis l, mas ele s iria ter que lidar com isto.
      ***
      O amanhecer estava vislumbrando acima das colinas quando Roarke andou do lado de fora. Ele no dormiu longo, mas ele dormiu bem, dobrado em cima em um bonito, quarto de teto inclinado no ltimo andar, uma com cortinas de renda velho nas janelas e uma colcha feita  mo adorvel na larga, cama de ferro.
      Eles trataram ele como da famlia. Quase como um filho prdigo retornou para casa, e eles serviram para criana de assado e pandy que a verso irlandesa de fatted bezerro.
      Eles tiveram um ceili, empacotada com comida e msica e histrias. Pessoas, tantas pessoas juntando ao redor conversar de sua me, perguntar a ele, rir. Para lamentar.
      Ele no tinha estado bastante certo o que fazer de isso tudo, ou eles, os tios e tias e avs de primos pelo amor de Deusque teve muito de repente entrado em sua vida.
      O bem-vindo o humilhou.
      Ele estava ainda instvel. Esta vida eles viveram, e o mundo em que eles viveram isto, era mais estrangeiros para ele que a lua. E ainda ele levou uma parte disto, inconsciente, em seu sangue ao longo de sua vida.
      Como ele podia solucionar, em um assunto de dias, algo to enorme? Como ele entendeu que as verdades enterraram mais de trinta anos debaixo de mentiras? E morte?
      Com seu entrega seus bolsos, ele caminhou alm dos jardins de parte de trs com suas filas limpas de legumes, seu tangled alegria de flores, e fingered o boto cinza pequeno ele levou.
      Boto da Eve. Uma que caiu da jaqueta de um terno particularmente sem atrativo a primeira vez que ele a viu. Um ele levou como um talism desde ento.
      Ele seria mais fixo se ela estivesse aqui, ele estava certo. Cristo, ele desejou que ela estivesse aqui.
      Ele olhou atravs de um campo onde um trator zumbido junto. Um de seus tios ou primos seriam dirigindo isto, ele supostos. Fazendeiros. Ele originou-se de fazendeiros, e isso no era um contribuir o traseiro?
      Simples, honrado, trabalhador, Deus-temendoe tudo o outro metade dele no era. Era aquele conflito, aquela contradio, isso entrou no compor do que ele era?
      Era cedo suficiente que as nvoas serpenteadas em cima das verdes, suavizando o ar, suavizando a luz. Uma apara de Yeats examinou sua cabeaonde a colina  heaped em colina. E ento estava aqui. Ele podia ver aquelas colinas forar o recuo de para sempre, e cheirem a umidade de orvalho na grama, a Terra argilosa em baixo disto, o selvagem vagueando rosas acima de.
      E oua os pssaros cantando como se vida era um singular alegria.
      Toda a sua vidacertamente todo depois que ele escapou o bastardo que o procriou que ele fez como ele procurado. Procurou a meta de sucesso e riqueza e conforto. Ele no precisou de uma sesso com Mira dizer a ele que ele fez muito para compensar, at derrota, os anos de misria, pobreza, e dor. E ento o que?
      Ento o fuck o que?
      Um homem que no fez o que ele podia viver bem em vez de se espojar era um bobo.
      Ele tomou o que ele precisou, ou simplesmente querido. Ele lutou por, ou comprado, ou em um pouco de modo adquiriu o que o fez contedo. E a briga propriamente, a caa, a perseguio era toda parte do jogo que o entreteve.
      Agora ele estava recebendo algo, livremente, algo ele nunca consideraria, nunca permitiu que ele mesmo quisesse. E ele no soube que diabo para fazer com isto.
      Ele precisou chamar Eve.
      Ele olhou atravs do campo, atravs das nvoas prateadas e subida gentil de dolorida verde. Em lugar de retire-se seu bolso-vnculo que ele continuou a brinquedo com o boto. Ele no quis a chamar. Ele quis a tocar. Para segurar ela, s a segure e ancora ele mesmo novamente.
      "Por que eu vim sem voc?" Ele murmurou, "quando eu preciso de voc to sangrento muito?"
      Ele ouviu o muscular zumbir, reconheceu isto para que era um momento antes do jato-copter atravessar as nvoas como um grande pssaro preto atravessa um magro lquido.
      E reconheceu isto como um de seu prprio como leu rapidamente acima do campo, surpreendendo vacas, e causando seu primo de tioeles eram todo um obscurecer de rostos e nomes para ele ainda paraparar o trator e magro fora para assistir o vo.
      Sua primeira reao era uma embreagem rpida no intestino. Eve, algo aconteceu para Eve. Seus joelhos foram fracos no pensamento como o copter arrowed abaixo para uma aterrissagem.
      Ento ele a viu, a forma dela na cabina do piloto ao lado do piloto. O bon agitado de cabelo, a curva de sua bochecha. Plido, naturalmente. Ela odiou montar naquelas mquinas.
      A grama do campo foi nadar no ar deslocado como o copter anotar. Ento o som morreu, o ar estava quieto.
      Ela saltou abaixo, uma luz lota atirado acima de seu brao. E seu mundo endireitou novamente.
      Ele no moveu, no podia parecer como ele era muito atingia pela viso sua. Andando a passos largos atravs do verde, lanando um cauteloso olha para as vacas acima de seu ombro antes de seus olhos encontrados seus. Seguro seu.
      Seu corao rolado acima de em seu trax; A sensao mais adorvel ele j conheceria.
      Ele caminhou adiante para a encontrar.
      "Eu estava s desejando para voc," ele disse. "E aqui voc ."
      "Deve ser seu dia sortudo, s."
      "Eve." Ele ergueu uma mo, no bastante fixa, lida rapidamente seus dedos junto sua mandbula. "Eve," ele disse novamente, e seus braos estavam ao redor ela, proibidos como ao que ele a ergueu fora de seus ps. "Oh Deus. Eve."
      Ela sentiu o tremor o examina como ele enterrou seu rosto em seu cabelo, contra a curva de seu pescoo. E soube que ela tem sido certa de vir. Qualquer outro existia, ela tem sido certa de vir.
      "Certo de tudo agora." Para acalmar, ela correu ela d suas costas. " certo."
      "Voc aterrissou em um campo de vacas, em um jato-copter."
      "Voc est dizendo a mim?"
      Ele esfregou seu mos ao alto e abaixo seus braos na frente de Unking eles com suas e aliviando de volta olhar para seu rosto. "Voc deve me amar loucamente."
      "Eu devo."
      Seus olhos eram selvagens e bonitos, seus lbios morno e tenro que ele apertou eles para suas bochechas. "Obrigado."
      "Voc  bem-vindo, mas voc faltou um lugar." Ela achou sua boca com sua e o deixou pia. Quando ela sentiu o calor, o soco, seus lbios curvaram contra sua. "Isto  melhor."
      "Muito. Eve"
      "Ns temos um pblico."
      "As vacas no se importam."
      "No converse sobre as vacas, eles me rastejam fora." Quando ele riu, ela movimentou a cabea acima de seu ombro. "Pblico de duas pernas."
      Ele manteve um brao ao redor sua cintura, possessivamente, desenhando ela perto de seu lado  medida que ele girou. Ele viu Sinead aguardar o vaguear rosas, uma sobrancelha armada.
      "Isto  minha esposa," ele disse a ela. "Isto  minha Eve."
      "Bem, eu espero que ela seja seu, o modo que voc tem uma ala sua. Uma menina alta, no  ela, bastante bonita, tambm. Parea com que ela adapta voc."
      "Ela faz." Ele ergueu mo livre da Eve para seus lbios. "Ela realmente faz. Eve, isto  Sinead Lannigan. Isto  . . . minha tia."
      A Eve tomou a medida da mulher em um estudo lento, cuidadoso. Machuque ele, seu rosto claramente disse, lide comigo. Ela assistiu asa de sobrancelha mais alta do Sinead, e um fantasma de sorriso de lnguido ao redor sua boca.
      " bom para encontrar voc, Sra. Lannigan."
      "Sinead far. Voc veio a distncia toda da Cidade de Nova York naquela pequena coisa?"
      "Apenas da ltima perna."
      "Ainda, voc deve ser uma alma valente e aventureira. Voc teve caf da manh ento?"
      "Ela no teria, no," Roarke disse na frente de Eve poder responder. "Valente e aventureiro, ela , mas um estmago fraco para alturas."
      "Eu posso falar por eu mesmo."
      "Eu apostarei que voc pode." Sinead movimentou a cabea. "Entre ento, e bem-vindo. Eu consertarei voc tomar caf da manh. Seu homem no comeu qualquer um."
      Ela caminhou de volta em direo  casa. Entendendo sua esposa, Roarke deu mo da Eve uma rpida aperta. "Ela tem sido nada alm de tipo. Eu estou cambaleante pela generosidade que eu achei aqui."
      "Certo. Eu podia comer."
      Ainda, ela segurou sua opinio em reserva como ela se achou acomodado na mesa da cozinha enorme com Sinead manning o fogo e as panelas e caarolas em gosta de uns homens de condutor uma orquestra.
      Ela recebia ch, quase to preto quanto caf e to forte ela ficava surpreendido que no derreteu o esmalte em seus dentes. Mas povoou seu estmago ainda intranqilo.
      "Ento voc  um policial. Um que caa assassinos." Sinead olhou de relance atrs acima de seu ombro como ela esgrimiu uma esptula. "Roarke diz que voc  brilhante, e obstinado como um terrier, com um corao grande como a lua."
      "Ele pegou um lugar suave para mim."
      "Que ele faz. Ns somos informados que voc est no meio de um caso difcil agora."
      "Eles so todos difceis, porque mortos de algum que no deviam ser."
      "Claro, voc  certo." Intrigou, Sinead assistiu ela como carne chiada na panela. "E voc resolve a coisa."
      "No. Voc nunca resolve qualquer coisa, porque morto de algum que no devia ser," Eve repetida. "Eles no podem levantar fora do sepulcro, ento ele no pode ser resolvido. Tudo que voc pode ser fechar o caso, e confie o sistema para justia."
      "E existe a justia?"
      "Se voc mantiver nele longo suficiente."
      "Voc fechou este aqui depressa," Roarke comeou, ento parado quando ele viu seu rosto. "Voc no fechou isto."
      "No ainda."
      Para um momento, existia s o som da carne que frita na caarola. "Tenente, eu no teria puxado voc longe de seu trabalho."
      "Voc no fez. Eu puxei eu mesmo longe."
      "Eve"
      "Por que so voc importunando sobre o qual a menina, e aqui ela no  nem tido seu caf da manh." Para povoar um assunto que contou com que ela aquecesse to depressa quanto o toucinho, Sinead heaped comida em pratos, anotar eles. "Se ela for to brilhante quanto voc diz, ela devia saber o que ela ."
      "Obrigado." A Eve levantou um garfo, permutado seu primeiro olhar confortvel com Sinead. "Olhares grandes."
      "Eu deixarei voc para ele ento, como eu tenho algumas coisas para ver de cima. No se preocupe sobre os pratos quando voc for feito."
      "Eu penso que eu gosto dela," Eve comentou quando eles estavam s, ento cutucaram uma salsicha gorda com seu garfo. "Isto  de Porco?"
      "Mais provvel. Eve, eu quero sentir muito voc sentiu isto necessrio para partir no meio de uma investigao, mas eu sou to sangrento contente que voc est aqui. Eu no posso achar meu equilbrio, no tenha sido capaz de povoar eu mesmo desde que eu descobri sobre minha me. Eu lidei com os negcios inteiros mal. Estragou isto, topo para parte inferior."
      "Suposio voc fez." Ela tentou uma mordida de salsicha, aprovou. " bom para saber que voc pode atarraxar em cima de vez em quando, como o resto de ns mortais."
      "Eu no podia achar meu equilbrio," ele repetiu, "at que eu distingui-me l na nvoa da manh e vi voc. Simples como aquele para mim, parea. Ela est a, ento da minha vida onde devia ser, qualquer est continuando ao redor isto. Voc sabe o pior de mim, mas voc veio. Eu penso o que estou aqui, entretanto eu no entendo isso tudo ainda, no tomou isso tudo, pode ser o melhor de mim. Eu quero que voc seja parte disto."
      "Voc foi para Dallas comigo. Voc me viu por isto, embora era sobre como spero em voc como estava em mim. Voc embaralhou seu trabalho e seu horrio ao redor mais tempos que eu posso contar me ajudarat quando eu no quis voc."
      Ele sorriu agora. "Especialmente quando voc no fez."
      "Voc  parte de minha vida, at as partes eu quiseram que voc passe sem tocar de. Ento, mesmo vai, Roarke. Para melhor ou pior, ou todo o defecar isto  entre, eu amo voc." Ela scooped em cima ovos. "Ns em linha reta isto?"
      "Como uma seta."
      "Bom." E ento era os ovos, ela descobriu. "Por que voc no diz a mim sobre estas pessoas?"
      "Existe muito eles para comear. Existe Sinead, que era gmeo da minha me. Seu marido, Robbie, que trabalha a fazenda aqui com irmo do Sinead Ned. Sinead e Robbie tm trs crianas crescidas, que seriam meus primos, e entre eles, existem mais cinco crianas, e mais dois a caminho."
      "Bom Deus."
      "At no iniciou," ele disse com um risada. "Ned, ele  casado com Mary Katherine, ou talvez  Ailish. Eu sou bom em nomes, sabe, mas todos estes nomes e rostos e corpos estavam descendo como uma inundao. Eles tm quatro crianas, primos meu, e eles conseguiram fazer cincono eu penso que poderia ser mais seis. Ento existe irmo mais jovem do Sinead, isto  Fergus, que vive em Ennis e trabalhos em famlia da negcios de restaurante da sua esposa. Eu penso que seu nome  Meghan, mas eu no estou completamente certo."
      "No importa." J parecendo lotado, Eve acenou seu garfo.
      "Mas existe tantos mais." Ele sorriu amplamente agora, e comeu como ele no podia fazer por dias. "Minhas avs. Imagine ter avs."
      "Eu no posso," ela disse depois de um momento.
      "Nem posso eu, entretanto eu pareo ter eles. Eles foram casados quase sessenta anos agora, e eles so cordiais. Eles vivem agora em uma cabana acima da colina para o oeste. Eles no quiseram a grande casa, eu sou informado, quando suas crianas eram crescidas e casadas, ento ele veio para Sinead como ela era a pessoa que quis isto mais."
      Ele pausou, e ela no disse nada. S esperado por ele terminar.
      "Eles no querem nada de mim." Ainda perplexo por isto, ele quebrou uma fatia de po escuro brindado em dois. "Nada que eu esperei que eles querer. Existe nenhum deste, 'Bem agora, ns podamos usar um pouco do pronto desde que voc tem tanto e ns estamos no modo de sermos de famlia.' Ou 'Voc nos deve para todos os anos que passaram por.' Nem mesmo o 'Que o inferno faz que voc pensa que voc , vindo a si aqui, voc filho de um assassinar bastardo.' Eu esperei quaisquer daquelas coisas, teria entendido isto. Ao invs ele  'Ah, voc est a,  Menino do Siobhan. Ns estamos contentes por ver voc.'"
      Com uma sacudida de sua cabea, ele anotar o brinde novamente. "O que voc faz com isto?"
      "Eu no sei. Eu nunca sei como agir, ou sinta, quando algum me amar. Eu sempre me pareo inadequado, ou s estpido."
      "Ns nunca tivemos muita prtica nisto, no , voc e eu?" Ele coberto sua mo com sua, esfregou isto como se ele precisou do sentir de sua pele contra seu. "Dois perdidas almas. Se voc for feito l, eu gostaria de mostrar a voc algo."
      "Eu sou excedido." Ela afastou o prato. "Ela fez suficiente comida para metades dos residentes da Cidade de Calada."
      "Ns caminharemos para algum dele fora de," ele disse e tomou sua mo.
      "Eu no estou voltando com as vacas. Eu no amo voc tanto."
      "Ns deixaremos as vacas para seus negcios de vaca."
      "Qual  o que, exatamente? No, eu no quero conhecer," ela decidiu como ele a puxou fora a porta. "Eu consigo estes retratos misteriosos e assustadores em minha cabea. O que aquela coisa fora est l?" Ela perguntou, apontando.
      " chamado um trator."
      "Por que aquele sujeito est montando ao redor com as vacas? Eles no tm remotes, ou droids, ou algo?"
      Ele riu.
      "Voc ri"e era bom para ouvir isto"mas existem mais vacas que as pessoas ao redor aqui. E se as vacas ficaram cansado de rondar no campo e decidido, eh, ns queremos dirigir o trator, ou viva na casa, ou vista roupas durante algum tempo. O que ento?"
      "Lembre a mim para cavar fora Fazenda Animal da biblioteca quando ns chegarmos em casa, e voc descobrir. Aqui agora." Ele levou ela entregar seu mais uma vez, querendo o vnculo. "Eles plantaram este para ela. Para minha me."
      A Eve estudou a rvore, as folhas verdes luxuriantes e tronco e galhos robustos. " . . . uma rvore boa."
      "Eles souberam, em seus coraes, ela estava morta. Perdidos para eles. Mas no existia nenhuma prova. Tentando achar isto, achar-me quando eu era um beb, um de meus tios estiveram quase mortos. Eles tiveram que deixar vai. Ento eles plantaram este para ela, no querendo pr em cima uma pedra ou marcador. Apenas da rvore de cereja, isso floresce na fonte."
      Olhando para isto novamente, Eve sentiu algo clicar dentro dela. "Eu fui para umas comemorativas para uma das vtimas ontem  noite. Este trabalho, voc vai para muitos resumos do juiz e enterros. As flores e a msica, os corpos atingidos em exibio. As pessoas parecem precisar disto, a cerimnia, eu acho. Mas sempre parece fora para mim. Este parece certo. Isto  melhor."
      Ele assistiu seu agora como ela estudou rvore da sua me. "?"
      "As flores s morrem, sabe? E o corpo  enterrado ou queimado. Mas voc planta uma rvore e cresce, e ele vive. Diz algo."
      "Eu no posso a lembrar. Eu procurei de volta, fazendo eu mesmo meio louco tentando, de alguma maneira pensando se eu pudesse lembrar de algo, alguma coisa pequena, faria isto melhor. Mas eu no posso. E isto  isto. Ento esta rvore aqui,  algo slido, e mais confortante para mim que um marcador de pedra. Se existe mais que qualquer tempo ns temos vacilando ao redor aqui, ento ela sabe que eu vim. Que voc veio comigo. E isto  suficiente."
      Quando eles voltaram em, Sinead estava na cozinha retirar caf da manh. Roarke caminhou para ela, tocou uma mo para seu ombro.
      "Eve precisa voltar. Eu preciso ir com ela."
      "Claro." Ela ergueu sua mo, tocada sua ligeiramente. "Bem ento, voc iria melhor sobe e consegue suas coisas. Eu terei s um momento aqui com sua esposa, se ela no se importar."
      Prensa, Eve deslizou suas mos em seus bolsos. "Certo. Nenhum problema."
      "Eu s serei um minuto."
      "Ah . . ." Eve procurada por algo apropriado dizer quando ela estava s com Sinead. "Quer dizer muito para ele que voc deixa ele ficar."
      "Quer dizer muito para mim, para ns, ter tido este tempo com ele, porm pequeno. Era difcil para ele vir, dizer a ns o que ele aprendeu."
      "Roarke no  nenhum estranho a fazer o difcil."
      "Ento eu junto, e nem iria voc ser, se eu for um juiz." Ela enxugou suas mos em um pano, economiza isto. "Eu estava assistindo ele da janela antes, tipo de juntando retratos de que ele voc poderia dizer. Os uns sobre os quais eu posso compartilhar com Siobhan quando eu falar com ela. Eu converso com ela em minha cabea," Sinead explicou em olhar em branco da Eve. "E direito fora alto de vez em quando quando ningum . Ento eu sou juntar meus retratos, e existe um que eu nunca esquecerei. O modo que ele olhoua mudana em seu rosto, em seu corpo, no todo dele quando ele viu era voc. O amor era desnudo nele quando ele viu era voc, e ele  umas das mais encantadores coisas que eu j vi.  um retrato bom para ter em minha cabea, para ele ser criana da minha irm, homem crescido ou no, e eu quero o que serve o para. Voc parece ser."
      "Ns parecemos servir para um ao outro, Deus sabe por que."
      Ela sorriu agora, brilhante e bonita. "s vezes  melhor no saber todas as razes. Eu estou contente que voc veio, ento eu tive uma chance de olhar para voc, e veja o dois de seu junto. Eu quero mais chances com ele, e voc ser uma parte grande de deixar que acontece, ou prevenindo isto."
      "Ningum previne Roarke."
      "Ningum," Sinead disse com um aceno com a cabea, "mas voc."
      "Eu no faria nada para entrar o modo de algo que ele precisou. Ele precisou vir aqui. Ele precisar voltar. Talvez voc no estava olhando no lugar certo quando ele me apresentou para voc, quando ele olhou para voc. Ele j ama voc."
      "Oh." Seus olhos cheios antes dela poder parar eles, e ela piscou, enxugando neles depressa quando ela ouviu ele voltando em. "Eu consertarei voc alguma comida para a jornada."
      "No aborrea." Roarke tocou em seu ombro novamente. "Existe bastante ele na lanadeira. Eu fiz acordos ter o carro que eu dirigi aqui levantado."
      "Bem isso ser notcias tristes para meu Liam, que pensa que  como multa e imagina uma mquina como sempre construda. Eu tenho algo para voc." Ela alcanou em seu bolso, fechando seus dedos acima do tesouro como ela girou para ele. "Siobhan no tomou todas as suas coisas quando ela foi para Dublin. Ela ir voltar e consegue eles, ou mandem buscar eles, mas, bem, uma coisa e outro."
      Ela retirou-se uma cadeia magra e o retngulo de prata que oscilada disto. " s umas quinquilharias, mas ela vestiu isto freqentemente. Voc v isto  seu nome, em escritura de Ogham. Eu sei que ela quereria que voc tivesse isto."
      Sinead apertou isto na mo do Roarke, fechados seus dedos ao redor isto. "Jornada segura ento, e . . . ah, condena isto."
      As lgrimas a batem, estateladas sobre suas bochechas como ela embrulhou seus braos ao redor ele. "Volte, no ? Volte algum dia, e mantenha bem at que voc faa."
      "Eu irei." Ele fechou seus olhos, respirada ela em. Baunilha e rosas selvagens. Ele murmurou em Gaelic como ele apertou seus lbios para seu cabelo.
      Ela deu um risada aguado, puxado atrs para bater em suas bochechas. "Eu no tenho tanto do Gaelic."
      "Eu disse obrigado por exibio mim corao da minha me. Eu no a esquecerei, ou voc."
      "Veja que voc no faz. Bem, seja fora de ento antes de eu comear blubbering por toda parte voc. Adeus para voc, Eve, mantenha voc mesmo seguro."
      "Era um prazer para encontrar voc." Ela tomou Sinead  entregar um aperto firme. "Um prazer genuno. A lanadeira corre ambos os modos, se voc decidir vir para Nova York."
      Roarke apertou um beijo para suas tmporas como eles caminharam para o campo, e o espera copter. "Isso estava bem feito."
      "Ela  um levantar-se."
      "Que ela ." Ele olhou de volta em direo  casa, e a mulher que permaneceu atrs entrada para acenar eles.
      ***
      "Voc devia ter algum sono," ele disse para ela quando eles eram concordado coms a lanadeira.
      "No comece a cutucar em mim, camarada. Voc  a pessoa que parece com que ele tem estado em bender de semana."
      "Poderia originar-se do fato que eu consumi mais usque nos ltimos dois dias que eu tenho nos ltimos dois anos, completamente. Por que ns dois no esticar para um pouco?"
      Ela jiggled seu p, verificou o tempo, fez a matemtica. "Muito cedo para chamar Central e fazer o registro de entrada. Eu voltarei em umas horas do par de qualquer maneira, at no ter sentido falta qualquer hora."
      "S faltado sono." Ele se empenhou o mecanismo que tornou o sof largo em uma cama larga.
      "Muito acelerado para dormir."
      "Isto  isso?" Alguma da luz ela amou voltava em seus olhos. "Bem, o que ns podemos fazer para passar pelo tempo, ajuda voc relaxar? Jogo de cartas, talvez?"
      Seus olhos estreitados. "Jogo de cartas? Isto  alguns perverteram atividade sexual?"
      Ele riu, e a agarrando, lanada ela sobre a cama. "Por que no?"
      Mas ele era gentil, e ento era ela. Tenro, como ela era. Eles assistiram um ao outro  medida que eles tocaram. Ento ela podia ver as sombras que o assombraram que estes ltimos dias erguem longe, e deixe aquele fundo e vvido azul claro novamente.
      Amor, ela pensou, o ato disto, podia afugentar fantasmas durante algum tempo, dobre o morto longe. Aqui era vitalcio, com ele a enchendo, vida como ela cercou o comprimento duro dele, e seus dedos ligados, suas bocas encontrando.
      Vida, ele pensou, enquanto ela rosa para ele assim ele podia s afundar nela. Sua vida.
      ***
      Ela era definitivamente relaxada, e no particularmente sonolenta quando eles chegaram na doca de transporte em Nova York. Ento novamente, ela figurou, se uma mulher no era relaxada depois de uma sesso enrgica de jogo de cartas com Roarke, algo estava errado com ela.
      Ela deixa ele tomar a roda do veculo da cidade que ela partiu em seu estacionamento pessoal encaixa para o passeio casa assim ela podia usar suas energias para alertar Central ela voltava, e a trabalho.
      "Nenhum ponto em mencionar que voc podia ter tomado umas horas tempo pessoal antes de mergulhar de volta em."
      "Eu tive mais que minha cota de tempo pessoal. Eu sou bom." Ela examinou nele. "Ns somos bons agora."
      Ele fechou um dar sua como ele manobrou pelo trfico matutino cedo. "Ns somos, sim. O limpador da minha cabea que tem estado em dias. Eu acho que eu esteja um pouco ansioso para voltar para coisas eu mesmo."
      "Bom negcio. Ento antes de ns dois voltarmos para coisas, existe qualquer outra coisa que voc devia dizer a mim?"
      Ele pensou sobre Grogin, e o quo ntimo ele veio para cruzar uma linha. Linha da Eve. "No. Oh espere, existe uma coisa. Ele viradas fora eu sou um ano mais jovem que eu pensei que eu era."
      "Nenhuma brincadeira. Huh. Parece misterioso?"
      "Um pouco, realmente."
      "Eu acho que voc se acostumar a isto." Ela snuck um olhar para o tempo. "Escute, eu esvaziarei voc casa, ento encabece o centro da cidade direto para condenar." Seu Comunicador sinalizou.
      
      DESPACHO, Dallas, Tenente Eve.
      
      "Dallas, reconheceu."
      
      REPORTE CENTRO MDICO do LESTE LATERAL, SEGUNDA INSTALAO de ESTACIONAMENTO de NVEL SUBTERRNEO. HOMICDIO VERIFICADO POR FEENEY, CAPITO RYAN, NA CENA.
      
      "A caminho. Dallas fora. Goddamn isto, goddamn isto. Eu pensei que eu tive mais tempo. Eu tenho que esvaziar voc agora, Roarke."
      "Eu tomarei voc. Deixe-me fazer isto," ele disse antes dela poder objeto. "Deixe-me fazer qualquer que eu posso."
      
      
      Captulo 19
      
      As sirenas estavam gritando, e as luzes do veculo de emergncia giraram como acelerou por. Algum estava em apuros.
      Mas Alicia Dilbert no teve no mais necessidade para sirenas ou girando luzes; Sua dificuldade estava terminada.
      A cena j era cordoned, com Polis fazendo seu trabalho ocupado. A manh estava comeando a emitir fumaa, com a respirao quente do metr que arrota em cima pela abertura de calada adicionando outra camada.
      No canto, um operador de carro de deslizamento de empreendedor era instalado e fazendo uns negcios vivos vendem caf e sanduches de ovo fritos para Polis e trabalhadores de sadeambos de que deviam ter sabido melhor.
      A Eve cheirou o feder de ovos de fraude que chia no grelhar, o corpo odor de homens que tm estado no trabalho muito tempo, e o odor medicinal do hospital que agarrado para o ar lotado.
      Se os dias de cachorro de agosto no tomaram um descanso logo, a cidade iria encalir em seu prprio suor.
      Ela lacrou em cima, e abaixado com Feeney pelo corpo.
      "Palavra conseguida voc voltava, ento eu tardei tendo seu ensacado." Ele movimentou a cabea em direo a Roarke que permaneceu na extremidade da barricada. "Viagem rpida."
      "Sim. Ns somos bons. Ele  bom. Merda, Feeney. Merda. Eu devia ter estado aqui."
      "No teria feito uma maldio, e voc sabe isto. Ele no ficou passado ns. Van no foi tocado. Ningum abordou isto."
      "Ela est ainda morta, ento ele ficou passado ns de uma forma ou de outra." Ela consertou em culos de proteo e estudou o ferimento de corao limpo. "Ele mantm coisas ordenadamente, permanncias em padro." Com os culos de proteo em lugar, ela podia ver o magro, linha de lnguido de contuses em torno dos pulsos.
      "Ele a posou. Quando Morris a conseguir em, ele achar outras marcas dos arames que ele usa."
      "Sim. Dallas. Ele foi um pouco fora de padro este tempo ao redor." Entretanto seu rosto estava frio e fixava, existia um pouco labareda de fria em seus olhos como ele alcanou em sua bolsa de evidncia e tirou uma nota fechado hermeticamente.
      "Ela estava segurando isto. Ele teve isto batidos para seus dedos." Ele girou a bolsa para mostrar a Eve o envelope, e seu nome impresso nisto.
      A Eve tomou a bolsa de evidncia, girou a nota para ler.
      
      Tenente Dallas. Voc no entende. Como podia voc? Seu mbito  limitado. Meu  expandido. Voc v aqui uma vtima, mas voc est errado. Ela foi dada a um presente, um grande presente, e por um sacrifcio pequeno oferece aquele presente para outros.
      Voc pensa que eu sou um monstro, eu sei. Existir aqueles que concordam com voc e maldio meu nome. Mas existir mais, muitos mais, que vero, e finalmente entendam a arte, e a beleza, e o poder eu descobri.
      O que eu no  simplesmente por eu mesmo, mas para toda humanidade.
      Sua luz era brilhante, e  brilhante quieta. Eu espero um dia que voc saber isto.
      Voc v morte demais. Um dia s existir vitalcio. E luz.
       quase feito.
      
      "Sim,  quase feito," ela murmurou. Ela deslizou a nota em sua bolsa. "Limitado do meu mbito, Feeney, mas o que eu vejo aqui  uma bonita menina preta, ao redor de vinte anos de idade, vestido de um uniforme mdico. Mais ou menos cinco e cinco, cem e trinta. Nenhum ferimento defensivo."
      Ela curvou fecha novamente, girou a palma de direito da menina em cima. "Marca redonda leve, consistente com seringa de presso, em sua palma certa. Oi, como voc fazendo, bom ver voc novamente. E o bastardo tranqs ela com um aperto de mo. Vestido para trabalhe, ento ela estava vindo ou indo. Ns sabemos que?"
      "Aluno de Med, fazendo rotao aqui. Fora de turno s dez. Ns conseguimos declaraes de algum do pessoal que viu seu sair do trabalho."
      "Mmm." Ela continuou a estudar a menina. Bonito rosto, mas do rosto altas, afiadas. Cabelo preto brilhante, ondulado e desenhado tidily atrs com uma faixa na nuca de seu pescoo. Um trio de cravos ao longo dos lbulos de cada orelha.
      "Bonito ocupado ao redor aqui. Grande risco para concha ela em cima direito fora de um centro mdico s dez de noite. Voc conseguiu seu endereo de casa?"
      "Conseguido isto, e o resto." Entretanto ele lembrou, ele retirou-se seu e-bloco. "Alicia Dilbert, vinte. Aluno em NYU, Medicina. Residncia no Leste Sexto, pe seu lugar trs norte de quarteires daqui. Prxima de famlia  um irmo, Wilson Buckley."
      "O que?" Sua cabea surgiu. "O que voc disse?"
      "Buckley, Wilson, prxima de famlia."
      "Maldio." Ela massaged a parte de trs de seu pescoo. "Goddamn, Feeney, ns o sabemos."
      ***
      Quando ela fez tudo que ela podia na cena, ela caminhou para onde o Roarke permaneceu ao lado de Nadine. "No pergunte a mim agora," ela disse na frente de Nadine poder falar. "Eu darei a voc o que eu posso quando eu puder."
      Algo em expresso da Eve teve Nadine arreando seus instintos naturais e movimentando a cabea. "Certo. Por dez, Dallas. Eu preciso de algo por dez, algo mais que a linha oficial."
      "Quando eu puder," Eve estalada atrs. "Ele mandou a voc a transmisso em oh-seis e cem."
      "Meu habitual acorde telefonema, sim. Eu fiz meu trabalho cvico, Dallas. Pego do Feeney tudo."
      "Ento ele disse a mim. Eu no posso dar a voc mais agora, Nadine." A Eve penteou uma mo por seu cabelo.
      Algo est aqui, Nadine pensou. Algo ruim. "O que  isto?" Em um gesto de amizade, ela tocou tensed ombro da Eve. "Fora de registro, Dallas. O que  isto."
      Mas Eve s agitou sua cabea. "No agora. Eu tenho que notificar prximo de famlia. Eu no quero seu nome fora at que eu faa. Voc pode conseguir a linha oficial de Feeney. Ele estar na cena durante algum tempo ainda. Eu tenho que ir. Roarke?"
      "O que ele  que voc no dir a ela?" Ele perguntou como eles caminharam pelas multides e barulho para seu carro. "O que  diferente sobre este aqui?"
      "Graus de separao, eu acho. Eu conheo seu irmo. Ento faa voc." Ela olhou de volta na cena antes de subir atrs da roda. "Voc disse que voc quis fazer o que voc podia, ento eu estou usando voc. Eu quero Peabody com Feeney, conversando com o pessoal aqui, entrevistando pessoas em sua residncia. Eu vou precisar de alguma ajuda com a prxima de famlia."
      "Quem ?"
      ***
      Ele manteve ele mesmo perto de sua irm de beb, Eve notada. No no mesmo edifcio, nem mesmo no mesmo quarteiro, mas feche. E manteve seu distantes de seus negcios. A geografia simples falou com ela.
      D seu um pouco de quarto, deixe suas espalhadas suas asas, mas no deixem ela voar muito longe. E no deixe os sedimentos que freqentaram a sujeira de clube ela.
      Seu edifcio tido boa segurana. Ele seria cuidadoso sobre tais assuntos. Seu distintivo a conseguiu por isto, e at o quintos andar onde ela tomou uma respirao longa antes de apertar a cigarra.
      Minutos passados antes dela ver a luz piscar no scanner, e soube que ele estava verificando seu painel de segurana, vendo seu de p l.
      Piscou verde, e ele abriu a porta.
      "Eh menina l, branca. Por que voc tem roust mim durante meu tempo dormente?"
      Ele era enorme, um homem preto enorme desnudo mas para um purpreo loincloth e muitas tatuagens.
      "Eu preciso conversar com voc. Crack, ns precisamos entrar."
      Puzzlement atropelou seu rosto, mas ele sorriu amplamente. "Agora, voc no est me discutindo 'turno alguma dificuldade at o D&D. No mais continuando l que o habitual."
      "No  sobre o clube." O Abaixo e Sujo era seu beb, um sexo e clube de msica nos intestinos da cidade onde os bebidas foram a prxima coisa para letal.
      Ela teve o que passou por seu chuveiro nupcial l.
      "Merda. V caf de necessidade se eu for estou conversando com algum fraco-assed policial este tempo de dia. Roarke, voc no pode manter esta menina branca ocupada suficiente assim ela deixa-me ser?"
      Ela andou do lado de dentro. O lugar no a surpreendeu, nada sobre Crack fez. Era espaoso e limpo, tastefully decorado em que ela sups era arte africana, as mscaras, as cores brilhantes, os tecidos luxuriantes.
      Como um testamento para sua preferncia pela noite, as janelas largas eram cobertas com cortinas espessas longas aquela bloqueada fora a manh em sombras de carmesins e safira.
      "Suposio voc estar querendo caf, tambm," ele comeou, mas Eve deitou uma mo em seu brao antes dele poder mover em direo a que ela assumiu era a cozinha.
      "No agora. Ns precisamos nos sentar. Eu quero que voc se sente."
      As primeiras sugestes de irritao estalada em sua voz. "Que diabo isto  sobre que eu no posso me ter um golpe de caf quando voc me consegue fora da cama antes da rachadura de meio-dia?"
      " ruim.  ruim, Crack. Vamos sentar."
      "Algum bate meu lugar? Sumbitch, algum baguna com o D&D? Eu bloqueado em cima eu mesmo umas horas do par atrs. Que diabo?"
      "No.  sobre sua irm.  sobre Alicia."
      "Alicia? Saia." Ele bufou, acenada uma de sua lmina-de tamanha entrega demisso, mas ela viu o pulo de medo em seus olhos. "Aquela menina no est em qualquer dificuldade. Aquela boa da menina como ouro. Voc messing com minha menina de beb, Dallas, voc vai baguna com Crack."
      Nenhum outro caminho para fazer isto, Pensou Eve. Nenhum outro modo. "Eu sinto muito ter que dizer a voc, mas morta da sua irm. Ela foi morta algum tempo cedo esta manh."
      "Isto  bullshit!" Ele estourou, agarrando ela pelos braos, arrastando ela para seus dedes do p. At como Roarke avanou, Eve agitou sua cabea para o segurar de volta. "Isto  um goddamn mentira. Ela est na escola mdica. Ela vai ser um doutor. Ela est em classe agora mesmo. O que est errado com voc, entrando aqui dizendo a mim estar sobre meu beb?"
      "Eu desejo que fosse uma mentira." Ela quietamente falou. "Eu desejo para Deus que fosse uma mentira. Eu sinto tanto, Wilson." Ela disse seu nome dado, suavemente. "Eu sinto tanto para sua perda, desculpe estar o para dizer a voc. Ela foi."
      "Eu vou a chamar agora mesmo. Agora mesmo, e a consiga fora de classe." O danar swing desaparecido de sua fala. "Eu vou a conseguir fora de classe assim voc pode ver isto  uma mentira. O que voc fez,  que voc cometeu um engano. Voc cometeu um engano sobre este."
      Ela deixa ele ir, resistiu o desejo para esfregar ela pulsando braos onde seus dedos cavaram em carne. Ela esperou enquanto ele latiu em seu 'vnculo, esperado enquanto uma fmea musical verbaliza alegremente disse a ele que ela no podia tomar o telefonema, deixar uma mensagem.
      "Ela est s ocupada em classe." Sua voz, to grande, to certa, estava comeando a agitar. "Ns s afundaremos para a academia, consigamos ela fora de classe. Voc ver."
      "Eu rechecked a ID pessoalmente," Eve disse a ele. "Eu rechecked ele quando eu vi seu nome. Seja vestido agora, e eu tomarei voc para ela."
      "No ser ela. No ser meu beb."
      Roarke avanou. "Eu darei a voc uma mo. Quarto por aqui?" Ele levou Crack junto como se o grande homem era uma criana pequena.
      A Eve respirou fundo quando a porta do quarto fechado.
      Ento outro que ela chamou o morgue.
      "Isto  Dallas. Eu estou trazendo prximo de famlia em para Dilbert, Alicia. Eu quero seu apresentado to completamente quanto possvel. Eu quero seu drapejado, e eu quero que o visualizar quarto passado sem tocar. Nenhum civil ou pessoal na rea quando eu entrar."
      Ela clicou fora de. Ela podia dar a ele isto, ela pensou. Era pequeno suficiente.
      ***
      Ele no falou a caminho do morgue, mas hulked atrs do carro com seus braos dobrados acima de seu trax e guarda-sis escuros embrulhado em torno do topo metade de seu rosto.
      Mas ela o sentiu las exploses de frio que era seu medo, o pumping calor que era sua esperana.
      Ele manteve seu rosto evitado de sua, no passeio, no passeio abaixo os corredores brancos frios do morgue. Era sua culpa agora, ela entendeu isto. Sua culpa porque existia ningum mais para culpar por seu medo terrvel, sua esperana terrvel.
      Ela o levou em um soldado visualizando quarto onde ela e Roarke podiam o flanquear.
      "Se voc assistir o monitor," Eve comeou.
      "Eu no estou no assistindo nenhum monitor. Eu no no acredito em nada que eu vejo em nenhuma tela."
      "Certo." Ela esperou isto, se preparou para este. O vidro na frente deles estavam ainda escuros, a tela de isolamento comprometido. Ela apertou um boto debaixo disto.
      "Dallas, Tenente Eve, escoltando Buckley, Wilson, prxima de famlia. O pedido que visualiza para identificao pessoal de Dilbert, Alicia. Remova proteo de isolamento."
      O enfraquecido preto lentamente para cinza, ento passou sem tocar. Alm do vidro ela deita em uma mesa estreita, coberto para o queixo com uma folha branca.
      "No." A rachadura ergueu seus punhos para o vidro, bateu uma vez, duas vezes. "No, no, no." Ento ele atacou Eve, teria saltado nela se Roarke no antecipou e muscled Racha de volta, slapped ele contra o vidro.
      "Isto no  o que Alicia quereria." Roarke quietamente falou. "Este no a ajudar."
      "Eu sinto muito" era toda Eve podia dizer.
      Entretanto seu rosto era assassino agora, ele no fez nenhum movimento. "Voc me admite l. Voc me admite l com ela agora mesmo, ou eu o lanarei por este vidro e voc depois dele. Voc sabe que eu possa fazer isto."
      Ele podia, e ela podia o aturdir. Mas o pesar j era furioso at sufocar a fria em seu rosto.
      "Eu tomarei voc," ela calmamente disse. "Eu tenho que ser com voc, e as mquinas fotogrficas tm que ficar em. Isto  procedimento."
      "Fuck voc, e seu procedimento."
      Ela sinalizou Roarke de volta, falou no locutor novamente. "Eu estou trazendo para dentro o prximo de famlia. Por favor desocupe a rea. Venha comigo." Ela motioned com a mo baixa em seu lado para Roarke ficar onde ele estava.
      Ela moveu pelas portas, abaixo um corredor pequeno, e por outro fixa.
      Existiam outras mesas aqui, outras vtimas esperando ser visualizado. E mais, ela soube, no trao de gavetas refrigeradas em uma parede de ao ao longo da parte de trs. Ela no podia o proteger deles, podia s caminhar diretamente para Alicia, e resto sua mo no alvo de sua arma no caso dele perder controle.
      Mas ele andou para a mesa, olhado abaixo no bonito rosto com suas mas do rosto afiadas. Ele acariciou o cabelo preto brilhante suavemente, ento suavemente.
      "Isto  meu beb. Minha menina de beb. Meu corao e minha alma." Ele se debruou acima de, tocado seus lbios para sua fronte.
      Ento ele simplesmente deslizou abaixo, quase sete ps de massa slida, em uma poa chor no cho.
      Eve ajoelhada ao lado dele, ponha seus braos ao redor ele.
      Pelo vidro, Roarke assistiu como o homem enorme enrolado nela gosta de um conforto de beb ausente. E ela o balanou enquanto ele lamentou.
      Ela puxou mais cordas e apropriou um escritrio, conseguiu ele gua, e se sentou, segurando sua mo enquanto ele bebeu.
      "Eu era doze quando Mame surgiu para grvida novamente. Alguns bastardos feitos seus todos os tipos de promessas, e ela acreditou neles. Ele no ficou ao redor muito depois que o beb veio. A mame fez trabalho domstico, e whored algum no lado. Ela pe comida na mesa, um telhado acima de nossas cabeas, no teve tempo para muito mais. Alicia, ela era o mais bonito beb que voc j veria em sua vida. Bom como ouro, tambm."
      "E voc cuidou a de," Eve iniciada.
      "No se importou com isto. Ache que eu quis. Alicia era mais ou menos quatro quando Mame morreu. No era o whoring que fez isto. Um pouco de otrio ela estava limpando para conseguiu pegar um grupo ruim de Zeus e a atirou fora uma janela de dez andares. Eu estava trabalhando em clubes j, levantando mudana. Conseguidas algumas fraturas, conseguido algum dinheiro. Eu cuidei de meu beb. S porque eu corro clubes e cabeas de rachadura no significa que eu no cuidei de minha menina."
      "Eu sei isto. Eu sei que voc tomou bom ao cuidado dela. Voc viu que ela entrou em academia. Ela iria ser um doutor."
      "Esperto como um chicote, minha menina. Sempre quis ser um doutor. Quis ajudar pessoas. Por que algum machucaria aquela menina doce?"
      "Eu vou descobrir. Eu estou prometendo voc. Eu estou dando a voc minha palavra que eu vou a cuidar de agora. Voc tem que confiar-me para fazer isto."
      "Se eu o achar antes de voc"
      "No faa." Para cortar as palavras, ela apertou seu aperto em sua mo. "Se voc pensar que eu no sei como voc sente, voc est errado. Mas ele no ajudar Alicia. Ela amou voc tanto como voc a amou, no ?"
      "Chamou-me seu irmo grande, ruim." Outra lgrima deslizou abaixo sua bochecha. "Ela era a melhor coisa em minha vida."
      "Ento voc ajuda que eu a ajude. Eu quero que nomes das pessoas que ela soube. As pessoas com que ela trabalhou, tocou. Ela teve um namorado, qualquer um especial?"
      "No. Ela teria dito a mim. Ela gostou de meninos certo, no era qualquer prissy coisa, mas ela estudou duro, trabalhada tudo que ela podia no centro mdico. Ela sairia com amigos, deixe sair vapor. No em meu lugar," ele disse com que passou por um sorriso. "No quis ela em meu lugar."
      "Outros clubes, entretanto. Ela mencionou algum especificamente? Ela j mencionou que tempo de gastos em um lugar chamou Faz A Cena?"
      "Lugar de dados, certo. Muita a multido de academia vai l. E ela gostou desta pequena articulao prxima ao centro mdico. O bar de caf chamou Zing."
      "Crack, fez ela ter seu retrato tomado, profissionalmente, qualquer hora recentemente. Por qualquer razo. Trabalhe talvez, ou algo na escola. Talvez em um casamento ou uma festa."
      "Para meu aniversrio no ltimo ms. Ela perguntou o que eu procurado, e eu disse que eu quis um retrato sua, em uma armao de ouro. No s um daqueles estalo-ele-voc mesmo trabalhos, mas um retrato real onde ela estava todos vestiram-se bem multa, e o fotgrafo soube o que ele era at."
      Ela manteve sua voz esfriar como ela notou isto. "Voc sabe onde ela teve o retrato feito?"
      "Em algum lugar chamado Portography, bairro residencial. De primeira. Eu" Ele cessou bruscamente como seu crebro comeou a trabalhar pelo pesar. "Eu tenho ouvido este no noticirio. Isto  aquele filho de uma cadela que  crianas de academia de matana. Tomando seu retrato e matana eles. Ele matou meu beb."
      "Sim, ele fez. Eu vou o achar, Crack. Eu vou o parar e vejo que ele  posto em uma gaiola. Se eu pensar que voc vai entrar meu modo neste, eu terei que voc pe em um at que eu faa."
      "Voc pode tentar."
      "Eu s no tentarei," ela disse uniformemente. "Voc me sabe, e voc sabe que eu a suportarei agora, no importa o que leva. Ainda que ele quer dizer bloqueio voc longe at que eu faa o que  direito para ela. Ela  meu agora, tambm. Meu tanto como seu."
      Ele tentou conter-se as lgrimas. "Qualquer outro policial disse aquele para mim, eu no acreditaria nisto. Qualquer outro policial disse aquele para mim, eu diria qualquer que eu precisei dizer agitar ele soltar assim eu podia fazer o que eu quis fazer. Mas voc no  qualquer outro policial, menina branca. Voc cuida de minha irm de beb. Voc  o nico que eu daria a ela."
      ***
      "O que eu posso fazer?" Roarke perguntou a ela quando eles permaneceram em seu carro fora do morgue.
      "Voc conseguiu algum puxar no Centro mdico do Leste Lateral?"
      "Dinheiro, Tenente, sempre tem puxar."
      "Aqui seja o que eu estou pensando. Talvez ele etiquetou ela dos arquivos em Portography. Isto  um vnculo. Talvez ele etiquetou ela do clube de dados. Estala toda vez. Mas, se ele estiver doente, e eu penso que ele est doente, ela poderia ter o reconhecido do centro mdico. Se ele usar isto, ou usou isto, o pessoal no poderia notar ele rondar. Se ele a levasse l fora, era porque as pessoas esto acostumadas a o ver, ou reconheceram seu rosto e no pensaram nada disto. Eu tenho Louise perguntando ao redor, mas ela est indo nele do doutor no angularnenhum nome, isolamento paciente, e blah blah."
      "E voc gostaria de algum que no  to particular sobre isolamento."
      "Trs crianas mortas. Sim. Eu no dou um voador fuck sobre isolamento. A graxa qualquer palma que voc precisa engraxar e ver se voc pode me achar algummacho, vinte e cinco a sessentano, quarenta. Ele  mais jovem. Aquele palmo de idade, com uma condio sria, talvez fatal neurolgica. Consiga-me um nome."
      "Feito. O que mais?"
      "Isto no  suficiente para voc?"
      "No, eu gostaria de manter ocupado agora mesmo."
      "Summerset"
      "Eu falei com ele via 'vnculo. O que mais?"
      "Voc podia usar aquele crebro torcido e aqueles dedos inteligentes para me descobrir tudo que voc pode em Javert. Qualquer combinao com Henri ou Luis. Qualquer coisa que estala em torno do esvaziar locais, o clube de dados, as academias, Portography e o suspeito nomeia que eu vou dar a voc que eu no devia estar dando a voc."
      "Cheiros como zango trabalhar."
      Ela sorriu. "Ento?"
      "Feliz para ser de ajuda, Tenente."
      "Pergunta. Voc possui portos de estacionamento, garagens, muitos, subterrneos."
      "Eu acredito em que eu tenha alguns em meu imprio vasto, por que?"
      "Consiga para-me aqueles que colocam em linha secundria?"
      Sua sobrancelha erguida. "Eu tenho medo que eu no entenda o que voc est insinuando."
      Ele voltava, ela pensou. Esperto como sempre. "Salve isto, camarada. Eu especialmente quero uns dentro de um raio de dez quarteires de Dcimo oitavo e Stimo. Ele nos viu roust Billy. Ele soube que ns estvamos l, assistindo o furgo, ento ele achou alternado transpo. Ele planeja, ento ele teve um auxlio j assinalado, e eu estou apostando que ele teve fechar. Eu estou procurando por um backdoor aluguel, veculo indefinvel em boa condio, provavelmente outro furgo. Voc me estala algo bom, e voc conseguir uma recompensa."
      "Voc, desnudo, e uma quantidade grande de molho de chocolate?"
      "Pervertido. Reunir seu prprio transpo, camarada. Eu tenho a concha em cima Peabody e entrei no campo."
      Ele a agarrou para um beijo quente primeiro. Oh sim, ela pensou como o topo de sua cabea desprendeu-se, ele era definitivamente atrs.
      "Bom estando em tandem com voc novamente, Tenente."
      " disso que ns somos?" Ela pausou, estudando ele como ele insistiu na calada. "Voc consegue Summerset em seus ps e fora do pas, e eu trarei o molho de chocolate."
      "Existe uma data," ele murmurou como ela deslizou em seu veculo e foi embora.
      ***
      "Eu sinto muito sobre Crack, Dallas."
      "Ento seja eu."
      Acomodado no passageiro acomoda, Peabody ergueu suas mos. "Eu at no conheci que ele teve uma irm. Sente como eu devia ter."
      "Ela ainda estaria morta," Eve disse de modo plano.
      "Sim, ela ainda estaria morta. Voc pensa que ns devamos, eu no sei, envie flores? Algo."
      "No, no floresa." Ela pensou sobre rvore de cereja do Siobhan. "Coloque no lugar isto, Peabody. Ns fazemos o trabalho."
      "Sim, senhor." Peabody lutou contra o ressentimento. O Crack era um amigo. Voc fez algo para um amigo. "Eu s quero que ele saiba ns estamos pensando sobre ele, isto sou todo."
      "A melhor coisa para fazer para ele  para fechar o caso, veja que a pessoa que fez sua irm  bloqueada longe. As flores no o vo confortar, Peabody. A justia poderia, pelo menos um pouco."
      "Voc  certo,  s duro quando bater este fechar."
      "Deveria ser duro. Quando voc comear a pensar que  fcil, gire em seu distintivo."
      Peabody abriu sua boca, insultado pelo tom, ento viu a fadiga, e a raiva s debaixo da proteo. "Onde ns estamos indo? Eu devia conhecer, eu devia ser capaz de figurar isto." O exame assomado do detetive acima de sua cabea gosta de um machado. "Mas eu no posso."
      "Como ele a transportou?"
      "Ns no sabemos. Ainda," ela adicionou.
      "Por que ns no sabemos?"
      "Porque ele no usou o furgo que ns tivemos debaixo de vigilncia."
      "Por que ele no usou o furgo que ns tivemos debaixo de vigilncia?"
      "Porque . . . porque ele soube que ns estvamos assistindo isto." No ltimo minuto ela conseguiu mudar o tom de uma pergunta at uma declarao. "Voc pensa Billy deu uma dica pra ele?"
      "No ?"
      Ela lutou com ele para um momento, trabalhou isto. "No, senhor. Pelo menos no deliberadamente. De pouca importncia do Billy. Ele no est segurando mos com um assassino consecutivo. Ele copped para a linha secundria, ele cooperou. Ele pegou uma criana e a criana importa. Ele no quer este tipo de dificuldade."
      "Ento, como nosso sujeito soube evitar garagem do Billy?"
      "Outra pessoa podia ter dado a dica pra ele." Mas isso no fez gel para ela. "Ele poderia ter ficado nervoso, usando o mesmo furgo. Mas no," ela continuou, resolvendo isto, "ele pega para padro. Ele gosta de sua rotina. Ento ele teve que saber que ns fizemos o furgo e estvamos esperando. Ele teve que nos ver l. Ele viu voc. Reconheceu voc da tela, soube que voc era primrio neste caso, manchado meu uniforme. Jig est em cima no furgo cinza."
      "E como ele nos viu?"
      "Porque . . . cague. Porque ele vive ou trabalha na rea! Voc j disse que voc figurou que ele fez, e este adiciona peso. Ele manchado ns da rua, ou uma janela."
      "Estrela de ouro para voc."
      "Eu conformar-me uma proteo de ouro."
      A Eve parou um metade-quarteiro do porto de estacionamento. Ela quis ver a rea de primeira mo em lugar de uma tela de computador. Ela quis que o sentir disto, o ritmo do setor, os pontos de vista.
      No muito feche, ela meditou. Ele seria cuidadoso sobre escolher seu transpo de um direito de porto da casa ao lado. Mas feche suficiente assim ele podia assistir isto, veja os negcios sendo feito, a operao. mbito ele fora, escolha sua marca.
      Sim, o furgo cinza agradvel dirigido pela senhora velha. As corridas gostam de um topo, nenhuma caracterstica especial. Misturas. Bastante o espao se coisas comeam a indo sul e ele tem que msculo sua marca atrs.
      "Ele vive aqui," Eve disse. "No seu espao de trabalho. Ele v o furgo sair nos domingos. Ele assiste o porto de noite para ver como os negcios so aprovados. Ele vive ao redor aqui, mantm para ele mesmo, no aborrece seus vizinhos. Perfil baixo. Misturas, s como seu veculo de escolha."
      Ela subiu de volta em sua unidade e rezou o controle de clima conteria-se o calor enquanto ela trabalhou. "Comece a correr os edifcios para residentes. Eu quero machos nicos primeiros."
      "Qual os edifcios?"
      "Todos eles. O quarteiro inteiro."
      "Indo tomar algum tempo."
      "Ento seria melhor voc iniciar." A Eve esquadrinhou os edifcios um oeste de quarteiro, e zeroed em os chos superiores. O sujeito com equipamento de imagem provavelmente teve algumas lentes de longo alcance boas, ela especulou.
      Usando seu 'vnculo, ela comeou uma corrida de sua prpria.
      
      
      Captulo 20
      
      Nada estalada para ela, e quando o controle de clima comeou a fofocar, ela ignorou isto e continuou trabalhando. Nuvens feias chegadas, atirando a rua em um sludgy obscurece. FAT, mdio splats de chuva comeou a bater o pra-brisa, heralded por um grunhido longo de trovo.
      "Tempestade parece srdida." Peabody esfregou atrs de seu pescoo e atirou um olhar em perfil do seu tenente. Existia um orvalho leve de suor em rosto da Eve, mas ele podia ter sido o resultado daquela concentrao maligna tanto como o calor. "Talvez ele esfriar coisas."
      "Ns s teremos molhado calor. Fucking agosto." Mas ela disse isto absently, quase afetuosamente. "Ele est aqui, Peabody, mas onde  seu buraco de parafuso? Em algum lugar bom e seguro, onde limpo de tudo, tudo esteja em seu lugar.
      "Retratos," ela murmurou, olhando fixamente pela janela de chuva lavada no obscurecer. "Imagens tacked em cima por toda parte das paredes. Ele precisa ver seu trabalho. Julgue isto, admira isto, crtica isto. Seu trabalho  sua vida. Seu trabalho  vitalcio."
      "Emaranhado e emoldurado."
      "O que?"
      "No tacked em cima," Peabody disse. "Emaranhado e emoldurado. Ele quereria o melhor dele bem apresentado, certo?"
      Com carranca de um considerar, Eve girou sua cabea. "Boa. Isto  bem de maldio. Emaranhada e emoldurada. Onde ele consegue o material? Local? On-line? Ele quereria bom material, no ? O melhor ele podia dispor. Muita armaes. Provavelmente unificou. Ele pegou um estilo especfico, ento ele quereria eles emoldurados em um estilo especfico. Consiga-me o topo dez sadas na cidade para comear."
      "Sim, senhor. Onde ns estamos indo?" Ela perguntou como Eve puxou longe do meio-fio.
      "Escritrio de casa. Equipamento melhor."
      "Galanteie-hoo. Desculpe." Mas Peabody no aborreceu suprimir o sorriso. "Comida melhor, tambm. Jesus." Ela saltou quando raio chicoteado pelo cu. "Material srio. Voc j escondeu debaixo das coberturas durante uma tempestade quando voc era uma criana e contava os segundos entre o flash e estrondo?"
      Ela tem sido sortuda se ela tivesse coberturas como uma criana, Pensou Eve. E tempestades no eram a parte assustadora de sua vida. "No."
      "Ns fizemos. Eu ainda fao s vezeshbito. Goste . . ." Ela assistiu o prximo flash e comeou a contar fora alto. "Um, dois, trs. Pow." Ela deu um tremor rpido no estrondo. "Bonito fim."
      "Se voc ouvir isto, no  fechar suficiente para se preocupar sobre. Sadas, Peabody."
      "Desculpe, surgindo. Eu consegui trs bairro residencial, um midtown, dois em Soho, uma Tribeca"
      "Selecione isto para uns prximos ao porto de estacionamento ou as universidades. Raio de cinco quarteires." Enquanto Peabody trabalhou, Eve seguida a prxima corcunda e chamou Portography. "D-me Hastings."
      "Ele est em sesso," Lucia disse primly, e com uma no antipatia bastante oculta. "Eu teria muito prazer em tomar uma mensagem."
      "Ele sai de sesso, ou eu entro e o puxo fora de sesso. Escolha."
      Lucia carranqueou, mas trocou o 'vnculo para segurar onde a Eve era oferecida a imagens inconstantes do trabalho do Hastings e um acompanhamento musical. Ele apareceu parecer suado e vermelho-enfrentado.
      "O que? O que? Eu tenho que assassinar voc em seu sono?"
      "Coisa de Dumbass dizer para um policial, camarada. Onde voc consegue suas armaes?"
      "O que? O que?"
      "Pare de dizer isto. Armaes? Onde faz que voc consegue as armaes para suas fotografias. Seu trabalho pessoal?"
      "Como o inferno eu sei? Inferno de Freaking. Ns no levamos eles no andar de baixo? Lucia! Ns no levamos fricking emoldura no andar de baixo?"
      "Sabe, Hastings, eu estou comeando a gostar de voc. Voc usa o fricking armaes que voc leva no andar de baixo para seu trabalho na galeria?"
      "Eu no sei. Eu no sei." Se ele tivesse cabelo, Eve estava certo que ele teria puxado isto. "Se eu descobrir, voc me deixar o inferno s?"
      "Eu poderia."
      "Eu voltarei para voc," ele estalou, e rudely corta.
      "Sim, eu gosto dele."
      Ela estava dirigindo pelo porto quando ele a zumbiu de volta.
      "Ns conseguimos todos os tipos de fricking armaes. Ns somos piolhentos com eles. Ns no levamos o que eu uso porque, Lucia diz a mim, ento todo mundo usaria eles e eles no seriam sem iguais ou algum feliz horseshit. Eu consigo eles de goddamn Helsinki."
      "Helsinki," Eve repetida, pasma.
      "Limpa, simples, escandinava." Sua boca tranada em um sorriso raro. "Asntico, mas l voc vai. A ordem especial de um pouco de lugar chamou Kehys. Signifique Armao. Har de har. Que isto?"
      "Sim, no momento."
      "Bom." Ele a corta fora de novamente.
      "Homem depois de meu prprio corao. Peabody?"
      "J em diante isto. Os dados em Kehys sendo bem sucedido."
      "Siga isto."
      "Me, senhor?"
      " sua linha. Arraste isto." Com este, Eve desenrolada do carro e fez um beeline para a casa.
      Ela agitou se gostar de um cachorro molhado quando ela bater o vestbulo, comeou a desnudar-se fora da jaqueta que conseguiu soaked na corrida pequena. E a voz, como ira mais fria do Deus, abriu o corredor prstino.
      "Pare isto imediatamente! Isto est uma casa, no um bathhouse."
      Com sua jaqueta que goteja em sua mo, ela assistiu Summerset avanar. Ele usou uma cana, e mancou bastante fortemente, mas seu rosto era aparecido seu habitual pruney e desaprovando linhas. Ele levou toalhas acima de seu brao.
      "Se voc for capaz de caminhar naquelas varas feias que voc chama pernas, por que voc est ainda em meu universo?"
      Ele a deu uma toalha, ento habilidosamente pegou a jaqueta dela. "Eu estarei partindo em meu feriado adiado de manh. Enquanto isso, voc est fazendo uma poa no cho."
      "Enquanto isso voc est fazendo um zumbido em minhas orelhas." Ela girou em direo aos degraus da mesma maneira que Peabody apressou em.
      "Summerset!" O encantar-se em sua voz teve Eve rolando seus olhos heavenward. "Eh,  grande para ver voc em cima e ao redor. Como voc est sentindo?"
      "Bastante bem ao todo, obrigado." Ele ofereceu a ela uma toalha. "mido do seu uniforme, Oficial. Eu teria muito prazer em conseguir para voc algo secar vestir e ter seu uniforme lavado."
      "Eu realmente apreciaria isto." Ela cessou bruscamente na Eve de som fezum um tanto quanto grunhido gutural. "Eu estarei em seu escritrio," Peabody sussurrou, ento correu em cima os degraus atrs de Eve. " mido," ela comeou. "Eu podia apanhar um resfriado ou algo. No queira ficar doente durante uma investigao, especialmente quando eu estiver estudando como louco durante meu fora de tempo."
      "Eu disse qualquer coisa?"
      "Oh sim. Voc disse bastante."
      A Eve meramente enviou Peabody um olhar fixo longo, suave que fez o cabelo atrs de pescoo do seu ajudante permanece na ateno. "Eu vou mudar em algo bom e comfy e seco."
      Ela mudou de direo fora de e andou a passos largos no quarto.
      S para despeito, ela deixa suas roupas molhadas carem em uma pilha encharcada. Isso queimaria seu traseiro sseo, ela pensou. Ela prolongou uma Camiseta, cala jeans, amarrada com correia sua arma atrs em lugar, e se considerou feito.
      Para dar tempo de Peabody extra, ela encabeou em escritrio do Roarke em lugar de sua prprio.
      Quando ele olhou de relance em cima, quando ele sorriu, ela sentiu vrias as reas rochosas de sua vida vai liso novamente.
      "Oi, Tenente."
      "Oi, civil." Talvez ela podia tomar s um minuto de tempo extra se. Ela caminhou ao redor seu console, debruado abaixo, e pegou seu rosto em suas mos, apertada sua boca para seu.
      "Bem ento," ele observou, e comeou a a arrancar sobre seu colo.
      "Uh-uh, isto  tudo que voc consegue."
      "Ento, voc acabou de entrar torturar e me atormentar?"
      "L voc vai. O que voc tem para mim?"
      "Uma resposta muito crua para aquela pergunta pula na mente, mas eu tomo isto que voc est referindo a minha pequena lio de casa em lugar de meu"
      "Afirmativa." Mas aliviada, ela se sentou na extremidade de sua console o enfrentar. Era bom para ver a tenso ido de seu rosto, do conjunto de seus ombros. "Eu tenho Peabody trabalhando um ngulo, uma ela apresentou. Eu acabei de gastar uma bom hora stewing mais de um de meu prprio sem conseguir uma pancada."
      "Eu no sei quanto eu posso adicionar a aquele. Entretanto espalhando a graxa ao redor, por seu pedido, tem netted mim alguns nomes, nenhum ajusta seu perfil."
      "Talvez eu sou fora de." Ela afastou o consolar, compassada acima da janela para desviar a vista de na tempestade. "Eu tenho sido fora desde o conseguir-continuar isto."
      "Se voc tiver, eu tomarei a culpa por isto."
      "Voc no vive dentro de meu crebro."
      No ? Ele perguntou-se. "Eu no tenho sido qualquer ajuda para voc."
      "Engraada," ela disse sem girar. "Eu consegui ser um policial satisfatrio para uma dcada cheia antes de voc vir para valsando junto."
      "Eu no acredito em que eu valsei junto. E eu no tenho nenhuma dvida que voc continuaria a ser um grande negcio mais que um policial satisfatrio sem mim. Mas o fato  que eu distra voc. Preocupando sobre mim dividi ambas sua concentrao e suas prioridades. Eu sinto muito para isto."
      "Eu acho que voc nunca teve eles dividirem porque voc estava preocupado sobre mim."
      "Eu gostaria de dizer algo para voc. Olhe para mim, no ?" Ele esperou at que ela girou. "Eu sou pego entre orgulho e terror toda vez voc coloca aquela arma e sai para a porta. Toda vez. Mas eu no teria isto qualquer outro modo, Eve. No teria voc qualquer outro modo, como isto  quem voc  e quem ns somos juntos."
      "No  fcil sendo casado com um policial. Voc faz um bom trabalho disto."
      "Obrigado por isto." Ele sorriu novamente. "Voc faz um bom sendo casado com um antigo criminoso."
      "Hurra para ns."
      " importante mim ter uma conexo com que voc faz. Ainda que  s escutar, entretanto eu aprecio fazer mais que isto."
      "Diga a mim."
      "Eu sou aborrecido comigo mesmo para difuso seu enfoque neste caso porque eu no fiz o que eu teria exigido que voc faz. Eu no esvaziei em voc. Se eu tivesse, ns teramos puxado este todo junto mais cedo. Da prxima vez eu sou problemtico como isto, estar certo eu arrastarei voc em minhas preocupaes imediatamente."
      Seus lbios twitched. "Bem de sons. E se voc no me arrastar rpido suficiente, eu lego palmada justa voc ao redor at que voc derrame."
      "Feira suficiente."
      "Agora, vamos tomar um olhar para os nomes."
      Ele pe eles em uma tela de parede. "No existe nada em qualquer macho em seu grupo de idade. No com um problema neurolgico srio."
      "Talvez ele no  o crebro. Talvez ele  alguma outra parte ido encantadora."
      "Bem, eu tomei aquela em considerao. Existe quieto nenhum paciente fora daquele centro mdico particular com uma condio de vida ameaadora naquele perfil. Eu posso expandir isto, espalhando mais graxa como era, ou simplesmente tempo de economia e dinheiro por corredios em registros em outras instalaes."
      Ela considerou isto. No seria a primeira vez que ela deixou ele escorregar em torno da linha. Mas at com suas habilidades, estava destinado a tomar horas, potencialmente dias, cortar pelas instalaes mdicas numerosas na cidade.
      E era s uma corcunda. S uma coisa de intestino.
      "Vamos tocar isto pelo livro, mais ou menos, no momento."
      Ela esquadrinhou os nomes. As pessoas estiveram morrendo, ela notou, mas no existia nenhum assassino para caar e gaiola. O assassino era seu prprio corpo, ou destino, ou m sorte justa. Brotamento de tumores em cima em lugares inconvenientes, espalhando, propagando, preparando dentro do crebro.
      A cincia podia localizar eles, e se fosse cedo suficiente, se o paciente teve o seguro ou conta bancria certa, tratamento podia e erradicava. Mas era freqentemente muito tarde, ela meditou, lendo a lista de nomes. Ela no teve nenhuma morte de idia era to prevalecente de dentro do corpo.
      A maioria de era de idade avanada, era verdade. Mais j celebrou seu centenrio. Mas existia uma difuso de vtimas mais jovens.
      Darryn Joy, envelhea setenta e trs. Marilynn Kobowski, envelhea quarenta e um. Lawrence T. Kettering, envelhea oitenta e oito.
      J morto ou morrendo, ela notou.
      Conine A. Stevenson, envelhea cinqenta. Mitchell B.
      "Espere. Espere. Stevenson, Conine A., dados cheios."
      "Consiga uma pancada, no ?"
      "Sim, oh sim." Ela arrancou fora seu PPC, parou as informaes residentes sobre um dos edifcios que ela correu, o um oeste de quarteiro do porto de estacionamento.
      "Stevenson acabou de acontecer viver a pouca distncia do porto de estacionamento. Dcimo segundo andardando uma viso boa da rea, uma viso excelente se voc acontecer ter lentes de longo alcance."
      "Como um fotgrafo iria."
      "Sim." Ela olhou de volta na tela. "Ela morreu, apesar de quedois anos de tratamentosltimo setembro. Nenhum cnjuge em registro. Uma criana, sobrevivendo filho, Gerald Stevenson. 13 de setembro de 2028 nascido. Existe um goddamn pancada. Corra o filho."
      "J em diante isto," Roarke disse por detrs ela como Peabody estoura pelo juntar porta.
      "Dallas, eu consegui algo. Javert, Luis Javert." Seu rosto era esvaziado com a descoberta. "As armaes ordenadaso mesmo estilo quando Hastings est permanecendo ordem, da sada de Helsinki. Um tamanho16 por 20. Ele  tido 50 deles transportado para uma gota de correio em Nova York, Transporte do Oeste Broadway, em Tribeca."
      "Como ele pagaria?"
      "Transferncia direta. Eu preciso de autorizao para solicitar uma autorizao para o financeiro."
      "Voc tem isto. Use meu nmero de distintivo. Roarke."
      "Um pouco de tempo aqui, Tenente. Existe mais de um Gerald Stevenson na cidade inflamada. Mas nenhum com que DOB," ele disse depois de um momento. "Nenhuma naquela residncia. Ele no est usando aquele nome. Se ele for mudado isto legalmente, eu terei que cavar ao redor um pouco."
      "Ento consiga uma p. Ainda listado do seu nome como residente no apartamento. Algum est vivendo l e no seria filho do Conine Stevenson Gerald? Peabody! Comigo."
      "Sim, senhor. Um minuto."
      "Etiqueta Feeney," ela chamou para Roarke como ela andou a passos largos fora. "D a ele o que voc tem. O mais e-fala sem parar isto, o melhores."
      "E-homens, Tenente," ele corrigiu. "E-homens." Ento ele meneou seus dedos gostarem de um pianista sobre tocar uma sonata complexa.
      Era bom para voltar.
      ***
      Ela teve que esperar por Peabody voltar em uniforme, ento usou o tempo para contactar o chefe e sumrio ele.
      "Voc quer auxlio uniforme?"
      "No, senhor. Se ele localizar uniformes, poderia fantasma ele. Eu gostaria de Baxter e Trueheart, roupas suaves, s para assistir os egressos do edifcio. O suspeito no tem, datar, demonstradas quaisquer propenses violentas, mas ele pode fazer se e quando encurralado. O apartamento onde eu acredito em que ele resida  doze chos. S sada  pela porta da frente, ou fora a janela e sobre a emergncia evac rota. Peabody e eu teremos a porta. Baxter e Trueheart podem homem o evac rota."
      "Voc tem uma pilha boa de circunstancial, Tenente, mas tendo uma me morre de cncer de crebro no vai ser suficiente para uma autorizao."
      "Ento eu terei que ser persuasivo, senhor, e convena ele para me deixar do lado de dentro." Ela examinou seu ombro como Peabody desceu para os passos, em seus recentemente lavados, blues do vero meticulosamente apertado. "Ns estamos prontos para ir aqui, Chefe."
      "Eu terei seu auxlio em lugar dentro quinze minutos. Mova suavemente, Dallas."
      "Sim, senhor." Ela concluiu a comunicao.
      "Nada como um uniforme limpo." Peabody cheirou sua prpria manga. "Ele usa algo com apenas do faintest sugesto de limo. Bom. Eu terei que perguntar a ele o que  quando ele conseguir de volta de suas frias."
      "Eu estou certo o dois de voc ter um tempo bom permutando sugestes domsticas, mas talvez ns podamos enfocar em nosso aborrecido pequeno op para o momento."
      Peabody trocou sua expresso para sombria. "Sim, senhor." Mas ela admirou a faca-extremidade prega de sua cala comprida uniforme como Eve a encheu em.
      O edifcio teve doze chos, e ela considerou a vantagem de colocar um de seu auxlio no telhado. Desperdcio de fora de trabalho, ela decidiu. Se seu objetivo arremessado fora a janela, ela podia arremessar logo depois dele, e cabea em cima se isso era sua tacha. Ele era mais provvel atirar para a rua, se ele arremessasse mesmo.
      Ele teria uma rota de fuga mapeada? Ele era um planejador, ento era provvel que ele considerou a possibilidade de ser encurralado em seu ninho.
      Ela chamou Roarke. "Eu preciso de uma exibio de fotocpia azul do objetivo construindo. Eu quero ver a instalao no dcimo segundo andar, o plano do apartamento de objetivo. Como rapidamente pode voc transmitir" Ela cessou bruscamente quando o diagrama encheu sua tela. "Bonita maldio rpida," ela respondeu.
      "Eu decidi tomar um olhar para isto eu mesmo. Como voc pode ver,  um plano bom. Espao de vida espaoso, cozinha de eficazmente de tamanho, dois quartos."
      "Eu consegui olhos. Mais tarde."
      Um quarto para me, um para filho? Ela perguntou-se. Ele trabalhou no quarto extra agora? Se ele descobrisse do apartamento, por que as armaes entregaram at agora o centro da cidade?
      Se ele trabalhasse l, como o inferno ele conseguiu quatro tranq iria pessoas por construir segurana e at o dcimo segundo andar?
      Ela estava pulando poder perguntar a ele diretamente, muito logo.
      Ela se encontrou em cima com Baxter e Trueheart no salo de entrada. Era um espao pequeno, muito quieto, muito limpo. Os excntricos de segurana varreram a entrada e os dois prata-doored elevadores. No ostentou um porteiro, viva ou andride, mas ele exigiu um esquadrinhar de seu distintivo para ganhar entrada.
      "O objetivo  apartamento 1208, leste-revestimento unidade, terceiro em do sul comer. As janelas so, de sul at o norte, nmeros seis, sete, e oito."
      Ela olhou de relance em Trueheartno podia ajudar isto. Era to raro para o ver em roupas de civil. Se possvel ele parecer muito mais jovem na camisa e cala jeans de esporte que ele fez em uniforme.
      "Onde  sua arma, Trueheart?"
      Ele bateu levemente o bsico de sua espinha, debaixo do rabo longo de sua camisa de beb azul. "Eu pensei que eu atrairia mais ateno vestindo uma jaqueta neste calor. Eu sei isto olhares um pouco malfeitos, Tenente, mas  rua mais habitual veste."
      "Isso no era uma pergunta de moda."
      "Ela seria o para perguntar pela ltima vez um daqueles," Baxter pe em, e olhou esfriou e casual no vero khakis e uma baliza de enfraquecido verde. "No que ela sempre no parece quente. Especialmente desde que algum com o gosto est comprando suas linhas estes dias.'"
      "Eu lembrarei a voc para me morder mais tarde. Agora mesmo, ns vamos tentar definir e temer um assassino consecutivo, ento talvez ns podemos conversar sobre o quo atraentes todos ns olhamos algum outro tempo.
      "Comunicaes em," ela continuou. "As armas baixas aturdem. Voc dois toma a calada do outro lado da rua. Estenda. Voc v qualquer um em quaisquer das janelas de objetivo, eu quero umas cabeas-. Algum ajustando perfil entra ou sai o edifcio enquanto eu estou do lado de dentro, eu quero saber sobre isto. Vamos alfinetar ele."
      Ela caminhou para os elevadores, scooping em cima uma samambaia de fraude ema vaso a caminho.
      "Eu no soube que voc gostou de houseplants, Dallas."
      "Casa decorar est sempre em diante minha mente. Ele v meu rosto por sua segurana espia, ele no vai abrir a porta. Ele me sabe."
      "Oh, camuflagem."
      "Fique fora da linha de viso," ela ordenou Peabody. "Ns precisamos dele para abrir a porta, estabelece que ele est l, consiga um olhar para seu rosto. Registre em."
      "Ento se ele pnicos, estrondos a porta novamente, ns temos causa provvel e um rosto."
      "E ele  arremessado em at que ns consigamos uma autorizao. Ningum morre hoje  noite," ela declarou como ela saiu em doze.
      Ela levantou a samambaia, examinando as folhagens como ela abordou o apartamento. Teve uma segurana espiar, tela cheia, um prato da palma, e verbalize caixa.
      Tomada nenhuma chance, so voc, ela pensou. Voc  um cuidadoso bastardo. No queira algum assaltante casual erguendo suas fechaduras e achando suas guloseimas.
      Ela tocou o sino, esperou.
      A luz bloqueada vermelha ficou fixo.
      Ela tocou novamente. "Entrega para 1208," ela gritou.
      Ouvindo a porta atrs de sua aberta, Eve trocou seu peso e ps sua mo livre em sua arma.
      Uma mulher jovem sada de 1207, olhos alargando quando ela uniforme do Peabody manchado. "Existe um pouco de tipo de dificuldade? Qualquer coisa est errado? Gerry  certo?"
      "Gerald Stevenson." A Eve anotar a samambaia. "Ele vive aqui?"
      "Certo. No viu ele, eu no sei, alguns dias de qualquer maneira. Mas isto  seu lugar. Quem voc ?"
      "Dallas. NYPSD." Ela tirou seu distintivo. "Ento, Casa do Gerry."

      "No. Como eu disse, eu no o vi durante algum tempo. Ele est provavelmente fora em tarefa."
      "Tarefa."
      "Sim, sabe, tomando retratos."
      A Eve sentiu o pulo rpido em seu sangue. "Ele  um fotgrafo."
      "Artista de imagem.  disso que ele chama isto. Ele  bom, tambm. Ele tomou um pouco de meu marido e mim no ano passado. Claro, ele no tem feito muito trabalho desde sua me morreu. Sobre o que isto , de qualquer maneira?"
      "Quando sua me morreu," Eve iniciada. "O que aconteceu?"
      "O que voc esperaria. Ele se quebrou. Eles foram realmente fecharam. Ele cuidou a de pela coisa inteira, e acredite me em, algum de teve que ser horrvel. Ela acabou de morrer por polegadas. Mark e eu o que ns pudemos, mas realmente, o que voc pode fazer? Algo aconteceu para Gerry? Deus, ele tem estado em um acidente?"
      "No que eu sei de. Sra?"
      "Sra. Sra. Fryburn. Jessie. Escute, eu bati uns tempos do par no na semana passada, e eu tentei o alcanar em seu 'vnculo, s para verificar. Ele pareceu ultimamente melhor, muito melhor, e disse que ele estava trabalhando bonito fixo. Se algo for acontecido, eu gostaria de ajudar. Ele  um sujeito agradvel, e Sra. Stevenson, bem, ela era uma jia. Um em um milho."
      "Voc poderia ser capaz de ajudar. Ns podemos vir do lado de dentro, converse com voc?"
      "Eu . . ." Ela olhou de relance no momento em uma unidade de pulso de prata esbelta. "Sim. Certo. Eu s tenho que chamar em, replaneje algumas reunies." Ela olhou para Eve novamente, em Peabody, ento na Eve de samambaia sentada ao lado da porta. E comeou a pr algum dele junto. " Gerry em dificuldade?"
      "Sim. Sim, ele est em apuros."
      ***
      Levou mais tempo que Eve quis gastar, mas ela quis cooperao do Jessie Fryburn. Levou tempo precioso para bater de volta a defesa instintiva da mulher de Gerald Stevenson. Sua recusa para acreditar em que ele podia ser envolvido em qualquer coisa ilegal, muito menos assassino.
      Ela entrincheirou-se nele at Eve quis tomar sua espinha leal e torcer isto em um pretzel.
      "Se, como voc continua a insistir, Inocente do Gerry, s estar para seu benefcio para mim o achar e claro tudo isso em cima." Eu sou quase por atarraxar ao redor com voc em qualquer maneira cortesa, Pensou Eve.
      "Oh, como um homem inocente no  sempre preso e arrastado pela lama at que sua vida esteja arruinada." Jessie estava to enfocado no calor de sua prpria afronta, ela faltou a labareda de advertncia de da Eve. "Voc est s fazendo seu trabalho, eu entendo que perfeitamente bem, mas ele  um trabalho. E as pessoas cometem enganos no trabalho todo dia."
      "Voc  certo. E provavelmente seria um engano para mim para restries de bofeto em voc agora mesmo, arraste seu traseiro at Central, e em lockup para impedir uma investigao, para obstruo de justia, para s sendo uma dor completa no traseiro. Mas voc sabe o que?" Ela rosa e arrastou suas restries fora de seu cinto. "As pessoas cometem enganos no trabalho todo dia."
      "Voc no ousaria."
      "Peabody?"
      "Ela ousaria, Sra. Fryburn. Ela absolutamente ousaria. E lockup no  muito agradvel."
      Um rubor de bochechas do insulto e temperamento Jessie manchado. "Eu estou chamando meu advogado. Eu no estou dizendo outra palavra at que eu faa. Se ela aconselhar a mim conversar com voc, multa. Caso contrrio." Ela ergueu seu queixo de forma que Eve teve que resistir tomada o convite para batida ele com seu punho. "Voc pode fazer seu pior."
      "Ela realmente no entende s o quo bom seu pior . Ou o quo ruimdependendo de seu ponto de vista." Peabody disse este fora do canto de sua boca como Jessie seguiu para um 'vnculo.
      "A nica razo ela est ainda permanecer  porque eu respeito lealdade, e ela  clueless. Ele  um sujeito agradvel, ele cuidou de sua me agonizante. Ele no causou qualquer dificuldade. Um vizinho bom, limpo, quieto. Monte perfil."
      "Onde ns vamos daqui?"
      "Arraste ela, se ns precisarmos para. O arado pelo advogado e a conversa em trabalhar com um artista de Ident. Eu quero um goddamn imagem. E eu quero uma autorizao para conseguir por aquela porta atravs do corredor."
      Ela arrancou fora seu Comunicador. "Chefe," ela comeou quando ele apareceu. "Eu preciso de alguma presso."
      Tempo vazado do dia, e o obscurecer afiado em um primeiro crepsculo. Mais tempestades circuladas, ameaaram, raio de calor disparado e exploses ameaadoras de trovo.
      Ela danou com o advogado, at que ela pensou que suas orelhas poderiam sangrar, mas no fim um Jessie relutante concordou em uma sesso com um artista de Ident. Desde que ele acontecesse em sua prprio apartamento.
      "Voc pensa que eu estou sendo teimoso." Jessie se sentou, braos dobrados e carranca em Eve. "Mas eu considero Gerry um amigo. Eu assisti o que ele foi por com sua me, e ele era corao-quebrar. Eu nunca vi algum morrer antes. Ela lutou to duro, e ele estava a mesmo, nas trincheiras com ela. E quando ela era muito fraca para lutar, ele manteve perfeito."
      Obviamente moveu, ela mordeu seu lbio para manter sua voz fixa. "Ele limpou depois. Ele tomou a banho, alimentada ela, sentada com ela. Ele no deixaria qualquer outro fazer o trabalho sujo. Eu nunca vi aquele tipo de devoo. Eu no sei se eu tiver isto em mim."
      "Aquele tipo de experincia poderia empurrar uma pessoa acima da extremidade."
      "Talvez. Talvez, mas . . . Deus, eu odeio isto. Ele j est sofrido tanto. Sempre que eu o vi depois, depois que estava terminado, ele pareceu com um fantasma. S conseguindo por, s conseguindo por. Ele perdeu peso, olhado quase to doente quanto ela teve. Ento ele pareceu voltar. Os ltimos meses, ele pareceu achar seus ps novamente. Voc quer que eu pense ele  louco, um pouco de tipo de monstro louco. Mas eu vivi atravs do corredor dele para dois e uns semestres, e ele no ."
      "Existem trs morto das pessoas jovens que olhou para ele, que eu acredito que olhei direito em seu rosto. Eles no pensaram que ele era um monstro qualquer um."
      "Ele est s fora em tarefa, voc ver. Ele est s fora trabalhar, tentando conseguir sua vida atrs em caminho. Voc ver."
      "Uma de ns vontade," Eve respondida.
      
      
      Captulo 21
      
      A Eve perscrutada na porta de apartamento 1208 como se algum do calor de sua impacincia juntaria e chatearia buracos pelo painel assim ela podia ver.
      Uma autorizao simples estava a mantendo fora, um simples entre-e-olhar estava tudo que ela precisou.
      Circunstancial, seu traseiro. Ela soube.
      Ela acreditou no funcionamento de lei. As regras, os postos de fiscalizao. Polis no teve nenhum direito para arrombar uma privada casa como stormtroopers. Em corcundas, em caprichos, em pessoal vendettas.
      Causa provvel. Ela precisou disto. E ela teve isto. Por que no inferno um juiz no teve celas de crebro suficiente de trabalho para ver ela teve isto?
      Pacincia, ela se ordenou. A autorizao seria bem sucedido, e ela iria pela porta.
      Mas espera fez ela imaginar como poderia ter corrido se ela viesse aqui com Roarke. Ela teria usado seu mestre para ganhar entrada? Inferno, ele teria trapaceado as fechaduras antes dela puxar isto fora de seu bolso.
      E ento, claro, qualquer que ela achou dentro de seria inadmissvel. Entrando o modo fcil teria apresentado Stevenson com um passeio.
      Cheques e equilbrios, ela lembrou a se. As regras de lei.
      Deus, qual esteve tomando to longo?
      Peabody saiu de apartamento do Jessie onde a Eve teve stationed ela. "Ela est ainda protelando," Peabody reportou debaixo de sua respirao. "Bom do Yancy, e ele est construindo uma concordncia com ela, ganhando confiana, mas ele no vai ser rpido."
      Puxando contra impotncia, Eve olhou de relance no apartamento. Yancy, o artista de Ident, continuou uma brincadeira alegre como ele trabalhou com seu kit. Ele era jovem, mas ele era bom, ele era slido.
      Ela teve que o deixar s, Pensou Eve. Tido que ficar fora da mistura. A testemunha j teve um ressentimento contra ela, e se ela entrasse, apertou, s engomaria em cima os trabalhos.
      "Ela mantm de idia varivel nos detalhes," Peabody continuou. "Linha da mandbula, nariz, at tom de pele. Mas ele est a trazendo ao redor."
      "Eu gostaria de plantar minha bota em cima seu traseiro," Eve comentada. "Isso a traria ao redor."
      Ao invs, ela retirou-se seu Comunicador e etiquetado Baxter. Ela no iria deixar seus homens fora na rua, girando seus dedos polegares e esperando por Stevenson mostrar.
      "Yo, beb" era resposta do Baxter.
      "Yo, beb?"
      "S tendo certeza que voc no me esqueceu."
      "Eu nunca esqueo irritantes. Eu estou trazendo para dentro umas substituies. Voc e Trueheart tomam o clube por algumas horas."
      "Ah, uma libao fresca afundaria bom agora mesmo. Oua isto, criana?"
      "Voc e a criana pegam para libaes sem lcool." Ela considerou quanto tempo eles esto de servio aquele dia. "D isto uma hora, s faa um varrer. Voc quer em se ns localizarmos esta picada?"
      "Condene diretamente."
      "Eu informarei. Se ns no o alfinetarmos hoje  noite, consideremos vocs mesmos pulados s vinte e um cem."
      "Copie isto. Vamos, Trueheart, vamos ir levantar um vidro para nosso tenente ilustre." Ele piscou em Eve. "A propsito, hubby est em sua entrada."
      "Hubby? Hubby que?"
      "Ah, eu penso que ele quer dizer Roarke," Peabody disse quando Baxter clicou fora em um latido de riso. "Marido de Hubby?"
      "Oh, Cristo." Aborrecido tudo de novo, ela marchou at o elevador para esperar por ele.
      "Eu no mandei buscar voc." Ela picou um dedo em que ele o momento ele saiu.
      "E minhas dores de corao na falta. Eu tenho alguns dados seu procurado, Tenente, e preferiu dar isto a voc cara a cara." Ele armou sua sobrancelha, sorrindo corredor abaixo em Peabody que pairou entre apartamentos. "Como ele est indo aqui?"
      "Lento. O que voc tem?"
      "Pedaos pequenos. Algumas instalaes de estacionamento isto, e este choques me, corra linhas secundrias. Ento ele acontece que eu tive uma conversa com neurologista do Stevenson. Eu sei, voc no perguntou a mim, especificamente, mas eu tomei minha prpria iniciativa." O sorriso relampejado em um sorriso. "Eu sou acesso ao banco em um aumento."
      "Sim, voc mantm acesso ao banco nisto. Qual era o contedo desta conversa?"
      "Eu sou informado o paciente era uma mulher extraordinria. Valente, otimista, uma mulher de primeira que era negociada uma mo muito ruim. Ela era, como ele acontece, uma sade se importa trabalhador se. Uma enfermeira, em"
      "O Centro mdico do Leste Lateral," Eve terminou.
      "Voc est a. Seu filho era completamente dedicado para ela, e um pouco mais fantstica que otimista. Ele simplesmente recusou acreditar em que ela morreria, e quando ela fez, tomou isto muito duro. Ele culpou os doutores, o centro mdico, Deus, e quem outros era  mo. Recusado qualquer e todo pesar aconselhando. O doutor estava preocupado o filho poderia fazer algo erupo cutnea. O trmino prprio sendo topo de sua lista."
      "Muito ruim ele no era certo. Ele lega ID ele?"
      "Ele est disposto, e ansioso para cooperar."
      Ela movimentou a cabea, e retirou-se seu Comunicador. "Eu tenho um homem de Ident l com um vizinho que est nenhum disposto nem ansioso para cooperar. Ele conseguir nossa imagem, mas ele est tomando muito tempo. Eu vou organizar ter outro artista trabalhar com o doutor. D-me seu nome e local."
      Quando ela completou os acordos, ela comeou a embolsar seu Comunicador novamente. Buzinou em sua mo.
      "Dallas."
      "Tenente, sua autorizao est vindo."
      Sobre condene tempo, ela pensou, mas mordeu de volta as palavras. "Obrigado, senhor. O oficial Yancy est ainda trabalhando com o vizinho. Eu chamei em substituies para Baxter e Trueheart, ento o ainda coberto do edifcio, e ordenou eles para fazer vigilncia de hora no clube de dados antes de sair do trabalho. Peabody e eu entraremos em apartamento do assunto assim que a autorizao est na mo. Eu sou claro para chamar nos varredores que eu estou usando alerto?"
      "Chame eles, pega isto feito. Deixe seja colocado no lugar este hoje  noite."
      "Nada que eu gostaria de melhor," ela concordou como ela assistiu seu rosto piscar fora de.
      "Bem." Roarke leu rapidamente cabelo da Eve de um passar para baixo enquanto Peabody fingiu olhar em outro lugar. "Voc precisou entrar em um apartamento, e voc no me chamou?"
      "Pensou sobre isto." Ela falou debaixo de sua respirao, ento girada para o enfrentar enquanto ela legou a autorizao para ser bem sucedida. "Eu no negarei que eu pensei sobre s entrando. Mas no lavaria limpo, e ele tem que. Eu no estou dando isto bastarda qualquer sada legal."
      "Voc  certo, claro. Sua pacincia"
      Ele cessou bruscamente como seu Comunicador buzinou novamente, sinalizando a autorizao.
      "Filho de uma cadela, morda meu traseiro!  sobre fucking tempo!" Ela girada ao redor e andou a passos largos corredor abaixo. "Peabody, ns estamos entrando."
      "Talvez pacincia no era justamente a palavra certa," Roarke considerou como ele seguido ela.
      Ela o atirou um sumrio olhar, e considerado. Discuta com ele, ceda. Ou faa isto sua idia. "Voc est entrando conosco. Lacre em cima." Ela o lanou uma lata de Selante e apreciou o estremecimento rpido em seu rosto como ele estudou isto. "Ocorrer para seus sapatos de fantasia, s."
      "Mas eles nunca sero bastante os mesmos. Ah bem, sendo um bom cidado exige um pouco de sacrifcio."
      "Como voc no tem duzentos outros pares. Ele pegou um bom olho," ela disse para Peabody. "Ns podemos o usar."
      "Sim, senhor. Eu freqentemente penso sobre usos para seu hubby." E porque Roarke estava entre eles, o fator de segurana, ela sorriu amplamente.
      "Isto  realmente divertido, Peabody. Eu estarei rindo quando eu amarrar sua lngua em um lao mais tarde. Endireite em cima," ela ordenou. "Registre em."
      Atrs dela atrs, Roarke passou pelo Selante para Peabody e adicionou uma piscada.
      "Dallas, Tenente Eve, Peabody, Oficial Delia, e consultor civil Roarke esto propriamente autorizados com autorizao, assinado por Juiz Marcia B. Brigstone entrar em apartamento 1208 deste local em procura e ataque apoplctico cheio. Todos os dados pertinentes relativo a este procedimento so listados em ditas autorizao. A unidade de varredor  en rota. Usando polcia domina desimpedir fechaduras e segurana."
      Ela inseriu isto, keyed em seu cdigo. E o acesso era negado.
      "Condene isto. O assunto instalou segurana secundria que repele mestre normal." Deliberadamente ela foi embora a porta muito o registro mostrou ao apartamento atravs do corredor. E ela olhou friamente em Roarke. "Ser necessrio para mandar buscar e utilizar carneiro de um bater a fim de ganhar entrada e cumprir a autorizao da autorizao."
      Entendendo, Roarke deslizou atrs dela e tomando um dispositivo esbelto de seu bolso foi trabalhar nas fechaduras.
      "Oficial," Eve comeou, notando que Peabody estava assistindo Roarke com fascinao bvia.
      "Sim, senhor, Tenente." Mas seus olhos nunca deixaram Roarke, e sua boca formou um mudo "uau" como ela assistiu seu movimento de dedos, e certos, perguntou-se se eles fossem s aquele qualificados em outro, atividades mais pessoais.
      A idia eles eram, ela sentiu seu corao dar um golpe rpido, duras contra suas costelas.
      "Oficial!" Eve repetiu. "Ns vamos tentar o mestre novamente momentaneamente. Contacte Despacho e solicite uma unidade com bater carneiro."
      "Uh-huh. Eu quero dizer, sim, senhor."
      "Talvez voc devia tentar seu mestre novamente, Tenente." Expresso suave, Roarke andou longe da porta. "Antes de seu ajudante cumprir que ordena. s vezes estas coisas emperram um pouco."
      "Afirmativo. Belay que ordena, Peabody. Tentando novamente mestre."
      Ele fez qualquer mgico que ele podia fazer, e este tempo seu cdigo teve a segurana relampejando para verde.
      "Fechaduras so desembaraadas. Deve ter s sido um aperto," ela disse, girando para Peabody.
      "Sim, senhor." Peabody deu seu um aceno com a cabea sbrio. "Acontea o tempo todo."
      "Entrando apartamento de Stevenson."
      Entretanto ela acreditou nele para estar vazia, ela desenhou sua arma. "Isto  a polcia," ela gritou como ela abriu a porta, varreu o quarto. "Ns estamos propriamente autorizados para entrar. Fique onde voc est, com suas mos acima de sua cabea e em viso clara. Luzes em."
      Como o apartamento de Fryburn atravs do corredor, era espaoso. Era limpo, cruelmente muito, e designado em tal modo que fez Eve pensar: Fmea.
      Cor, textura, prosperando, plantas ao vivo, bonitos apanhadores de p fixam ao redor. As janelas eram isolamento screened, e por eles ela podia ver uma nova tempestade que ferve no cu escuro.
      As luzes, em brilhantes e cheias, iluminaram as fotografias emolduradas enfileirando as paredes.
      Gotcha, Pensou Eve, mas seu rosto era fixado e frio que ela gesticulou Peabody  esquerda, Roarke  direita.
      Eles verificariam o apartamento inteiro para Stevenson, ou qualquer outro, antes de comear a procura.
      "Isto  uma operao oficial de NYPSD," ela claramente disse, entretanto ela soube que o lugar estava vazio. Ela fechou a porta nela atrs. Se ela estivesse errada, ela no quis dar a ele uma rota de fuga.
      Ela moveu pela rea viva com seu homey sof floral e fundo, dando boas-vindas cadeiras. Ela verificou armriosnotados que casaco da mulher, jaqueta da mulher, botas do inverno, um guarda-chuva rosa claro estava ainda misturado em com equipamento exterior do homem.
      Ela moveu na cozinha, viu uma tigela de mas vermelhas brilhantes no contador e um quarteto de caf enorme assalta na cor chamativa mesma.
      "Dallas?" Peabody andou para a entrada. "Ninguma casa."
      "Ele planeja voltar." Ela levantou uma ma, lanou isto ligeiramente. "Isto est ainda casa. Vamos iniciar."
      Ela chamou Feeney, querendo ele e McNab nos vnculos e eletrnica de apartamento assim que possvel. Mas com Roarke j l, ela no viu o ponto em esperar para eles chegar.
      "Eu quero todos entrantes, todos . Quaisquer comunicaes que do a ns uma linha em seu paradeiro, seu lugar de emprego, onde ele pendura, o que ele faz. Eu quero saber se ele fizesse qualquer contactar com quaisquer das vtimas deste local."
      "Eu sei o que fazer."
      "Sim, voc normalmente faz. Peabody, comece no quarto da sua me. Ns queremos qualquer coisa que o amarra ao vics, mas ns tambm estamos procurando por qualquer coisa aqueles pontos para seu local. Eu tomarei seu quarto."
      Mas primeira ela caminhou junto sua galeria, estudando rostos, imagens, tentando o ver neles.
      Existiam vrios de sua me. Uma mulher atraente, olhos suaves, cabelo suave, sorriso suave. Existia sempre uma luz ao redor ela. Ele fez isto deliberadamente, ou era chance justa?
      Ele no deixou nada para chance.
      Existiam outros rostos, outros temas. Crianas em jogo, um homem em um bon de bola iando um cachorro de soja carregada. Uma mulher jovem esticado em um cobertor por um charco de flores.
      Mas nenhum do tapete de imagens tocou em sua cabea, nenhum dos os mortos, graced estas paredes.
      No ? Ela perguntou-se. Algum era destes rostos seu?
      Ela teria Feeney correr um cheque de imagem para ID. Levaria tempo, tempo mais precioso, mas eles poderiam ficar sortudos.
      Ela moveu em seu quarto.
      Era limpo e ordenadamente, como o resto do apartamento. A cama tidily feito, travesseiros afofados. Em seu armrio, as roupas eram organizadas por tipo, e por cor.
      Obsessivo/compulsivo, ela decidiu, entretanto ele examinou ela se importar que loja de departamentos do Roarke de um armrio estava semelhantemente organizada.
      Jovem. Ela estudou as escolhas de guarda-roupa. Camisas da moda, airboots, sandlias de gel, bastante cala jeans, muita styling calas. Nada muito barato, nada muito caro. Viveu dentro de seu queira dizer, mas gostou de suas roupas. Gostadas de parecer bom.
      Imagem.
      Ela comeou em sua escrivaninha primeira.
      Em seus arquivos organizados ela achou um disco de orientao para a Universidade de Columbia, outras notas de classe marcadas de um curso titulado Explorando a Imagem, Professor Leeanne Browning, do ano prvio.
      Piling em cima em voc, Ger, ela pensou como ela etiquetou eles e fechados hermeticamente eles em evidncia.
      Ela moveu para sua cmoda, comeou a procurar pelas meias nitidamente dobradas e roupa ntima. Dobrados entre eles eram uns pequenos, caixa de pano coberto, e dentro de um pouco de seus tesouros.
      Um secado rosebud, uma pedra brilhante, um toco de ingresso velho de Estdio de Yankee, um fragmento de pano que poderia ter sido de um cobertor.
      Um do lance-longe navios costeiros freqentemente achado em clubes. Este aqui teve Faz A Cena rolada atravs dele em cartas de eltrico azul. Ela lacrou aquele e um carto de negcios para Portography em sua bolsa de evidncia.
      Ela andou de volta, fez o inventrio. Viva aqui, mas voc no trabalha aqui. Isto no  seu espao de trabalho. Precisa manter que separe. Isto  lugar da sua me, o lugar voc vem por uma comida boa, quieta, para um boa noite  sono. Mas no  onde voc cria.
      No tenha estado aqui em por algum tempo. Ela correu uma ponta do dedo pela camada leve de p na cmoda. Tanto trabalho para fazer. Demais fazer para voltar para casa e relaxa. Para voltar para casa e no acha sua me que espera por voc.
      "Eve."
      Ela examinou na entrada onde o Roarke permaneceu. "Terminou j?"
      "No muito l. Ele tem um sistema de justificao de trinta dias. Se voc tomar as unidades, voc podia cavar fora as transmisses apagadas, mas daqui, sem quaisquer ferramentas, voc s conseguir o ms. E ele no era o falador tipo. Ele ordenou pizza mais ou menos flores de trs semanas atrs, e frescas para sombria da sua me"
      "Local de cemitrio?" Ela interrompeu.
      "Eu tenho isto para voc, sim. No existem quaisquer transmisses para ou de amigos, parentes, conhecidos. Ele  deixado anncio de voz da sua me na unidade."
      "Mas sua voz est em l. Ns conseguiremos uma impresso de voz clara."
      Algo movido em seus olhos antes da veneziana descer. "Sim, isto no  nenhum problema."
      "Voc quer que eu lamente por porque ele perdeu sua me? Porque voc est ainda fecha suficiente para seu prprio pesar para relacionar em um pouco de modo. Desculpe, fresca fora de condolncia aqui. As pessoas morrem. Chupa. Voc no lida com pesar assassinando trs pessoas inocentes."
      "No, voc no faz." Ele suspirou. "Existe s algo pattico sobre este lugar, sobre o modo que ele est vivendo aqui com coisas da sua me. Suas roupas quietas nos armrios, ela verbaliza ainda na mquina. Eu descobrir l e achei eu mesmo olhando em cima, tempo e novamente, em seu rosto. Voc v o que ele fez?"
      "No, o que ele fez?"
      "Ele  a feito em um anjo. De todos os relatrios, ela era uma boa mulher, talvez uma especial nisto. Mas humano, mortal.  que ele no aceitou, voc v. Ela no tem permisso para ser humana, ento ele a diviniza. Ele  matana para ela, e Deus conhece, no parece que ela merece isto."
      " seu que voc lamenta por."
      "Um grande negcio. Ela teria o adorado, no ? Amou ele muito pelo que dizem. Ela no o adoraria quieto, at afinal ele fez?"
      "Eu no sei."
      "Bem, eu no suponho ns j vontade. Aqui Feeney agora," ele adicionou, e sado.
      Ele tinha conversado sobre me do Gerald Stevenson, Eve perguntou-se, ou seu prprio?
      Ela passou sem tocar o quarto para os varredores e amontoados com Feeney. "Onde est McNab?"
      "Ah, ele beliscou no outro quarto l. Disse que ele daria a Peabody uma mo."
      "Eu aposto no  sua mo que ele est pulando a dar."
      Feeney podia s estremecer. "Por favor. No ponha tais retratos em minha cabea."
      "Eu gosto de compartilhar, desde que eles continuam sendo emperrados em meus. Retratos," ela repetiu e gesticulou para a parede. "Eu no penso que ele est aqui. Nenhuma agradvel pequena fotografia sentando ao redor quarto da sua me. Existiria. Ela teria tido algum dele l, ou sentando ao redor."
      "Mes tendem a," Feeney concordou.
      "Figuras, especialmente dada sua linha do trabalho ou interesse. Ento ele limpou quaisquer imagens dele mesmo, por via das dvidas."
      Tentando ignorar o que pode ou no pode estar continuando no quarto, ela bateu uma bolsa de evidncia. "A me gostou de produtos de Barrymore. Ele deixou seus encarecimentos em seu quarto."
      Ela empurrou sua cabea em direo  porta de corredor aberto. "Yancy est ainda trabalhando na crtica de testemunha teimosa. Espero que, ele ter isto feito logo, mas eu figuro que voc devia comear uma procura de imagem nos rostos aqui de qualquer maneira, veja se qualquer coisa estalar."
      "Tome por algum tempo." Ele clareou. "Eu terei McNab fazer isto. Mantenha suas mos, e tudo outro nele, onde ele pertence."
      "Trabalhos para mim. Eu estou indo para ganso Yancy em um minuto. Se ele estiver fazendo progresso que eu estou tomando Roarke e verificando as instalaes de estacionamento ele etiquetado para ns. Ser mais fcil se ns tivermos o rosto do sujeito para visitar.
      "Ele est voltando aqui, Feeney. As coisas da sua me esto aqui, esta galeria de fotografias, um pouco de suas roupas, menina da sua me enche. Existe ainda comida na cozinha, e ele  muito compulsivo e bem treinado para deixar isto esplio. Mas ele pegou trabalho para fazer. Eu penso que ele quer terminar seu trabalho antes dele voltar para casa. O vizinho era certo. Ele est em tarefa."
      "Como o fim  ele?"
      "Bonito perto de feito. Ele sabe que ns estejamos mudando. Ele  tido que mover para planos substitutos. No  que ele planejou matar at que ele foi pego." O rosto fixa, ela soltou a bolsa de encarecimentos atrs sobre uma mesa. "Ele planejou matar at que ele estava acabado. No  a excitao que o dirige,  o trabalho, ento ele tem um endgame. Ele quer que ns vejamos isto, quer que ns vejamos o trabalho terminado. Ele pode ter que mover um pouco mais rpido agora para pegar isto feito, ento ele pode mostrar a isto fora de antes de ns o parar. Ele ter o prximo objetivo em vista at agora."
      "Tenente." Bonito-enfrentado Yancy se debruou contra a entrada. "Eu penso que ns temos isto. Desculpe ele levou to longo.  mais duro quando as figuras de testemunha ns formos, sabe, cheios de cagar."
      "Voc  confiante que ela no est amarrando com barbante voc?"
      "Oh sim. Eu expliquei, realmente educadamente e apologetically, que ela podia ser carregada com obstruo e assim por diante se ela conscientemente desse a mim uma imagem falsa. Seu advogado fez muitos barulhos de advogado, ento verificadoisto  outra coisa que demorou o resultado."
      "Vamos ver o que ns temos."
      Ele retirou-se seu Identi-acolchoar, girou isto assim ela podia visualizar a imagem terminada.
      "Jesus Cristo." Seu corao fez um pulo rpido em sua garganta. "Transmita aquela imagem para Central. Eu quero todo branco e preto, todo a trabalho oficial para ter aquela imagem O MAIS RPIDO POSSVEL. O suspeito  identificado como Gerald Stevenson, aka Steve Audrey, empregado como garom de bar em Faz A Cena. Pegue isto, Yancy, agora!"
      Ela arrancou seu Comunicador fora de seu bolso e tentou levantar Baxter.
      ***
      Ele deu isto a hora, e viu nada alm da cena habitual. Uma multido de principalmente crianas, enfeitando e desfilando, sipping bebidas ridiculamente chamados e aquecendo os teclados quando eles no estavam emperrando sobre o cho de dana.
      No que ele no apreciou assistir corpos jovens, geis giram em roupas do vero insuficiente, mas a msica era muito alta, muito escombro.
      Deu a ele uma enxaqueca aprazvel, e piormuito piorfez ele parecer velho.
      Ele quis ir para casa, sustente seus ps, chupe abaixo uma cerveja, e assista um pouco de tela.
      Cristo, quando ele se tornou seu pai?
      O que ele precisou era para ficar confortvel com uma mulher novamente. Um noncop tipo fmea com as linhas longas e curvas suaves. O trabalho comeu demais de seu tempo recreativoque foi mostrar o que aconteceu quando voc transferiu para Homicdio de Anti-crime, acabado debaixo de Dallase no em um modo sexuale empreendeu um nefito verde.
      Nada errado com Trueheart, entretanto, ele teve que admitir isto como ele localizou seu olhar atravs do quarto e viu seu menino sipping uma gua de refrigerante e conversando em cima alguma fresca-enfrentada coisa jovem.
      A criana era brilhante como uma estrela polida, vida como um filhote de cachorro, e trabalharia at que ele soltou. Ele nunca esperaria empreender a responsabilidade de treinador, mas por maldio, ele estava apreciando isto.
      Fez ele parecer bom o modo que a criana contou o com para conselho, escutadas suas histrias, acreditado em seu bullshit.
      Oh sim, ele estava transformando em seu homem velho bem em frente de seus prprios olhos.
      Tempo para sair do trabalho e vai para casa.
      Ele pagou a sua aba, notando a mudana de turno no bar. Ele no era o nico chamando isto uma noite.
      Casualmente, ele fez um crculo, em torno das mesas, esquadrinhando rostos um ltimo vez, assistindo os ces de caa de dados, exame visual o pessoal. Ele esperou at Trueheart trocou seu olhar, ento Baxter bateu sua unidade de pulso no sinal que eles estavam lotando ele.
      Trueheart movimentou a cabea, girado seu vidro no bar para indicar ele s acabaria por, ento cabea em casa ele mesmo.
      Trabalhando bem junto, Baxter decidiu como ele saiu no ar pesado. A criana est vindo ao longo multa. Ele olhou de relance em cima uma vez na tempestade-lanado cu, e esperou inferno que ele fez isto casa antes dele sem dinheiro.
      Ele estava em seu carro, e dez bairro residencial de quarteires cheios, quando seu Comunicador sinalizou.
      "Ah, cague, Dallas. Um sujeito no pode ir para casa uma vez em uma maldio enquanto?" Murmurando para ele mesmo, ele retirou-se seu Comunicador. "Baxter. Que diabo voc quer agora?"
      "Suspeito  ID iria. Gerald Stevenson  Steve Audrey, seu amigvel, fucking garom de bar."
      Ele atirou um olhar para seu rearview, seu sideview espelhos, ento atravessem uma pista de trfico antes dele ser alfinetado em por um maxibus e um dar forma aerodinmica a de Cabs Rpidos. "Eu sou dez quarteires longe, indo para o norte. Eu dobrarei de volta. Suspeite com bagueta fora de turno s vinte e um cem. Trueheart est ainda l."
      "Contactando ele agora. Mantenha seu Comunicador abrir e ativo. Volte l, Baxter. Eu no quero a manipulao de criana este s. Eu j estou a caminho."
      Baxter tentou apertar entre txis, escutando como Eve pediu Trueheart.
      ***
      Ele terminou seu bebida, e estava sentindo um pouco lisonjeou, um pouco nervoso como a menina que veio depois de conversar com ele pediu seu nmero.
      Ela quis danar, tambm, mas ele era um danarino terrvel. E ele realmente teve que chegar em casa, consiga um boa noite  sono. Voc nunca soube quando o caso iria quebrar.
      Ele conheceu que ele era blushing quando ele deu  menina, Marley, seu nmero de vnculo privado. Ele odiou aquela cor muito facilmente lavado em seu rosto, e rezou que ele cresceria fora disto. Logo.
      Polis no fez rubor. Dallas certo como inferno no fez. Baxter no fez.
      Talvez existia um pouco de tipo de tratamento mdico para prevenir isto.
      Divertido nele mesmo, ele saiu do clube. A tempestade est surgindo, ele pensou, e achou que ele mesmo agradou. Ele amou uma tempestade intensiva boa. Ele debateu se saltar no metr, encabece subterrneo de casa direto, ou caminhe para alguns quarteires enquanto o ar girou eltrico.
      Ele perguntou-se sedepois que o caso foi fechado e ele podia dizer a Marley que ele era um policialque ela quereria sair com ele.
      Pizza justa e um vid, talvez. Algo realmente casual. Voc no acabava de no poder chegar a conhecer algum muito bem em um clube quando a msica era alta e todo mundo estava conversando de uma vez.
      Ele assistiu uma serpente de raio desenrola despesa, e decidiu o metr era melhor. Se ele chegasse em casa rpido suficiente, ele podia assistir a tempestade de sua janela. Ele comeou a caminhar para sul, ainda olhando no cu.
      Seu Comunicador buzinou. Ele puxou isto, comprometido.
      "Eh!  ir chover em um minuto. Precise de um elevador?"
      Trueheart examinou, sentiu o rubor trabalhar sua garganta novamente em ser pego olhando fixamente no cu gosta de um pouco de criana em um planetrio. Automaticamente ele palmou a unidade, trocou ele para segurar assim foi mudo e no soprou sua cobertura.
      "Quase para pegar o metr." Ele deu ao homem que ele soube como Steve um sorriso amigvel. "Feita pela noite?"
      "Realmente, eu estou encabeando para meu outro trabalho. Eu vi voc conversando com Marley?"
      "Sim." A cor trabalhada em suas bochechas. "Ela  boa."
      "Ela  muito boa." Gerry piscou, riu, ento esticou uma mo. "Boa sorte."
      Sem pensar, Trueheart tomou a mo oferecida. Ele no precisou da picada rpida em sua palma para dizer a ele que ele cometeu um engano terrvel.
      Estava nos olhos.
      Ele arrancou sua mo livre, tentada agarrar a arma nas pequenas de suas costas, mas seu equilbrio j estava ido. Ele tropeou, teve a genialidade para fechar seus dedos acima do Comunicador at como eles comearam a formigar.
      "Steve Audrey," ele murmurou como sua lngua foi espessa. "O quarteiro Sul de Faz A Cena."
      "Est certo." Gerry j teve seu brao e estava o levando longe. "Sentindo um pouco atordoado? No se preocupe. Eu tenho um carro perto."
      Trueheart tentou puxar longe, tentado lembrar de mo bsica para-dar, mas sua cabea era tecedura, tecedura. Gerry teve um brao proibido ao redor suas omoplatas agora.
      Sua vista era desvanecimento dentro e fora, e todas as luzes, os faris estavam obscurecendo, haloing, velocidade por ele gosta de cometas.
      "Tranq iria," Trueheart administrou.
      "No se preocupe." Gerry tomou seu peso, como um irmo-inarms. "Eu vou tomar bom ao cuidado de voc. Voc tem uma luz to maravilhosa, e ele vai brilhar para sempre."
      
      
      Captulo 22
      
      O medo quis gelar seu intestino, seu crebro, sua garganta. Ela fecha isto.
      "Baxter?"
      "Eu copio. Eu estou indo o errado fucking modo." Ela ouviu o clashing coro de chifres  medida que ele manobrou. "Merda. Fuck. Voltando. Eu sou melhor que dez quarteires longe, Dallas. Goddamn isto."
      "Estacionando porto," ela estalou em Roarke. "Mais ntimo para o clube de dados, no Sul."
      "Pegando isto." Ele j teve seu livro, keying em para os dados.
      "Feeney! Ele pegou Trueheart. Deixe seja movimento, deixa  movimento. Yancy, consiga aquela imagem. Agora!"
      "E-Z Parque, em Dcimo segundo, entre Terceiro e Quarto," Roarke disse a ela como Polis arremessado para a porta en masse.
      "Todas as unidades, todas as unidades, oficial em angstia. Codifique Vermelho." Ela relayed o local. "Suspeite ID seja como Gerald Stevenson aka Steve Audrey. Imagem a chegar. Acredita-se que assunto seja responsveis por assassinatos mltiplos. Maio ser armado."
      Seu Comunicador gritou com respostas como unidades comearam a rolar. Ela pausou s para chatear um longo olhar para Jessie como a mulher apressada no corredor.
      "Ele pegou um de meus homens. Qualquer coisa acontece para meu oficial. Qualquer coisa, eu estou voltando para voc."
      Ainda estalando fora ordens e dados, ela mergulhou no elevador.
      "Quieta." Ela tirou a sorte uma mo para parar o tagarelar, voz do Gerry ouvido, luz e alegre.
      Nope, nenhum problema. Meu amigo aqui tem estado separando bonito duro. S indo levar para casa o para casa.
      Estacionando . . . facil . . . nvel . . .
      Ela fechou outro pulo de medo como ela ouviu fraco do Trueheart, voz inarticulada.
      Est certo. Conseguiu um passeio estacionado. Vamos conseguir voc. Talvez voc devia acabava de deitar-se atrs. No se preocupe sobre uma coisa, eu vou cuidar de voc. S relaxe.
      "Ele o pegou no veculo. Baxter?"
      "Seis quarteires do porto. Conseguidos alguns aperta em Terceiro, quebrar por."
      "Diga a mim que tipo de veculo, Trueheart. Diga a mim."
      "Itza separa minrio," ele murmurou como se ele ouvisse a ordem.  . . . escuro. Cansado.
      "Fique comigo." Eve feita correr fora do edifcio. "Voc fica comigo."
      Ela saltou no passageiro acomoda. Nunca aconteceu para ela no dirigir com Roarke l. Ele era melhor nisto, mais rpido e mais liso. Sem uma palavra, Peabody saltou atrs enquanto Feeney e McNab correram para outro carro.
      "Ele est pensando, ele est ainda pensando como um policial." Ela bateu no suor em seu rosto como Roarke gritou longe do meio-fio. "Ele  deixado seu Comunicador aberto. Peabody, monitore suas transmisses. Que tudo que eu sou querer que voc faa? Compreendido?"
      "Sim, senhor. Eu estou nele. Eles so em movimento, Tenente. Eu posso ouvir o motor, alguns sons de trfico. Ele pegou o rdio. Sirenas. Eu ouo sirenas."
      Vamos, vamos, vamos, Eve cantada em sua cabea enquanto ela continuou a ordens de revezamento. "O assunto est dirigindo um furgo. Saindo instalao de estacionamento."
      Roarke esmurrou em vertical, empurrando o clunky polcia emite em um estmago lanando elevador para ler rapidamente acima de uma aglomerao de Cabs Rpidos, e simultaneamente torcendo  esquerda tomar um canto em uma velocidade que teve Peabody saltando atrs como dados em uma xcara.
      Os pneus beijaram o topo de um guarda-chuva no carro de deslizamento de canto, ento bata a rua novamente.
      "Deus Santo," Peabody administrou como edifcios zumbidos por.
      Ele era threading por trfico gosta de uma serpente corredias ao redor pedras. Ela no teve a coragem para verificar a velocidade.
      "Furgo preto, Dallas. Trueheart disse furgo preto, nenhuma janela atrs. Ele  desvanecimento."
      "Ele no vai enfraquecer."
      Ela no o iria perder. Ela no iria perder to jovem, fresco-enfrentado, policial quietamente dedicado que podia ainda ruborizar.
      "Ele precisa trocar o Comunicador para homing padro. Isto  tudo que ele precisa fazer." Sua mo balled em um punho, batida em sua coxa. "Baxter, goddamn isto!"
      "Quarteiro e um metade. Nenhuma viso de furgo."
      ***
      Pizza e um vid, Trueheart pensou como ele rolou sem ajuda atrs do furgo. Desejou que ele pudesse danar melhor. Woulda a pediu para danar se ele no fosse tal klutzo.
      No, no, em um furgo. Furgo de painel preto. Em dificuldade. Oh menino, em dificuldade. Steve. Garom de bar. Marrom e marrom, cinco e dez, cem e . . . o que era?
      Tranq me iria. Precise pensar. Faa algo. Algo . . .
      Ela era to bonita. Marley. Realmente bonito.
      Mas ele era rosto da Eve que borrado em seu crebro. Endireite em cima, Oficial Trueheart. Relatrio.
      Relatrio, relatrio. Oficial abaixo. Eu sou realmente abaixo. Suposto fazer algo. Ele tentou alcanar a arma nas pequenas de suas costas, mas seu brao no cooperaria. Comunicador, ele pensou. Ele deveria fazer algo com o Comunicador.
      O procedimento flutuou dentro e fora de seu crebro como a msica tocou e o furgo dirigiu suavemente pela noite.
      ***
      Eve chamada ateno do carro no porto de estacionamento, pulou em Baxter que j teve o operador em ala de um sufocar contra o quiosque.
      Uns metades carros de policial de dzia e duas vezes que muitos Polis era blocagem crosstown trfico. O ar estava cheio de sirenas, gritos, ameaas, e o estrondo rodante de trovo.
      "No saiba o que voc est conversando sobre. No saiba." O operador ofegado fora as palavras como seus olhos inchados de um rosto indo uma sombra perigosa de puce.
      "Permanea abaixo, Detetive." A Eve agarrou brao do Baxter.
      "Meu traseiro. Voc vai dizer a mim, voc plano-nariz pequeno caga-doninha enfrentada, ou eu vou torcer seu pescoo gostar de um peru de Ao de graas."
      "Permanea abaixo!" A Eve expandiu isto, Baxter Batido atrs dois passos. Antecipando eles ambos, Braos do Roarke Baxter bloqueado atrs de suas costas como Eve entrada para perfurar um dedo no operador est levantando trax. "Voc conseguiu dez segundos, ou eu deixo ele ter voc. Ento eu deixo o resto destes Polis termina o trabalho. Eu quero que o fazer, modelo, nmero de licena do furgo voc acabou de colocar em linha secundria."
      "Eu no sei o que"
      Ela se debruou em, falou muito suavemente. "Eu darei a voc mais dor que voc pode imaginar. Seus crebros vazar de suas orelhas, e seus intestinos fora de seu traseiro. Eu causarei que acontecer sem deixar uma marca, e todo policial aqui jurar que voc morreu de causas naturais."
      Ele tem medo de Baxter, mas no era medo que ele sentiu agora. Estava agitando, gelia-cheio terror. O policial de homem tinha sido todo calor, e calor podia dar a voc algumas contuses. Mas frias, este tipo de frio morto.
      "Mula de Chevy Mini. 2051 modelo. Preto, estilo de painel. Eu preciso olhar em cima a licena. Eu no quero qualquer dificuldade. Eh, os donos esto em viagem por duas semanas. O sujeito acabou de querer um passeio."
      "Olhe isto, voc pus-bola. Voc tem vinte segundos."
      Ela apontou em um uniforme para ir com o operador no quiosque. Baxter parou de lutar contra Roarke. Ele esteve agora, plido como gelo, com pesar j rastejando em seus olhos.
      "Eu estava indo o modo errado, Dallas. O errado goddamn modo. Eu deixei a criana no clube. Quis ir para casa, ponha meus ps, tenha uma cerveja. Eu o deixei l."
      "O que voc  Policial Psquico agora? Voc devia ter sabido isto estava descendo." Existia um zombar em sua voz, uma brutal ela soube que o estalaria fora disto. "Eu no soube aquele sobre voc, Baxter. Ns teremos que ter voc transferiu para Ops Especial. Eles podiam usar seus talentos."
      "Dallas. Ele  meu."
      "Ns vamos o conseguir." Ela deixa se ir longo suficiente para tomar brao do Baxter. "Puxe voc mesmo junto, ou voc no poder o ajudar."
      Sua cabea estava zumbindo com o medo que quis se mover furtivamente de volta, com a raiva, com uma sensao de ser s se anda muito tarde. Tomando o nmero de licena, ela desenhou isso tudo.
      "Todas as unidades. Todas as unidades. O veculo de assunto  identificado como uma Mula de Chevrolet Mini preto, 2051, estilo de painel. A licena  NY 5504 Padeiro Zulu. Repita. Nova York, 5504 Padeiro Zulu. Cidade-larga APB em veculo e em suspeito Stevenson, Gerald, aka Steven Audrey. Isto  Cdigo Vermelho."
      Ela slapped o Comunicador atrs em seu bolso. "Peabody?"
      "Nada pelos ltimos minutos do par, senhor. Eles esto ainda em movimento. Eu ouvi um zepelim de turista. Bonito certo. No podia pegar muito, mas existia algo sobre Bairro chins."
      "O centro da cidade. Ele  ido para o Sul. Todas as unidades, varram rea Sul de Canal. Vamos sair. Baxter, voc  comigo."
      "Eu tenho meu passeio"
      "Deixe isto." Ela no confiou ele para dirigir, ou ser sozinho. "Voc  comigo. Eu tomarei a roda," ela disse a Roarke. "Voc, Feeney, McNab, comece a trabalhar em achar residentes abaixo de Canal. Procure por algo Oeste prximo Broadway. Qualquer coisa que estala. Javert, Stevenson, Audrey, Gerald. Residentes nicos. Estar em algum lugar que tem estacionar fecha. Chos superiores. Ele querer espao, luz, e uma viso."
      Ela subiu no carro. Ela desperdiou tempo com Fryburn. Dez minutos mais cedo, cinco, e eles o partiriam antes dele deitar uma mo em Trueheart.
      Minutos. Estava vindo at minutos agora.
      "Peabody?"
      "Ele est ainda consciente, senhor. Ele murmura de vez em quando. Eu no posso fazer muito dele fora." Mas ela fez notas de toda palavra. "Comunicador. Garom de bar. Pizza e vid. Oficial abaixo. Relatrio."
      Enquanto ela foi para o Eve do centro da cidade chamado em, solicitando aquele Trfico d seu o local do zepelim de turista.
      "Voc consegue alguma sensao da rua, Peabody?"
      " quieted. Eu no ouo muitos chifres. Eu estou pegando sirenas, mas nada muito fecha. No ainda. Existe algumas pancadas. Eu penso que eu estou conseguindo eles porque o Comunicador no cho do furgo. Eu posso ouvir os pneus examinarem cuidadosamente caldeires. Eu penso"
      "Segure isto. Espere." Olhos para frente, Eve cansada suas orelhas. "Tripulao de rua. Isto  um airjack."
      "Orelhas gostam de um gato," Roarke murmurou. "Eu lego revezamento ele para Feeney."
      Levou minutos, minutos preciosos, antes de voz esmurrada do Feeney por. "Horrio de tripulaes de rua no Oeste Broadway e No valor de, Beekman e Fulton em Williams."
      "Ns temos o zepelim ignorando Bayard." Ela desenhou o mapa em sua cabea at como Roarke educou isto em sua 'tela de vnculo. "Ns dividimos para todos os locais." Mas ela teve que ir com seu intestino. "V para o oeste," ela disse a Roarke.
      "Tenente," Peabody disse da parte de trs. "Eles pararam."
      ***
      Como o furgo parou, Trueheart fechou seus dedos entorpecidos acima de seu Comunicador. Algo que ele precisou fazer. Troque para homing. Agradea Deus, agradea Deus, ele lembrou. Finalmente lembrou. Mas seus dedos sentida to gordura, to ido. Ele no podia fazer bastante eles trabalham. Lutando ficar acordado, ele dobrou a unidade em sua palma como as portas abertas.
      Gerry era muito gentil. Ele no quis causar contuses. Ele no quis dar dor. Ele explicou aquele em confortante afina como ele puxou Trueheart fora da parte de trs.
      "Isto  a coisa mais importante qualquer um de que ns j faremos," Gerry disse a ele, sustentando peso do Trueheart, movendo continuamente adiante como civil do Trueheart cala batido acima da calada.
      "Assassinato," Trueheart murmurou. "Voc tem o direito . . ."
      "No, no." Pacientemente, Gerry tirou seu carto chave, usou isto, ento a tela da palma para ganhar acesso ao edifcio. "Voc tem escutado os relatrios de notcias. Eu sou bonito desapontado com o ngulo que eles esto tomando, mas eu esperei isto. Isso tudo mudar uma vez que eles entendem."
      Trueheart lutou prestar ateno  cena. As luzes eram escuras, ou talvez era seus olhos. "Paredes brancas, remetam calhas, entrada assegurada, dois elevadores."
      "Observante, no ?" Gerry riu ligeiramente como ele chamou o elevador. "Me, tambm. Minha me sempre disse que eu notei tudo, e viu coisas que outras pessoas no fizeram.  por isso que eu me tornei um artista de imagem. Eu quis mostrar a pessoas o que eles no viram."
      Dentro do carro, ele solicitou o quinto andar.
      "Eu notei voc imediatamente," ele continuou.
      "Quinto andar."
      "Sim, est certo. Assim que voc caminhou no clube, eu soube. Voc tem tal luz forte. No todo mundo faz. No forte e puro, de qualquer maneira, como seu. Seja o que faz voc especial."
      "Cinco . . . B," Trueheart murmurou como seu enfraquecido de vista dentro e fora na porta de apartamento.
      "Yep, s Um e B em cima aqui, e Umas noites de trabalhos. Faa isto mais fcil. Entre. Voc pode deitar-se enquanto eu instalar coisas."
      "Sto. Aldeia? Soho? Onde?"
      "Aqui agora, s estique aqui."
      Ele quis lutar, mas com braos e pernas fracos como um beb, suas lutas eram mais petulantes que defensiva.
      "Relaxe, relaxe. Eu no quero dar a voc mais soother agora mesmo. Voc tem um direito de saber o que voc est para fazer. Sobre se tornar. S d a mim alguns minutos."
      Ele teve que salvar sua fora, Trueheart vagamente pensou. O que existia disto. Salve isto e observe. Observe e reporte. "Sto convertido. Grande espao. Janelas. Ah, Deus. Trs frente de janelas grandes, janelas de cu acima de. ltimo andar? Paredes. Oh jeez, oh Deus. Retratos de paredes. Veja as vtimas. Eu sou a vtima. Existe-me. Eu estou na parede. Eu estou morto?"
      ***
      "Ele est perdendo isto, Dallas."
      "Ele no ." Eve clenched seu punho, rapped uma vez contra a roda. "Ele est fazendo o trabalho. Roarke, d-me algo. Goddamn isto."
      "Eu estou trabalhando isto." Seu cabelo caiu gostou de uma cortina preta acima de seu rosto como ele fez correr seus dedos acima de um minipad. "Eu tenho cinco possveis at agora, mais vindo. Estes so setores populares para jogo."
      "Edifcio de cinco histrias, stos."
      "Eu o ouvi, Tenente." Sua voz era tranqila como um lago. "Eu preciso de alguns minutos."
      Ela no estava Trueheart certo teve alguns minutos.
      Ida com seu intestino, ela dirigiu atravs de Broadway ler rapidamente ao longo das ruas transversais. Era melhor, ela pensou. Mais de boas-vindas para artistas, Livre-Agers, os bomios jovens, e o bem-heeled urbanites que apreciou eles.
      Ele era jovem suficiente para querer aquele tipo da cena, e ele teve um apoio financeiro slido. Ningum pensaria duas vezes sobre ver um sujeito ajudar outro sujeitoou meninaem um edifcio. Bairro quieto. Residentes jovens. Ningum questionaria que algum tinha separado, era bebido ou blissed fora. Metades deles seriam os mesmos.
      As sirenas e trovo balanaram a noite, e ela assistiu fatia de raio gosta de uma faca de extremidade dentada pelo cu. A chuva esguichada fora.
      ***
      "Deixe-me explicar," Gerry disse como ele testou as luzes e filtros ele instalar. "Minha me era uma mulher surpreendente. Puro e tipo. Ela me levantou sozinha. Ela no podia ter condies de ser uma me profissional, mas ela nunca abandonada me. Ela era uma enfermeira, e ela gastou sua vida ajudando pessoas. Ento ela ficou doente."
      Ele andou de volta, estudou a fase que ele estava fixando. "No devia ter acontecido. Est errado para algum to abnegado e brilhante para ter uma sombra a leva. Eles chamam eles sombras, o medicals chama sombras de tumores. Ela teve sombras em seu crebro. Ns fizemos tudo direito, tudo que eles disseram. Mas ela no melhorou. Mais sombras, mais fundas. Est s errado."
      Ele movimentou a cabea. "Quase pronto aqui. Desculpe tomar to longo, mas eu quero isto ser perfeito.  o ltimo. Voc  a pessoa que terminar o trabalho, ento eu no quero cometer um engano. A luz  to importante imagem. Voc pode trapacear isto no computador, e isto  uma arte, tambm, mas a arte real est em pegar isto direito no primeiro lugar. Eu estudei por anos, na escola, sozinho. No podia conseguir uma exibio em Nova York.  uma cidade dura."
      Ele no soou ressentido. Mas paciente. Como Trueheart lutou fazer seus dedos trabalharem, ele assistiu Gerry andar de volta para estudar seu prprio trabalho, o trabalho aquelas forradas suas paredes.
      Rachel Howard. Kenby Sulu. Alicia Dilbert. Todos posaram e aperfeioaram. Todas mortas em suas armaes de prata magra.
      Existiam outras imagens deles, Trueheart vagamente viu. Os tiros sinceros. Ele emoldurou eles tambm, e agruparam eles na parede.
      "Eu tive um pouco exibio em Filadlfia um ano atrs," Gerry continuou. "S um pouco galeria, mas quieta.  um bem comea. Eu estava indo lugares, da mesma maneira que eu era significado. Mas depois que Me ficou doente, eu tive que pr que segura. Saia de grad escola, se concentre nela. Ela no me quis , mas como podia eu me preocupar sobre fama e fortuna quando ela estava doente? Que tipo de um filho que me faria?
      "Eu assisti ela morrer," ele suavemente disse. "Eu assisti a luz sair sua. Eu no podia parar isto. Eu no soube como. Ento. Mas eu figurei isto. Eu desejo que . . . eu s desejasse que eu soubesse antes de ser muito tarde para ela."
      Ele voltou, sorriu amavelmente. "Bem, ns precisamos iniciar."
      Como ele cruzou o quarto, suor parou rosto do Trueheart do esforo at chave em sua de casa mais casa.
      ***
      "Onde est o furgo?" Apesar da tempestade, Baxter teve a janela aberta, sua cabea presa por como ele esquadrinhou as ruas. "Onde est o goddamn furgo?" Ele bateu seu gotejando cabelo fora de seu rosto. "Todo policial na cidade fora olhar, e ns no podemos achar se fedendo furgo?"
      Ele podia ter levado ele subterrneo, Pensou Eve. Em outro porto. Mas ela no achou. No da cena ela ouviu por seu Comunicador. Estacionamento de rua, primeiro nvel. Eles no tiniram abaixo passos.
      Ela foi fechou. Ela soube que ela foi fechou. Mas se eles fossem at um bloquear . . .
      "Rua de Greenwich. 207, apartamento 5-B." Roarke ergueu sua cabea agora, e seus olhos no eram mais frescos. "Javert Stevens."
      "Toda a unidades," Eve comeou, e ignorando todos cdigos de trfico, balanado seu veculo em um duro, corredia U-virada. Os carros separados para ela gosta do Mar Vermelho como ela bulleted o modo errado em cima uma rua de uma s m.
      "De mais casa esteja comprometido!" Peabody balanou em sua cadeira, agarrando brao do Baxter. "Ele fez isto! Ns somos dois quarteires longe."
      Ao lado dela, Baxter prendeu sua cabea. At como ele comeou a rezar, ele verificou sua arma.
      ***
      Ele no estava certo que ele administrou isto, no podia estar certo, mas Trueheart deixa o Comunicador deslizar nas almofadas no sof onde o Gerry o deitou.
      Ele tentou afastar as mos como eles o agarraram, mas s bateram uma vez antes de seus braos soltos fracos.
      "Vai estar certo, eu prometo. No vai machucar. Eu vou cuidar disto. Ento voc ver.  a coisa mais surpreendente. Eu quero que voc posou permanecendo. Muito diretamente. Como um soldado.  disso que eu vejo em voc, um soldadovalente e verdade. Mas no dura, ento ns temos que trabalhar que um pouco."
      Ele se debruou Trueheart contra uma tribuna de cintura alta, desenhou arames que ele j prenderia ao redor seus tornozelos. "Voc quer msica? Eu porei algum em s um minuto. Eu penso que eu vou tentar isto comoo que eles chamam isto? Desfile resto? Vamos ver como parece."
      Ele trouxe braos do Trueheart atrs, enganchando eles por mais arame para o posto.
      "Este vai parecer bom. Veja, eu tomarei o posto e arames fora da imagem com o computador. Talvez eu devia dobrar sua camisa."
      Outra linha de suor pingado abaixo Trueheart volta. Se ele achasse a arma, isso tudo estaria terminado. Talvez era acima de qualquer maneira.
      Mas Gerry andou de volta, angulada sua cabea. "No, voc sabe eu como ele fora. Os shows voc  relaxado, um pouco casual, mas quieto em alerta. Voc me atingiu como estando em alertar no clube. Procurando, assistindo pessoas.  por isso que eu pensei sobre o mais slido posa."
      Ele levantou uma seringa de presso. "Eu vou dar a voc um pouco mais agora, ento voc no ter medo, ento voc no sentir qualquer desconforto. E quando eu estiver acabado. Quando eu tiver a imagem, voc entender tudo. Voc ser parte de tudo." 
      "No faa." Cabea refestelada do Trueheart em seu pescoo.
      "Ssh. Ssh, no se preocupe."
      Ele sentiu o empurro de luz contra seu brao, sentiu ele mesmo descendoondas suaves, brisas gentis. Luzes fora.
      ***
      Eve rugida at o meio-fio, e acima dele como seus pneus lutados para achar compra na rua molhada. O furgo preto era estacionado s adiante.
      At como o carro danou, Baxter estava fora. A Eve era passos atrs dele. "Segure isto junto," ela ordenou.
      "Eu sou junto. Eu sou to fucking junto existimos dois de mim aqui."
      Ele arrancou fora seu mestre.
      "Palma chapeiaisto  mais rpido." Roarke o empurrou de lado, e foi depressa para trabalhar com ferramentas ilegais.
      "Voc no viu isto," Eve estalada fora.
      "Eu no vejo uma coisa de maldio."
      "Voc escuta mim. Detetive Baxter, voc escuta mim agora. Eu sou no comando." Ela movimentou a cabea vivamente quando Feeney e McNab, ento um trio de negro-e-brancos freados na frente do edifcio. "Ns entramos rpido, mas ns entramos organizado."
      Ela empurrou pela porta que Roarke abriu. "Degraus. Uniformes, elevador. Peabody comigo." Ela continuou a lanar ordens como ela bateu em cima. "Baxter, Trueheart  sua prioridade."
      "Voc no tem que dizer a mim isto."
      "Voc achar e seguramente assegurar Oficial Trueheart. Eu quero um mdico em cima aqui," ela latiu em seu Comunicador. "Eu quero um medi-furgo em local. Agora. Deixe o suspeito para mim a menos que diretamente comprometido. Isto  claro?"
      "Eu consegui isto."
      "Ele  msica colocada, Tenente," Peabody reportou, xingando um pouco como eles batem o quarto nvel. "Eu no posso ouvir qualquer outra coisa agora."
      "Roarke, na porta. D-me duas unidades em emergncia evac. Ele no est indo para coelho em ns. Consiga este edifcio cercado. Dois homens stationed em cada cho em escada. Desimpea os elevadores."
      O prximo estrondo de trovo agitou o cho debaixo de seus ps como ela apressou para 5-B.
      Sua arma estava em sua mo, seu frio de sangue, sua cabea clara.
      "Eu entro baixo," ela declarou, balanando sobre seus dedes do p como Roarke trapaceou as fechaduras.
      Ele trabalhou rpido, dedos de elegante voando. Ela manteve seus olhos neles, enfocou, enfocou, e assistiram eles erguerem claro.
      "V."
      Ela chutou isto aberto, surgiu por, e teve sua arma treinada morto entre olhos surpreendidos do Gerry.
      "Polcia. Solte isto. Solte ele agora e anda de volta, ou eu fecharei suas luzes permanentemente."
      "Voc no entende." Sua voz permanecida razovel como ele embreou a faca longa, magra. "Eu vou fazer ele viver para sempre."
      "Solte sua arma," ela repetiu, e recusou deixar se ser distrado pela viso de Trueheart, camisa aberta, como ele esteve inconsciente, em resto de parada.
      "Mas"
      "Atarraxe este." Baxter j estava apressando atravs do quarto. Para salvar eles todas a dificuldade, Eve abaixou sua arma. E atirou um fluxo atordoante em Gerry, meio-corpo.
      A faca bate os segundos de cho antes dele fazer. As luzes e sombras inteligentes fludas acima dele no cho branco.
      "Certa, criana, certa." As mos tremidas do Baxter visivelmente como ele apertou seus dedos para a pulsao em garganta do Trueheart. "Ele est respirando. Ns vamos conseguir voc abaixo daqui." Sua voz espessou como ele lutou com os arames. "Eu preciso de um pouco de tesoura de arame. Goddamn isto"
      "Aqui." Roarke o deu uma ferramenta. "Deixe-me ajudar voc."
      "Cena e suspeito assegura," Eve anunciada em seu Comunicador e deixa sua bota em Gerry volta no caso de que ele terminou dele antes dela o ter contido. "O oficial Trueheart parece estar inclume. Onde  meu mdico?"
      Ela girou, achou o total de sto de Polis. Ela deu isto um minuto, pegando sua respirao, deixando a pressa de adrenalina dissipa. Ela entendeu sua necessidade, quis dar a eles este momento.
      Mas . . .
      "Muitos Polis aqui. Esta cena  agora assegura, Cdigo Vermelho  concludo. Eu preciso desta rea passada sem tocar. Oficiais, eu imagino existe um pouco de crime em algum lugar na cidade que precisa ser lidado. Bom trabalho," ela adicionou. "Obrigado."
      "Condene bom trabalho," Feeney disse a ela e deitou uma mo em seu ombro como eles assistiram Roarke e Baxter deitarem Trueheart no cho. "Voc certo, criana?"
      "Um pouco trmulos nos joelhos agora. Isso era maldio terrvel fecha."
      "Fim no significa cagar." Ele bateu em sua fronte com seu brao. "Eu estou conseguindo muito velho para hastear cinco vos de degraus. Queira que eu tomar este otrio em para voc, registre ele?"
      "Sim. Aprecie isto. Eu quero primeira rachadura nele, entretanto. Ento o ponha em uma das gaiolas, e se ele disser qualquer coisa sobre advogados"
      "Eu tenho tido um pouco dificuldade com minhas orelhas. Precise conseguir eles verificados." Ele sorriu viciously, ento abaixado abaixo e retirou-se suas restries.
      Ela subjugou ajoelhar pelo mdico.
      "S zumba suco," ela era informada. "A pulsao  forte, baixo do bp, mas no perigosamente. Ele vai precisar de muitos fluidos, e ele ter uma cadela de uma enxaqueca, mas ele  jovem, forte, e ajuste."
      "Ele est vindo a si." Baxter empurrou uma mo por sua ainda gotejando cabelo. "Olhe para isto. Eh, criana, aparea de volta. No pode ter voc anunciando no trabalho, fazendo-me parecer ruim."
      Pestanas tremuladas do Trueheart. Sua vista era borrada e sua mente confusa. "Senhor." Ele tentou tragar, tossiu um pouco. "Tenente? Eu estou morto?"
      "Nem mesmo feche." Ela no podia resistir, e tomou sua mo. Baxter j teve seu outro um. "Voc fez o trabalho, Oficial Trueheart. Voc fez bom. O suspeito est em custdia."
      "'Kay. Bonito cansado agora," ele disse, ento deixou de funcionar novamente.
      "Ele entrar e fora durante algum tempo," o mdico disse alegremente. "Ns teremos alguns fluidos nele, leve ele durante a noite para observao. Ele ser bom como nova pela manh."
      "Dallas, eu quero pegar com ele."
      "Afirmativa," ela disse para Baxter. "Atualize-me em sua condio. Contacte sua me. Tenha certeza que ela saiba que ele  certo primeiro, ento deixe ela saber que ele fez o trabalho."
      Ela endireitou em cima, e se preparou para fazer sua.
      
      
      Eplogo
      
      "Voc v," Gerry explicou. "Eles so dentro de mim agora. No meu corpoo corpo  s uma concha. Minha me explicou tudo aquele para mim. Eles esto em minha alma. A luz iluminar."
      "Sua me disse que voc tomasse sua luz, Gerry?"
      "No." Ele agitou sua cabea, debruado adiante earnestly. "Eu desejo que ns entendssemos isso tudo antes dela morrer. No teve que acontecer. Nunca tem que acontecer. Todos ns viveremos para sempre, ns temos a capacidade.  apenas do corpo que precisa ser abrigo."
      "Ento," Eve disse, da mesma maneira que razoavelmente. "Voc derrama fora de do Rachel Howard do Kenby Sulu, corpos do e Alicia Dilbert para eles?"
      "Sim. Sua luz era to forte, voc v. Se voc realmente olhasse, realmente entendidos meus retratos deles, voc veria isto. Minha me disse a mim sobre a luz, como como uma enfermeira, ela veria a luz nos olhos dos pacientes. Seria to forte em algum, at quando medicamente pareceu como se no existia uma chance para eles. Mas ela veria aquela luz, ela disse, e soube que eles iriam bater as chances. Outros, bem, voc pensaria que eles iriam ser bons, mas a luz no estava l. E eles morreriam. S escape."
      "Luz da sua me era forte."
      "Sim, mas no forte suficiente." Pesar estremecido acima de seu rosto, e para uns momento seus olhos no estavam loucos. Eles eram jovens e quebrados. "Muitas sombras. As sombras sufocaram a luz. Voc v . . ." Ele trocou em sua cadeira novamente. Quando seu rosto passado sem tocar de duelo, a loucura voltava acima disto. "Eu estudei o trabalho de Henri Javert. Ele era"
      "Eu sei. Ele fotografou os mortos."
      " uma arte fascinante. Eu podia ver o que minha me querida dizer sobre a luz. Nos mortos, uma vez que a luz tem sido tomada, a concha est vazia. O trabalho do Javert era brilhante, e ajudou me mostrar ao modo. Preserve a luz, derrame o corpo."
      "Tome a luz em voc mesmo, pela cmera."
      "A lente  mgica. No  toda tecnologia, sabe.  arte e mgica. Por ele voc pode ver a alma. Voc pode examinar um assunto e ver sua alma pela lente. Est espantando. Eu tenho o presente."
      "Por que voc usou Hastings?"
      "Eu no entendo a pergunta."
      "Voc tomou imagens de arquivo dele."
      "Oh. Eu realmente admiro seu trabalho. Ele  um homem difcil, mas um artista incrvel. Eu aprendi muito dele, em um tempo muito pequeno. Ele tambm fotografa os mortos, mas para comisso. No para arte pura. Isto  arte."
      "Voc o ajudou em fotografar os mortos?"
      "S uma vez, mas ele estava espantando. Eu tenho sido muito abaixo, sabe, depois de minha me. O professor Browning ajudou me conseguir de volta em caminho. Ela entendeu que eu estava indo por um remendo spero e sugeriu que eu faa o trabalho como assistente do Hastings. Mantenha ocupado. Eu s trabalhei com ele por uma semana ou ento, mas ele me devolveu. Quando eu vi Rachel Howard naquele casamento, viu a luz s derramando fora de seu . . . era um epifania. Hastings viu isto, tambm. Eu tive que parar eu mesmo de s agarrando a cmera dele tomar seu retrato, mas ele viu isto, tambm. Ento eu percebi que ele era parte do caminho. Como um guia."
      "E voc tomou os discos."
      "Eu acho que no era certo, e eu sinto muito. Eu pagarei a multa," ele disse a ela com um sorriso apologtico. "Mas era para algo to importanteeu estou Hastings certo entender isto. Eu voltei mais tarde, uma vez que eu tive isso tudo descoberto. Ele est um pouco descuidado e desorganizado sobre seus arquivos. Eu acabei de ir por eles ver. E a luzos rostoss saltados fora em mim."
      "Trueheart no estava l."
      "Trueheart?"
      "Meu oficial. O que voc teve em seu estdio hoje  noite."
      "Trueheart.  um nome perfeito para ele. Eu no completei minha pesquisa nele porque eu tive outra pessoa em mente pela ltima. Mas assim que eu o vi no clube, eu soube. Eu acabei de conhecer, e hoje  noite caiu em lugar."
      "Sobre o clube. Por que voc mudou seu nome?"
      "Voc tem que ser cuidadoso. Eu conheci que pessoas no entenderiam, tentaria me parar. Eu pensei que eu instalasse ego de um alterar, da mesma maneira que uma almofada."
      "Voc j mudaria isto uma vez, como assistente do Hastings. Voc j estava planejando sua . . . galeria?"
      "Eu penso, em algum lugar atrs de minha mente, eu era. Mas muitos artistas tomam um nome profissional, e eu estava s tentando aquele. Eu tomei nome do Javert porque eu realmente o admirei."
      "Quando voc fez o trabalho no clube," ela iniciou, "voc teve seu plano em lugar."
      "Oh sim. Mas para o clube, eu achei que eu s manteria isto simplesmeu nome, eu quero dizer. Audrey  segundo nome da Me, ento ele era tipo de uma homenagem para ela. Eu kinda est com sede? Eu posso conseguir um bebida?"
      "Certo." Ela gesticulou para Peabody. "Como voc escolheria o clube de dados?"
      "Oh, eu costumava pendurar l s vezes. Muitas as crianas de academia entram no clube. Quase todos eles passam por mais cedo ou mais tarde, ento fazendo um trabalho tendendo bar era um bom caminho para observar e seleto. E o clube de dados feitos sentido. Eu podia conseguir a palavra fora em meu eficazmente de trabalho, reservadamente."
      "Como?"
      "Eu s deslizaria de volta em depois que eu fiz os retratos e descartei a concha. Deslize o disco de dados para o dj, ou esvazia isto em uma em-cesta. Ningum presta ateno. Eu soube que Nadine Furst conseguiria a histria. Ela  realmente boa, sabe?"
      Quando Peabody ofereceu a ele gua, ele tomou isto gratefully. "E 75 tem as melhores avaliaes na cidade. Eu fiz minha pesquisa."
      "Aposta voc fez."
      Bebendo, ele movimentou a cabea. "Voc viu meu trabalho agora. Meu estdio, minha galeria." Vestido do NYPSD feio laranja macaco, seu tornozelo encadeado para a mesa, as luzes severas da despesa em Um derramar de Quarto de Entrevista acima dele, ele pareceu orgulhoso.
      "Sim, Gerry, eu vi isto."
      "Ento, voc entende agora. Eu fiz pesquisa em voc, tambm. Voc  esperto e criativo. Voc tem luz forte. No  puro, mas  forte. Voc me deixar terminar, certo? Voc tem que deixar-me terminar o trabalho. Mais um retrato e eu serei imortal. As pessoas vero. Ns nunca temos que morrer. Ningum j tem que perder algum que eles amam, sempre novamente. Ningum tem que sofrer ou ter dor."
      "Gerry, eu vou perguntar a voc novamente, s assim ns somos realmente claros. Voc entende seu direitos e obrigaes?"
      "Oh sim. Certo."
      "E voc acenou seu direito de representao legal durante esta entrevista."
      "Eu s quero dizer a voc o que isso tudo quero dizer. Eu no quero que pessoas pensem eu sou algum tipo de monstro. Eu no sou. Eu sou um salvador."
      "E voc de boa vontade tomou as vidas de Rachel Howard, Kenby Sulu, e Alicia Dilbert?"
      "Eu preservei sua luz," ele corrigiu. "Para sempre."
      "Fazer isso, voc tomou os indivduos acima mencionados para seu estdio em Greenwich, levou eles l em um estado drogado que voc induziu, e l causou a morte de seus corpos mortais inserindo uma faca em seus coraes."
      "Eu no quis machucar eles,  por isso que eu dei a eles a medicina que eles deram a minha me. Fez ela dormir fcil, levou a dor."
      "Voc tambm tomou Oficial Troy Trueheart para aquele mesmo local hoje  noite, na mesma condio com o mesmo propsito em mente."
      "Sim, derramar seus corpos mortais." O alvio lavado acima de seu rosto  medida que ele movimentou a cabea. "Suas conchas. E tomando seu retrato to prximo ao momento da morte, eu tomei sua luz em eu mesmo, juntando-se ele para meu, preservando isto, e dando a eles imortalidade. Eles vivem em mim," ele disse a ela. "Com a ltima luz juntou-se, o trabalho ser feito. Eu saberei tudo que eles souberam. Eles me sabero. Sempre."
      "Compreendido. Registre fora de."
      "Ento eu posso ir agora?"
      "No, eu sinto muito. Existem algumas outras pessoas que voc precisar conversar com. Explique coisas."
      "Oh, certo." Ele olhou de relance ao redor, inexpressivamente. "Mas eu realmente preciso voltar trabalhar logo."
      Sanidade, Pensou Eve, era uma linha magra e escorregadia. Gerry teve tipped acima disto. Se ele pudesse ainda funcionar, ainda planeja, ainda faz imagens, ele estaria fazendo isso tudo em um quarto assegurado em uma instalao de sade mental para o resto de sua vida.
      "Eu espero que isto no levar muito longo," ele adicionou como um uniforme entrou aceitar o em devoluo para uma gaiola.
      Quando Eve no subiu, Peabody subjugou, despejadas duas xcaras da gua. "Meu papai costumava amar esta caricatura velho vids. Eu lembro de este aqui, onde este conversando gato era louco. Totalmente bonked. De qualquer maneira, mostrar a isto, eles tiveram estes pequenos pssaros voando ao redor sua cabea e gorjeando."
      Ela bebeu sua gua enquanto Eve olhada fixamente para sua prpria. "De qualquer maneira,  disso que eu veria com ele. Pequenos pssaros voando ao redor sua cabea, exceto  muito triste e muito terrvel para pequenos pssaros."
      "s vezes, voc faz o trabalho, voc fecha o caso, mas a porta s no fecha para voc. Eu acho que isto vai ser um daqueles. Roarke era certo. Ele  s pattico.  mais fcil quando eles forem malignos ou avaros ou s completamente do mal. Patticos deixe a porta abrir uma rachadura."
      "Voc devia ir para casa, Dallas. Ns devamos todos ir para casa agora."
      "Voc  certo." Ela esfregou seus olhos gostarem de uma criana cansada.
      Mas ela escreveu em cima o relatrio primeiro, e arquivou isto, pulando fechar a porta um pouco mais. O departamento encolhe, e qualquer Gerry privado poderia eventualmente se empenhar, teria um dia de campo com ele.
      Mas ele nunca sair de que assegurou quarto novamente.
      Ela detoured pelo hospital para fazer breve visita a Trueheart. Ele estava dormindo como um beb, com os monitores registrando a batida fixa de sua pulsao. Na cadeira ao lado da cama, Baxter era afundado e roncando.
      Quietamente, ela moveu no quarto, permanecida ao lado da cama para um momento s olhando para Trueheart. Sua cor era boa, ela decidiu, sua respirao at.
      Amarrado ao guarda da cama era um pouco de tipo de balo de novidade que pareceu com peitos gigantes.
      Inclinada abaixo ela deu ombro do Baxter uma sacudida rpida e seu roncando corta com um chocado bufa. Ele empurrou acordado e sua mo foram automaticamente para sua arma.
      "Permanea abaixo, Detetive," ela sussurrou.
      "Brinque certo?" Ele empurrou em cima na cadeira. "Merda. Eu estava fora."
      "Diga a mim. O rinocerontes roncando vai despertar Trueheart. V para casa, Baxter."
      "Eu s me iria sentar com ele por algum tempo, tenha certeza que . . . Acha que eu enguicei."
      "V para casa," ela repetiu. "Pegue algumas horas horizontais. Eles vo o lanar meio manh. Voc pode voltar e o levar para casa. Eu passarei sem tocar seu tempo pessoal."
      "Sim." Ele suspirou. "Aprecie isto. Ele fez bom, Dallas."
      "Ele fez bom."
      "Stevenson?"
      "Ele est fora."
      "Bem." Baxter chegou a seus ps. "Eu acho isto  isto."
      "Isto  isto," ela concordou, mas quando Baxter se foi, ela se sentou e manteve relgio outra hora se.
      Ela dirigiu para casa como o sol surgiu. A tempestade passou, e a luz era quase gentil, quase bonita acima da cidade. Ela sups existia uma metfora l em algum lugar, mas ela era muito condenava cansado para cavar isto.
      Mas a luz cresceu mais forte como ela girou em direo a casa, e mais forte ainda como ela passou pelo porto. Choveu acima da casa, a grande casa fora de um cu que decidiu ser brilhante e vero azul.
      Era refrigerador, ela notou como ela saiu do carro. Mais gelado que tinha estado em dias. Semanas. Talvez anos. Condene se no existia uma boa pouca brisa que chuta em cima.
      Ela caminhou do lado de dentro, descascada sua jaqueta, e s deixa isto gota.
      Roarke terminou da sala de estar. "Bom dia, Tenente."
      "Dia bom bonito l fora."
      "." Ele cruzou para ela, leu rapidamente um entalhe abaixo de dedo em seu queixo, estudados seus olhos cansados. "Como voc est?"
      "Sido melhor, mas eu tenho sido um inferno de muito pior. Trueheart terminou deleque eles o lanaro hoje. Ele  nenhum o pior para veste, e Baxter estava pairando acima dele gosta de um pato de me.  um tanto quanto atraente."
      "Voc o ps em para elogio?"
      Ela riu um pouco. "O que sou eu, transparente?"
      "Para mim." Ele pe seus braos ao redor ela, desenhou ela.
      "Como ele estava fazendo quando voc foi pelo hospital para o ver?"
      Ele sorriu em seu cabelo. "Aparentemente voc v por mim, tambm. Ele pareceu jovem e vido, se um pouco cansado. Baxter o comprou um balo obsceno na forma de peitos enormes. Com embarao bvio e encantador, Trueheart amarrou isto a seu guarda da cama."
      "Sim, eu vi isto quando eu passei por. Todo direito com o mundo novamente. Ou como feche como consegue."
      "Voc sente muito para ele."
      Ela soube que ele no falou de Trueheart agora. "Mais que eu quero ser. Ele  tranado. Talvez morte da sua me girou ele, ou talvez ele acabaria aquele modo de qualquer maneira. Isto  para os sujeitos de cabea para compreender. Eu sou feito. Ache que eu devia subir e atacar meu rosto por algumas horas."
      "Eu imagino isso. Ns teremos que manter nossa data mais tarde."
      "Que data?"
      Ele deslizou um brao ao redor sua cintura, girados para os degraus. "A data ns esboamos para quando Summerset deixou para feriado."
      "Espere um minuto, espere um minuto." Ela empurrou de volta, esquadrinhando o vestbulo. "Ele foi? A casa Summerset-est livre?"
      "No partidos vinte minutos atrs, ainda mancando um pouco, mas"
      "Eu devo estar deslizando. Eu devia ter conhecido. Eu devia ter sentido isto."
      Ela chutou sua jaqueta no ar, meneados seus quadris, fez o que poderiam ter sido um cha-cha corredor abaixo.
      "Voc parece ter achado um bolso armazenado de energia."
      "Eu sou renascido!" Cacarejando, ela girou ao redor, partidos com seus dedes do p e saltado nele. "Vamos ter sexo de macaco," ela disse como ela embrulhou suas pernas ao redor da cintura de Roarke.
      "Bem, se voc insistir. Muito acontece que eu tenho um quartilho de molho de chocolate muito bom na sala de estar."
      "Voc est brincando."
      "Uma nunca crianas sobre sexo de macaco com molho de chocolate."
      Ela riu gosta de um loon, ento esmagada sua boca para suaquente e dura suficiente para fazer ele cambalear. E quando eles caram sobre o cho, ela pensou que ela ouviu a porta fechar, s um pouco mais.
      
      
      O FIM
      
      
      [Trecho de prximo livro]
      
      Se voc apreciasse
      Retrate na Morte
      Voc no querer faltar
      J. D. Mais novo inovativo do Robb de expectativa romntica . . .
      IMITAO NA MORTE
      Aqui  um trecho especial deste provocativo novo romance
      Setembro de 2003 disponvel de Berkley Registra e The_Ghiti
      (The_Ghiti  e-edio pode estar atrasada at 96 horas de impresso lanapor favor ser paciente)
      
      
      Voc nunca viu isso tudo. No importa quantas vezes voc caminhou pelo sangue e o escornar, no importa com que freqncia voc olhou para o homem de horror infligido em homem, voc nunca viu isso tudo.
      Existia sempre algo pior, algo mais mdio, ou mais louco, mais maligno, mais cruel.
      Como Tenente Eve Dallas permaneceu acima de que uma vez tinha sido uma mulher, ela perguntou-se quando ela veria pior que isto.
      Dois do uniforme Polis na cena estava ainda nsia de vmito na boca da ruela. O som de sua nusea ecoada atrs para ela. Ela permaneceu onde ela estava, mos e inicializava j fechado hermeticamente, e esperado por sua prprio estremecendo estmago para povoar.
      Ela viu este muito sangue antes? Era duro de lembrar. Era melhor no .
      Ela abaixou, aberto seu kit de campo, e a tirou ID acolchoa correr as impresses digitais da vtima. Ela no podia evitar o sangue, ento ela parou de pensar sobre isto. Erguendo a mo flcida que ela apertou o dedo polegar para seu bloco.
      "Vtima  fmea, Caucasiano. O corpo era descoberto em aproximadamente oh-trs e trinta por oficiais respondendo para annimo nove e um-um, e est com isto identificado por impresso digital verifica como Wooton, Jacie, envelhea quarenta e um, companheiro licenciado, residindo 375 Doyers."
      Ela tomou uma respirao rasa, ento outro. "A garganta da vtima foi cortada. O padro de borrifadela indica ferimento era infligido enquanto vtima permanecida contra o norte-revestimento parede da ruela. O padro de sangue e trilha indicariam vtima caiu ou era deitada atravs de cho de ruela por atacante ou atacantes que ento . . ."
      Jesus. Oh Jesus.
      "Que ento mutilou a vtima removendo a rea plvica. Ambas a garganta e ferimentos plvicos indicam o uso de um afiado implementa e alguma preciso."
      Apesar do calor sua pele picada, fria e fria e mida que ela tirou medidas, dados registrados.
      "Eu sinto muito." Peabody, seu ajudante, falou por detrs ela. A Eve no teve que procurar conhecer rosto do Peabody ainda estaria plido e brilhante de choque e basca. "Eu sinto muito, Tenente, eu no podia manter."
      "No se preocupe sobre isto. Voc certo agora?"
      "Eu . . . Sim, senhor."
      A Eve movimentou a cabea e continuou a trabalhar. Robusto, fixa, e to segura quanto a mar, Peabody levou olha se para o que proveu a ruela, branco de folha girada, e tropeou de volta em direo  rua em ordem afiada da Eve para vomitar em outro lugar.
      "Eu tenho um ID nela. Jacie Wooton, Doyers. Um LC. Faa uma corrida para mim."
      "Eu nunca vi qualquer coisa como isto. S nunca visto . . ."
      "Consiga os dados. Engane isto l. Voc est em minha luz aqui."
      Ela no era, Peabody soube. Seu tenente estava a cortando uma fratura, e porque sua cabea quis girar novamente, ela tomou isto, movendo em direo  boca da ruela.
      Ela suou por sua camisa uniforme, e sua tigela escura de cabelo era mida nos templos debaixo de seu bon. Sua garganta era crua, ela verbaliza fraco, mas ela iniciou a corrida. E assistiu Eve trabalhar.
      Eficiente, completo, e alguns diriam frio. Mas Peabody viu o pulo de choque e horror, e de piedade, em rosto da Eve antes de sua prpria vista obscurecer. Frio no estava a palavra, mas dirigida era.
      Ela era plido agora, Peabody notou, e no era apenas das luzes do trabalho que alvejaram a cor de seu rosto estreito. Seus olhos marrons eram enfocados e apartamento, e sem vacilar que eles examinaram a atrocidade. Suas mos eram fixas, e suas botas smeared com sangue.
      Existia uma linha de meio abaixo de suor atrs de sua camisa, mas ela no tropearia longe. Ela ficaria at que era feito.
      Quando Eve endireitada, Peabody viu uma mulher alta, magras em botas manchadas, cala jeans vestida, e uma jaqueta de linho magnfico, um bom-boned rosto com uma boca larga, olhos largos de dourados marrons, e uns pequenos e disordered bon de cabelo quase a mesma cor.
      Mais, ela viu um policial que nunca foi embora morte.
      "Dallas"
      "Peabody, eu no me importo se voc vomitar desde que voc no contamina a cena. D-me os dados."
      "Pais listados como prxima de famlia. Eles vivem em Idaho."
      "O lugar de batata, certo?"
      "Sim." Peabody administrou um sorriso trmulo. "Spud central. Vivida da vtima em Nova York por vinte e dois anos. Residncia prvia no Oeste de Parque Central. Ela  residida abaixo aqui por dezoito meses."
      "Isto  bastante uma mudana de jurisdio. O que ela  estalada ?"
      "Ilegais. Trs greves. Perdida sua licena de gaveta superior, fez seis meses, rehab, aconselhando, e recebia uma licena de rua probatria sobre um ano atrs."
      "Ela vir logo seu negociante?"
      "No, senhor."
      "Ns veremos o que o tox tela diz a ns uma vez que ela est no morgue, mas eu no penso que Jack  seu negociante." A Eve ergueu o envelope que tinha sido remanescente, fechado hermeticamente prevenir manchas de sangue, no corpo.
      
      Tenente Eve Dallas, NYPSD
      
      Computador gerado, ela achou, em um manancial de fantasia em jornal de nata de elegante colorido. Espesso, pesado, e caro. O tipo de coisa usada para alta-classe convida. Ela devia conhecer, ela meditou, como seu marido era grande em enviar e receber alta-classe convida.
      Ela tirou a segunda bolsa de evidncia e leu a nota novamente.
      
      Oi, Tenente Dallas,
      Quente suficiente para ya? Eu sei que voc teve um vero ocupado, e eu tenho admirado seu trabalho. Eu posso pensar sobre ningum na fora de polcia de nossa cidade de feira que eu prefiro envolver comigo em que eu espero ser um nvel muito ntimo.
      Aqui uma amostra de minha  trabalhar, o que voc pensa?
      Esperando ansiosamente nossa associao continuada.
      Jack.
      
      "Eu direi a voc o que eu penso, Jack. Eu penso que voc  um muito doente fuck. Etiqueta e bolsa," ela ordenou com uma ltima ruela abaixo de olhar. "Homicdio."
      
      
      
      
      [Sinopse dianteira]
      
      
      De Nora Roberts, escrevendo como J. D. Robb, vem para um emocionante novo inovativo nos #1 Tempos de Nova York bestselling srie . . . Tenente Eve que Dallas enfrenta um assassino consecutivo que oferece a sua mocidade de vtimas eterna tomando sua vida . . .
      
      RETRATE NA MORTE
      
      Depois de uma ponta de um reprter, Eve Dallas acha o corpo de uma mulher jovem em um Dumpster em Rua de Delancey. Horas justa antes, a estao de notcias misteriosamente recebeu uma carteira de retratos profissionais da mulher. As fotografias pareceram no para estar nada fora da ordinria para qualquer mulher jovem bonita comeando uma carreira de modelagem. Exceto ela no era um modelo. E as fotografias foram assemelhadas-se as que ela tinha sido assassinada.
      Agora Eve est na trilha de um assassino que  um perfectionist e um artista. Ele cuidadosamente observa e registra suas vtimas ' todo movimento. E ele tem uma misso: Para possuir toda inocncia da mulher jovem bonita, capturar sua mocidade e vitalidadeem um tiro de fatal . . .
      ***
      
      
      [Resposta dos Crticos]
      
      "Irritado e cru." Booklist
      
      DESNUDO NA MORTE
      Quebrar toda regra, Eve fica envolvida com Roarke, um suspeito em seu caso de assassinato mais recente . . .
      "Perigo, romanceie . . . uma obra-prima de escrita boa."
      Encontro
      
      GLORIAR-SE a MORTE
      Em caso mais recente da Eve, duas vtimas de assassinato tm uma conexo: Amante da Eve, Roarke . . .
      "Brilhante talento do Sra. Robb para criar enredos frescos, inovadores . . .  no superado." Encontro
      
      IMORTAL NA MORTE
      Uma modelo internacional est mortae o suspeito  nenhum diferente de melhor amigo da Eve . . .
      "Maravilhoso . . . Se j existia um livro para todos os gostos, isto  aquele." Affaire de Coeur
      
      RAPTO NA MORTE
      Trs suicdios aparentes desenham Eve no mundo de realidade virtualonde o importar de  uma mortal arma . . .
      "Certo para deixar voc hungering para mais."Editoras Semanais
      
      FORMALIDADE NA MORTE
      Toda Eve de passo toma traz seu mais ntima para uma confrontao com a maioria de forma sedutora da humanidade do mal . . .
      "[Uma] srie inovadora." O Leitor de Romance
      
      VINGANA NA MORTE
      Um louco brutalmente assassinatos dois homensambas com gravatas para um feio secreto compartilhado por novo marido da Eve . . .
      "O mundo de publicao poderia ser duro-apertado para achar um autor com uma imaginao de estilo mais diverso ou frtil."Editoras Semanais
      
      FERIADO NA MORTE
      Quando tecnologia de computador trouxer amantes juntos, datando podem ser um mortal jogo . . .
      "Uma da melhores srie de mistrio futurstica no mercado hoje."
      Sem Uma Pista
      
      CONSPIRAO NA MORTE
      A perseguio de um assassino consecutivo deixa trabalho de Eve Dallas na linha . . . "De mestre . . . eu permaneo em temor absoluto de J. D. Talento do Robb."
      O Leitor de Romance
      
      LEALDADE NA MORTE
      A Eve Dallas retorna a enfrentar seu inimigo mais engenhoso, um "admirador secreto" que insultos ela com cartase matanas sem clemncia . . .
      "Esta srie melhora com cada livro."Editoras Semanais
      
      TESTEMUNHE NA MORTE
      A Eve Dallas  punhalada no refletor quando ela se tornar a testemunha chave no assassinato brutal de um ator famoso . . .
      "Sensual, arenoso, ricamente imaginou."Editoras Semanais
      
      JULGAMENTO NA MORTE
      Quando uns cortes de assassino de policial soltar em um clube chamou Purgatrio, Eve de Detetive Dallas desce em um inferno de subterrneo criminoso . . .
      "Ao e expectativa tensas."O Charlotte Austin Revisa
      
      TRAIO NA MORTE
      A Eve est contra um homem de golpe para a elite, cujo prximo objetivo pode ser sua prprio marido, Roarke . . .
      "Robb [consegue] nas mentes e almas de seus personagens."
      O Leitor de Romance
      
      SEDUO NA MORTE
      A Eve Dallas est procurando por um assassino de Casanova com um mortal apetite para seduo . . .
      "Seguidores Atmosfricos sentiro como se eles fossem para casa para os futuros." Editoras Semanais
      
      REENCONTRO NA MORTE
      Um aniversrio bate fixa a cena para reencontro de um assustar com um assassino de passada de Eve Dallas . . .
      "Prosa enrgica e duro-afiado dilogo do Robb mantero leitores passados a limpo." Editoras Semanais
      
      PUREZA NA MORTE
      A Eve Dallas deve enfrentar o impossvel: Algum soltou um vrus de computador que pode ser capaz de espalhar de mquina at homem . . .
      "[Um] groundbreaking srie . . . dilogo engenhoso, humor seco, e tenso dramtica." O Leitor de Romance
      
      
      Ttulos escritos como J. D. Robb
      
      DESNUDO NA MORTE
      GLORIAR-SE a MORTE
      IMORTAL NA MORTE
      RAPTO NA MORTE
      FORMALIDADE NA MORTE
      VINGANA NA MORTE
      FERIADO NA MORTE
      CONSPIRAO NA MORTE
      LEALDADE NA MORTE
      TESTEMUNHE NA MORTE
      JULGAMENTO NA MORTE
      TRAIO NA MORTE
      SEDUO NA MORTE
      REENCONTRO NA MORTE
      PUREZA EM RETRATO da MORTE NA MORTE
      
      ANTOLOGIAS
      
      NOITE MUDA
      (Com Susan Plunkett, Dee Holmes, e Claire Cruza)
      FORA DESTE MUNDO
      (Com Laurell K. Hamilton, Susan Krinard, e Maggie Shayne)
      
      
[Info da histria de verso e scanner]
      



No senhorita Dallas 19 - Imitao na Morte, e-edio que vem dentro 96 horas de livro de capa mole inicial lana (marcado por algum dia em setembro de 2003).

Note em Srie Numerando

Eu originalmente lancei esta srie com o dois novellas, Meia-noite na Morte (originalmente etiquetada #08, parte da antologia da Noite Muda) e Interldio  na Morte (originalmente etiquetada #14, parte da Fora desta antologia Mundial), numerados em com os romances, desde que eles separam do arco, seus eventos so referidos a em romances subseqentes, e eles encaixam seqenciam em ambas as linha secular de sries ordena como tambm ordem de data de publicao. Em outras palavras, se voc quisesse ler a srie de Eve Dallas, eu pensei que voc apreciaria o novellas. Outro proofreaders, cuja ajuda e trabalho so apreciados, escolheu renumerar a srie quando eles emitiram (thankfully secundrio) atualizaes, desde tradicionalmente estes tipos de antologizaram trabalhos pequenos no ajustarem em seqenciarem entre outros livros em uma srie (eu presumo que isto era seu razoamento). Este tem criada alguma confuso. A correta, e completa, numerando devia ser como siga:
1. Desnuda na Morte
2. Gloriar-se a Morte
3. Imortal na Morte
4. Rapto na Morte
5. Formalidade na Morte
6. Vingana na Morte
7. Feriado na Morte
8. Meia-noite na Morte (um novella da Noite Muda)
9. Conspirao na Morte
10. Lealdade na Morte
11. Testemunhe na Morte
12. Julgamento na Morte
13. Traio na Morte
14. Interldio na Morte (um novella de Fora deste Mundo)
15. Seduo na Morte
16. Reencontro na Morte
17. Pureza na Morte 
18. Retrate na Morte


